quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Convergência Religiosa

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político   Convergência Religiosa Estatuto, Regimento Interno e Convenção Introdução Entidade fundada na Capital Federal do Brasil no ano de 2013 com a finalidade de divulgar, estudar e promover estudos e publicação de seus escritos sobre a convergência das religiões em todo o mundo e em todas as culturas com o objetivo de alcançar a verdade sobre o sentido da religião para os seres humanos, independentemente das disputas, diversidades diferenças entre todas as religiões, sem pretender estar acima ou abaixo das religiões. Não tem como objetivo acirrar as disputas interreligiosas, e nem pretende criar ou fundar uma nova seita ou religião, nem promover a reunião ou a fusão das religiões. Convergência religiosa se refere à convergência das teleologias doutrinárias, significados, objetivos na busca da origem única suposta de todas as religiões. Pretende reforçar os espaços de cada religião respeitando as suas doutrinas e os seus princípios sagrados em cada religião e cultura religiosa, obtendo de cada uma a sua contribuição para a compreensão de cada uma das religiões e de todas, o que faz de cada uma das religiões a sua fonte de estudos e de aprendizado fiel. Entende o autor que este recebeu uma revelação espiritual e se vê na obrigação apostólica de transmiti-la à toda a humanidade, conforme o desejo de nossos criadores. Ética e Religião A vida poderia existir sem a Ética, mas a sociedade jamais existiria sem a Ética. O fundamento da sociedade é a Ética. Todas as relações sociais estão estabelecidas pela ética, foi assim que a sociedade teve o seu primeiro estatuto, não escrito, baseado nos costumes sociais, que foi o primeiro contrato social que fundou a sociedade familiar e clânica. São encontradas estas normas éticas em quaisquer grupos sociais primitivos como as tribos, as castas sociais e entre os mais antigos grupamentos humanos há mais de 50 mil anos. A ética é diretamente reconhecida e aplicada dos costumes que surgiram há mais de 50 mil anos em momentos e lugares desconhecidos nas cavernas, nas tribos, e incrustadas nas regras que determinam, por exemplo, o lugar para se assentar com os filhos na roda do encontro familiar, o respeito aos mais velhos, as regras para as relações sexuais excluindo os parentes mais próximos, a divisão das tarefas de caça, pesca, amamentação, coleta e colheita por idade, conhecimento, força física, sexo e função, o reconhecimento e o respeito pelos guias curandeiros, pelos guias religiosos, pelos chefes guerreiros, pelos caçadores, pelos provedores enfim por todas as funcionalidades sociais decorrentes da divisão do trabalho social desde as eras mais remotas da evolução das culturas pelo mundo que entenderam marcar certos momentos da vida com cerimoniais como o nascimento, a morte, os ritos de passagem sociais como o casamento, o fim da infância¸ a primeira vez na vida de um jovem. Esta estrutura social foi passando de uma geração para a geração seguinte pela força da tradição que foi por meio deste processo cultural ir-se aperfeiçoando a instituição social que permitiu a sobrevivência e garantiu a perpetuação da espécie inteligente dos sapiens na Terra. A criação da nação e do Estado A partir do estatuto social consuetudinário pioneiro firmamos o segundo contrato que foi o contrato jurídico escrito que fundou a nação e as normas orgânicas que fundaram o Estado civil, também chamado Estado de Direito. Sendo o final do processo da fundação da sociedade concluído pela fundação do Estado de Direito representado pela lei maior, a sua constituição, todo o resto depende do primeiro passo fundamental, que antecedeu as leis constitucionais, que são os fundamentos éticos. Todas as constituições são fundamentadas diretamente e indiretamente na ética e é o que devemos demonstrar. A Ética não é apenas um eixo principiológico religioso ou filosófico, é a razão de ser da possibilidade da vida social em sua plenitude. A vida poderia existir sem a ética, mas, a sociedade nunca. Sem a ética não existiria a vida social, ela ficaria inviável sem os princípios fundamentais da convivência humana que são: garantias recíprocas do direito à vida, direito à liberdade, direito à propriedade, o direito à privacidade e o respeito ao próximo. Estes direitos são inalienáveis, são também direitos insubstituíveis e inegociáveis, não podem ser compensados, não podem ser limitados e não podem ser suprimidos. Não existe punição suficiente para coibir a violação de quaisquer deles, ou compensá-los. Portanto, a perda de cada um deles importa em um dano irreparável, nenhuma sanção poderá restituir a perda ou a restrição de quaisquer deles, portanto as leis seriam insuficientes para punir e reparar quaisquer danos ou lesões destes direitos quais sejam: a perda da vida, perda da liberdade, perda da propriedade e a perda da privacidade. Como se pode reparar a perda de uma vida? Como se pode compensar a perda de liberdade? Como se podem compensar a perda da propriedade e a perda da privacidade depois de se produzirem os seus danosos efeitos no tempo, alterando a vida das pessoas, se o tempo que passou não pode ser restituído no usufruto da propriedade e da privacidade conspurcadas, que são direitos justamente caracterizados pela oportunidade de fruição no tempo e no espaço? Sabemos do tempo da sua irreversibilidade e das oportunidades serem aleatórias ou ocasionais. A única maneira de se coibir estes crimes irreparáveis é impedir que eles ocorressem, e não puni-los através da lei. Evita-se o cometimento de delitos pela contenção individual, pelo convencimento e pelo condicionamento comportamental dados pela ética e pela religião. Como disse Ruy Barbosa: “A ética evita os crimes ocultos”. A religião pune os mesmos crimes ocultos, segundo a Bíblia, A religião é a expressão simbólica mais marcante da Ética compilando todos os seus valores e demarcando rigidamente os seus contornos ontológicos e epistemológicos nos sistemas sociais, políticos, culturais, econômicos, financeiro, comercial, filosófico, sexual, holístico, sistêmico, em todos os aspectos da atividade humana. A vontade e os desejos de nosso criador são insondáveis, sabemos disso.Após a era das dispensações espirituais e dos milagres tornou-se penoso para a humanidade ouvir a voz diretamente de nosso criador a nos falar. Assim percebemos a sua vontade sutil revelada através dos sinais indiretamente emitidos e revelados através dos espíritos aqui presentes, como está presente em todo o universo. Constituição da Sociedade Convergência Religiosa Será constituída a primeira diretoria fundadora em forma de conselho provisório a qual deliberará sobre a convocação da assembleia geral extraordinária para a fundação desta Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, OSCIP – Convergência Religiosa, cuja sede mundial se localizará em Genebra, na Suíça, e a sede fundadora se localizará na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, a assembleia de fundação se dará na localidade decidida pela convocação do conselho provisório extraordinário de fundação presidido pelo seu criador Apóstolo Grão Mestre Roberto da Silva Rocha, presidente de honra vitalício, e conselheiro nato vitalício, onde e quando o referido conselho fundador extraordinário decidir. Esta assembleia de fundação será responsável pela homologação do regimento interno e pela homologação do estatuto da OSCIP – Convergência Religiosa, bem como pelas alterações, ratificações e retificações decididas em assembleia exclusiva destinada a este fim. A Convergência Religiosa será uma instituição sem fins lucrativos cuja finalidade é dedicar-se ao estudo das religiões. Complementarmente ao objetivo principal poderá promover cursos, seminários, ensino, publicações, divulgação e pesquisa de todos os temas correlatos e interligados diretamente ou articulados com o tema das pesquisas dos estudos interreligiosos. A composição da direção seguirá a forma estabelecida pela lei das OSCIP que é a forma de diretoria colegiada, com um presidente do conselho, conselho, órgãos fiscalizadores, diretorias: patrimonial, de pessoal, conselheiros, todos não remunerados, e do pessoal administrativo remunerado de acordo com a lei e tipo de relação jurídica empregatícia. De acordo com a lei das OSCIP nenhum dos dirigentes poderão exercer cargo remunerado na função de dirigente nesta instituição exceto como empregados, toda renda proveniente das atividades do núcleo da Convergência Religiosa deverá ser reinvestida na integração patrimonial da Convergência Religiosa, doravante denominada aqui CR. O patrimônio da CR deverá ser utilizado exclusivamente a serviço da instituição CR, as despesas de seus dirigentes serão ressarcidas desde que devidamente comprovadas e aprovadas para utilização exclusivamente em atividades meio e fim da CR para as quais forem deliberadas e aprovadas pelo conselho diretor, tendo as liberações financeiras e ou patrimoniais assinadas conjuntamente sempre pelos diretores: geral, financeiro e pelo diretor de patrimônio. A composição das diretorias deverá ser objeto da deliberação de assembleias dos mantenedores convocadas para este fim, ao fim do mandato das diretorias e por convocação majoritária extraordinária exclusiva para este fim. A princípio deverá a composição das diretorias ser constituídas por um diretor titular e dois diretores suplentes para cada cargo diretor, devendo ser eleitos em chapas completas, apuradas as eleições as chapas vencedoras deverão escolher proporcionalmente à quantidade de votos o número de cargos dirigentes a que terá direito dentre os cargos de direção privilegiando a chapa vencedora, sucessivamente em ordem decrescente de votos obedecendo a prioridade para o preenchimento dos cargos. O conselho deverá ser composto por um número ímpar de conselheiros para que as decisões e deliberações não sejam obstruídas por empate. A princípio os conselheiros serão em número de cinco, devendo cada um receber um jeton pela participação deliberativa. Os conselheiros serão eleitos, uma parte deles, outra parte, indicados de acordo com o tipo de relação de dependência dos mantenedores, sejam agentes econômicos ou públicos, como reza a legislação das OSCIP. Para cada conselheiro haverá dois conselheiros suplentes. Os conselheiros fundadores terão mandato vitalício, os demais serão indicados e ou eleitos como citado anteriormente, sendovedadas as: recondução ou reeleição de conselheiros ou diretores mesmo que em outros cargos diversos da CR. Os mandatos dos diretores terão a duração de oito anos, sendo vedadas as reeleições e as reconduções mesmo que para outros cargos ou conselhos. Todos os integrantes titulares das diretorias e titulares dos conselhos serão conselheiros natos das reuniões e das deliberações do conselho. O Conselho Fiscal será conduzido por um presidente do conselho fiscal e mais três membros indicados pelos conselheiros podendo ser ocupado por pessoas não pertencentes à CR. O Conselho Disciplinar será conduzido por um presidente e por mais três membros indicados pelo seu presidente podendo ser ocupado por pessoas não pertencentes à CR, que não sejam amigos ou inimigos ou parentes até o terceiro grau e colaterais do julgado inclusive poderão ser pessoas não pertencentes e não ligadas à CR, as quais deverão manter o devido sigilo quanto à sua participação, julgamento e documentos que vier a ter conhecimento neste conselho disciplinar ou sobre a pessoa em julgamento. O conselho de auditores internos deverá ser composto por auditores concursados e membros remunerados da CR, devidamente habilitados e registrados no conselho regional de auditores. A duração da CR será por prazo indeterminado e somente poderá ser extinta por determinação judicial. A CR está proibida de discriminar ou produzir material que discrimine positivamente ou negativamente quaisquer pessoas ou grupos, classes de pessoas ou instituições em função da sua etnia, credo, religião, opção sexual, gênero, aparência, opção ideológica, política, estética, regional, cultural, financeira, deficiência física ou mental, dependência química ou emocional, bem como produzir ou incentivar a produção de material subversivo de qualquer caráter que venha a atentar contra a Ética, moral, religião, costumes, leis, práticas comunitárias étnicas culturais sociais e políticas. Qualquer pessoa poderá ingressar na CR desde que se submeta ao processo seletivo de conhecimento da CR e seja aprovada pelo Conselho Convergente. A CR poderá adotar uniformes e coberturas exceto armas ou variações de objetos contundentes. O Conselho Convergente é o responsável pelas: admissão, progressão, promoção e pela ascensão ao grau mais elevado que o ingressante pode alcançar dentro da instituição. Para atingir este grau exames periódicos escritos serão aplicados para a ascensão e progressão gradual desde os iniciados, passando pelos aprendizes, depois pelo grau de membro pleno, mestre e grão-mestre. O conselho convergente será formado pelo presidente vitalício e pelos, mestres e grãos mestres. Cabe à Diretoria de Ensino e Pesquisa a elaboração e a aplicação dos exames de ascensão e promoção dos membros dentro da hierarquia da CR. Cabe ao conselho editorial a seleção e aprovação do material impresso e produzido por meios digitais que poderão receber o nome e o aval da instituição. As fontes de recursos se constituirão de doações, vendas e de cursos, palestras e simpósios e afins organizados pela CR, ou mediante convênios com instituições governamentais. Todo patrimônio incorporado ao capital da CR será alienado através de processo de leilão desde que decidido pelo colegiado de conselheiros da CR. O Conselho da CR deverá apreciar os relatórios do conselho disciplinar e julgar de acordo com a observância e recomendações deste. Deverá o conselho da CR apreciar os relatórios dos conselhos fiscal, editorial, planos das diretorias, relatórios das diretorias, as propostas de aquisições e alienações, balanços patrimoniais e financeiros, admissões e demissões de pessoal, contratações, ofícios externos, deliberações sobre as relações suprainstitucionais da CR. Convergência Religiosa. Introdução aos princípios da CR Como seria possível e como seria pensável que um Sistema tão complexo como o universo seja obra do caos ou do acaso tais como as teorias do Big Bang ou da Evolução das espécies? Sabemos que a engenharia humana bastante eficiente e pouco eficaz anda de lado quando se trata de executar os seus projetos bem calculados e cuidadosamente elaborados. Explico. A relação 20/80 é um parâmetro muito conhecido pela engenharia de projetos. A engenharia de projetos cuida de estudar e promover técnicas avançadas de se administrar e de se conduzir quaisquer projetos. Essa relação vinte por oitenta significa que vinte e oitenta são valores estatísticos, representam 20% e 80% os quais respectivamente somados resultam em 100% do projeto executado, testado e aprovado. Representam estes 100% o tempo total de execução real do projeto, representam 100% dos gastos totais reais correntes brutos do projeto, representam 100% dos recursos do projeto. Então, o que representam estes 20%? Representam os recursos humanos, financeiros, materiais, tempo total para a elaboração de todos os cálculos, desenhos, projetos, revisões e gastos financeiros para a elaboração do projeto e para a construção do objeto sem as improvisações, sem as adaptações, sem as adequações e sem as modificações funcionais sobre o projeto e sobre as ações e sobre a elaboração do objeto inicialmente projetado e calculado. Um projeto de um navio ou de uma aeronave consome hoje cerca de um trilhão de cálculos de Matemática. Com o auxílio dos computadores estes cálculos e os desenhos de engenharia consomem os 20% de todos os recursos para se concluir um objeto. O que seriam os outros 80%? Estes 80% representam que tudo o que não foi projetado antecipadamente e que precisou ser adaptado e improvisado, que não pode ser previsto antecipadamente no projeto e que precisou ser modificado em função de erros e de necessidades de solução dos problemas encontrados na fase de testes e de adequações. Assim, para a engenharia de projetos, fica fácil perceber a enorme precariedade de todo o conhecimento tecnológico para levar a cabo um projeto novo qualquer. Agora examine a hipótese Darwiniana do desenho inteligente da natureza tentando evoluir o projeto de uma célula para que a célula possa fazer a fagocitose, ou de uma célula linfócito “t” fazendo o reconhecimento de um agente estranho ao organismo, tecido ou célula, alienígena, para designar o combate biológico com os anticorpos para conter e deter a ameaça. Quantos testes precisou fazer a natureza e ainda ter que integrar este subsistema ao organismo biológico hospedeiro! A engenharia de projetos é obrigada a rechaçar a teoria da evolução de Darwin, baseada no acaso e no caos. Por outro lado, como poderia um plano tão grandioso, como o do evangelho de Cristo, ter que esperar até os dois mil anos para revelar que populações em continentes ainda a serem descobertos, como as Américas, populações morreriam até sem serem evangelizadas pelos europeus pois somente após o ano de 1492 terem sido descobertas! Seria de uma enorme leviandade! Estou convencido que alguns dos conhecidos como ET e confundidos com algumas das cepas de ET são viajantes do tempo, são de uma civilização da Terra que adquriu tecnologia Extraterrestre capaz de viajar de volta para uma das franjas ou cordas descritas por Hawkins, então neste universo particular dentre tantas versões de universos paralelos; estamos ainda atrasados no tempo sendo castigados para nos transportarmos, futuramente, para uma época temporal mais evoluída espiritualmente. Estamos no que a Bíblia chama de inferno, os que estão naquele futuro estão no que a Bíblia chama de céu, que é o futuro limpo, organizado e perfeito. Os nativos não foram salvos pelo cristianismo, porque a religião que praticavam antes de serem catequizados pelos primeiros cristãos foi lhes ensinada pelos nossos colonizadores, os nossos deuses, os ETs. “Aquele que crê em mim ainda que esteja morto viverá”, João 11.25. Está na Bíblia a dica de que os viajantes do tempo podem converter almas de outras eras temporais passadas, e fazem isto o tempo todo. O Jardim do Éden de nossos ancestrais pode ter durado mais de dois e meio milhões de anos, conforme atestam os resíduos fósseis que testemunham a existência destes nossos humanoides análogos aos humanos sapiens. Este período da inocência quando ainda nem existia a linguagem, a escrita, a sociedade e a cultura humana não existia o plano para organização da religiosidade nem das regras mais complexas da ética e do comportamento social, sexual, a propriedade privada, o sedentarismo, a agricultura, a organização social e o sistema social. Assim se passaram mais de dois milhões de anos sem que se desse conta de sua própria existência a espécie humana. Manifesto da Convergência Religiosa 1 - Você certamente nunca deve ter ouvido falar em convergência religiosa. 2 - Convergência religiosa é uma sociedade sem fins lucrativos de caráter transreligioso. 3 - Não se trata de um novo movimento ecumênico. 4 - O movimento ecumênico visa a pacificação e o intercâmbio entre as religiões. 5 - A convergência religiosa estuda as origens das religiões porque acredita que todas as religiões tiveram uma origem única extraterrestre por isso buscam o mesmo objetivo. 6 - Porque Convergência Religiosa? 7 - Porque cada uma das religiões traz informações parciais e contingentes, datadas em harmonia com a época e o público para qual se dirige e dentro da cultura na qual foi revelada. 8 - O objetivo de cada religião é informar a história do criador da raça humana e da criação do universo. 9 - As respostas para estas e para outras perguntas estão fragmentadas em cada uma das religiões e esta estratégia faz parte dessa prática para moldar e modelar o comportamento humano. 10 - Cada religião ficou com um lado da verdade com um fragmento de toda a história do universo da verdade, a Convergência Religiosa é o elo perdido que vai unir estes fragmentos sem descartar absolutamente nenhuma destas contribuições de cada uma delas. 11 - Todas as religiões tiveram um papel histórico contingente porém fragmentado porque pragmático e prático juntando história, preceitos, dogmas,doutrinas, leis, normas e comportamentos. 12 - Nenhuma religião mentiu mas a cada uma delas, parte da verdade fora revelada. 13 - Cada uma das religiões traz a sua contribuição porque traz uma parte da história e está inserida nesta escala da sua posição na linha do tempo; quanto mais antiga a religião mais simbólica e menos se parece com o conhecimento moderno, mais animista e mais fetichista, sem nenhum sentido pejorativo. 14 - Antes da imprensa ter sido criada por Gutenberg a Bíblia ou qualquer outro escrito eram copiados artesanalmente manualmente. 15 - Um exemplar manuscrito da Bíblia assim copiado em manuscrito poderia custar a preço de hoje cerca de cem mil dólares americanos. Era, portanto, um livro inacessível. 16 - Antes da invenção das escolas públicas pelos gregos há 2500 anos o acesso à leitura era privilégio de sacerdotes, escribas e servidores administrativos e de alguns membros da nobreza. 17 - Mesmo na Grécia dos filósofos apenas 10% da população era considerada dos cidadãos com plenos direitos políticos, porque o conceito de cidadania excluía os estrangeiros, o metecos, as mulheres, os escravos e os pobres. 18 - Assim, desde as primeiras religiões procuraram os nossos colonizadores do nosso planeta Terra nos prover das primeiras regras de condutas morais ou éticas assim que as primeiras civilizações começaram a ter a sua definição e espaço na história a Terra. 19 –A Terra não está solta no universo como se fosse um pedaço de rocha coberta de água onde eventualmente, casualmente, acidentalmente surgiu, por um feliz acaso, a vida. A Terra é parte de um enorme sistema onde aqui e para aqui foram criadas as condições ideais para que se reproduzissem as mesmas condições de outras paragens do universo, do multiverso, do transverso, para que então fosse reproduzida a criação da vida para cá trazida.A Terra foi colonizada pelos Extraterrenos, coisa que Darwin nunca cogitou nem entendeu, gerando uma confusão enorme sobre a questão do elo perdido. Esta mesma galáxia onde se situa a Terra possui mais de 100 bilhões de estrelas, onde uma delas o Sol e os seus planetas estão. Possui a Via Láctea pelo menos uma estrela a Canis Major que possui um diâmetro do tamanho da órbita de Netuno, o planeta gigante, o que transformaria o nosso gigantesco sol em apenas um pontinho insignificante com seus 1,2 bilhões de quilômetros de diâmetro. Essa pequenina rocha molhada chamada Terra é apenas uma insignificância do Universo conhecido. 20 - Desde as primeiras fases da nossa civilização quando os primeiros grupos humanos deixavam a fase de pré civilização começava ali a educação e a formação das primeiras instituições humanas sociais: a) família b) tribo c) nações d) território e) propriedade privada f) Estado g) religião h) ética 21 - Os nossos colonizadores trouxeram para terra todos os tipos de biótipos, fenótipos, genótipos, materiais genéticos em estado de suspensão, congelados, genes, embriões há milhões de anos, fizeram pelo menos duas limpezas genéticas uma delas bem documentada que foi a extinção dos dinossauros a outra registrada pela Bíblia que foi o grande dilúvio. Glaciações foram processos naturais de faxina genética como os terremotos e vulcanismos. 22 - Então os nossos colonizadores se apresentaram fisicamente ou através de prepostos e encarnações nos profetas, missionários, pajés, pais de santos, sacerdotes,visionários, encarnações como Jesus de Nazaré, Maomé, Buda, e outros não citados aqui como Kardec. 23 - A princípio os nossos colonizadores se apresentaram fisicamente, em outras ocasiões se apresentaram através de prepostos encarnados ou reencarnados. Era a era dos milagres, das curas milagrosas, dos eventos mágicos dos efeitos parapsicológicos. 24 - Fora a fase do choque parapsicológicos na humanidade. 25 - Mas o ser humano foi se acostumando aos milagres e o sobrenatural se naturalizou, então, ao invés de aprenderem os conceitos passaram a idolatra-los. 26 - O ser humano se tornou um idolatra crônico.Era preciso encerrar este ciclo de idolatria crônica. 27 - As religiões tinham falhado. Nasceu uma nova tentativa de mostrar outras verdades diferentemente do que tinha sido até então. 28 - Nascia na Grécia a era dos filósofos. Deveria ser a era da ciência antirreligiosa. 29 - Aparentemente a Filosofia Grega recém criada desafiava aos deuses, aos mitos e as tradições. Não era bem assim. Fora a primeira tentativa ocidental para por fim aos desvios da idolatria. 30 - Enquanto isso lá no extremo Oriente na China de Lao Tse e do Confúcio, séculos antes dos gregos fazerem a sua reforma-faxina antireligiosa os ETs estabeleciam o princípio da ordem secular que marcou profundamente o comportamento disciplinado e uniforme dos chineses. 31 - Mas em nossa idolatria crônica idolatramos a própria idolatria! 32 - Idolatramos até a ciência! Idolatramos aos profetas, os rituais, a vida, a morte, a História, as tradições, os mitos, os símbolos, a natureza, os profetas, os sacerdotes, os santos, os livros sagrados, a liturgia religiosa, os cultos, os cerimoniais, as imagens e os deuses. 33 - Não há limites a idolatria. Idolatramos a riqueza, a pobreza, as instituições, a liberdade,a democracia, a nação, o time de futebol, a etnia, o idioma, a celebridade, a moeda, a Era, o moderno, as armas, o vício, a violência. 34 - Regredimos ao fetichismo e ao animismo com os ecologistas. O ser humano viciou-se na idolatria. 35 - Fomos colonizados pelos ETs que espalharam por aqui genes, trouxeram para cá a terra embriões, mudas, material genético, amostras de DNA, aqui mandaram muitas gerações de ETs e Deus maior nos mandou ETs que impediram que em muitas ocasiões a terra fosse destruída por causa das repetidas violações as normas éticas aqui deixadas pelos nossos colonizadores. 36 - Chegada a hora de refletirmos no que dizem os livros sagrados dos Upanichads, os Wedas, os Brâmanes, o Alcorão, a Bíblia, a Torá, os livros dos espíritos, os textos e costumes umbandistas, candomblés e de todas as religiões. 37 - Os ETs usaram do medo humano para nos enquadrarem nas normas éticas e morais mas a era dos deuses onde se gozava da intimidade dos ET como descobriu Erick Von Daniken em sua obra "Eram os deuses os astronautas" não foi suficiente. 38 - Mas os humanos criaram outras simulações de deuses falsos para misturarem aos representantes dos cosmos. 39 - Então os ETs apelaram para os instintos mais fortes dos seres humanos: os seus instintos sexuais. Veio o Yoga, o Kama Sutra, para levar e elevar o espirito através dos sentidos proporcionando a harmonia e o reencontro da alma com o corpo. Fracassaram porque transformamos o sexo em commodity. 40 - Então o homem primitivo foi buscar no hedonismo o laxante espiritual para o seu vazio existencial. Desdenhando do Deus e de seus anjos e profetas, aposentou a filosofia e depois de idolatrar a ciência criou a paraciência que são quase religiões voltadas para crenças em novos estilos alternativos de vivência. 41 - O ateísmo moderno é antireligioso, anticientífico e antifilosófico, quase antissocial e também androfóbicos. 42 - Quando trouxeram o cristianismo para a terra juntando a escolástica do helenismo com base nos costumes e nas fortes tradições levíticas e depois revisadas estas tradições nos evangelhos dos profetas contemporâneos dos apóstolos de Cristo definitivamente a idolatria dos evangelhos nos legou 998 anos de regime teocrático feudal. 43 - O igreja se torna o centro do mundo ocidental, as ordens eclesiásticas idolatradas e institucionalizadas chegou a ser chamada idade das trevas. Este estado teocrático chegou a possuir mais de um terço das terras feudais. Possuía 100% dos corações e das almas. Era o ente mais rico e poderoso da Idade Média. 44 - Tal poder absolutista e absoluto somente retrocedeu com a ascensão da burguesia. Então veio a reforma de Lutero e a contrarreforma protestante com Lutero e Calvin. A Renascença restabeleceu a religião sem a idolatria, mas novamente e lentamente a nova idolatria fora renascer nas novas seitas renovadas. 45 - A ciência positivista reposiciona o lugar da religião em nova tentativa de separar a religião do Estado, como tentara Maquiavel no séc. XVI. Então o ceticismo organizado científico se transforma não somente em nova religião da ciência como também cria a idolatria ao empiricismo Comteano e Hegeliano. 46 - As teologias da pobreza inspiradas em Marx, as teologias da libertação inspiradas no movimento pentecostal renovacionista, e a teologia da prosperidade inspirada no Calvinismo. 47 - Chegamos ao momento atual da era da anomia do ateísmo e anticientificismo. A era do politicamente correto, dos alternativos e do grito das minorias e excluídos tudo porque perguntas nunca foram respondidas pelas religiões até agora. 48 - É chegada a hora de respondermos as perguntas sempre evitadas pelos que seguem as religiões: a) Existe seres extraterrestres? b) Como os livros sagrados explicam os dinossauros? c) Como explicar a origem das espécies vivas? d) Como explicar os fenômenos parapsicológicos? e) Como explicar a mediunidade, encarnação e reencarnação? f) Deus existe? Quem é Deus? São estas as propostas de existência da CR de atacar e atender a estes comandos da necessidade de entendimento e compreensão dessa dimensão humana e espiritual, juntando não somente as religiões neste esforço mas também a ciência e Filosofia e a parapsicologia. Regimento Interno da CR A instituição Convergência Religiosa doravante referida como CR se organizará a partir de uma unidade central em sua sede internacional na Suíça, articulada com a sede nacional localizada na cidade do Rio de Janeiro e a partir destas referências se organizará em unidades Estaduais e as estaduais reunirão as unidades municipais das capitais ou regionais em grandes metrópoles não localizadas nas capitais dos estados. Federações regionais poderão reunir as unidades metropolitanas estaduais, e as Confederações reunirão as Federações. O Estatuto, o Regimento Interno e a Convenção se aplicarão igualmente em todas das unidades mantendo a unicidade e uniformidade da disciplina e da organização em todas as dimensões organizacionais. A administração das unidades deverá obedecer ao manual da essência do manual de miniciclo administrativo, microadministração de inspiração no sistema Just in time, também conhecido como toyotismo. A composição inicial das diretorias inicialmente será: 1 – Diretor Geral 2 – Diretor Patrimonial 3 – Diretor Financeiro 4 – Diretor de Recursos Humanos 5 – Diretor de Relações Públicas e Interinstitucionais 6 – Diretor de Pesquisa e Ensino 7 – Diretor de Planejamento 8 – Presidente do Conselho 9 – Conselheiros da CR 10 – Conselho Fiscal 11 – Conselho Disciplinar 12 – Conselho de Auditores Internos 13 –Conselho Editorial 14 - Diretoria Jurídica I – Da Diretoria Geral § único: Será composta de: A1. Uma secretária; A2. Um assistente administrativo Ia – Compete ao Diretor Geral: §1. Liderar os demais diretores da CR, convocando reuniões, elaborando relatórios sistêmicos, coordenando, comandando, controlando, organizando e planejando estrategicamente e executando os planos de maneira a atingir os objetivos e a omissão da CR. §2. Responder solidariamente pelo patrimônio e pelas finanças da CR. §3. Assinar todas as decisões dos: conselho, conselho fiscal, deliberações dos demais diretores e relatórios das auditorias aprovadas pelas instâncias coletivas. §4. O poder discricionário do diretor geral e dos demais diretores não é contrastado apenas pelo regimento interno e pelos estatuto e convenção: qualquer pessoa dentro e fora da CR pode questionar qualquer ilegalidade ou qualquer delito ou qualquer ato ou omissão que viole as leis, regras, práticas sociais, religiosas, morais, legais; §5. Todas as vezes que o §4 for atingido o Diretor respectivo será afastado temporariamente e responderá ao conselho disciplinar onde terá direito amplo à defesa, ao contraditório, ao devido processo legal e regimental e a presunção de inocência até o trânsito em julgado em última instância. §6. Para propor a ação de investigação pelo conselho disciplinar há que se enquadrar precisamente o delito ou a falta no artigo respectivo que tenha sido violado. §7. O indiciamento será por escrito e terá que ser iniciado pelo Conselho Disciplinar que deverá justificar o aceite o a rejeição da denúncia. II – Da Diretoria Patrimonial § único; será constituída de: A1. Uma secretária; A2. Um assistente administrativo. IIa – Compete à Diretoria Patrimonial: §1. Responder pelos bens móveis, imóveis, veículos, bens semoventes, bens de consumo duráveis, bens de consumo, insumos energéticos, insumos básicos, títulos patrimoniais, marcas e bens intangíveis e todas as compras e todas alienações da CR. §2. Comandar, orientar, organizar as licitações para as aquisições para a CR. §3. Comandar, orientar, organizar as alienações de bens através de leilões, vendas, doações, permutas, e consignações dos bens duráveis, móveis, semoventes, bens de consumo, insumos, títulos patrimoniais e serviços. a. Doravante denominar-se-á de bens a todos os tipos e modalidades de itens patrimoniais como: móveis, imóveis, veículos, semoventes, insumos básicos, insumos energéticos, títulos patrimoniais, bens de consumo, marcas e bens intangíveis. §4. Zelar pela manutenção e pelo bom estado e funcionamento de todos os bens sob utilização na CR. §5. Zelar pela economia, pela economicidade, pela limpeza, pela busca das melhores condições ambientais de funcionamento e conforto para todos os usuários e funcionários da CR e eficiência dos bens. §6. Zelar pela documentação, recolhimento de taxas, multas, impostos, emolumentos e demais ônus e gravames que recaiam sobre os bens patrimoniais, atividades, licenças, permissões, pessoas jurídicas. §7. Cuidar das datas e prazos de recolhimentos das obrigações fiscais dos bens sob seu domínio, comunicando ao conselho e ao conselho fiscal das dificuldades e dos obstáculos à liquidação eventual de obrigações financeiras. §8. Manter o seguro e as reservas sobressalentes para garantir o patrimônio e a continuidade através da prevenção contra sinistros e acidentes. §9. Promover inspeções regulares e fazer o balanço patrimonial periodicamente relatando ausências, irregularidades, desgastes e danos encontrados. §10. Investigar, responder e notificar os danos patrimoniais sobre bens e responder solidariamente pelos prejuízo que sobrevirem sem o seu devido conhecimento ou controle. §11. Dimensionar o quantitativo e o tipo de bem que deverá ser adquirido ou alienado em estudos e em coordenação com os demais diretores e propor as devidas movimentações ao conselho. §12. Autorizar a movimentação de bens e providenciar a devida documentação da localização de cada bem. §13. Manter o inventário atualizado dos bens e o registro dos respectivos responsáveis diretos e indiretos pelos bens sob sua guarda ou pela carga patrimonial ou pela utilização e usufruto. §14. Manter a equipe de manutenção, a CIPA e a equipe de brigadistas. III – Da Diretoria Financeira § único; será constituída por: A1. Uma secretária; A2. Uma contadoria; A3. Assistente administrativo. IIIa - Compete à Diretoria Financeira: §1. Manter a divisão de contadoria completa com pelo menos um contador profissional registrado e seus auxiliares. §2. Manter a escrituração legal dos livros contábeis e fiscais; §3 – Executar o plano orçamentário aprovado pelo conselhos. §4. Zelar pelo balancete, balanços financeiros e patrimoniais; §5. Assessorar e aconselhar os diretores quanto aos caminhos e decisões com relação à legislação e quanto às melhores opções de disponibilidade dos recursos financeiros, aplicações financeiras e atualização da legislação fiscal nacional, estadual e municipal. §5. Administrar e zelar pelas contas bancárias da CR. §6. Administrar os títulos financeiros, aplicação de recursos monetários, administrar as dívidas e as transações financeiras da CR. §7. Assinar os cheques, títulos financeiros, letras de câmbio, letras imobiliárias, debêntures, certificados financeiros, contratos financeiros. §8. Controlar dispêndios financeiros, voucher, origem e destino dos numerários, segurança dos transportes de valores, e programação de desembolsos financeiros. §9. Garantir os pagamentos e as datas de vencimentos de recebimentos e cobranças, verificar, adequar e aplicar com economicidade e legalidade taxas de juros, correção cambial e monetárias. IV – Da Diretoria de Recursos Humanos Filosofia do RH: Se Bill Gates procurasse emprego no Brasil, ou mesmo na empresa que ele fundou, a Microsoft, seria descartado pelo Departamento de recursos humanos. O seu currículo é longo demais, ele tem mais de 40 anos de idade, não tem formação superior, não possui qualquer pós-graduação, nem tem diploma algum na área de informática de graduação ou de especialização. Os seus algozes seriam os profissionais de recursos humanos das empresas que funcionam como um gatekeeper impedindo que pessoas como Fernando Henrique Cardoso, Bill Gates, e outros (fico imaginando como seria Bill ou Fernando colocando as suas experiências profissionais em uma ou duas páginas, como exigem os profissionais de RH – "Fundou a maior empresa de informática, adquiriu algumas do ramo, fez algumas inovações em informática; foi presidente da república, ministro de algumas pastas, escreveu alguns livros, criou teorias sociológicas, fundou partidos políticos, participou de organismos internacionais multilaterais, fala algumas línguas" ingressem no mercado de trabalho. Ainda não conseguem distinguir recursos humanos de insumos humanos, confundem capital humano com o ser humano. Por quê os tais profissionais se julgam ou agem como deuses? Será que já se esqueceram que um dia foram ou serão também candidatos à vagas de emprego, também, e que serão examinados por outro colega? São eles quem selecionam (eliminam) os candidatos sem experiência laboral antecedente, ou eliminam os que a possuem em excesso, eliminam os jovens, os velhos, os negros, os deficientes físicos e mentais, os baixinhos, os gordinhos, enfim são narcisistas, preguiçosos pois não gostam de ler currículos longos, para isso criam suas próprias versões de normas para currículos, ignorando as normas internacionais consignadas na ABNT. São pretenciosos, pois presumem que podem avaliar um candidato na sua fugaz passagem pela banca, justamente no momento em que os candidatos estão no momento mais importante de sua vida profissional, a busca de um emprego, portanto, uma situação mais antinatural possível, é nessa hora que o psicólogo julga poder escolher o melhor candidato pela sua vestimenta, pela sua postura (o corpo fala), pelas palavras balbuciadas tropegamente pelo candidato na circunstância mais constrangedora possível. Não julgue sem dar uma chance, não seja imprudente, preconceituoso, precipitado, e arrogante. Um dia você esteve neste lugar. Profissional de RH. § único; será constituída por: A1. Uma secretária; A2. Um Administrador registrado nos conselhos regional e federal CRA, CFA A3. Assistente administrativo. IVa - Compete à Diretoria de Recursos Humanos: §1. Adotar e exercer critérios de seleção de servidores e empregados, eventualmente prestadores de serviço temporários ou terceirizados sem discriminação de idade, escolaridade, peso, etnia, religião. §2. Manter o cadastro de cada empregado, servidor e membro da CR atualizado com todos os assentamentos funcionais, ocorrências funcionais e alterações devidamente registrados precisamente e cronologicamente. §3. Garantir fielmente o cumprimento do contrato de trabalho ou de prestação de serviços, mantendo em dia todas as obrigações do pessoal da CR. §4. Comunicar à direção e conselho todas as ocorrências extraordinárias e as alterações na vida funcional através de boletim de pessoal, excetuando as de aspectos particulares e privados. §5. Aplicar os critérios universais e legais para tratar do contencioso, desde a seleção até a dispensa, sendo legal, impessoal, moral, público e meritório. §6. Tratar com respeito e dignidade a todos os membros da CR sem prepotência, sem autoritarismo, sem discricionariedade, sem assédio moral ou sexual, sem privilégios, sem concussão, sem extorsão e sem promover a advocacia administrativa. §7. Informar aos membros todos os seus direitos, deveres, vantagens funcionais e suas obrigações caso este não o saiba ou não tenha conhecimento deles para que possa usufruir de seus direitos vis a vis cumprir as suas obrigações. §8. Acolher a todas as solicitações dos membros para encaminha-las aos canais competentes para o devido despacho no tempo conveniente sem prejuízo das partes. §9. Organizar, gerenciar, coordenar, comandar, controlar os processos de seleção e admissão de pessoal administrativo que ficará sob sua coordenação direta toda vez que assim determinar o conselho da CR. §10. Implementar os planos de cargos e salários por órgão, função, atividade, carreira e vantagens pessoais e deduções pessoais e legais, acúmulo de vantagens e pecúnias, pensões e subvenções, vantagens temporárias, diárias e indenizações. §11. Manter as fichas: financeira, pessoal, disciplinar, corrida, funcional, temporal, cronológica, histórica, presença, horários de entrada e saídas, cadastro biométrico, cadastro biomédico, licenças, férias, de dependentes, inspeções médicas, viagens a serviço, substituições, promoções, progressões, mudanças na escolaridade, treinamento, especializações, cursos, mudanças de estado civil, afastamentos, treinamentos, compensações, banco de horas, salarial e médica de cada membro da CR. V – Da Diretoria de Relações Públicas e Interinstitucionais RPI § único; será constituída por: A1. Uma secretária; A2. Arquivista; A3. Um profissional em Relações Públicas RP; A4. Um cientista político CP; A5. Um Profissional em Relações Internacionais RI. A6. Um profissional em Marketing e Propaganda. A7. Um Antropólogo social. A8. Um Sociólogo Historiador das Religiões. A9. Um jornalista Redator. Va - Compete à Diretoria de Relações Públicas e Interinstitucionais: §1. Manter a divisão de RPI completa com pelo menos um profissional registrado em CP, RI, RP e seus auxiliares. §2. Cabe à RPI Coordenar, comandar, controlar, planejar e executar atividades públicas de: congressos, seminários, feiras, simpósios, amostras, comícios, palestras, audiências públicas, encontros, certames, reuniões, apresentações referentes às atividades da CR. §3. Compete à RPI conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa, mídia especializada, fazer os pronunciamentos e comunicações oficiais, produzir os comunicados externos, preparar e redigir os discursos, vídeos, filmes, sites, comunidades sociais virtuais, podcast, notas, revisar e adequar a linguagem de comunicação externa da CR. §4. Fazer a ponte entre o Congresso Nacional, Senado Federal, Câmara Federal, Capitais Municipais e suas Câmaras, Autoridades Públicas, Eclesiásticas, Celebridades e CEO das empresas e Instituições Nacionais, internacionais, multinacionais, organismos multilaterais, instituições internacionais, eventos nacionais, internacionais para com a CR, documentando e celebrando os encontros. §5. Organizar o cerimonial protocolar quando das cerimônias públicas internas e externas à CR que estiverem sob sua organização ou responsabilidade e em sua área de competência. §6. Organizar as comemorações das efemérides nacionais, religiosas e feriados que possam e devam ser lembrados, homenageados, observados e comemorados. §7. Fazer a tradução dos documentos, falas, entrevistas, discursos e acompanhar os diretores, assessores, conselheiros nos eventos internacionais e onde houver tradução simultânea. §8. A RPI é a porta-voz oficial da CR conforme exige a legislação brasileira sobre a função dos profissional de RP. §9. Coordenar, planejar, executar, analisar e interpretar pesquisas de opinião para a CR. §10. Acompanhar os jornais, mídias e meios de comunicação para produzir releases, boletins informativos para orientar e informar a diretoria e o conselho sobre os temas correlatos de interesse destes setores da CR. VI – Da Diretoria de Pesquisa e Ensino § único; será constituída por: A1. Uma secretária; A2. Um professor pesquisador coordenador de projetos §1. Compete à esta diretoria de Pesquisa e ensino selecionar trabalhos e contratar pesquisas de autores autônomos para empreenderem trabalhos que serão adquiridos pela CR para serem publicados e divulgados como parte patrimonial do acervo da CR. §2. Compete à esta diretoria contratar em regime de prestação de serviços professores para a ministrar cursos de duração determinada para a CR. §3. Compete a esta diretoria estabelecer o plano de pesquisa coordenado com o plano de ensino. Coordenar, controlar, comandar e elaborar e executar os planos propostos. VII – Da Diretoria de Planejamento § único; será constituída por: A1. Uma secretária; §1. Um Analista de Sistemas Computadorizados com especialidade em Projetos e Modelagem de requisitos. §2. Compete a esta diretoria a utilização de softwares especializados em projetos orientados por computadores para a modelagem de projetos. Coordenar, comandar, controlar e elaborar e executar os projetos da CR, após submetê-los ao Conselho da CR. VIII – Do Presidente do Conselho da CR § único; será constituída por: A1. Uma secretária; §1. Compete ao conselho homologar todas as decisões, deliberações, determinações, do colegiado dos conselheiros da CR para que sejam cumpridas fielmente tal qual foram votadas, respeitando os votos majoritários dos conselheiros. IX – Dos Conselheiros § único; será constituída por: A1. Uma secretária; §2. Os conselheiros decidem e deliberam pelo voto, que será tomado com o quórum presente, anotadas as ausências quais serão interpretadas como não decisão, ficando consignadas em atas, porém os votos dos presentes ora poderão ser por maioria simples, ora por maioria absoluta de dois terços dos presentes. X – Conselho Fiscal A1. Conselheiros A2. Relatores secretárias, apoio. XI – Conselho Disciplinar Conselheiros disciplinares Apoio e relatores XII – Conselho de auditores Internos Auditores temporários terceirizados XIII – Conselho editorial A1. Uma secretária; A2. Um professor pesquisador coordenador de projetos editoriais e músicais §1. Compete à esta diretoria editorial selecionar trabalhos, músicas e livros e contratar pesquisas de autores autônomos para empreenderem trabalhos que serão adquiridos pela CR para serem publicados, gravados digitalmente e divulgados como parte patrimonial do acervo da CR. §2. Compete à esta diretoria contratar em regime de prestação de serviços especialistas para produzir, dirigir, gravar, mixar, masterizar CD e DvD para a CR. §3. Compete a esta diretoria estabelecer o plano de edições e gravações de mídias coordenado com o plano de trabalho geral. Coordenar, controlar, comandar, elaborar e executar os planos propostos. XIV - Da Diretoria Jurídica § único; será constituída por: A1. Uma secretária; §1. Contratar escritório de advocacia e manter estreito relacionamento entre este e a CR.

Igreja Pecado Orginal

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Igreja Pecado Original Brasília, Águas Claras, DF 24 de maio de 2016 Roberto Da Silva Rocha Introdução Pediram que investigássemos as razões para a [...] supremacia do Ocidente em todo o mundo [...] Primeiro, pensamos que era porquê vocês tinham armamentos mais poderosos do que nós. Então pensamos que era porquê vocês tinham o melhor sistema político. Depois focamos em seu sistema econômico. Mas, nos últimos 20 anos, percebemos que o cerne de sua cultura é sua religião: o cristianismo. É por isso que o Ocidente é tão poderoso. A base moral cristã da vida social e cultural foi o que tornou possível o surgimento do capitalismo e então a transição bem–sucedida para a polítca democrática. Não temos dúvida algum quanto a isso. (Aikiman, Beijing Factor, p.5. Apud Ferguson, Niall, Civilização, p.333. Tradução Marcoantonio, Janaína: São Paulo, 2-12) De todos os livros sagrados a Bíblia sem dúvida é o mais lido e publicado no mundo. Esta versão atual da Bíblia foi constituída a partir dos anos 325 dC. depois do terceiro concílio de Nicéia, da igreja Católca Apostólica Romana, ou,Do primeiro concílio de Constantinopla sob o Imperador Constantino naTurquia em 381 dC, ou,império Romano do Oriente,juntando cerca de 66/73 livros sagrados, incluindo na primeira parte a Torá, do judaísmo, e a Tanakh também do judaísmo,mais o novo testamento. A Bíblia não é apenas um conjunto de 66/73 livros, é um conjunto de três coleções não apenas duas pois o Velho Testamento compreende duas coleções distintas: a Torá, que é conhecida como pentatêuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Número e Deuteronômio) e a Tanakh que compreende o restante do Velho Testamento. A Torá e a Tanakh foram escritas em hebraico, pois são peças do judaísmo. O Novo Testamento foi escrito em grego, pois já não faz parte da crença e cultura do judaísmo, por isso não é reconhecido pelos judeus tradicionais como livro divino, como a palavra de Deus. Porque o cristãos receberam os livros judaístas Torá e Tanakh como a palavra de Deus? Algumas perguntas precisam ser feitas. Não necessariamente precisam ser respondidas. A contar da primeira família bíblica, segundo o Velho Testamento, Adão e Eva não eram semitas, hebreus, israelitas ou judeus. O povo hebreu começou com o patriarca Abraão, segundo o Pentateuco. Segundo o pentateuco Moisés apenas pode contar a saga da criação do mundo nove mil e quinhentos anos depois do evento de Adão e Eva ter se dado. Muito da simbologia da criação do mundo nos remete à Biologia moderna. Senão vejamos. Não existe vida animal ou vegetal sem o DNA. O DNA é o mapa genético completo e insubstituível para a construção e constituição da célula, dos tecidos, dos órgãos, dos sistemas e dos seres vivos animal ou vegetal. O DNA é constituído por arranjos muito precisos de códons montados a partir de quatro bases de nucleotídeos denominadas: C, G, T, A. Citosina, Guanina, Timina, Adenosina. A combinação da helicoidal é tão complexa que se a teoria da evolução das espécies de Darwin estivesse correta, seria como se arrancássemos as 40 milhões de palavras da Enciclipédia Britânica e as jogássemos de um avião a 10 mil pés de altitude, então esperaríamos que todas estas 40 milhões de palavras formassem a enciclpédia em seus 17 volumes totalmente completa, organizada e inteligível isso tudo automaticamente sem nenhuma ajuda, apenas ao acaso. São três bilhões de pares de bases, com vinte mil a vinte e cinco mil genes distintos em vinte e três cromossomos, este é uma hélicoidal única de DNA. E Darwin nunca supôs a existência deuma intrincada estrutura, precisa, exclusivamente desconhecida, mas, porém, que fosse também, pra ele, uma obra do acaso. Em favor de Darwin pode-se dizer que ele desconhecia a seu tempo a existência do DNA, mas os seus seguidores e defensores modernos não desconhecem o DNA, isto é incrível! Quantos anos de lançamentos aéreos seriam necessários para conseguir-se uma enciclopédia britânica, assim como supõem os evolucionistas ter feito a natureza para chegar a soluções de design inteligente, ao acaso? Já foram mencionadosacima os erros grassos de estatística e de probabilidade cometidos por Darwin. Craig acredita na panspermia, pela qual fomos criados em outro lugar do universo e trazidos para fecundar a Terra, e como sabemos da enorme dependência dos nascituros humanos de sua mãe biológica, um mamífero não sobreviveria nem subsistiria durante os primeiros anos sozinho sem uma mãe, sem uma família, obviamente o princípio dos humanos não foi nada fácil aqui na terra. Cometeu Darwin com a teoria da evolução das espécies então, entre outros, vários equívocos filosóficos e epistemológicos. Atribuiu ao acaso o desenho extremamente complexo do mecanismo de recombinação dos cromossomos; o segundo erro matemático diz respeito à taxa de mutação cromossômica das espécies. Num espaço de 3 a 4 milhões de anos o gene humano mudou muito pouco, ou o de qualquer outra espécie para determinar todas as características do sapiens, por outro lado a diferença de genótipos entre o homem e o Chimpanzé é de apenas 0,5%! E como os seus fenótipos são tão diferentes! A tese da geração espontânea das espécies a partir de elementos abiótipos (nitrogênio + oxigênio + carbono + hidrogênio) que originou a primeira célula viva é melhor explicitada pela história dos caminhões que colidiram e pegaram fogo gerando uma torta cozida, cada caminhão carregava farinha de trigo, ovos, fermento, açúcar, leite, manteiga e laranjas. Depois de milhões de colisões finalmente saiu a torta de laranja assada! E querem que acreditemos no acaso como o maior arquiteto da vida! Na verdade a seleção natural elimina as espécies não adaptadas, ficando com a natureza a inteligência de lapidar as espécies mais bem adaptadas.A natureza é a inteligência do processo evolutivo, e à mutação cromossômica resta o papel de idiota no processo de criação de novas espécies! kkkkk tá bom! A uma taxa mutante de 0,5% em 2,5 milhões de anos de diferenciação do ancestral comum entre o homo sapiens e o ancestral comum do chimpanzé por interpolação estatística teríamos uma completa diferenciação dos nossos mais antigos ancestrais em 500 milhões de anos! Há quinhentos milhões de anos nem existia oxigênio na atmosfera terrestre, não existia terra nem mares, a terra era uma rocha quente! Não existe nenhum fóssil com DNA com essa idade indicando este fato! Por outro lado, o DNA dos tubarões pode ter 200 milhões de anos sem grandes mudanças genotípicas e fenotípicas, como seria razoável tal estabilidade mutacional sem contrariar a teoria da seleção natural e a recombinação ao acaso dos cromossomas não ter afetado a espécie dos tubarões? Está descartada a tese evolucionista pelos biólogos geneticistas/genéticos, e reprovada por Pascal, o inventor da Estatística e da Probabilidade . Restam a tese da Panspermia, de autoria de Anaxágoras na Grécia Séc V aC. e trazida de volta ao século XIX pelo biólogo Hermann Von Helmholtz em 1879,e, por fim, a tese do criacionismo, esta última bíblica. Fica claro que os mamíferos somente poderiam sobreviver com uma mãe cuidadosa para amamentar, proteger adestrar, cuidar de sua prole; fica claro que antes da primeira célula ser criada, o DNA deveria estar presente para organizar a estrutura da organela celular e diferenciação a célula. Ou seja: antes da célula vem o DNA,e antes do sapiens vem outra criatura sapiens. Respectivamente. Tal qual a anedota, o ôvo tem que vir antes da galinha, para a galinha sair ou eclodir doôvo e vice versa. Esta causação circular cumulativa é melhor explicada pelo criacionismo. Ou seja: o mamífero sapiens não foi uma criação evolutiva gradativa, gradual, escalonada. O sapiens surgiram juntos, de um salto descontínuo. Surgiram macho e fêmeas adultos e maduros, conforme sugere o gênesis. O que eu sugiro é queé chegado o momento convenientemente histórico em que a Bíblia seja objeto de um concílio revisional, para redefinir quais os componentes da coleção de cãnones, tendo em vista a realidade filosófica cristã moderna, a Antropologia Histórica, História, a Teologia, sugiro a pretexto do ponto de partida para o concíllio,e provocação para a realização deste, que a bíblia atual seja desmembrada em três volumes físicos: a Torá exclusiva do judaísmo, o Velho Testamento que é o Tanakh, que são os cânones revelados ambos exclusivos do judaísmo; e o Novo Testamento como o cânone testemunhado por Jesus Cristo. A partir do ano de 393 dC diferentes concílios, primeiros regionais e logo ecumênicos, foram fazendo precisões à lista dos livros canônicos para a igreja. Estes foram: Concílio de Hiponga 393 dC Concílio de Cartago 397 e 419 dC Concílio Florentino 1441 dC Concílio de Trento 1546, 8 de abril Lutero rejeitou os deutero-canônicos: Tobias, Judith, Baruc, Eclesiásicos, I e II Macabeus e Sabedoria. Rejeitava do Novo: os Hebreus, Thiago, Judas e Apocalipse. Os Marciosinos acreditavam na origem divina apenas do livro de Lucas e das primeiras cartas de Paulo. Os judeus achavam que Deus nunca deixava de se comunicar com os seus profetas e os faziam iluminados. Estes dois livros, Torá e Tanakh, formaram o Velho Testamento, como o nome diz, são livros revelados, profetizados, históricos, narrados e coletados das narrativas folclóricas de hebreus, egípcios, assírios, gregos, minuanos, asiáticos, e outros povos longevos, como palestinos e outras culturas que não existem mais. Longe de críticar sobre a importância ou não ou mesmo sem criticar ou julgar a relevância e a religiosidade do velho testamento, existe uma diferença entre o Novo Testamento que foi testemunhado e relatado sob a supervisão dos agentes e dos seus próprios protagonistas que viram pessoalmente e verificaram pessoalmente todos os fatos narrados ali no Novo Testamento, visto serem os discípulos de Cristo os autores dos livros dos fatos ali narrados como testemunhas e autorizados pessoalmente e reconhecidos pessoalmente e autenticados por Cristo. Não é o mesmo caso do Velho Testamento. No velho testamento fatos ali narrados pela tradição verbal, muitas delas passadas por centenas de gerações, quando não existia ainda a escrita, ficaram na tradição oral até que pudessem ser transcritos para as escrituras. Supõe-se que Adão e Eva não pudessem ler ou escrever. Quatrocentos anos de escravidão no Egito fizeram com que os hebreus nunca deixassem de lembrar dos deuses egípcios, por isso Moisés e Arão tiveram muito trabalho para durante os quarenta anos de peregrinação pelo deserto de Sinai volta e meia a flagrar os hebreus adorando os deuses pagãos egípcios, de seus tutores egípcios de outrora. Então, antes da invenção da imprensa por Guttemberg no ano 1500 aproximadamente, os papiros estragados eram recuperados e preservados através de cópias transcritas em pergaminho, couro de animais e outros materiais, assim, cópias cuidadosas transcritas, reescritas, reinterpretadas, outras nem tanto promoveram a perpetuação sabe-se se lá de tantos quantos o foram fatalmente e prudentemente ou impudicamente ou por falta de outro escriba suficientemente capaz de transcrever ou mesmo sem o sentimento e sem o entendimento de um conhecedor profundo das cultura e da história de época. Assim o velho testamento é vítima de imprecisões, incorreções, inexatidões e contradições pelo longo tempo em elaboração, consolidação, coleta de informação, confirmação dos fatos, atos e datas, organização, seleção, autenticação, verificação, sistematização, registros, investigação, testemunhos, provas, referências e difusão. Textos tão antigos, em média de nove mil anos, carecem de natural ambiguidade devido a fatores técnicos, étnicos, linguísticos: limitação do vocabulário, limitação linguística, significados circunscritos aos ditames conotativos e denotativos culturais datados, compreensão do mundo, aculturações, adaptações, falta de registros exatos e precisos. Assim as lendas e histórias fantásticas como a de Jonas e a baleia, as estórias como de Caim e Abel, estórias como a de Abraão e Isaque, estórias como a de Moisés apenas aumentam o folclore sobre a sua autenticidade, quanto a originalidade, ou quanto a origem por serem muito parecidas ou análogas às mesmas outras tradições contadas por outras culturas, que no mínimo deixariam muitas delas de serem únicas e autênicas, como a estória de Adão e Eva terem sido feitos de argila, a estória da Arca de Noé que existe em outras tradições mais antigas do que a própria estória da cultura hebraica, portanto a estória de Noéé anterior ao povo hebreu, assim como a estória da criação do primeiro homem, Adão. Então: a Bíblia se divide em duas tradições, ado Velho Testamento que é a coleção dos livros revelados pelos profetas através de inspiração e da narrativa oral dos antigos, da população, das tradições narradas, e, a do Novo Testamento que é a coleção dos livros testemunhados, autenticados pessoalmente pelo protagonista que é Cristo. São duas histórias e duas situações antropológicas diversas, separadas no tempo. Enquando o Novo Testamento levou pouco mais de três séculos para ficar pronto, o Velho Testamento pode ter levado mais de dois mil anos para ser concluído considerando a primeira parte não escrita, que pode ter durado mais de dois mil anos, talvez cinco ou nove mil anos, e a parte de coleta e registro escrito, que pode ter durado mais de dois mil anos. O Velho Testamento ficou exposto como uma obra em aberto, sujeito a imprecisões históricas, idiossincrasias, sujeito às versões e aculturações por longos dois milênios, pelo menos. Este longo período se antecipou ao surgimento da Filosofia Grega, a muitos impérios que nasceram e morreram, ao surgimento da escrita, ao surgimento dos rudimentos da História, às dificuldades de comunicação, às estruturas sociais e políticas mutantes. O tempo mais curto decorrido entre os fatos narrados no Novo Testamento e a sua gravação e registro escrito contrasta com o período de milênios entre os fatos e a transferência oral de geração para outra geração, de uma cultura para outra até que Moisés registrasse o que lhes fora contado por seus antepassados daquelas versões do que teria ocorrido milhares de gerações e anos passados, com certeza a imprecisão e a fábula dominam e contaminam a fidelidade do Velho Testamento nos fatos ali narrados. Se o terceiro Milênio quiser olhar a Bíblia com respeito então uma nova releitura do Velho Testamento se impõe urgente, sob pena das novas gerações não mais se interessarem pela leitura do livro sagrado. Proponho a separação da Bíblia entre dois livros diversos e distintos: o Velho Testamento, como um livro de referência e mitológico, e o Novo Testamento como o livro testemunho do evangelho real e concreto. P.S.: As duas histórias contraditórias sobre a criação. Primeira história O homem foi criado depois dos outros animais. [Gn 1:25-27] O homem e a mulher foram criados simultaneamente. [Gn 1:27] Segunda história O homem aparece antes dos outros animais. [Gn 2:18-19] O homem foi criado primeiro, então os animais, e só depois a mulher, da costela do homem. [Gn 2:18-22] Quanto tempo levou para criar os céus e a terra? Um dia [Gn 2:4] ou seis dias [Gn 1:3 - 2:3] As plantas foram criadas antes ou depois dos homens? As plantas foram criadas antes dos homens. [Gn 1:11-13], [Gn 1:27-31] As plantas foram criadas depois dos homens. [Gn 2:4-7] Quando as estrelas foram criadas? No quarto dia da criação, depois da criação da terra. [Gn 1:16-19] Antes que a terra fosse criada. [Jó 38:4-7] De onde foram criadas as aves? Das águas [Gn 1:20-21] ou da terra. [Gn 2:19] O homem foi criado antes ou depois dos outros animais? O homem foi criado depois dos outros animais. [Gn 1:25-27] O homem aparece antes dos outros animais. [Gn 2:18-19] Quantos deuses existem? Há somente um Deus. [Dt 4:35], [Dt 4:39], [Dt 6:4], [Dt 32:39], [Is 43:10], [Is 44:8], [Is 45:5-6], [Is 46:9], [Mc 12:29], [Mc 12:32], [Jo 17:3], [I Co 8:6] Existem vários Deuses. [Gn 1:26], [Gn 3:22], [Gn 11:7], [Ex 12:12], [Ex 15:11], [Ex 18:11], [Ex 20:3], [Ex 22:20], [Ex 23:13], [Ex 23:24], [Ex 23:32], [Ex 34:14], [Nm 33:4], [Jz 11:24], [I Sm 6:5], [I Sm 28:13], [Sl 82:1], [Sl 82:6], [Sl 86:8], [Sl 96:4], [Sl 97:7], [Sl 136:2], [Jr 1:16], [Jr 10:11], [Sf 2:11], [Jo 10:33-34], [I Jo 5:7] Adão pode comer de qualquer árvore? Adão pode comer de toda árvore. [Gn 1:29] Há uma árvore da qual ele não pode comer. [Gn 2:17] Adão morrerá no dia em que comer da árvore da ciência. Adão morrerá no dia em que comer da árvore da ciência do bem e do mal. [Gn 2:17] Adão come da árvore, e ainda vive 930 anos. [Gn 3:6], [Gn 5:5] O casamento é uma boa coisa? Casamento aprovado. [Gn 2:18], [Pv 18:22], [Mt 19:5], [Hb 13:4] Casamento desaprovado. [I Co 7:1], [I Co 7:7-8] Deus tem um corpo? Deus tem um corpo. [Gn 3:8], [Ex 33:11], [Ex 33:20], [Ex 33:22-23], [Ex 34:5], [Dt 23:14], [Ez 1:27], [Ez 8:2], [Hc 3:3-4] Deus é um espírito que não possui corpo. [Lc 24:39], [Jo 4:24] Deus sabe e vê tudo? Deus sabe e vê todas as coisas. [Sl 44:21], [Sl 139:7-8], [Pv 15:3], [Jr 16:17], [Jr 23:24], [At 1:24] Deus nem sempre sabe e vê todas as coisas. [Gn 3:8], [Gn 4:14], [Gn 4:16], [Gn 11:5], [Gn 18:9], [Gn 18:17], [Gn 18:21], [Gn 22:12], [Nm 22:9], [Dt 8:2], [Dt 13:3], [II Cr 32:31], [Jó 1:7], [Jó 2:2], [Os 8:4] Todos descendem de Adão e Eva? Sim, todos descendem de Adão e Eva. [Gn 3:20] Nem todos. [Hb 7:3] Deus respeita todos? Deus respeita todas as pessoas. [Gn 4:4], [Ex 2:25], [Lv 26:9], [II Rs 13:23], [Sl 138:6] Deus não tem respeito por ninguém. [Dt 10:17], [II Cr 19:7], [At 10:34], [Rm 2:11], [Gl 2:6], [Ef 6:9], [Cl 3:25], [I Pe 1:17] Deus deseja o sacrifício de animais? Sim. [Gn 4:4], [Gn 8:20-21], [Gn 15:9-10], [Ex 20:24], [Ex 29:11-37], [Lv 1:5], [Lv 23:12-18], [Nm 18:17-19], [Dt 12:27] Não. [Sl 40:6], [Sl 50:13], [Sl 51:16], [Is 1:11], [Is 66:3], [Jr 6:20] O que aconteceu com Caim? Foi um fugitivo e errante sobre a terra. [Gn 4:12] Conheceu a sua mulher, e edificou uma cidade. [Gn 4:17] Deus aprova a pena de morte? O assassino não deve ser morto. [Gn 4:15] O assassino merece ser morto. [Gn 9:6] Enoque foi a sexta ou sétima geração desde Adão? Ele foi a sexta geração. [Gn 5:3-18], [I Cr 1:1-2], [Lc 3:37-38] Ele foi a sétima geração. [Jd 1:14] Todos devem morrer? Algumas pessoas nunca morrerão. [Gn 5:24], [Jo 8:51], [Jo 11:26], [Hb 11:5] Todos morrerão. [Rm 5:12], [Hb 9:27] Pode alguém ascender aos céus? Nenhum homem pode. [Jo 3:13] Alguns ascenderam aos céus. [Gn 5:24], [II Rs 2:11], [Hb 11:5] Quantos filhos Deus teve? Deus teve somente um filho. [Jo 3:18], [I Jo 4:9] Deus teve muitos filhos. [Gn 6:2], [Gn 6:4], [Jó 1:6], [Jó 2:1], [Jó 38:6-7] Qual é o tempo de vida do homem? 70 anos. [Sl 90:10] 120 anos. [Gn 6:3] Deus se arrepende? Deus nunca se arrepende. [Nm 23:19], [I Sm 15:29], [Ez 24:14], [Ml 3:6] Deus se arrepende. [Gn 6:6], [Ex 32:14], [Dt 32:36], [I Sm 15:11], [I Sm 15:35], [II Sm 24:16], [I Cr 21:15], [Is 38:1-5], [Jr 15:6], [Jr 18:8], [Jr 26:3], [Jr 26:13], [Jr 26:19], [Jr 42:10], [Am 7:3], [Am 7:6], [Jn 3:10] Já houve alguém justo, íntegro e bom (uma pessoa perfeita)? Não. [I Rs 8:46], [II Cr 6:36], [Sl 14:3], [Sl 53:3], [Pv 20:9], [Ec 7:20], [Is 41:26], [Mc 10:18], [Rm 3:10], [Rm 3:12], [Rm 3:23], [I Jo 1:8], [I Jo 1:10] Sim. [Gn 6:9], [Gn 7:1], [I Rs 15:14], [II Cr 15:17], [Jó 1:1], [Jó 1:8], [Jó 2:3], [Sl 16:3], [Mt 25:46], [Lc 1:6], [Lc 2:25], [Tg 5:16], [II Pe 2:7-8], [I Jo 3:6], [I Jo 3:9] Quando Noé entrou na arca? Sete dias antes da inundação. [Gn 7:7-10] No mesmo dia em que começou a inundação. [Gn 7:11-13] Quantos animais de cada espécie Noé levou na arca? Noé recebe ordens para levar dois de cada animal para a arca. [Gn 6:19-20], [Gn 7:8-9], [Gn 7:15] Noé recebe ordens para pegar sete animais de cada espécie. [Gn 7:2-3] Quanto tempo durou a inundação? Foram 40 dias. [Gn 7:17] Foram 150 dias. [Gn 7:24], [Gn 8:3] Deus quer que crianças morram? Não. Ele não quer que nenhuma morra. [Mt 18:14] Sim, ele frequentemente mata crianças e instrui outros a fazer o mesmo. [Gn 7:21-22], [Gn 19:24], [Gn 22:2], [Ex 12:30], [Ex 21:15], [Lv 20:9], [Dt 20:16], [Dt 21:18-21], [Js 10:40], [I Sm 15:2-3], [II Sm 12:15-18], [II Rs 2:23-24], [Sl 135:8], [Sl 136:10], [Sl 136:9], [Jr 13:13-14], [Jr 19:9], [Ez 5:10], [Os 9:16], [Os 13:16], [Zc 13:3] Todos (exceto Noé e sua família) morreram na inundação? Sim. Tudo morreu exceto o que estava na arca. [Gn 7:21-23] Não. Alguns sobreviveram. [Gn 6:4], [Nm 13:33] Por quanto tempo a arca flutuou? Por sete meses. [Gn 8:4] Por dez meses. [Gn 8:5] Quando a terra secou depois do dilúvio? No 1º dia do primeiro mês. [Gn 8:13] No 27º dia do segundo mês. [Gn 8:14] Deus amaldiçoará a terra? Bem, talvez, se ele se aborrecer novamente. [Ml 4:6] Não, ele nunca fará isto novamente. [Gn 8:21] Quais os tipos de animais que nós podemos comer? Não devemos comer animais. [Gn 1:29], [Pv 23:20], [Is 7:14-15], [Dn 1:8], [Rm 14:21] Somente alguns tipos de animais podem ser comidos. [Lv 11:2-4], [Dt 14:7-8] Nós podemos comer qualquer tipo de animal. [Gn 9:3], [Mc 7:18-20], [At 10:10-13], [Rm 14:2], [Rm 14:14], [I Co 10:25], [I Tm 4:1-3] Nós somos punidos pelos erros de outros? Sim. [Gn 9:21-25], [Ex 20:5], [Ex 34:7], [Nm 14:18], [Dt 5:9], [Dt 23:2], [Dt 28:18], [II Sm 12:14], [II Sm 21:6-9], [I Rs 2:33], [I Rs 11:11-12], [I Rs 21:29], [II Rs 5:27], [Is 14:21], [Jr 16:10-11], [Jr 29:32], [Jr 32:18] Não. [Dt 24:16], [Jr 31:29-30], [Ez 18:20] Deus aprova a escravidão? Sim. [Gn 9:25-27], [Gn 16:8-9], [Gn 17:12-13], [Gn 24:35-36], [Gn 26:12-14], [Ex 12:44], [Ex 20:17], [Ex 21:2-6], [Ex 21:7], [Ex 21:20-21], [Ex 21:26-27], [Ex 22:2-3], [Lv 19:20], [Lv 22:11], [Lv 25:39], [Lv 25:44-46], [Dt 5:21], [Dt 15:12], [Dt 20:10-11], [Dt 20:14], [Js 9:23], [Lc 12:46-47], [Lc 17:7-9], [I Co 7:21-22], [Ef 6:5], [Cl 3:22], [I Tm 6:1-5], [Tt 2:9-10], [I Pe 2:18] Não. [Ex 21:16], [Lv 19:13], [Lv 19:18], [Lv 19:33-34], [Lv 25:10], [Dt 15:9-10], [Dt 23:15-16], [Dt 24:7], [Dt 24:14-15], [Pv 22:22-23], [Is 58:6], [Jr 22:13], [Ml 3:5], [Mt 4:10], [Mt 23:10], [Mc 10:42-43], [I Co 7:23], [Fp 2:3], [I Tm 1:9-10], [Fm 1:10-15], [Hb 13:3], [Tg 5:4] Quantos idiomas existiam antes da Torre de Babel? Havia apenas um idioma. [Gn 11:1], [Gn 11:6] Havia muitos idiomas. [Gn 10:5], [Gn 10:20], [Gn 10:31] Quem foi o pai de Salá O seu pai foi Arfaxade. [Gn 10:24], [Gn 11:12] O seu pai foi Cainã. [Lc 3:35-36] Quantos anos Abraão tinha quando partiu de Harã? Ele tinha 75 anos. [Gn 12:4] Ele tinha pelo menos 135 anos. [Gn 11:26], [Gn 11:32], [At 7:2-4] Em [At 7:4] diz que Abraão só deixou Harã depois que seu pai morreu. Em [Gn 11:26] diz que o pai de Abrão tinha 70 anos quando ele nasceu, e o pai de Abrão viveu até 205 anos [Gn 11:32]. Desse modo, então, Abraão tinha pelo menos 135 anos quando deixou Harã. Mas em [Gn 12:4] diz que ele deixou Harã quando tinha 75 anos. Deus é autor de confusão? Sim. [Gn 11:7-9] Não. [I Co 14:33] Ló era irmão ou sobrinho de Abraão? Ló era irmão de Abraão. [Gn 14:14], [Gn 14:16] Ló era sobrinho de Abraão. [Gn 11:27], [Gn 12:5], [Gn 14:12] Deus pode ser visto? Sim, ele pode. [Gn 12:7], [Gn 17:1], [Gn 18:1], [Gn 26:2], [Gn 26:24], [Gn 32:30], [Gn 35:1], [Gn 35:7], [Gn 35:9], [Gn 48:3], [Ex 3:16], [Ex 4:5], [Ex 6:3], [Ex 24:9-11], [Ex 33:11], [Ex 33:23], [Nm 14:14], [Dt 5:4], [Dt 34:10], [Jz 13:22], [I Rs 22:19], [Jo 42:5], [Sl 63.2], [Is 6:1], [Is 6:5], [Ez 1:27], [Ez 20:35], [Am 7:7], [Am 9:1], [Hc 3:3-5] Não, ele é invisível e não pode ser visto. [Ex 33:20], [Jo 1:18], [Jo 6:46], [I Tm 1:17], [I Tm 6:16], [I Jo 4:12] Quanto tempo durou o cativeiro no Egito? O cativeiro egípcio durou por 400 anos. [Gn 15:13] O cativeiro egípcio durou por 430 anos. [Ex 12:40], [Gl 3:17] Quantos filhos Abraão teve? Abraão teve somente um filho. [Gn 22:2], [Hb 11:17] Abraão teve mais de um filho. [Gn 16:15], [Gn 21:2-3], [Gn 25:1-2], [Gl 4:22] A circuncisão é necessária? Sem dúvida. [Gn 17:7], [Gn 17:10], [Gn 17:13], [Gn 17:19] De maneira alguma. [Gl 5:2] O incesto é proibido? O incesto é condenado. [Lv 18:9], [Lv 18:12], [Lv 20:17], [Lv 20:19], [Dt 27:22] O incesto é permitido. [Gn 20:12], [Ex 6:20] Deus pode fazer qualquer coisa? Deus pode fazer qualquer coisa. [Gn 18:14], [Jr 32:17], [Jr 32:27], [Mt 19:26], [Mc 10:27] Existe algumas coisas que Deus não pode fazer. [Jz 1:19], [Mc 6:5], [Hb 6:18] Podemos fazer juramentos? Os juramentos são aprovados. [Gn 21:23-24], [Gn 24:2-3], [Gn 24:9], [Gn 31:53], [Gn 47:31], [Lv 27:2], [Nm 30:2], [Dt 6:13], [Dt 10:20], [Dt 23:21], [Sl 63:11], [Is 45:23], [Is 48:1], [Is 65:16], [Jr.4:2], [Jr 12:16], [Hb 6:13], [Ap 10:5-6] Os juramentos são proibidos. [Mt 5:34], [Tg 5:12] Quem nomeou Berseba? Berseba foi nomeada por Abraão. [Gn 21:31] Berseba foi nomeada depois da morte de Abraão por Isaque. [Gn 26:33] Deus alguma vez tentou alguém? Deus nunca tentou ninguém. [Tg 1:13] Muitas pessoas foram tentadas por Deus. [Gn 22:1], [II Sm 24:1], [Mt 6:13] Deus aprova o sacrifício humano? Sim. [Gn 22:2], [Ex 22:29], [Lv 27:28-29], [Nm 31:25-29], [Jz 11:29-40], [II Sm 21:1], [II Sm 21:8-9], [II Sm 21:14], [I Rs 13:2], [II Rs 23:20] Não. [Lv 18:21], [Lv 20:2], [Dt 18:10] Quetura foi esposa ou concubina de Abraão? Ela foi sua esposa. [Gn 25:1] Ela foi sua concubina. [I Cr 1:32] Quem era o pai de Basemate? Ela era filha de Elom. [Gn 26:34] Ela era filha de Ismael. [Gn 36:2-3] Quem era o pai de Labão? Labão era filho de Betuel. [Gn 28:5] Labão era filho de Naor. [Gn 29:5] Zibeão era um heveu ou um horeu? Heveu. [Gn 36:2] Horeu. [Gn 36:20] Onde os irmãos de José acharam o dinheiro deles? Em uma venda antes de voltar para casa. [Gn 42:27], [Gn 43:21] Depois de voltar para casa. [Gn 42:29], [Gn 42:35] Quantos anos Benjamim tinha quando o clã dele migrou para o Egito? Ele era uma criança. [Gn 44:20], [Gn 44:22] Ele já era um homem com dez filhos. [Gn 46:8], [Gn 46:21] Mali foi filho de Levi? Sim. [Ed 8:18] Não. [Gn 46:11], [I Cr 6:1], [I Cr 6:16], [I Cr 23:6] Quem eram os filhos de Benjamim? Belá, Bequer, Asbel, Gera, Naamã, Eí, Rôs, Mupim, Hupim e Arde. [Gn 46:21] Belá, Asbel, Airão, Sufã, Hufã, Arde e Naamã. [Nm 26:38-40] Belá, Bequer e Jediael. [I Cr 7:6] Belá, Asbel, Aará, Noá e Rafa. [I Cr 8:1-2] Naamã e Arde foram filhos ou netos de Benjamim? Eles foram filhos de Benjamim. [Gn 46:21] Eles foram netos de Benjamim. [Nm 26:38-40] Quantos eram na família de Jacó quando vieram para o Egito? 70 [Gn 46:27], [Ex 1:5] ou 75 [At 7:14] Quais eram as doze tribos de Israel? Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, José e Benjamim. [Gn 49:3-27] Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Manassés, Gade, Aser, Naftali, José e Benjamim. [Ap 7:4-8] Onde Jacó foi enterrado? Jacó foi enterrado em Macpela. [Gn 50:13] Jacó foi enterrado em Siquém. [At 7:15-16] É errado mentir? A mentira é aprovada. [Ex 1:18-20], [Js 2:4-6], [I Rs 22:21-22], [II Rs 8:10], [II Co 12:16], [Tg 2:25] A mentira é proibida. [Ex 20:16], [Lv 19:11], [Dt 5:20], [Pv 12:22], [Ef 4:25], [Ap 21:8] Moisés temeu o rei? Moisés temeu o rei. [Ex 2:14-15] Moisés não temeu o rei. [Hb 11:27] Quem foi o sogro de Moisés? Foi Jetro. [Ex 3:1], [Ex 4:18], [Ex 18:1], [Ex 18:5] Foi Hobabe. [Nm 10:29], [Jz 4:11] Foi Reuel. [Ex 2:18-21] É errado roubar? Roube. [Ex 3:22], [Ex 12:35-36], [Ez 39:10] Não roube. [Ex 20:15], [Lv 19:11], [Lv 19:13], [Dt 5:19], [Sl 37:21], [Ef 4:28], [I Ts 4:6] Quem endureceu o coração do Faraó? Foi Deus. [Ex 4:21], [Ex 7:3], [Ex 7:13], [Ex 9:12], [Ex 10:1], [Ex 10:20], [Ex 10:27], [Ex 11:10], [Ex 14:4], [Ex 14:8], [Ex 14:17] Foi o próprio Faraó. [I Sm 6:6] Deus instruiu os Israelitas que lhe fizessem sacrifícios e holocaustos? Deus instruiu os Israelitas que lhe fizessem sacrifícios e holocaustos. [Ex 8:27], [Ex 10:25], [Ex 20:24], [Ex 29:16-18] Deus não pediu nenhum sacrifício ou holocausto. [Jr 7:22] Os cristãos devem obedecer as leis do Velho Testamento? Sim, elas sempre serão válidas. [Ex 12:14], [Ex 12:17], [Ex 12:24], [Lv 23:14], [Lv 23:21], [Lv 23:31], [Sl 116:151-152], [Sl 116:160], [Ml 4:4], [Mt 5:18-19], [Lc 16:17] Não, os cristãos não estão sob as leis do Velho Testamento. [Lc 16:16], [Rm 6:14], [Rm 7:4], [Rm 7:6], [Rm 10:4], [Gl 5:18], [Ef 2:15] Por quantos dias deve-se comer pão sem fermento durante a Páscoa? Por seis dias. [Dt 16:8] Por sete dias. [Ex 12:15], [Ex 23:15], [Dt 16:3] Deus é guerreiro ou pacificador? Deus da guerra. [Ex 15:3], [Sl 18:34], [Sl 141:1] Deus da paz. [Rm 15:33], [I Co 14:33], [II Ts 3:16], [Hb 13:20] Dançar é pecado? Sim. [Ex 32:19-21], [Mt 14:6-8], [Gl 5:19-21] Não. [Ex 15:20-21], [Jz 11:34], [II Sm 6:14], [Sl 146:3], [Sl 146:4], [Ec 3:4], [Lc 15:25] É necessário guardar o sábado? É necessário. [Ex 16:29], [Ex 20:8], [Ex 31:13-15], [Ex 34:21], [Ex 35:2], [Lv 19:3], [Lv 19:30], [Lv 23:3], [Nm 15:32], [Nm 15:36], [Dt 5:12], [Is 56:2] Não é necessário. [Is 1:13], [Jo 5:16], [Rm 14:5], [Cl 2:16] É correto fazer imagens? Não. [Ex 20:4], [Dt 4:16-18], [Dt 4:23], [Dt 5:8], [Dt 27:15] Sim. [Ex 25:18], [Ex 25:20], [Nm 21:8] Como devemos tratar nossos pais? Honrando-os. [Ex 20:12], [Dt 5:16], [Ml 4:6], [Ef 6:2] Desrespeitando-os. [Mt 12:47-48], [Mt 23:9], [Mc 3:32-33], [Lc 9:59-60], [Lc 14:26] É correto chamar seu pai (ou qualquer outro) de pai? Nenhum homem é pai. [Mt 23:9] Você pode chamá-lo de pai. [Ex 20:12], [Dt 5:16], [Ef 6:2], [II Rs 2:12], [II Rs 6:21] Matar ou não matar? Mate. [Ex 32:27], [Nm 15:35], [I Sm 15:2-3] Não mate. [Ex 20:13], [Dt 5:17] É errado cometer adultério? Adultério é proibido. [Ex 20:14], [Dt 5:18], [Hb 13:4] Adultério é permitido. [Nm 31:18], [Os 1:2], [Os 3:1] É correto ser polígamo? Sim. [Gn 4:19], [Gn 16:1-4], [Gn 25:6], [Gn 26:34], [Gn 28:9], [Gn 31:17], [Ex 21:10], [Dt 21:15], [Jz 8:30], [I Sm 1:1-2], [II Sm 12:7-8], [I Rs 11:3], [I Cr 4:5], [II Cr 11:21], [II Cr 13:21], [II Cr 24:3], [Mt 25:1] Não. [Gn 2:24], [Mt 19:4-5], [Mt 19:9], [Mc 10:11], [I Co 7:2], [Ef 5:33], [Tt 1:6-7] Deus se cansa? Deus nunca se cansa. [Is 40:28] Algumas vezes deus se cansa. [Ex 31:17], [Is 1:14], [Is 43:24], [Jr 15:6] Quem escreveu os dez mandamentos? Deus [Ex 34:1] ou Moisés. [Ex 34:27] Deus é misericordioso? Deus é rei, misericordioso e bom. [Ex 34:6], [II Sm 24:14], [I Cr 16:34], [Sl 21:8], [Sl 86:5], [Sl 96:5], [Sl 101:8], [Sl 106:1], [Sl 116:1], [Sl 136:1], [Sl 141:9], [Jr 3:12], [Jr 33:11], [Lm 3:33], [Jl 2:13], [Mq 7:18], [Tg 5:11], [I Jo 4:16] Deus é cruel, sem misericórdia e mal. [Ex 34:6-7], [Nm 25:4], [Dt 7:16], [I Sm 6:19], [I Sm 15:2-3], [Jr 13:14], [Jr 16:3-7], [Lm 2:2], [Lm 2:17], [Lm 3:43], [Ez 7:4], [Ez 7:9], [Ez 9:5-6], [Mq 1:12] Quem fez a arca da aliança? Moisés [Dt 10:1-3] ou Bezalel. [Ex 37:1] O sangue do sacrifícios de animais nos livra dos pecados? Sim. [Lv 4:20], [Lv 4:26], [lv 4:31], [Lv 4:35], [Lv 5:10], [Lv 5:16], [Lv 5:18], [Lv 6:7], [Lv 17:11], [Nm 15:27-28], [Nm 29:5] Não. [Hb 10:4], [Hb 10:11] Podemos comer algum réptil que voa? Todos são imundos não podem ser comidos. [Dt 14:19] Alguns podem ser comidos. [Lv 11:21-23] Como um homem que faz sexo com uma mulher menstruada será castigado? Ele estará sujo durante sete dias. [Lv 15:24] Ele e a mulher serão expulsos. [Lv 20:18] Julgar ou não julgar? Não julgue. [Mt 7:1], [Lc 6:37], [Rm 2:1], [Tg 4:12] Julgue qualquer coisa e qualquer um. [Lv 19:15], [Jo 7:24], [I Co 2:15], [I Co 5:12-13], [I Co 6:2-3] A Bíblia condena a astrologia? Sim, a Bíblia condena a astrologia. [Lv 19:26], [Dt 18:10-12], [Is 47:13-14], [Jr 10:2] Não, a Bíblia aprova a astrologia. [Gn 1:14], [Jz 5:20], [Mt 2:1-2], [Lc 21:25] Deus ama a todos? Sim, ele ama todos. [Jo 3:16], [I Jo 4:8], [I Jo 4:16] Não, ele odeia algumas pessoas. [Lv 20:23], [Sl 5:5], [Sl 11:5], [Pv 6:16], [Pv 6:19], [Ml 1:3], [Rm 9:13] As leis e rituais do Velho Testamento ainda são válidas? Sim, elas serão para sempre. [Lv 23:14], [Lv 23:21], [Lv 23:31] Não, não se aplicam mais. [Rm 7:6] Devemos a Deus? Sim. [Lv 25:17], [Dt 6:2], [Dt 6:13], [Dt 6:24], [Dt 10:12], [Dt 10:20], [Dt 31:12], [Dt 31:13], [Js 4:24], [I Sm 12:14], [II Rs 17:39], [Jó 28:28], [Sl 21:14], [Sl 31:8], [Sl 31:18], [Sl 31:9], [Sl 96:4], [Sl 101:11], [Sl 101:13], [Sl 101:17], [Sl 111:10], [Sl 111:1], [Sl 111:13], [Sl 126:1], [Sl 146:11], [Pv 1:7], [Pv 22:4], [Pv 24:21], [Ec 5:7], [Ec 12:13], [Jr 5:22], [Mt 10:28], [Lc 1:50], [Lc 12:5], [II Co 7:1], [Ef 5:21], [Hb 10:31], [I Pe 2:17], [Ap 14:7] Não. [II Tm 1:7], [I Jo 4:18] Quantos homens havia na tribo de Simeão? 59.300 [Nm 1:23] ou 22.200 [Nm 26:14] É correto beber álcool? Não. [Nm 6:3], [Pv 20:1], [Pv 23:20-21], [Pv 23:29-30], [Pv 23:31-32], [Is 5:11], [Is 5:22], [Is 28:7], [Dn 1:8], [Hc 2:15], [Lc 1:15], [Rm 13:13], [Rm 14:21], [Gl 5:21], [Ef 5:18] Sim. [Jz 9:13], [Sl 104:15], [Pv 31:6-9], [Ct 5:1], [Jo 2:3-10], [I Tm 5:23] É correto o homem ter cabelos compridos? Cabelos compridos é encorajado. [Nm 6:5], [Jz 13:5], [I Sm 1:11] Cabelos compridos é vergonhoso. [I Co 11:14] Devemos seguir nosso coração? Nós devemos seguir nosso coração. [Ec 11:9] Nós não devemos seguir nosso coração. [Nm 15:39] Onde Arão morreu? Arão morreu no Monte Hor. [Nm 20:27-28], [Nm 33:38] Arão morreu em Mosera. [Dt 10:6] Quantos Deus matou por prostituírem-se com as filhas dos moabitas? 23.000 [I Co 10:8] ou 24.000 [Nm 25:9] A Bíblia condena o jogo? Sim. [Pv 28:22], [Jo 19:23-24] Não. [Nm 26:52-56], [Js 14:2], [Js 18:6], [Js 19:51], [Js 21:8], [I Cr 26:13-14], [Ne 10:34], [At 1:23-26] Qual é a receita correta para o sacrifício da lua nova? Dois bezerros, 1 carneiro, e 7 cordeiros. [Nm 28:11] Um bezerro, 1 carneiro, e 6 cordeiros. [Ez 46:6] Quanto tempo dura a ira de Deus? A ira de Deus dura alguns momentos. [Sl 30:5], [Jr 3:12], [Mq 7:18] A ira de Deus dura muito tempo. [Nm 32:13], [Jr 17:4], [Ml 1:4], [Mt 25:41], [25:46] O que Deus disse sobre os moabitas? Os israelitas não lutariam contra eles, e a sua terra seria poupada. [Dt 2:9] Com a ajuda de Deus, os israelitas os derrotariam e tomariam sua terra. [Jz 3:28-30] A terra existirá para sempre? Sim, a terra existirá para sempre. [Dt 4:40], [Sl 37:29], [Sl 78:69], [Sl 101:5], [Ec 1:4] Não, a terra não existirá para sempre. Ela será destruída. [Sl 102:25-26], [Is 65:17], [Mt 5:18], [Mt 24:35], [Mc 13:31], [Lc 21:33], [Hb 1:10-11], [II Pe 3:10], [II Pe 3:13], [Ap 21:1] Deus pode ser tentado? Deus não pode ser tentado. [Tg 1:13] Deus pode ser tentado. [Dt 6:16], [Ml 3:15], [Mt 4:7], [Lc 4:12], [At 15:10] Deus sabe o que se passa no coração de cada um? Sim. [Sl 44:21], [Sl 139:2-3], [At 1:24] Não. [Dt 8:2], [Dt 13:3], [II Cr 32:31] Os israelitas pouparam as arvores dos países que eles invadiram? Não. [Dt 20:19] Sim. [II Rs 3:19] Algum moabita entrou na congregação do Senhor? Não. [Dt.23:3] Sim. [Rt 1:4], [Rt 4:13], [Rt 4:17] Como os edomitas deveriam ser tratados? Ser bom com eles. [Dt 23:7] Matá-los. [II Rs 14:3-7], [Ez 25:13], [Ob 1:1], [Ob 1:8-9] O divórcio é permitido? O divórcio nunca será permitido. [Mc 10:11], [Lc 16:18] Somente quando a esposa é infiel. [Mt 5:32], [Mt 19:9] Quando o cônjuge descrente escolhe partir. [I Co 7:15] Quando o marido está descontente com sua esposa. [Dt 24:1-2] É correto uma mulher divorciada se casar novamente? Sim. [Dt 24:1-2] Não. [Lc 16:18] Temos livre arbítrio? Sim. [Dt 30:19] Não. [At 13:48], [Rm 8:29-30], [Rm 9:11-22], [Ef 1:4-5], [II Ts 2:11-12], [II Tm 1:9], [Jd 1:4] Deus destruiu as nações? Deus promete destruir as nações. [Ex 33:2], [Dt 7:1], [Dt 7:24], [Dt 31:3], [Js 1:3-5], [Js 3:10], [Js 17:17-18], [Js 21:43-44] Existiram muitas nações. Deus não pôde destruí-las. [Js 15:63], [Js 16:10], [Js 17:12-13], [Jz 1:21], [Jz 1:27-36], [Jz 3:1-5] Quem foi o pai de Acã? O pai de Acã foi Carmi. [Js 7:1] O pai de Acã foi Zerá. [Js 7:24], [Js 22:20] A cidade de Ai existia depois de Josué destruí-la? Não, ela nunca mais foi reconstruída depois que Josué a destruiu. [Js 8:28] Sim, ela existiu todo o tempo do cativeiro na Babilônia. [Ne 7:32] A quem foram dadas as cidades de Estaol e Zorá? Foram dadas à Judá. [Js 15:20], [Js 15:33] Foram dadas à Dã. [Js 19:40-41] Qual tribo veio de Aijalom? Dã [Js 21:23-24] ou Efraim [I Cr 6:66], [I Cr 6:69] Quem comprou o sepulcro em Siquém dos filhos de Hamor? Jacó. [Js 24:32] Abraão. [At 7:16] Sísera foi assassinado enquanto dormia? Sim, ele estava dormindo. [Jz 4:21] Não, ele estava acordado. [Jz 5:26-27] Samuel era um efrateu ou um levita? Ele foi um efrateu. [I Sm 1:1-2], [I Sm 1:20] Ele foi um levita. [I Cr 6:27-28], [I Cr 6:36-38] Sobre o que a terra foi colocada? Sobre o nada. [Jó 26:7] Sobre pilares. [I Sm 2:8] Quanto tempo a arca de Deus ficou na casa de Abinadabe? Em [I Sm 7:1-2] diz que a arca foi trazida para a casa de Abinadabe e que ficou lá durante 20 anos. Isto foi antes de Saul ser rei. [I Sm 10:24] Mas de acordo com [II Sm 6:2-3], Davi removeu a arca da casa de Abinadabe. E em [At 13:21] diz que Saul (o antecessor de Davi) foi rei durante 40 anos. Assim, a arca deveria ter estado na casa de Abinadabe por mais de 40 anos. Quem foi o filho primogênito de Samuel? O filho primogênito de Samuel foi Joel. [I Sm 8:2] O filho primogênito de Samuel foi Vasni. [I Cr 6:28] Quem foi o pai de Quis? Abiel. [I Sm 9:1] Ner. [I Cr 8:33], [I Cr 9.39] Deus mente? Deus não pode mentir. [I Sm 15:29], [Tt 1:2], [Hb 6:18] Deus mente através de procuração; Ele envia espíritos mentirosos para enganar. [I Rs 22:23], [II Cr 18:22], [Jr 4:10], [Jr 20:7], [Ez 14:9], [II Ts 2:11] Quantos filhos Jessé teve? Jessé teve oito filhos. [I Sm 16:10-11] Jessé teve sete filhos. [I Cr 2:13-15] Quando Saul conheceu Davi? Antes de Davi matar o filisteu. [I Sm 16:21-23] Depois que Davi matou o filisteu. [I Sm 17:55-58] Como Davi matou Golias? Com uma funda. [I Sm 17:49-50] Com uma espada. [I Sm 17:51] Quando Davi fugiu para Nobe, qual era o nome do sacerdote? O nome do sacerdote era Aimeleque. [I Sm 21:1] O nome do sacerdote era Abiatar. [Mc 2:25-26] Davi estava só quando pediu o pão santo de Nobe? Ele estava só. [I Sm 21:1] Ele estava com outros. [Mt 12:3-4], [Mc 2:25-26], [Lc 6:3-4] Abiatar era pai ou filho de Aimeleque? Abiatar era filho de Aimeleque. [I Sm 22:20], [I Sm 23:6] Abiatar era pai de Aimeleque. [II Sm 8:17], [I Cr 18:16], [I Cr 24:6] Saul indagou a Deus? Saul indagou a Deus. [I Sm 28:6] Saul não indagou a Deus. [I Cr 10:13-14] Jesus foi o primeiro a voltar dos mortos? Jesus foi a primeira pessoa a voltar dos mortos. [At 26:23] Outros voltaram dos mortos antes dele. [I Sm 28:11], [I Sm 28:14], [I Rs 17:22], [II Rs 4:32-35], [II Rs 13:21], [Mt 9:23-25], [Lc 7:12-15], [Lc 9:30], [Jo 11:43] Como Saul morreu? Saul cometeu suicídio. [I Sm 31:4-6], [I Cr 10:4] Saul foi morto por um amalequita. [II Sm 1:8-10] Saul foi morto pelos filisteus. [II Sm 21:12] Deus o matou. [I Cr 10:14] A família de Saul morreu com ele? Toda a família de Saul morreu com ele. [I Cr 10:6] Houve um sobrevivente; O filho de Saul, Isbosete. [II Sm 2:7-9] Os filhos de Davi nascidos em Hebrom. Amom, Quileabe, Absalão, Adonias, Sefatias, Itreão. [II Sm 3:2-5] Amnom, Daniel, Absalão, Adonias, Sefatias, Itreão. [I Cr 3:1-4] Os filhos de Davi nascidos em Jerusalém. Samua, Sobabe, Natã, Salomão, Ibar, Elisua, Nefegue, Jafia, Elisama, Eliada, Elifelete. [II Sm 5:14-16] Siméia, Sobabe, Natã, Salomão, Ibar, Elisama (listado em duplicidade), Elifelete (listado em duplicidade), Nogá, Nefegue, Jafia, Eliada. [I Cr 3:5-8] Samua, Sobabe, Natã, Salomão, Ibar, Elisua, Elpelete, Nogá, Nefegue, Jafia, Elisama, Beeliada, Elifelete. [I Cr 14:3-7] Onde Deus matou Uzá? Deus matou Uzá em Nacom. [II Sm 6:6] Deus matou Uzá em Quidom. [I Cr 13:9] Quantos cavaleiros Davi levou? Davi levou mil e seiscentos cavaleiros. [II Sm 8:4] Davi levou sete mil cavaleiros. [I Cr 18:4] Quantos homens Davi matou? Davi matou 700 homens com carruagens e 40.000 cavaleiros. [II Sm 10:18] Davi matou 7.000 homens com carruagens e 40.000 homens a pé. [I Cr 19:18] Quantos filhos Absalão teve? Absalão não teve filhos. [II Sm 18:18] Absalão teve três filhos. [II Sm 14:27] Quem foi o pai de Amasa? O pai de Amasa foi Itra, o israelita. [II Sm 17:25] O pai de Amasa foi Jéter, o ismaelita. [I Cr 2:17] Quantos homens matou o chefe dos capitães de Davi? 300 [I Cr 11:11] ou 800 [II Sm 23:8]. Quem tentou Davi para numerar Israel? Deus. [II Sm 24:1] Satanás. [I Cr 21:1] Quantos soldados? O número de guerreiros de Israel era 800.000 e de Judá 500.000. [II Sm 24:9] O número de guerreiros de Israel era 1.100.000 e de Judá 470.000. [I Cr 21:5] Davi pecou? Davi pecou ao numerar o povo. [II Sm 24:10] Davi nunca pecou, exceto no caso de Urias. [I Rs 15:5] Quantos anos de fome? Uma das penas pelo pecado de Davi, foram sete anos de fome. [II Sm 24:13] Não foram sete anos, mas três anos de fome. [I Cr 21:12] Por quanto Davi comprou o local do ? Por cinqüenta siclos de prata. [II Sm 24:24] Por seiscentos siclos de ouro. [I Cr 21:25] Quem foi o maior: Jesus ou Salomão? Jesus. [Mt 12:42], [Lc 11:31], [Cl 2:2-3] Salomão. [I Rs 3:12] Quantas estrebarias Salomão teve? Salomão teve 40.000 estrebarias. [I Rs 4:26] Salomão teve 4.000 estrebarias. [II Cr 9:25] Quantos inspetores Salomão teve? Salomão teve 3.300 inspetores. [I Rs 5:16] Salomão teve 3.600 inspetores. [II Cr 2:18] A qual tribo Hirão pertencia? Hirão era da tribo de Naftali. [I Rs 7:13-14] Hirão era da tribo de Dã. [II Cr 2:13-14] Que altura tinha as colunas do templo? As colunas tinham 18 côvados de altura. [I Rs 7:15] As colunas tinham 35 côvados de altura. [II Cr 3:15] Qual foi o volume de fundição usado no templo de Salomão? 2.000 batos. [I Rs 7.26] 3.000 batos. [II Cr 4:5] O que existia dentro da arca do concerto? Somente as duas tábuas de Moisés. [I Rs 8:9], [II Cr 5:10] As tábuas de Moisés, um vaso de ouro com maná, e a vara de Arão. [Hb 9:4] Deus habita as trevas ou a luz? Deus habita as trevas. [I Rs 8:12], [II Cr 6:1], [Sl 18:11], [Sl 96:2] Deus habita a luz. [I Tm 6:15-16] Deus habita os templos? Deus habita os templos. [I Rs 8:13], [II Cr 7:12], [II Cr 7:16] Deus não habita os templos. [At 7:48] O cristão peca? Nenhum é livre de pecado. [I Rs 8:46], [II Cr 6:36], [Pv 20:9], [Ec 7:20], [Rm 3:23], [I Jo 1:8], [I Jo 1:10] Cristãos não tem pecado. (Somente os não-cristãos possuem) [Rm 5:14], [I Jo 3:6], [I Jo 3:9], [I Jo 5:18], [III Jo 1:11] Quantos chefes de oficiais Salomão teve? 550 [I Rs 9:23] ou 250 [[II Cr 8:10] Quantos talentos de ouro Hirão enviou a Salomão? 420 [[I Rs 9:27-28] ou 450 [[II Cr 8:18] Quem era a avó materna de Abias? Absalão. [I Rs 15:2] Uriel. [II Cr 13:1-2] Asa removeu os altos? Asa removeu os altos. [II Cr 14:3-5] Asa não removeu os altos. [I Rs 15:14], [II Cr 15:17] Quando Baasa morreu? No 26º ano do reinado de Asa. [I Rs 16:6-8] No 36º ano do reinado de Asa. [II Cr 16:1] Existe a ressurreição dos mortos? A morte é o fim. Não existe ressurreição dos mortos. [Jó 7:9], [Sl 6:5], [Sl 86:4-5], [Sl 111:17], [Ec 3:19], [Ec 9:5], [Ec 9:10], [Is 26:14], [Is 38:18] A morte não é o fim. Haverá a ressurreição dos mortos. [I Rs 17:22], [II Rs 4:32-35], [II Rs 13:21], [Dn 12:1], [Mt 9:24-25], [Mt 25:46], [Mt 27:52-53], [Mc 5:39-42], [Lc 7:12-15], [Lc 9:30], [Lc 20:37], [Jo 11:39-44], [At 26:23], [I Co 15:16], [I Co 15:52], [Ap 20:12-13] Jeú era filho ou neto de Ninsi? Jeú era filho de Ninsi. [I Rs 19:16] Jeú era neto de Ninsi. [II Rs 9:2] Eliseu recebeu o manto de Elias antes ou depois dele ser levado ao céu? Antes. [I Rs 19:19] Depois. [II Rs 2:11-13] Quando começou o reinado de Acazias? No 12º ano de Jorão. [II Rs 8:25] No 11º ano de Jorão. [II Rs 9:29] Que idade Acazias tinha quando começou a reinar? 22 anos. [II Rs 8:26] 42 anos. [II Cr 22:2] Onde Joás foi enterrado? Ele foi enterrado com os outro reis. [II Rs 12:20-21] Ele não foi enterrado com os outros reis. [II Cr 24:24-25] Quanto durou o reinado de ? 20 anos. [II Rs 15:30] 16 anos. [II Rs 15:32-33] Acaz foi sepultado com seus pais? Sim. [II Rs 16:20] Não. [II Cr 28:27] Como o rei Josias morreu? Ele teve uma morte tranqüila. [II Rs 22:20] Ele morreu em batalha. [II Rs 23:29-30], [II Cr 35:23-24] Onde Josias morreu? Ele morreu em Megido. [II Rs 23:29-30] Ele morreu em Jerusalém. [II Cr 35:23-24] Quem sucedeu Jeoaquim como rei? Ele foi sucedido como rei pelo seu filho. [II Rs 24:6] Ele não teve sucessor. [Jr 36:30] Que idade Joaquim tinha quando começou seu reinado? Joaquim tinha 18 anos de idade e seu reinado foi de 3 meses. [II Rs 24:8] Joaquim tinha 8 anos de idade e seu reinado foi de 3 meses e 10 dias. [II Cr 36:9] Zedequias era tio ou irmão de Nabucodonosor? Zedequias era tio de Nabucodonosor. [II Rs 24:17] Zedequias era irmão de Nabucodonosor. [II Cr 36:10] Os olhos de Zedequias viram o rei da Babilônia? Os olhos de Zedequias viram o rei da Babilônia. [Jr 34:3] Os olhos de Zedequias foram retirados antes que ele chegasse a Babilônia. [II Rs 25:7] Em qual dia o templo foi queimado? O templo foi queimado no sétimo dia. [II Rs 25:8-9] O templo foi queimado no décimo dia. [Jr 52:12-13] Que altura tinha o capitel de cobre? O capitel tinha cinco côvados de altura. [Jr 52:22] O capitel tinha três côvados de altura. [II Rs 25:17] Quantos homens estavam na presença do rei? Cinco homens. [II Rs 25:19] Sete homens. [Jr 52:25] Em que dia do mês Joaquim saiu da prisão? No 27º dia do mês. [II Rs 25:27] No 25º dia do mês. [Jr 52:31] Gerações desde Davi até o cativeiro babilônico. Salomão, Roboão, Abias, Asa, Josafá, Jeorão, Acazias, Joás, Amazias, Jotão, Acaz, Ezequias, Manassés, Amom, Josias, Jeoaquim, Jeconias. [I Cr 3:10-16] Salomão, Roboão, Abias, Asa, Josafá, Jorão, Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, Manassés, Amom, Josias, Jeconias. [Mt 1:6-11] Jeconias era filho ou neto de Josias? Ele era filho de Josias. [Mt 1:11] Ele era neto de Josias. [I Cr 3:15-16] Jeconias teve algum filho? Jeconias não teve filhos. [Jr 22:28-30] Jeconias teve vários filhos, um deles, ancestral de Jesus. [I Cr 3:17-18], [Mt 1:12] Quem foi o pai de Zorobabel? Seu pai foi Pedaías. [I Cr 3:19] Seu pai foi Sealtiel. [Ed 3:2], [Ne 12:1] Asa foi perfeito? Sim. [II Cr 15:17] Não. [II Cr 16:7], [II Cr 16:10], [II Cr 16:12] Quem foi o pai de Zacarias? Zacarias era filho de Joiada. [II Cr 24:20] Zacarias era filho de Baraquias. [Mt 23:35] Jeoaquim morreu na Babilônia ou perto de Jerusalém? Ele morreu na Babilônia. [II Cr 36:5-6] Ele morreu perto de Jerusalém. [Jr 22:18-19] Quantos descendentes de Ará voltaram da Babilônia? 775 [Ed 2:5] ou 652 [Ne 7:10] Quantos descendentes de Paate-Moabe e Jesua-Joabe voltaram da Babilônia? 2.812 [Ed 2:6] ou 2.818 [Ne 7:11] Quantos descendentes de Zatu voltaram da Babilônia? 945 [Ed 2:8] ou 845 [Ne 7:13] Quantos descendentes de Bani voltaram da Babilônia? 642 [Ed 2:10] ou 648 [Ne 7:15] Quantos descendentes de Bebai voltaram da Babilônia? 623 [Ed 2:11] ou 628 [Ne 7:16] Quantos descendentes de Azgade voltaram da Babilônia? 1.222 [Ed 2:12] ou 2.322 [Ne 7:17] Quantos descendentes de Adonicão voltaram da Babilônia? 666 [Ed 2:13] ou 667 [Ne 7:18] Quantos descendentes de Bigvai voltaram da Babilônia? 2.056 [Ed 2:14] ou 2.067 [Ne 7:19] Quantos descendentes de Adim voltaram da Babilônia? 454 [Ed 2:15] ou 655 [Ne 7:20] Quantos descendentes de Besai voltaram da Babilônia? 323 [Ed 2:17] ou 324 [Ne 7:23] Quantos descendentes de Belém e Netofa voltaram da Babilônia? 179 [Ed 2:21-22] ou 188 [Ne 7:26] Quantos descendentes de Lode, Hadide e Ono voltaram da Babilônia? 725 [Ed 2:33] ou 721 [Ne 7:37] Quantos descendentes de Senaá voltaram da Babilônia? 3.630 [Ed 2:35] ou 3.930 [Ne 7:38] Quantos descendentes de Asafe voltaram da Babilônia? 128 [Ed 2:41] ou 148 [Ne 7:44] Quantos filhos dos porteiros voltaram da Babilônia? 139 [Ed 2:42] ou 138 [Ne 7:45] Quantos descendentes de Delaías, Tobias e Necoda voltaram da Babilônia? 652 [Ed 2:60] ou 642 [Ne 7:62] Quantos cantores voltaram da Babilônia? 200 [Ed 2:65] ou 245 [Ne 7:67] Quanto ouro, prata e roupas o povo deu para o templo? Eles deram 61.000 daricos de ouro, 5.000 arráteis de prata e 100 vestes sacerdotais. [Ed 2:69] Eles deram 20.000 daricos de ouro, 2.000 arráteis de prata e 67 vestes sacerdotais. [Ne 7:72] Zacarias era filho ou neto de Ido? Zacarias era filho de Ido. [Ed 5:1], [Ed 6:14] Zacarias era neto de Ido. [Zc 1:1] Quem trouxe o mal para Jó? Satanás. [Jó 2:7] Deus. [Jó 42:11] Deus destrói ao íntegro e o mau? Deus destrói a ambos. [Jó 9:22], [Ec 7:15], [Ez 21:3] Deus destrói o mau, não o íntegro. [Ez 18:8-9], [Ez 18:19-20], [Ez 33:18-19] Deus pode ser encontrado através da razão? Pode-se encontrar a existência e natureza de Deus através da razão. [Rm 1:20] Não pode-se encontrar a existência e natureza de Deus na razão. [Jó 11:7] Aqueles que praticam o mal prosperam? Os que praticam o mal prosperam. [Jó 12:6], [Sl 73:3-7], [Sl 73:12], [Jr 12:1] Os que praticam o mal ficam desolados. [Sl 34:21] É bom ser tolo? É bom ser tolo. [I Co 1:21], [I Co 3:18], [I Co 4:10] Não é bom ser tolo. [Sl 5:5] Deus ajuda nas horas de necessidade? Deus se esconde daqueles de precisam de sua ajuda. [Sl 10:1], [Sl 22:1-2], [Is 1:15], [Is 45:15], [Ez 20:3], [Os 5:6], [Hc 1:2] Deus está sempre pronto a ajudar nas horas de necessidade. [Sl 46:1], [Sl 145:18], [Na 1:7] Toda palavra de Deus é pura? Toda palavra de Deus é pura. [Sl 12:6], [Sl 119:140], [Pv 30:5] Às vezes a palavra de Deus é impura. [II Rs 18:27], [Ez 23:20], [Hc 2:16], [Ml 2:3] É certo chamar alguém de louco? É certo chamar alguém de louco. [Sl 14:1], [Sl 53:1], [Mt 23:17], [Mt 23:19], [Lc 11:40], [Lc 24:25], [Rm 1:21-22], [I Co 15:36], [Gl 3:1] Não é certo chamar alguém de louco. [Mt 5:22] A lei de Deus é perfeita? Sim. [Sl 18:30] Não. [Hb 8:6-7] Deus pode ser encontrado? Deus pode ser encontrado por aquele que o procura. [Pv 8:17], [Mt 7:8], [Lc 11:9-10] Deus não pode ser encontrado por quem o procura. [Sl 18:41], [Pv 1:28], [Lm 3:8], [Lm 3:44], [Am 8:12], [Lc 13:24] Como devemos tratar nossos inimigos? Devemos amá-los, ser gentil com eles, e tratá-los bem. [Mt 5:44], [Lc 6:35] Devemos odiá-los e desejar-lhes mal. [Sl 35:6-8], [Sl 55:15], [Sl 58:6-7], [Sl 69:22-28], [Sl 83:9-10], [Sl 83:15-17], [Sl 109:6-14], [Lm 1:21-22], [Lm 3:64-66], [I Co 16:22] Riqueza é um sinal de integridade ou de maldade? Riqueza é um sinal de integridade. [Sl 37:25], [Sl 112:1-3], [Pv 15:6] Riqueza é um sinal de maldade. [Lc 6:24], [Tg 5:1] Deus dorme? Deus nunca dorme. [Sl 121:3-4] Algumas vezes Deus dorme. [Sl 44:23] Devemos nos alegrar quando nossos inimigos sofrem? Sim. [Sl 58:10] Não. [Pv 24:17] Salvação é só uma questão de fé? Salvação é só uma questão de fé. [Mc 16:16], [Jo 3:18], [Jo 3:36], [At 16:30-31], [Rm 1:16-17], [Rm 3:20], [Rm 3:28], [Rm 4:2], [Rm 4:13], [Rm 5:1], [Rm 10:9], [Gl 2:16], [Gl 3:11-12], [Ef 2:8-9], [Tt 3:5] Salvação não é só uma questão de fé. [Sl 62:12], [Pv 10:16], [Jr 17:10], [Ez 18:27], [Mt 12:37], [Mt 16:27], [Mt 19:17], [Mt 25:41-46], [Lc 10:26-28], [Jo 5:29], [Rm 2:6], [Rm 2:13], [II Co 5:10], [II Co 11:15], [Fp 2:12], [Tg 2:14], [Tg 2:17], [Tg 2:21-25], [I Pe 1:17], [Ap 2:23], [Ap 20:12-13] Somente Deus é santo? Somente Deus é santo. [Ap 15:4] Outros são santos também. [Sl 86:2] O que acontecerá com o justo? O justo florescerá. [Sl 92:12] O justo perecerá. [Is 57:1] Somente Deus faz maravilhas? Somente Deus pode fazer maravilhas. [Sl 136:4] Satanás pode fazer maravilhas também. [II Ts 2:9] Onde Deus vive? Ele vive em Sião. [Sl 9:11], [Sl 76:2], [Jl 3:17], [Jl 3:21] Ele vive no céu. [Sl 123:1], [Ec 5:2] A sabedoria faz as pessoas felizes? A sabedoria faz pessoas felizes. [Pv 3:13] A sabedoria faz pessoas miseráveis. [Ec 1:18] Sabedoria é uma coisa boa? Sabedoria é uma coisa boa. [Pv 4:7] Sabedoria deve ser evitada. [I Co 1:19] Coisas ruins acontecem à pessoas boas? Coisas ruins acontecem à pessoas boas. [Hc 1:4], [1:13], [Hb 12:6] Coisas ruins não acontecem à pessoas boas. [Pv 12:21], [Pv 19:23], [I Pe 3:13] Nós deveríamos acreditar em tudo? Nós deveríamos acreditar em tudo. [I Co 13:7] Nós só deveríamos acreditar quando há evidências concretas. [Pv 14:15], [I Ts 5:21] Deus quer que todos vão para o céu? Deus quer que todos vão para o céu. [I Tm 2:3-4], [II Pe 3:9] Deus quer que todos vão para o inferno. [Pv 16:4], [Jo 12:40], [Rm 9:18], [II Ts 2:11-12] Se Deus gostar de você, todo o mundo gostará também? Se Deus gostar de você, até seis inimigos gostarão. [Pv 16:7] Se você for fiel a Deus, você será perseguido. [II Tm 3:12] É bom estar contente? É bom estar contente. [Pv 17:22], [Ec 8:15] Felicidade deverá ser evitada. [Ec 7:3-4], [Lc 6:25] Devemos responder a um tolo? Devemos responder a um tolo. [Pv 26:5] Não devemos responder a um tolo. [Pv 26:4] Dinheiro é bom ou ruim? Dinheiro é a resposta a todos os nossos problemas. [Ec 10:19] Dinheiro é a origem de todo o mal. [I Tm 6:10] Todos verão a majestade de Deus? Todos verão a majestade de Deus. [Is 40:5] Nem todos verão a majestade de Deus. [Is 26:10] Deus fica furioso? Deus nunca fica furioso. [Is 27:4] Deus as vezes fica furioso. [Is 34:2], [Jr 21:5], [Jr 30:23], [Mq 5:15], [Na 1:2], [Zc 8:2] Nós devemos procurar sinais nos céus? Sim. [Lc 21:11] Não. [Jr 10:2] Quando Nabucodonosor veio a Jerusalém? No terceiro ano do reinado de Jeoaquim. [Dn 1:1] Somente depois do Sexto Ano. [Jr 25:1] Aqueles que chamam o nome do Senhor serão ouvidos? Todos aqueles que chamam o nome do Senhor serão ouvidos. [Jl 2:32], [At 2:21], [Rm 10:13] Nem todos os que chamam o nome do Senhor serão ouvidos. [Jr 14:12], [Ez 8:18], [Mq 3:4], [Mt 7:21] Efraim retornou ao Egito? Efraim retornou ao Egito. [Os 8:11-13], [Os 9:3] Efraim não retornou ao Egito. [Os 11:3-5] Jonas foi engolido por um peixe ou uma baleia? Jonas foi engolido por um peixe grande. [Jn 1:17] Jonas foi engolido por uma baleia. [Mt 12:40] Genealogia de Jesus (Mateus x Lucas) desde Davi. Davi, Salomão, Roboão, Abias, Asa, Josafá, Jorão, Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, Manassés, Amom, Josias, Jeconias, Salatiel, Zorobabel, Abiúde, Eliaquim, Azor, Sadoque, Aquim, Eliúde, Eleazar, Matã, Jacó, José, Jesus. [Mt 1:6-16] Davi, Natã, Matatá, Mená, Meleá, Eliaquim, Jonã, José, Judá, Simeão, Levi, Matate, Jorim, Eliézer, Josué, Er, Elmadã, Cosã, Adi, Melqui, Neri, Salatiel, Zorobabel, Resa, Joanã, Jodá, José, Semei, Matatias, Maate, Nagai, Esli, Naum, Amós, Matatias, José, Janai, Melqui, Levi, Matate, Eli, José, Jesus. [Lc 3:23-31] Quem era o pai de José? Jacó. [Mt 1:16] Eli. [Lc 3:23] José era o pai de Jesus? José era o pai de Jesus. [At 2:30], [At 13:23], [Rm 1:3], [II Tm 2:8], [Hb 2:16], [Ap 22:16] José não era o pai de Jesus. [Mt 1:18], [Mt 22:45], [Mc 12:35-37], [Lc 1:31-35] Jesus, Maria e José foram para o Egito ou Nazaré? Eles foram para o Egito depois do nascimento de Jesus. [Mt 2:14] Eles foram para Nazaré depois do nascimento de Jesus. [Lc 2:39] A quem Deus se dirigiu no batismo de Jesus? No batismo dele, Deus se dirigiu a Jesus diretamente. [Mc 1:11], [Lc 3:22] Deus se dirigiu à aqueles que testemunharam o batismo de Jesus. [Mt 3:17] Devemos servir somente à Deus? Os homens servem somente à Deus. [Mt 4:10], [Mt 23:10] Alguns homens devem servir à outros homens. [Ef 6:5], [Cl 3:18], [Cl 3:20], [Cl 3:22], [I Tm 6:1], [Tt 2:9], [I Pe 2:18] Devemos mostrar aos outros nossas boas ações? Sim, devemos mostrar. [Mt 5:16], [I Pe 2:12] Não devemos mostrar. [Mt 6:1], [Mt 23:3], [Mt 23:5] Os cristãos devem orar em público? Os cristãos não devem orar em público. [Mt 6:5-6] Os cristãos devem orar em público. [I Tm 2:8] Os cristãos sabem rezar? Sim, Jesus disse como fazê-lo. [Mt 6:9-13] Não, eles não sabem rezar. [Rm 8:26] Os cristãos devem se interessar por coisas materiais? Não, eles não devem. [Mt 6:31], [Mt 6:34] Sim, eles devem. [I Tm 5:8] O centurião pediu a Jesus para ajudar seu criado? Sim, ele lhe pediu diretamente. [Mt 8:5-9] Não, ele mandou outros pedirem. [Lc 7:1-7] O que acontecerá aos judeus quando eles morrem? Eles irão para inferno. [Mt 8:12] Eles serão salvos. [Rm 11:26] Quantos homens foram possuídos por demônios? Somente um homem foi possuído por demônios. [Mc 5:1-2], [Lc 8:26-27] Dois homens foram possuídos por demônios. [Mt 8:28] A filha de Jairo estava viva quando Jesus chegou? Ela já estava morta quando Jesus chegou. [Mt 9:18] Ela ainda estava viva quando Jesus chegou. [Mc 5:22-23], [Lc 8:41-42] Quem foram os apóstolos? Simão (Pedro), André (irmão de Pedro), Tiago (filho de Zebedeu), João (irmão de Tiago), Filipe, Bartolomeu, Tomé, Mateus, Tiago (filho de Alfeu), Lebeu (Tadeu), Simão (Zelote), Judas (Iscariotes). [Mt 10:2-4], [Mc 3:16-18] Simão (Pedro), André (irmão de Pedro), Tiago, João, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago (filho de Alfeu) Simão (Zelote), Judas (filho de Tiago), Judas (Iscariotes). [Lc 6:14-16], [At 1:13] O evangelho deve ser pregado a todo o mundo? Não, o evangelho não será pregado aos gentios e samaritanos. [Mt 10:5-6], [Mt 15:24], [At 16:6] Sim, o evangelho será pregado a todo o mundo, inclusive aos gentios e samaritanos. [Mt 28:19], [Mc 16:15], [At 8:25], [At 15:3], [At 22:21], [At 28:28] Jesus disse para seus apóstolos andarem descalços? Ele lhes disse para andarem descalços. [Mt 10:10], [Lc 9:3] Ele lhes disse para usarem sandálias. [Mc 6:8-9] Quando o fim do mundo virá? Antes de o evangelho ser pregado a todas as cidades de Israel. [Mt 10:23] Depois que o evangelho for pregado a todas as nações da terra. [Mt 24:14] Jesus veio trazer a paz? Sim, ele veio trazer a paz. [Lc 2:14], [Jo 14:27], [At 10:36] Não, ele não veio trazer a paz. [Mt 10:34], [Lc 12:51], [Lc 22:36] João Batista era Elias? Sim, ele era Elias. [Mt 11:13-14], [Mt 17:12-13], [Mc 9:13] Não, ele não era Elias. [Jo 1:21] Há pecado imperdoável? Sim, há pecado imperdoável. [Mt 12:31-32], [Mc 3:29], [Lc 12:10] Não, não há nenhum pecado imperdoável. [At 13:39] Como as pessoas são julgadas por Deus? Pelas suas palavras e ações. [Mt 12:37], [Lc 10:26-28], [Jo 5:29] Pelas suas convicções (e nascendo novamente). [Mc 16:16], [Jo 3:3], [Jo 3:18], [Jo 3:36] Jesus fez muitos sinais e maravilhas? Sim, ele fez muitos sinais e maravilhas. [Mc 16:20], [Jo 3:2], [Jo 20:30], [At 2:22] Não, ele não fez muitos sinais e maravilhas. [Mt 12:39], [Mt 16:4], [Mc 8:12], [Lc 11:29] Quando a transfiguração aconteceu? Seis dias depois que Jesus predissesse a sua morte. [Mt 16:28 - 17:2], [Mc 9:1-2] Oito dias depois que Jesus predissesse a sua morte. [Lc 9:27-28] É uma boa coisa ser infantil? Sim, é bom ser infantil. [Mt 18:3], [Mt 19:14], [Mc 10:15], [Lc 18:17] Não, não é bom ser infantil. [I Co 13:11], [14:20], [Ef 4:14] Jesus preveniu os apóstolos de sua morte e ressurreição? Sim, ele preveniu. [Mt 20:18-19], [Mc 8:31], [Mc 10:33-34], [Mc 14:28], [Lc 18:31-33] Não, ele não preveniu. [Jo 20:9] Quanto poder Jesus teve? Algumas coisas Jesus não tinha poder para fazer. [Mt 20:23], [Mc 6:5] Jesus é todo-poderoso. [Mt 28:18] Quantos cegos foram curados perto de Jericó? Dois. [Mt 20:30] Somente um. [Mc 10:46], [Lc 18:35] Jesus montou em que em Jerusalém? Em uma jumenta e um jumentinho. [Mt 21:5-7] Em um jumentinho. [Mc 11:7], [Lc 19:35], [Jo 12:14] Quando Jesus amaldiçoou a figueira? Antes de expulsar os comerciantes do templo. [Mc 11:12-17] Depois de expulsar os comerciantes do templo. [Mt 21:12], [Mt 21:17-19] Quando a figueira amaldiçoada morreu? Morreu imediatamente. [Mt 21:19-20] Ela não morreu até a manhã seguinte. [Mc 11:13-14], [Mc 20-21] A segunda vinda de Jesus será visível a todos? Sim. [Mt 24:30], [Mc 13:26], [Lc 21:27], [Ap 1:7] Não. [Jo 14:19] Jesus sabe de tudo? Sim, ele sabe. [Jo 16:30], [Jo 21:17], [Cl 2:2-3] Não, ele não sabe. [Mt 24:36], [Mc 13:32] Jesus disse que ele sempre estaria com os seus discípulos? Sim. [Mt 28:20] Não. [Mt 26:11], [Mc 14:7], [Jo 12:8] Jesus disse: antes que o galo cante ou antes que o galo cante duas vezes? Antes que o galo cante. [Mt 26:34], [Lc 22:34], [Jo 13:38] Antes que o galo cante duas vezes. [Mc 14:30] O galo cantou antes ou depois da negação de Pedro? Pedro negou Jesus três vezes antes de o galo cantar. [Mt 26:70], [Mt 26:72], [Mt 26:74], [Lc 22:57-60], [Jo 18:17], [Jo 18:25-27] O galo cantou depois da primeira negação de Pedro. [Mc 14:67-72] Como Jesus respondeu quando questionado pelo sumo sacerdote? Ele não respondeu diretamente. [Mt 26:63-64] Ele respondeu diretamente dizendo, Eu o sou. [Mc 14:62] A quem Jesus fez o primeiro aparecimento após a sua ressurreição? Maria Madalena e outra Maria. [Mt 28:1], [Mt 28:9] Maria Madalena. [Mc 16:9], [Jo 20:11-14] Cleopas e um outro. [Lc 24:13-31] Cefas. [I Co 15:4-5] Para quem Pedro negou conhecer Jesus? Uma criada, outra criada, e então uma multidão das pessoas. [Mt 26:69-73] Uma criada do sumo sacerdote, a mesma criada novamente, e então uma multidão das pessoas. [Mc 14:66-71] Uma criada, um homem, e então outro homem. [Lc 22:54-60] Uma porteira, várias pessoas anônimas, um dos criados do sumo sacerdote. [Jo 18:15-17], [Jo 25-27] Como Judas morreu? Ele se enforcou. [Mt 27:5] Ele caiu e morreu. [At 1:18] Quem comprou o campo do oleiro? Os príncipes dos sacerdotes compraram o campo do oleiro. [Mt 27:6-7] Judas comprou o campo do oleiro. [At 1:18] Jesus ficou calado durante o julgamento diante de Pilatos? Ele ficou calado. [Mt 27:12-14] Ele respondeu todas perguntas. [Jo 18:33-38] Qual era a cor do manto de Jesus? Escarlate. [Mt 27:28] Púrpura. [Mc 15:17], [Jo 19:2] Quem levou a cruz de Jesus? Jesus levou a própria cruz. [Jo 19:17] Simão, o Cirineu levou a cruz de Jesus. [Mt 27:32], [Mc 15:21], [Lc 23:26] O que os soldados deram para Jesus beber? Vinagre e fel. [Mt 27:34] Vinho e mirra. [Mc 15:23] Vinagre e hissopo. [Jo 19:29] O que dizia a placa acima da cabeça de Jesus? ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. [Mt 27:37] O REI DOS JUDEUS. [Mc 15:26] ESTE É O REI DOS JUDEUS. [Lc 23:38] JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS. [Jo 19:19] Ambos os ladrões insultaram Jesus? Ambos os ladrões insultaram Jesus. [Mt 27:44], [Mc 15:32] Só um ladrão insultou Jesus. [Lc 23:39-42] Quais foram as últimas palavras de Jesus? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? [Mt 27:46] Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. [Lc 23:46] Está consumado. [Jo 19:30] Do que o centurião chamou Jesus quando ele morreu? O Filho de Deus. [Mt 27:54], [Mc 15:39] Um homem justo. [Lc 23:47] De onde as mulheres assistiram a crucificação? Elas estavam de pé ao longe. [Mt 27:55], [Mc 15:40], [Lc 23:49] Elas estavam próximas a cruz. [Jo 19:25] Quando as mulheres (ou mulher) chegaram ao sepulcro? Enquanto ainda era escuro. [Jo 20:1] Ao amanhecer. [Mt 28:1], [Mc 16:1-2] Quantas mulheres chegaram ao sepulcro? Uma. [Jo 20:1] Duas. [Mt 28:1] Três. [Mc 16:1] Cinco ou mais. [Lc 24:1], [Lc 24:10] Quem as mulheres viram na tumba? Um anjo. [Mt 28:2] Um homem jovem. [Mc 16:5] Dois homens. [Lc 24:4 Dois anjos. [Jo 20:12] A tumba estava aberta ou fechada quando as mulheres chegaram? A tumba estava aberta. [Lc 24:2] A tumba estava fechada. [Mt 28:2] Os homens ou anjos estavam dentro ou fora da tumba quando as mulheres chegaram? Fora. [Mt 28:2] Dentro. [Mc 16:5], [Lc 24:3-4], [Jo 20:11-12] As mulheres falaram imediatamente para os discípulos? Elas correram para falar aos discípulos imediatamente. [Mt 28:8], [Lc 24:8-9] Elas não contaram para ninguém porque ficaram com medo. [Mc 16:8] Maria Madalena reconheceu Jesus quando ele apareceu a ela? Ela reconheceu Jesus quando ele apareceu a ela. [Mt 28:9] Ela não reconheceu Jesus quando ele apareceu a ela. [Jo 20:14] Jesus não apareceu a ela; ela teve uma visão onde anjos lhe falaram que ele estava vivo. [Lc 24:23] Jesus foi tocado antes da sua ascensão? Jesus não deixou as pessoas o tocarem antes da sua ascensão. [Jo 20:17] Jesus permitiu as pessoas o tocarem antes da sua ascensão. [Mt 28:9], [Lc 24:39], [Jo 20:26-27] Onde Jesus disse para os discípulos buscarem-no depois da sua ressurreição? Ele lhes disse que fossem para a Galiléia. [Mt 28:10], [Mc 16:7] Ele lhes disse que permanecessem em Jerusalém. [Lc 24:49], [At 1:4] Jesus apareceu para dez, onze ou os doze discípulos? Dez. [Jo 20:19-24] Onze. [Mt 28:16], [Mc 16:14], [Lc 24:33], [Lc 24:36] Doze. [I Co 15:5] Quando o céu foi criado? O céu foi criado quando a terra foi criada. [Mt 25:34] O céu foi criado depois da ascensão de Jesus. [Jo 14:2] O que Jesus fez depois do seu batismo? Ele foi para o deserto e foi tentado pelo diabo durante 40 dias. [Mc 1:12-13] Ele chamou seus discípulos e assistiu um casamento em Caná. [Jo 1:35], [Jo 1:43], [Jo 2:1] O que veio primeiro: o chamado de Pedro e André ou a prisão de João Batista? A prisão de João Batista. [Mc 1:14-17] O chamado de Pedro e André. [Jo 1:40-42], [Jo 3:22-24] Jesus disse, "Derrubai este templo, e em três dias o levantarei"? Sim, ele disse. [Jo 2:19] Não, ele não disse. [Mc 14:57-58] Quando Jesus foi crucificado? Ele foi crucificado na terceira hora. [Mc 15:25] Ele foi crucificado depois da sexta hora. [Jo 19:14-16] Quando o Espírito Santo foi dado? O Espírito Santo não foi dado até a ressurreição de Jesus. [Jo 7:39], [Jo 20:22], [At 2:1-4] O Espírito Santo foi dado antes da ressurreição do Jesus. [Lc 1:41], [Lc 1:67], [Lc 2:25] Os samaritanos receberam Jesus? Não, eles não receberam Jesus. [Lc 9:52-53] Sim, eles receberam Jesus. [Jo 4:39-40] Devemos amar ou odiar nosso irmão? Amar nosso irmão. [I Jo 3:15], [I Jo 4:20-21] Odiar nosso irmão. [Lc 14:26] Quando Satanás entrou em Judas? Satanás entrou em Judas antes da última ceia. [Lc 22:3] Satanás entrou em Judas depois da última ceia. [Jo 13:27] Os discípulos ficaram amedrontados ou se alegraram quando viram Jesus? Os discípulos ficaram amedrontados quando viram Jesus. [Lc 24:37] Os discípulos se alegraram quando viram Jesus. [Jo 20:20] Jesus ascendeu de Betânia ou do Monte das Oliveiras? Jesus ascendeu de Betânia. [Lc 24:50-51] Jesus ascendeu do Monte das Oliveiras. [At 1:9-12] Jesus é Deus? Jesus é Deus. [Jo 1:1], [Jo 1:14], [Jo 8:58], [Jo 10:30], [Jo 10:38], [Jo 20:28], [Cl 2:8-9], [Tt 2:13, [Hb 1:8], [Ap 1:17], [Ap 22:13] Jesus não é Deus. [Jo 8:40], [Jo 14:28], [At 17:31], [I Co 11:3], [Cl 3:1], [I Tm 2:5] Quem trouxe Jesus dos mortos? Ele próprio. [Jo 2:19-21] Deus o trouxe. [At 2:32], [Gl 1:1], [Cl 2:12] Jesus batizou alguém? Sim. [Jo 3:22] Não. [Jo 4:2] Jesus julgará as pessoas? Jesus julgará todos. [Jo 5:22], [Jo 5:27], [II Co 5:10] Jesus não julgará ninguém. [Jo 8:15], [Jo 12:47] Se Jesus testifica a ele próprio, o testemunho dele é verdadeiro? Não. [Jo 5:31] Sim. [Jo 8:14] É possível perder a graça de Deus? Sim, é possível perder a graça de Deus. [Hb 6:4-6], [II Pe 2:20-21] Não, não é possível perder a graça de Deus. [Jo 10:28], [Rm 8:38-39] Quem enviou o Espírito Santo? Jesus enviou o Espírito Santo. [Jo 15:26] O pai de Jesus enviou o Espírito Santo. [Jo 14:26] Jesus contou tudo aos seus discípulos? Jesus contou tudo aos seus discípulos. [Jo 15:15] Algumas coisas Jesus não contou a eles. [Jo 16:12] Pedro perguntou a Jesus onde ele ia? Sim. [Jo 13:36] Não. [Jo 16:5] Quantos crentes haviam na hora da ascensão? Haviam quase 120 crentes depois da ascensão. [At 1:15] Haviam mais de 500 crentes antes da ascensão. [I Co 15:6] Devemos obedecer as leis dos homens ou a lei divina? Devemos obedecer a lei de Deus em lugar das dos homens. [At 5:29] Devemos obedecer as leis dos homens. [Rm 13:1-2], [I Pe 2:13] Os homens que estavam com Paulo ouviram a voz? Sim, eles ouviram a voz. [At 9:7] Não, eles não ouviram a voz. [At 22:9] Mulheres podem ser líderes da igreja? Sim, elas podem. [At 18:26], [Rm 16:1] Não, elas não podem. [I Co 14:34-35], [I Tm 2:11-12] Abraão foi justificado pela fé ou por obras? Ele foi justificado por fé. [Rm 4:2] Ele foi justificado através de obras. [Tg 2:21] É correto amaldiçoar alguém? Não amaldiçoe ninguém. [Rm 12:14] É correto amaldiçoar algumas pessoas. [I Co 16:22] Devemos ajudar os outros? Sim. [Rm 15:2], [I Co 10:33] Não. [Gl 1:10] Toda a Escritura é inspirada por Deus? Sim. [II Tm 3:16] Não. [I Co 7:12], [7:25] Paulo viu Jesus no caminho para Damasco? Sim. [I Co 9:1] Não. [At 9:8] Paulo foi malicioso? Sim, ele foi malicioso. [II Co 12:16] Não, ele não tinha malícia. [I Te 2:3] Raabe, a meretriz, foi salva pela fé ou por obras? Ela foi salva pela fé. [Hb 11:31] Ela foi salva através de obras. [Tg 2:25] O diabo está preso ou livre para vagar? O diabo está preso. [II Pe 2:4], [Jd 1:6] O diabo está livre para vagar por aí. [I Pe 5:8] Copyright © 2008-2015 - Bíblia do Cético Comentada by Rogerio Moreira WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWDeus se arrepende? SIM: “Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração”. (Gênesis 6:6) NÃO: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” (Números 23:19) SIM: “Arrependo-me de haver posto a Saul como rei; porquanto deixou de me seguir, e não cumpriu as minhas palavras. Então Samuel se contristou, e clamou ao Senhor a noite toda”. (I Samuel 15:11) SIM: “Ora, Samuel nunca mais viu a Saul até o dia da sua morte, mas Samuel teve dó de Saul. E o Senhor se arrependeu de haver posto a Saul rei sobre Israel.”. (I Samuel 15:35) Deus pode ser “visto”? SIM: em Gênesis 18:1 Deus apareceu a Abraão. SIM: em Gênesis 32:24-30 Jacó (Israel) viu e lutou com Deus. SIM: em Êxodo 24:9-11 Moisés e 73 anciãos viram Deus. SIM: em Êxodo 33:11 Deus falou com Moisés cara a cara. SIM: em Êxodo 33:22-23 Deus permitiu que Moisés visse suas “partes de trás”. SIM: em Deuteronômio 34:10 Deus falou com Moisés cara a cara. SIM: em Isaías 6:1-13 Isaías postou-se diante de Deus e o viu. SIM: em Ezequiel 1:27-28 Ezequiel descreve Deus em detalhes. SIM: em Amós 7:7 Amós viu Deus. NÃO: “Deus nunca foi visto por alguém.” (João 1:18) NÃO: “Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém.” (1 Timóteo 6:16) Ele é um Deus de paz? NÃO: “O SENHOR é homem de guerra; o SENHOR é o seu nome.” (Êxodo 15:3) SIM: “Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.” (1º Coríntios 14:33) Ele é um Deus de palavra? SIM: em Números 23:19 Deus não muda, cumpre suas promessas. NÃO: em I Samuel 2:30-31 Deus admite não cumprir sua promessa. NÃO: em II Reis 20:1-6 Deus diz uma coisa, depois muda de idéia e diz outra. NÃO: “E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha anunciado lhes faria, e não o fez.” (Jonas 3:10) Devemos temer a Deus? SIM: em Deuteronômio 6:13 devemos temer a Deus. SIM: em I Pedro 2:17 devemos temer a Deus. NÃO: em I João 4:18 amor perfeito não se mistura com medo. Deus é a favor de imagens? NÃO: em Êxodo 20:4 fazer imagens é proibido. SIM: em Êxodo 25:18 Deus ordena que se façam dois querubins de ouro. Só Jesus subiu aos céus? NÃO: em Gênesis 5:24 Enoch foi levado corporalmente aos céus. NÃO: em II Reis 2:11 Elijah ascendeu ao céu num redemoinho. SIM: em João 3:13 Jesus diz que nenhum homem além dele jamais subiu aos céus. Judas morreu enforcado? SIM: “E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e se foi enforcar.” (Mateus, 2:5-6) NÃO: “Ora, este [Judas] adquiriu um campo com o galardão da iniquidade; e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.” (Atos, 1:18) Quando viveram os Nefelins? Em Gênesis 6:4 se lê que os nefelins viveram na terra antes da inundação. Em Gênesis 7:23 está escrito que só Noé, sua família e os animais na arca sobreviveram ao dilúvio. Em Números 13:33 está escrito que bem depois da inundação, os nefelins ainda viviam. Quantos animais subiram à arca? Segundo Gênesis 6:19-20: dois de cada espécie, incluindo pássaros, animais e seres rastejantes. E segundo Gênesis 7:2-3: sete de cada animal e pássaro limpos e dois de cada um dos demais animais. Deus causa sofrimento voluntariamente? SIM: em Êxodo 4:11 Deus admite ser a causa de cegueira, surdez e idiotia. NÃO: em Lamentações 3:33 Deus não causa voluntariamente dor ou aflição. Os filhos devem pagar pelos pecados dos pais? SIM: em Êxodo 20:5 Deus culpa as crianças pelas iniquidades dos pais por até quatro gerações. NÃO: em Deuteronômio 24:16 o filho não deve ser punido pelos pecados do pai. NÃO: em Ezequiel 18:19-20 cada um é responsável por suas próprias ações; um filho não tem culpa pelos pecados de seus pais. Deus disse ou não disse? SIM: em Levítico 1:7 Deus entrou em cada pequeno detalhe sobre oferendas e sacrifícios. NÃO: em Jeremias 7:22 Deus nega ter dito qualquer coisa sobre oferendas e sacrifícios. Deus é bondoso, piedoso, etc? NÃO: em Números 25:4 Deus ordena a Moisés enforcar os líderes ao sol para acalmar sua fúria. NÃO: em Deuteronômios 4:24 Deus é um fogo que consome, e ciumento. NÃO: em I Samuel 6:19 Deus mata 50.070 por um pecado sem compaixão. NÃO: em I Samuel 15:2,3 Deus ordena destruição total de uma nação inteira por causa dos pecados de um homem. NÃO: em II Samuel 21:1 Deus causa fome de três anos por causa dos atos na casa de um homem. SIM: em I Crônicas 16:34 Deus é bom e piedoso. SIM: em Salmos 25:8 Deus é bom e certo. SIM: em Salmos 145:8-9 Deus é graça, compaixão, pouco dado à fúria, piedoso e bom com todos. NÃO: em Jeremias 13:14 Deus não terá pena, não poupará, não terá compaixão, e os destruirá. NÃO: em Jeremias 17:4 Deus ficará irado com Judah para sempre. SIM: em Ezequiel 18:32 Deus não vê prazer na morte. SIM: em 1 João 4:16 Deus é amor Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 1. A Bíblia nos fala que toda a escritura foi inspirada por Deus (II Timóteo 3:16). Mas em alguns trechos é negada a inspiração divina (I Coríntios 7:6;5:12) (II Coríntios 11:17). 2. Os Gigantes existiam antes da inundação (Gênesis 6:4). Somente Noé, sua família, e os animais da Arca sobreviveram ? inundação (Gênesis 7:23). Mesmo depois da Inundação os gigantes continuaram existindo (Números 13:33). 3. Deus diz para Noé que tudo o que se move e tem vida servirá de alimento para ele, e também toda a vegetação. Só não poderá comer da carne ainda com vida, ou seja, com sangue (Gênesis 9:3-4). Deus diz que nem todos os animais podem ser consumidos (Deuteronômio 14:7-20). 4. Toda a terra tinha uma só língua e as mesmas palavras, até que Deus criou vários idiomas diferentes, fazendo com que ninguém entendesse um ao outro (Gênesis 11:1,6-9). Anterior a isto, a Bíblia fala de diversas nações, cada um com sua própria língua (Gênesis 10:5). 5. Deus admitiu que Ele é a causa da surdez e da cegueira (Êxodo 4:11). Contudo, Deus não aflige os homens por vontade própria (Lamentações 3:33). 6. Deus envia Moisés para o Egito resgatar os filhos de Israel (Êxodo 3:10. 4:19-23). No caminho, Deus ameaçou Moisés de morte. (Êxodo 4:24-26). Não proveu de explicação. 7. Deus mata todos os animais dos egípcios com uma forte pestilência. Nenhum sobreviveu ? pestilência (Êxodo 9:3-6). Deus mata todos os animais dos egípcios com uma chuva de granizo (Êxodo 9:19-21,25). (Mas eles já não haviam morrido com a pestilência?) 8. Deus não foi conhecido por Abraão, Isaac e Jacó pelo nome de Javé (Êxodo 6:2-3). O nome do Senhor já era conhecido (Gênesis 4:26). 9. Deus proíbe que seja feito a escultura de qualquer ser (Êxodo 20:4). Deus ordenou a fabricação de estátuas de ouro (Êxodo 25:18). 10. Proibição do assassinato (Êxodo 20:13). Deus manda Moisés matar todos os homens de Madiã (Números 31:7). 11. Proibição do roubo (Êxodo 20:15). Deus manda roubar os egípcios (Êxodo 3:21-22). 12. Proibição da mentira (Êxodo 20:16) Deus permiti a mentira (I Reis 22:22) 13. Você tem que julgar o próximo com justiça (Leviticus 19:15). Não julgue ninguém para não ser julgado (Mateus 7:1). 14. Deus jamais se arrepende (I Samuel 15:29). Deus se arrepende (Gênese 6:6) (Êxodo 32:14) (I Samuel 15:11,35) (Jonas 3:10). 15. Deus não pode mentir (Números 23:19). Deus deliberadamente enviou um “espírito” mentiroso (I Reis 22:20-30) (II Crônicas 18:19-22). Deus faz pessoas acreditarem em mentiras (II Tessalonicenses 2:11-12). O Senhor engana os profetas (Ezequiel 14:9). 16. Aarão morreu no monte Hor. Imediatamente depois disso, os israelitas foram para Salmona e Finon (Números 33:38). Aarão morreu em Mosera. Depois disso, os isralelitas foram para Gadgad e Jetebata (Deuteronômio 10:6-7). Deus diz a Moisés que Aarão morreu no monte Hor (Deuteronômio 32:50). 17. Nós temos que amar Deus (Deuteronômio 6:5) (Mateus 22:37). Nós temos que temer Deus (Deuteronômio 6:13) (I Pedro 2:17). 18. Deus escreveu nas tábuas as dez palavras da aliança (Deuteronômio 10:1-2,4). Deus ditou e Moisés escreveu (Êxodo 34:27-28). 19. Josué queimou a cidade de Hai e reduziu-a a um monte de ruínas para sempre (Josué 8:28). Hai ainda existe como uma cidade (Neemias 7:32). 20. Josué destruiu totalmente os habitantes de Dabir (Josué 10:38-39). Os habitantes de Dabir ainda existem (Josué 15:15). 21. Saul destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 15:7-8,20). David destruiu completamente os amalecitas (I Samuel 27:8-9). Finalmente os amalecitas são mortos (I Crônicas 4:42-43). 22. Isaí teve sete filhos além de seu mais jovem, David (I Samuel 16:10.11). David foi o sétimo filho (I Crônicas 2:15). 23. Saul tentou consultar o Senhor (I Samuel 28:6). Saul nunca fez tal coisa (I Crônicas 10:13-14). 24. Saul cometeu suicídio (I Samuel 31:4-6) (I Crônicas 10:4-5). Saul foi morto por um amalecita (II Samuel 1:8-10). Saul foi morto pelos filisteus (II Samuel 21:12). 25. Davi tomou 1.700 cavaleiros de Adadezer (II Samuel 8:4). Davi tomou 7.000 cavaleiros de Adadezer (I Crônicas 18:4). 26. Davi matou aos arameus 700 parelhas de cavalos e 40.000 cavaleiros (II Samuel 10:18). Davi matou aos arameus 7.000 cavalos e 40.000 empregados (I Crônicas 19:18). 27. Israel dispõe de 800.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 500.000 homens (II Samuel 24:9). Israel dispõe de 1.100.000 homens aptos para manejar espadas, enquanto que Judá dispõe de 470.000 homens (I Crônicas 21:5). 28. Satã provocou Davi a fazer um censo de Israel (I Crônicas 21:1). Deus sugeriu Davi a fazer um censo de Israel (II Samuel 24:1). 29. Davi pagou 50 siclos de prata por gados e pelo terreno (II Samuel 24:24). Davi pagou 600 siclos de ouro pelo mesmo terreno (I Crônicas 21:25). 30. Rei Josias foi morto em Magedo. Seus servos o levam morto para Jerusalém (II Reis 23:29-30). Rei Josias foi ferido em Magedo e pediu para seus servos o levarem para Jerusalém, onde veio a falecer (II Reis 23:29-30). 31. Foram levados 5 homens dentre os mais íntimos do rei (II Reis 25:19-20). Foram levados 7 homens dentre os mais íntimos do rei (Jeremias 52:25-26). 32. São citados os nomes de 10 pessoas que vieram com Zorobabel (Esdras 2:2) São citados os nomes de 11 pessoas que vieram com Zorobabel (Neemias 7:7) 33. (Esdras 2:3 & Neemias 7:8) Estas passagens pretendem mostrar a quantidade de pessoas que voltaram do cativeiro babilônico. Compare o número para cada família: 14 deles discordam. 34. A terra vai durar para sempre (Salmos 104:5) (Eclesiastes 1:4). A terra perecerá (II Pedro 3:10) (Hebreus 1:10-11). 35. Deus fala a respeito de sacrifícios com os filhos de Israel libertos do egito (Levítico 1:1-9). Deus nega que houvesse dito algo sobre sacrifícios naquela ocasião (Jeremias 7:22). 36. O filho não deve ser castigado pelo erro do pai, ou vice-versa (Deuteronômio 24:16) (Ezequiel 18:20) (II Crônicas 25:4). Deus vinga a crueldade dos pais nos filhos até a quarta geração (Êxodo 20:5) (Deuteronômio 5:9). Todos os homens são culpados pelo pecado de Adão. A culpa passou de pai para filhos por diversas gerações (Romanos 5:12). 37. Jesus foi filho de José, que o foi de Jacob (Mateus 1:16). Jesus foi filho de José, que o foi de Heli (Lucas 3:23). 38. O pai de Salathiel foi Jeconias (Mateus 1:12). O pai de Salathiel foi Neri (Lucas 3:27) 39. Abiud é filho de Zorobabel (Mateus 1:13). Resa é filho de Zorobabel (Lucas 3:27). São citados os nomes de todos os filhos de Zorobabel, mas nem Resa e nem Abiud estão entre eles (I Crônicas 3:19-20). 40. Jorão era o pai de Ozias que era o pai de Joathão (Mateus 1:8-9). Jorão era o pai de Occozias, do qual nasceu Joás, que gerou Amazias, que foi pai de Azarias que, finalmente, gerou Joathão (I Crônicas 3:11-12). 41. Josias era o pai de Jeconias (Mateus 1:11). Josias era o avô de Jeconias (I Crônicas 3:15-16). 42. Zorobabel era filho de Salathiel (Mateus 1:12) (Lucas 3:27). Zorobabel era filho de Fadaia. Salathiel era tio dele (I Crônicas 3:17-19). 43. Sale era filho de Cainan, neto de Arfaxad e bisneto de Sem (Lucas 3:35-36). Sale era filho de Arfaxad e neto de Sem (Gênese 11:11-12). 44. Ninguém jamais viu a Deus (João 1:18, 6:46) (I João 4:12). Jacob viu Deus cara a cara (Gênesis 32:30). Moisés e os anciões de Israel viram Deus (Êxodo 24:9-11). Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33:11) (Deuteronômio 34:10). Ezequiel viu Deus em uma visão (Ezequiel 1:27-28). 45. Jesus curou um leproso depois de visitar a casa de Pedro e Simão (Marcos 1:29,40-42). Jesus curou o leproso antes de visitar a casa de Pedro e Simão (Mateus 8:2-3,14). 46. O Diabo levou Jesus primeiro ao topo do templo e depois para um lugar alto para ver todos os reinos do mundo (Mateus 4:5-8). O Diabo levou Jesus primeiro para o lugar alto e depois para o topo do templo (Lucas 4:5-9). 47. Quem crê no filho de Deus tem vida eterna (João 3:36). Quem ama a Deus e ao seu próximo tem vida eterna (Lucas 10:25-28). Quem guarda os 10 mandamentos tem vida eterna (Mateus 19:16-17). 48. O sermão conteve 9 beatitudes (Mateus 5:3-11). O sermão conteve 4 beatitudes (Lucas 6:20-22). 49. Jesus adquiriu Mateus como discípulo depois de acalmar a tempestade (Mateus 8:26). Jesus adquiriu Mateus (Levi) como discípulo antes de ter acalmado a tempestade (Marcos 2:14, 4:39) Obs: O contexto identifica Levi como outro nome para Mateus. Compare [Mateus 9:9-17] com [Marcos 2:14-22] e com [Lucas 5:27-39]. 50. O centurião se aproximou de Jesus e pediu ajuda para um criado doente (Mateus 8:5-7). O centurião não se aproximou de Jesus. Ele enviou amigos e os anciões dos judeus (Lucas 7:2-3,6-7). 51. Jairo pediu a Jesus que ajudasse a sua filha, que estava morrendo (Lucas 8:41-42). Ele pediu para que Jesus salvasse a filha dele que já havia morrido (Mateus 9:18). 52. Jesus disse aos seus discípulos que deveriam andar calçados com sandálias (Marcos 6:8). Jesus lhes disse que não deveriam andar descalços (Mateus 10:10). 53. Deus confiou o julgamento a Jesus (João 5:22) (João 5:27,30 8:26) (II Coríntios 5:10) (Atos 10:42). Jesus, porém, disse que não julga ninguém (João 8:15,12:47). Os santos hão de julgar o mundo (I Coríntios 6:2). 54. A transfiguração de Jesus ocorreu 6 dias após a sua profecia (Mateus 17:1-2). A transfiguração ocorreu 8 dias após (Lucas 9:28-29). 55. A mãe de Tiago e João pediu a Jesus para que eles se assentassem ao seu lado no reino (Mateus 20:20-21). Tiago e João fizeram o pedido, ao invés de sua mãe (Marcos 10:35-37). 56. Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com dois homens cegos (Mateus 20:29-30). Ao sair de Jericó, Jesus se encontrou com somente um homem cego (Marcos 10:46-47). 57. Dois dos discípulos levaram uma jumenta e um jumentinho para Jesus da aldeia de Bethfagé (Mateus 21:2-7). Eles levaram somente um jumentinho (Marcos 11:2-7). 58. Jesus amaldiçoou a árvore de figo depois de ter deixado o templo (Mateus 21:17-19). Ele amaldiçoou a árvore antes de ter entrado no templo (Marcos 11:14-15,20) 59. Um dia após Jesus ter amaldiçoado a figueira, os discípulos notaram que ela havia secado (Marcos 11:14-15,20) A figueira secou imediatamente após a maldição ser posta (Mateus 21:19). 60. Jesus disse que Zacarias era filho de Baraquias (Mateus 23:35). Zacarias era filho de Joiada (II Crônicas 24:20-22). 61. Jesus manda amarmos uns aos outros (João 13:34-35). Você não pode ser um discípulo de Jesus a menos que já tenha aborrecido seus pais, seus irmãos, seus filhos ou sua esposa (Lucas 14:26). 62. Vestiram Jesus com um manto carmesim (Mateus 27:28). Vestiram Jesus com um manto púrpura (Marcos 25:17) (João 19:2). 63. Após Pedro ter negado Jesus, o galo cantou pela segunda vez (Marcos 14:30,57-72). O galo só cantou uma vez (Lucas 22:34,60-61) (Mateus 26:34,69-74)   O Pecado Original Ainda na linha da teologia da vitimização iniciada pelo erro do pecado original em Eva que nos escravizou às fraquezas da carne nos inocentando da culpa direta pelos nossos erros. Desta forma os seres humanos herdaram uma culpa e o pecado original nos livra do julgamento de condenação individual pois o pecado é uma herança compartilhada pela raça humana. Que culpa temos pelos erros cometidos por Adão e Eva? A nossa sina do pecado nos absolveu de qualquer erro individual, portanto nossos erros são consequência dos erros de toda a humanidade imanentemente pecadora. Erramos e pecamos exclusivamente porque somos parte do mundo pecaminoso. Esta é a teologia da imunização do pecador desde a leitura de muitos teólogos da corrente da vitimização que derivou entre outras a corrente marxista da exploração e vitimização do proletariado e da classe trabalhadora pelo aviltamento natural do trabalho pelos desumanos capitalistas. Assim estabelecem-se o nexo causal, as partes do processo(réu e vítima), o julgamento e a condenação dos culpados. Trânsito em julgado sem apresentação das provas. Somos todos vítimas das circunstâncias. Portanto precisamos ser protegidos, tutelados, orientados e acolhidos pelo Estado. Deve ser por isso que a nossa Constituição Cidadã Federal está devidamente instrumentada de direitos abundantes para todos. Fora escrita no calor do ocaso de uma ditadura militar de extrema direita, portanto, a nossa CF está prenhe de ideias de vingança e ressentimentos.   Moralidade O que é moral? Moral é um comportamento (ação, ou abstenção) conscientemente adotado diante de regras objetivas estabelecidas. Tal comportamento moral nada mais é do que a interpretação diversa e pessoal, de cunho intrinsecamente subjetivo e consciente que modifica as normas de acordo com a conveniência pessoal de modo diverso das normas objetivas. Desde o Mito da Caverna de Platão (Aristocles) ficou claro que o mundo é um conceito criado por cada indivíduo, dado que a percepção da realidade por cada pessoa depende da sua capacidade de compreensão e da sua apercepção da realidade. Portanto a realidade éúnica para dado indivíduo. Não existe o objeto concreto, real senão como uma representação do fato objetivo vivido no processo subjetivo de reconhecimento do mundo. Schopenhauer em seu livro famoso O Mundo Como Vontade de Representação, Kierkgaard, Husserl, Hidegger estes todos denominados fenomenologistas, incluindo Platão e Kant, controversamente expressam fenomenologicamente, ou seja, subjetivamente, do que eles discordam entre si dentro dos limites da interpretação e da reinterpretação subjetiva, do que representa para si da realidade e da Fenomenologia, termo somente revelado por Husserl. Assim, o conceito de moral somente pode ser entendido como a internalização no sujeito das expectativas de comportamento em sociedade, ou seja: a sua visão utilitarista individualista e egoísta sob as quais se baseia o seu sistema pessoal de tomada de decisões. Para se evitar esta liberalidade de interpretações sobre o que cada indivíduo deveria decidir sobre aquilo que é melhor apenas para si sem considerar as consequências fora de seu âmbito pessoal e que poderia contrariar os seus interesses particulares, então para que todos tenham os mesmos direitos e utilidades assegurados em conjunto, para que o coletivo ganhe em detrimento do sacrifício das prerrogativas de cada um em particular, surge a saída chamada Ética que é a prática coletiva e obrigatória que impõem a cada um dos indivíduos em particular a perda de parte de seus privilégios e a supressão de alguma prerrogativa ou a perda de parte de seus direitos para que a soma de todas as utilidades individuais não resulte em prejuízo coletivo, e, principalmente, social. A base da ética éque cadaum escolha e aceite abrirmão de uma parte de suas prerrogativas de vantagens e direito legítimo a utilidades individuais para que o todo ou seja a sociedade toda tenha garantidos os direitos de ser uma comunidade e uma sociedade com vantagens coletivas e utilidades coletivas ao invés de vantagens e utilidades exclusivamente individuais. A base do Estado de Direito é que cada um abra mão de seu direito legítimo à vingança e à sua defesa pelo uso da força e da violência para que o governo aplique o direito acordado pela sociedade adjudicado por ela do monopólio da violência legítima que se tornaúnica fonte de justiça social. Sem estes dois acordos não pode existir uma sociedade, uma comunidade e nem o estado de direito civil. Como cada indivíduo de per si seria incapaz de fazer este cálculo de utilidade coletivo a partir de sua visão particular do que seria uma vantagem apenas para si, as regras da Ética precisam ser acatadas a despeito do cálculo individual que cada um faria tendo em vista do sacrifício que teria que fazer para o bem que indiretamente lhes seja compartilhado no coletivo. Este cálculo de utilidade não permite que um indivíduo egoísta reconheça claramente as vantagens para o coletivo, por isso as regras da ética são impositivas e geralmente impõem alguma desvantagem na entrada (meios) que se transforma em vantagem na saída (fins). Na Ética os meios justificamos fins. Nada pode ser bom se forem usados meios inaceitáveis eticamente. Eu me pergunto como se sentiram os cristãos católicos e protestantes diante da realidade da escravidão do século dezoito. Eram famílias de europeus brancos, rezando e fazendo as suas penitências e ordenanças rituais dominicalmente, ali contritos, rezando e orando, mesmo que naquele mesmo momento fossem negados a mesma humanidade e o direito de culto aos seus escravos ali perto nas senzalas, nos depósitos de escravos, lhes era negada a dignidade de se vestirem, de comerem à mesa, de terem uma família, de se amarem, de casarem, de terem afeto, de terem sentimentos, eram corpos sem direito às suas religiões, a se casarem, eram ora mercadorias, ora bens de troca, vendidos e comprados como cavalos, eram examinados nus como quaisquer animais de trabalho. Então a ética é uma circunstancialidade, que depende da convenção social temporal e geográfica? Não existem valores absolutos para a ética? Claro que existem os valores absolutos, e estes valores absolutos quais foram violados, são os: direito à vida, à propriedade privada, direito a autonomia, direito de escolha e direito à inviolabilidade pessoal. Sempre existiram todo o tempo tais direitos desde que o sapiens deixou a caverna e iniciou-se na vida em conjunto, em grupos, em comunidades, em clãs, em sociedade tais direitos inalienáveis e inegociáveis sempre existiram desde então. Ocasionalmente os esquemas sociais tentam flexibilizar tais direitos pelo uso da força coercitiva, através de guerras de dominação sobre outros grupos quando se impõem a submissão que se inicia pela escravidão, servidão sexual e pela tributação exclusiva dos povos e nações derrotadas em confrontos e conquistas de espólios da guerra e conquista. Escravidão e servidão não foram atos inocentes nem foram atos contingentes, foram atos antinaturais e premeditados em quaisquer circunstâncias, por quê não eram universais, excluíram os parentes, os membros mais queridos dos clãs, das famílias, da elite, eram castigos impostos aos inimigos e aos estrangeiros mal quistos. A Igreja Católica Apostólica Romana não os possuía, mas não assumiu a condenação da escravidão negra. Confissão tácita da consciência da maldade e da discriminação causada pelo sistema escravagista. Nem tudo aquilo que é acolhido e chancelado pela sociedade pode ser aceito como ético e moralmente correto. São princípios invioláveis: a integridade física, a integridade mental, a integridade psíquica, a integridade sexual, a integridade emocional, a integridade da autoimagem, a integridade das crenças, a integridade cultural, a integridade étnica, a integridade da escolha, a integridade parental, a integridade da propriedade material, a integridade da propriedade intelectual, a integridade da propriedade artística-cultural, a integridade do domicílio, a integridade do uso do tempo, a integridade da atividade laboral, a integridade da atividade profissional e a integridade intelectual.   Livro de levítico ou livro dos levíticos A grande influência cultural exercida e excedida sobre o autor do livro de Levíticos se reflete de modo sistemático e estruturante nestes pentateucos bíblicos. A grande influência exercida pelas culturas sumérias, hebraicas, gregas e assíria, sem esquecer a maior de todas, a egípcia, o maior de todos os impérios da humanidade até aqui, num total de quase três milênios divididos entre o alto e o baixo impérios. As Ordenanças De modo algum as ordenanças ali postas em Levítico são vigentes e se adequam em nossa era. Isto o Novo Testamento tratou de revisar e de nos informar. A começar pela abolição da poligamia, dos sacrifícios nos altares de seres vivos, as oferendas de sangue, e os costumes incorporados dos povos antigos que tiveram contato com os semitas antigos, que se amalgamaram aos costumes estritos dos semitas, que influenciaram as suas práticas culturais, religiosas, econômicas, como o dízimo que era um imposto de origem pagã e que foi recepcionado nas leis e ordenanças, foi aceito no cristianismo como uma ordenança posterior. O levítico não deveria compor a Bíblia, deveria ser um livro à parte, um apêndice, para servir como memória dos costumes mais longevos dos povos semitas e pré-cristãos, visto estar contaminado de paganismos e costumes ainda não depurados pelos profetas e pelos apóstolos posteriores. Jesus teve que travar debates acirrados com os escribas e com os fariseus acerca dos cumprimentos das leis antigas que foram aceitas das ordenanças como, por exemplo a proibição do trabalho aos sábados, e sabemos as lições que Jesus sempre tirava destes e de outros episódios como, por exemplo, dos debates sobre a prostituição e as prostitutas, sobre a menstruação feminina que era tratada como imundície, e sobre as relações entre pais e filhos cumuladas com as penas de morte, as maldições causadas pelas desobediências às autoridades e poderes, as potestades e os endemoniados que atormentavam os espíritos possuídos. O livro de Levítico causa mais problemas para as mentes desprevenidas do que ajuda a entender as passagens e a evolução das leis e mandamentos, seu lugar na Bíblia deveria ser à parte de todos os demais livros que a compõem. O jardim do Éden tinha, em seu experimento antropológico, certas regras simples que serviriam para ilustrar o pecado mais recorrente dos humanos, o que atenta conta a sua autonomia. Deus ali no Éden quis demonstrar que nunca interfere na autonomia humana, com todos os poderes infinitos que dispõe, mesmo assim o homem tem preservado o seu livre arbítrio, intocável. O homem pode mas não deve pecar, mas nem por isso seria ou foi ou será impedido de pecar pela vontade divina. Destas regras simples do jardim do Éden, vamos para as ordenanças do povo semita, em seus milhares de anos de peregrinação até cair escravo dos egípcios. Então, os semitas tem colhido e recolhido as tradições, costumes e religiões, de todas as variações culturais, desde o politeísmo, contatos com os orientais, com os filósofos gregos, com seres angelicais extra humanos, extraterrestres, transumanos, e neste ambiente onde os milagres se tornaram naturalizados, quando a voz de Deus se fazia presente diretamente aos homens, quando os profetas faziam prodígios, e os demônios disputavam com os seus poderes os corações e as mentes, não se estranhavam os mistérios e mágicos efeitos naquela época de misticismos e milagres. Após a crucificação de Jesus cessaram os milagres como forma de evangelização, que aliás Jesus operou discretamente apenas 34 milagres documentados pelos evangelhos, para demonstrar que o milagre não era o centro do ministério de Cristo na terra. Ainda sobre os falados milagres de Cristo. Jesus Cristo de tão pouca importância aos seus milagres em alguns deles chegando a pedir que a ninguém contassem o que tinha feito. Quando alguém adoecia naqueles tempos, em qualquer lugar do mundo, a quem recorriam, os doentes ou os familiares em busca de ajuda? Se não existiam hospitais nem e nem a ciência da Medicina, então esperavam pelo milagre da natureza, faziam as suas orações ou esperavam ação de algum milagreiro ou de um curandeiro. Então Jesus Cristo não queria ser confundido com um dos milagreiros e nem com um dos curandeiros, que eram os verdadeiros e únicos médicos a que as pessoas poderiam acorrer naquele mundo. (lembre-se que o mundo antigo era um mundo encantado, sem leis científicas, sem escolarização, sem literatura escrita, sem conhecimento científico moderno, cheio de fetichismo, animismo, magia, tradições, mitos, deuses, onde a natureza era misteriosa e encantada, tudo era mistério, a vida, o nascimento, a fertilidade, os eclipses, a chuva, as marés, as estações do ano, o firmamento, o Sol, a lua, a terra, tudo era um completo enigma desconhecido completamente). As ordenanças são um tipo de leis temporais, datadas, contingentes e provisórias que vigiram durante uma determinada época e cultura, sendo, pois anacrônicas para outras datas e épocas, como as encontramos largamente e principalmente em Levítico. Os X Mandamentos Foram dados pessoalmente para Moisés durante a travessia do deserto do Sinai dos povos israelita e do judeu. Muito claro em seus delitos e faltas, muito simples e direto, prescinde de interpretações complexas e sutis. 1 – Não terás outros deuses diante de mim; 2 – Não farás para ti imagens de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima dos céus, nem em baixo da terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás, porque eu o Senhor teu Deus sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. 4 - Não tomarás o nome do senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. 5 - Lembra-te do sai de sábado, para o santificar; Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. 6 – Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolongue os seus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 7 – Não matarás. 8 – Não adulterarás. 9 – Não furtarás. 10 – Não dirás falso testemunho contra o teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. A Mentira e a Bíblia Introdução “E disse ele: Eu sairei, e serei um espírito de mentira na boca de todos os seus profetas. E Ele disse: tu o induzirás, e ainda prevalecerás: sai e faze assim... Agora, pois, eis que o Senhor pôs o espírito de mentira na boca de todos estes profetas, e o senhor falou o mal contra ti;” I Reis 22. 22-23 Este é um tema polêmico e temível, justamente por ter sido provocada a sua dissecação e introduzida a sua discussão a partir do senso comum e recepcionada metodologicamente pela teologia. Por este motivo muitas dúvidas e idiossincrasias habitaram, durante muito tempo, o entendimento, em geral equivocado, sobre o significado da mentira diante da doutrina e dos preceitos bíblicos. Antes deste estudo eu também tinha o entendimento de que a partir da prática bíblica equivocada, por que apressada e superficial, concernente ao preceito bíblico sobre a mentira, que a Bíblia a condenaria e a elevaria ao nível de importância que a mentira nunca teve na Bíblia Sagrada. A mentira é um termo muito falado e muito pouco estudado, virou um lugar comum e um dogma que a Bíblia trata muito sutilmente e com a leveza que o tema admite. Procurando na Bíblia uma condenação peremptória, clara, definitiva e veemente da mentira eu não a encontrei, e isto contrariou tudo o que esperava encontrar nos escritos sagrados sobre a mentira. O que me levou ao turn point foi justamente a passagem na Bíblia encontrada em Marcos 8.30 em que Jesus pessoalmente instrui aos apóstolos discípulos que não digam a ninguém que ele é o Cristo Jesus, (Cf. Mar. 8.30). Então a pergunta é saber se mentir é um pecado, se é um pecado grave. A resposta é que a mentira sequer consta dos Dez Mandamentos. Isto me surpreendeu. Nada na Bíblia está ali por acaso, nem as omissões são casuais. Ao acreditar em algo que pensas ser verdade acreditas na mentira, sem o saber, do mesmo modo que se por acaso responderdes errado pensando saberdes a resposta certa tu mentes sem o saber estares mentindo. Como se vê a mentira é muito mais comum e complexa como poderia parecer e supordes à primeira vista. Sonhos não realizados, promessas não cumpridas, são mentiras. Desejos não concretizados, planos fracassados, esforços não efetivados são irreais e irrealizados e então são mentiras como as fábulas, as ficções, os sonhos, as histórias infantis, os super-heróis, os contos lendários e heroicos, e os mitos são tudo mentira. Mentimos no Natal, sabemos que a data do nascimento de Jesus é incerta, mentimos na Páscoa com os ovos de chocolate de um coelho que não é ovíparo, mentimos com as histórias da Branca de Neve e os Sete Anões que contamos aos nossos filhos, os romances ficcionais, as parábolas da Bíblia, quando brincamos de aviãozinho com a colherinha de sopa para o bebê deglutir a sopinha, mentimos a vida inteira quando juramos amor único e eterno no casamento, juramos por qualquer coisa para obtermos a confiança e recompensa Não pare agora a leitura deste texto, os argumentos a seguir são todos retirados da Bíblia Sagrada. A Mentira e a Bíblia “A mentira traz em si mesma um paradoxo irresoluto, pois que quando alguém lhes pede para guardar um segredo, sempre o guardião do segredo vai estar inevitavelmente caindo em duas possibilidades inescusáveis de inevitáveis mentiras: a) ou mente para quem prometeu guardar o segredo, sendo incontinente, ou, b) mente para conseguir guardar adequadamente o sigilo pedido. Quem ouve um pedido destes sempre estará sujeito a ser mentiroso, sempre: ou se esforçando guardando o segredo, ou revelando o segredo”. Este paradoxo é daqueles da mesma categoria da frase impossível: “Estou morto”, ou da frase “ Eu não minto” onde se tenta descobrir quem é o mentiroso. Nunca se vai saber se o mentiroso pode fazer afirmações sobre si mesmo quanto a falar a verdade, pois ele mente, logo: a) a verdade sobre não mentir é verdade, mas tomada como mentira pelo interlocutor do mentiroso pois ele sempre mente, mesmo presumidamente sempre diria uma mentira, e; b) a verdade sobre mentir também é mentira por que é próprio do mentiroso sempre ter que mentir, logo não pode ele falar a verdade, nem em confissão. Existem três tipos de determinações de Deus; são elas: a) Leis do Senhor (mais de duas mil na Bíblia) b) Mandamentos do senhor (são dez) c) Ordenanças do Senhor (estão em levítico), aplicam-se aos semitas do velho testamento. Eram, além de ordenanças sagradas hebraicas, e, ao mesmo tempo, as leis civis hebraicas. Os mandamentos do Senhor Os mandamentos do Senhor são determinações de amplitude universal no tempo, em todos os tempos e tem abrangência a todos os seres humanos, crentes ou não, convertidos ou não, cientes ou não destes mandamentos. As Ordenanças do Senhor ao povo semita hebreu As ordenanças do Senhor são dirigidas ao povo hebreu no momento do velho testamento, são, portanto, princípios de comportamento dirigidos exclusivamente aos semitas israelenses e aos judeus. Conformada e limitada no tempo e no espaço antigo com a história do povo em sua cultura anterior à morte de Jesus Cristo. As Leis do Senhor As Leis do Senhor são determinações e também revisões dos Mandamentos e das ordenanças olhados no passado, visando o futuro, e feitas no e para o presente da época quando foram determinados. Levíticos As ordenanças começam no livro de Êxodo e se tornam minuciosas no livro de Levítico. Isso nos leva a que o livro de levítico é o mais complexo de ser lido e de ser interpretado, porque está datado para um povo único, e para uma época única. Hebraica. O livro de Levítico fora recepcionado na Bíblia moderna apenas com a finalidade documental e histórica de trazer o testemunho secular da fase e dos costumes dos antigos povos semitas israelitas e judeus, os chamados semitas antigos. A Bíblia Sagrada foi finalmente compilada no Concílio de Trento no ano de 397, aproximadamente depois de três outros encontros para definir quais livros comporiam a coleção chamada de Bíblia, ou seja, os cânones sagrados. As Ordenanças De modo algum as ordenanças ali postas em Levítico são vigentes e se adequam em nossa era. Isto o Novo Testamento tratou de revisar e de nos informar. A começar pela abolição da poligamia, dos sacrifícios nos altares de seres vivos, as oferendas de sangue, e os costumes incorporados dos povos antigos que tiveram contato com os semitas antigos, que se amalgamaram aos costumes estritos dos semitas, que influenciaram as suas práticas culturais, religiosas, econômicas, como o dízimo que era um imposto de origem pagã e que foi recepcionado nas leis e ordenanças, foi aceito no cristianismo como uma ordenança posterior. O levítico não deveria compor a Bíblia, deveria ser um livro à parte, um apêndice, para servir como memória dos costumes mais longevos dos povos semitas e pré-cristãos, visto estar contaminado de paganismos e costumes ainda não depurados pelos profetas e pelos apóstolos posteriores. Jesus teve que travar debates acirrados com os escribas e com os fariseus acerca dos cumprimentos das leis antigas que foram aceitas das ordenanças como, por exemplo a proibição do trabalho aos sábados, e sabemos as lições que Jesus sempre tirava destes e de outros episódios como, por exemplo, dos debates sobre a prostituição e as prostitutas, sobre a menstruação feminina que era tratada como imundície, e sobre as relações entre pais e filhos cumuladas com as penas de morte, as maldições causadas pelas desobediências às autoridades e poderes, as potestades e endemoniados que atormentavam os espíritos possuídos. O livro de Levítico causa mais problemas para as mentes desprevenidas do que ajuda a entender as passagens e a evolução das leis e mandamentos, seu lugar na Bíblia deveria ser à parte de todos os demais livros que a compõem. O jardim do Éden tinha, em seu experimento antropológico, certas regras simples que serviriam para ilustrar o pecado mais recorrente dos humanos, o que atenta conta a sua autonomia. Deus ali no Éden quis demonstrar que nunca interfere na autonomia humana, com todos os poderes infinitos que dispõe, mesmo assim o homem tem preservado o seu livre arbítrio, intocável. O homem pode mas não deve pecar, mas nem por isso seria ou foi ou será impedido de pecar pela vontade divina. Destas regras simples do jardim do Éden, vamos para as ordenanças do povo semita, em seus milhares de anos de peregrinação até cair escravo dos egípcios. Então, os semitas tem colhido e recolhido as tradições, costumes e religiões, de todas as variações culturais, desde o politeísmo, contatos com os orientais, com os filósofos gregos, com seres angelicais extra humanos, extraterrestres, transumanos, e neste ambiente onde os milagres se tornaram naturalizados, quando a voz de Deus se fazia presente diretamente aos homens, quando os profetas faziam prodígios, e os demônios disputavam com os seus poderes os corações e as mentes, não se estranhavam os mistérios e mágicos efeitos naquela época de misticismos e milagres. Após a crucificação de Jesus cessaram os milagres como forma de evangelização, que aliás Jesus operou discretamente apenas 32 milagres documentados pelos evangelhos, para demonstrar que o milagre não era o centro do ministério de Cristo na terra. Em um mundo sem a medicina a cura divina nem poderia ser considerada um milagre, pois era a cura milagrosa o único tratamento em geral para as doenças, o conhecimento científico e a prática do curandeirismo era sinônimo de medicina. Jesus era o médico, como curandeiro para o mundo encantado sem ciência, anatomia, química, biologia. (lembre-se que o mundo antigo era um mundo encantado, sem leis científicas, sem escolarização, sem literatura escrita, sem conhecimento científico moderno, cheio de fetichismo, animismo, magia, tradições, mitos, deuses, onde a natureza era misteriosa e encantada, tudo era mistério, a vida, o nascimento, a fertilidade, os eclipses, a chuva, as marés, as estações do ano, o firmamento, o Sol, a lua, a terra, tudo era um completo enigma desconhecido completamente). As ordenanças são um tipo de leis temporais, datadas, contingentes e provisórias que vigiram durante uma determinada de época e cultura, sendo, pois anacrônicas para outras datas e épocas, como as encontramos largamente e principalmente em Levítico. Os X Mandamentos Foram dados pessoalmente para Moisés durante a travessia do Egito dos povos israelita e do judeu. Muito claro em seus delitos e faltas, muito simples e direto, prescinde de interpretações complexas e sutis. 1 – Não terás outros deuses diante de mim; 2 – Não farás para ti imagens de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima dos céus, nem em baixo da terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás, porque eu o Senhor teu Deus sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. 4 - Não tomarás o nome do senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. 5 - Lembra-te do dia de sábado, para o santificar; Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. 6 – Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolongue os seus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 7 – Não matarás. 8 – Não adulterarás. 9 – Não furtarás. 10 – Não dirás falso testemunho contra o teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. A mentira não consta aqui como um dos mandamentos de Deus. Quanto às Leis de Deus São duas as determinações que resumem os deveres de todos os cristãos: 1 – Amar a Deus sobre todas as coisas; 2 – Amar ao próximo como a si mesmo. As referências principais à mentira encontram-se espalhadas em textos contextualizados e contraditórios, desde aquele trecho que diz ser o satã o pai da mentira, até o texto em evangelho de Marcos onde Jesus pessoalmente instrui aos apóstolos discípulos que não digam a ninguém que ele é o Cristo Jesus, (Cf. Mar. 8.30) já perto do momento de sua prisão pelos soldados romanos, perto de julgamento e crucificação, quando em alguns momentos ele escapa e foge da caçada promovida por Pilatus que procurava prender e executar o que se intitulava o Rei dos Judeus filho de Deus o Messias salvador da humanidade. Isto é: pedir para os discípulos mentirem se necessário, para cumprirem aquela ordem. A - Mentira não é pecado listado nos dez mandamentos. B - Mentira é mencionada nas ordenanças Lev. 19.11. C - Mentira não é capitulada nas Leis de Deus. Mentira é pecado? Complexa pergunta que exige uma resposta complexa. Todavia, adiantando o debate, a resposta seria: dependendo das circunstâncias, a mentira pode ser uma ofensa às leis, entretanto não seria uma ofensa e um delito frente aos dez mandamentos, nem independentemente frente às ordenanças. Seria conjunturalmente e incidentalmente uma ofensa a alguma das leis ordinárias de Deus, leis incidentais e paralelas e que serviram para regulamentar subsidiariamente todos os princípios dispersos pelas leis menores e aconselhamentos onde cabem os atenuantes e os agravantes, das circunstâncias específicas e dos princípios aplicáveis ao caso. Levítico traz uma referência explícita sobre a mentira. “Não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo”; Este Levítico merece um estudo de caso. É o mesmo levítico que diz, entre outras coisas, em 19.13 “...Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do diarista não ficará contigo até pela manhã...”. em lev. 19.27 “...Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da tua barba....” Em lev 20.12 “... Semelhantemente, quando um homem se deitar com sua nora, ambos certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles..”, (pena de morte), mais adiante em lev. 20.13 “...Quando um homem se deitar com outro homem, como mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles...”. Até mesmo preceitos antiéticos ou politicamente inadequados aos dias de hoje, ferindo os direitos igualitários e políticas compensatórias e de acessibilidade, como em Lev. 21.198-21, in verbis “...Pois nenhum homem em que houver alguma deformidade se chegará; como homem cego, ou coxo, ou de nariz chato, ou de membros demasiadamente compridos, ... 19 Ou homem que tiver quebrado o pé, ou a mão quebrada, . ..20 Ou corcunda, ou anão, ou que tiver defeito no olho, ou sarna, ou impingem, ou que tiver testículo mutilado. ...21 Nenhum homem da descendência de Arão, o sacerdote, em quem houver alguma deformidade, se chegará para oferecer as ofertas queimadas do Senhor; defeito nele há; não se chegará para oferecer o pão do seu Deus....”. Então: entre tantos preceitos contingentes e necessários, existem outros tantos preceitos extravagantes, a pergunta seria: todo o estatuto de ordenanças levíticas está contaminado pelas exorbitâncias, ou, se deve recebe-lo ou acatá-lo seletivamente, parcialmente, neste caso qual o critério para se receber seletivamente certos preceitos? Então a resposta para o caso em questão da mentira está adiante em Lev. 20.22, onde a punição para quem mente é dada: “...Guardai, pois todos os meus estatutos, e todos os meus juízos, e cumprí-los, para que não vos vomite a terra, para a qual eu vos levo para habitar nela...”. Portanto, os ordenamentos não são necessários para os cristãos modernos, são ordenanças para o povo semita, apenas, são restritos no tempo, no espaço da etnia judia e israelense para os tempos e para as eras proféticas. A mentira não é pecado, é uma transgressão contingente, como as demais ordenanças levíticas. Os castigos para as desobediências a estas ordenanças seriam: 1 – Expulsão do seio do povo; 2 – Pena de morte; 3 – Opróbrio; 4 – Maldição, amaldiçoamento; 5 – Indenização material; 6 – Vingança: olho-por-olho. 7 – Apedrejamento. 8 – Queimar, incinerar. 9 – Infanticídio, parricídio, matricídio. 10 – Proibição de entrar na Canaã terrena, a terra prometida dos retirantes do Egito. A íntegra do Levítico segue; Levítico, escrito por Moisés através da revelação da tradição oral e de papiros antigos dos anciões e sacerdotes hebreus e não hebreus Livro que revela as tradições não apenas dos povos semitas, israelense e judeu, (povos ainda assim não reconhecidos na sua época histórica), e vistos com o olhar da ciência da Antropologia que estuda os hábitos e as culturas das civilizações humanas, o povo semita não a criou do nada, com qualquer cultura, nasce em todos os povos não isolados, assim pode o povo semita enriquecer e obrigatoriamente amalgamar e adaptar as culturas antigas e anteriores à sua própria cultura. Dito isto, e lembrando que nenhuma cultura pode ser transposta e importada sem sofrer a necessária aculturação local, também é verdade que sofre adições e amputações, também sofre os mais distintos graus de interferência e é enriquecida das inovações, assim a cultura de uma civilização se submete às mais variadas leituras internas pelas tribos, guetos, e subdivisões bairristas internamente, forjando dialetos e variações dela mesma endogamicamente, forjando assim todas as subculturas que emparedam os seres humanos que são assim subjugados pelos comportamentos, etiquetas e protocolos sociais cujo significado somente fazem sentido pela cultura que o constituiu, criando a escala de valores sociais que também só tem sentido e importância internamente a cada subcultura e são de rito social obrigatório, inclusive para os visitantes e imigrantes. O Levítico precisa ser cuidadosamente lido nesta perspectiva antropológica, cultural e epistemológica, com as devidas vênias temporais e culturais, é o que iremos fazer agora. Preferiríamos que o livro de Levítico estivesse excluído dos 66/73 volumes que compõem as Sagradas Escrituras porque a sua leitura e a sua compreensão exigem certos pré-requisitos antecipadamente recomendados: antropológicos, históricos e teleológicos. Assim como o livro do apocalipse foi escrito descrevendo tecnologias do futuro que ainda desconhecemos aqui na terra hoje no presente e que nos parecem extravagantes e impossíveis, um enorme esforço de compreensão deve ser investido tal qual os leitores de Júlio Verne foram desafiados a imaginarem ou mais do que isso: interpretarem as profecias de Nostradamus, a leitura do apocalipse fala de um futuro com concepções científicas e tecnológicas, e mais do que isto, de uma sociedade com valores sociais e um tipo de organização social e política que ainda não conhecemos hoje, nem a imaginamos, o Levítico fala de concepções de mundo completamente diferente da nossa vivência atual, visto ser um mundo que estava construindo as noções sociais e religiosas desconhecidas deles e ultrapassadas para nós hoje em nossa ideia de instituições sociais, morais, éticas, religiosas, políticas, econômicas, socioeconômicas, de quase tudo que conhecemos hoje como mundo. O Senhor falou a Moisés dando as instruções em consonância com os costumes semitas e dos povos que construíram os hábitos, as doutrinas, as liturgias bastante comuns e com a qual os povos vizinhos estavam socializados, onde o sacrifício físico dos animais e de humanos, como no caso de Abraão e Isaque, então o sacrifício humano foi suspenso, e permaneceu o ritual pagão acolhido e recepcionado pelos cristãos com os animais. Sacrifícios, sangue espalhado, pedaços dos cadáveres dos animais repartidos, pessoas sem defeitos físicos e apenas as de boa aparência, enfim, o livro do Levítico em nada inova com relação aos costumes pagãos de sua época datada historicamente. Que lições importam colher dos sacrifícios dos Levitas? Em primeiro lugar porque o Senhor não criou, porém determinou a abolição dos costumes arraigados e dos rituais que causavam grande impacto cênico, extremamente e essencialmente simbólicos e de grande impacto psicológico àépoca dos hebreus antigos? O ser humano é um ser simbólico, iconográfico, e emotivo, emocional, gregário, dado a grandes espetáculos, sujeitos a impacto forte e grandes símbolos capazes de causarem uma violação psíquica, por conseguinte para dobrarem aquelas pessoas que viviam na época dos milagres, onde havia se naturalizado os fenômenos, tudo na natureza era encantado, não se conheciam as leis científicas, então era mais natural aceitar a magia das coisas, aliás a única explicação para a natureza era dada pela religião, pela magia e pelo destino. Era um mundo sem a racionalidade euclidiana, portanto, a linguagem do entendimento cognitivo possível ao mundo era a da magia do fetichismo, do animismo ainda muito conspícuos. Jesus é o psicólogo dos psicólogos, não se combate argumentos psicológicos com argumentos racionais, simplesmente não funciona porque são de esferas cognitivas diferentes e dissonantes. Os pecados listados ali naquele rol são: blasfêmia, falsas juras, roubo, tocar em defuntos e cadáveres, tocar em líquidos do corpo considerados imundos, depositário infiel, apropriação indébita, apropriação fortuita e indevida, a dieta permitida de comida carnívora rigidamente permitida e/ou proibida, de aves, peixes e animais terrestres. Instruções detalhadas sobre mulher parida, recém-nascidos, horário em que os alimentos prescritos e proscritos permanecem impuros, estão detalhadamente confirmados das tradições locais, nada ali foi criado por Moisés e era de todo conhecido do povo judeu e israelense. Os tratamentos para os portadores de doenças transmissíveis são avaliados pelos sacerdotes para serem isolados e segregados do convívio social. Instruções detalhadas com relação à higiene com sêmen, com fluxos do corpo, fluxo menstrual e a separação e afastamento de sete dias da mulher menstruada, então vem as ordenações sobre as relações sexuais permitidas exogamicamente, entre parentes e contraparentes. Excluem-se as relações sexuais entre os parentes com os: pais, mães, filhos, sobrinhos, irmãos, netos, tios, noras, filha da mulher, do mesmo sexo, nem com animal, não se deve comer do que cai da videira para deixar estas sobras para os estrangeiros comerem, não mentir, não furtar, não usar de falso, não zombar do surdo, nem colocar obstáculo aos cegos, não vestir de diversos estofos diferentes de roupas misturadas, nem misturar diferentes espécies animais no pasto, não fazer mexericos, não se vingarás, não odiar teu irmão, morte ao casal adúltero, morte ao que dormir com nora, e com a madrasta idem, morte a ambos, ou com animais, com necromancia, com enfermos, morrerá o que amaldiçoar os pais. Olho por olho, quem matar morrerá, quem blasfemar morrerá, quem matar animal paga por ele, apedrejar, queimar e expulsar são as penas previstas.   A Mentira na Bíblia No livro de Gênesis 1 – Gen 21.23 Agora, pois, jura-me aqui por Deus, que não mentirás a mim, nem a meu filho, nem a meu neto; segundo a beneficência que te fiz, me farás a mim, e à terra onde peregrinaste. Abimeleque pede a Abraão que não minta a ele que era pai de seu enteado. No livro de Êxodo 2 – Exo 5.9 Agrave-se o serviço sobre estes homes, para que se ocupem nele e não confiem em palavras mentirosas. Faraó do Egito quem dá esta ordem aos feitores do povo de Israel. No livro de Levítico 3 – lev 19.11 Não furtareis nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo. Foi uma ordenança para os estatutos do israelenses e judeus conviverem em paz entre eles na congregação dos filhos de Israel. No livro de Deuteronômio 4 – Deu 19.15 Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniquidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato. Ensina como fazer uma acareação informal sobre o testemunho cruzado entre três pessoas. No livro de Juízes 5 – Jui 16.10 Então disse Dalila a Sansão: Eis que zombaste de mim, e me disseste mentiras; ora declara-me agora com que poderias ser amarrado. Sobre Sansão tentando manter o segredo de sua força divina contida nos seus cabelos intocados, para a sua amante Dalila, mentindo e desviando a atenção de Dalila. 6 – Jui 16.13 E disse Dalila a Sansão: Até agora zombaste de mim, e me disseste mentiras. Declara-me pois, agora, com que poderias ser amarrado? Se teceres sete tranças dos cabelos da minha cabeça com os laços da teia. Dalila tenta quebrar a promessa de Sansão com Deus para manter o segredo escondido de Dalila, sobre a sua força, Dalila lamenta que Sansão esconde a verdade dela mentindo. No livro de I Samuel 7 – I Sam 15.29 E também aquele que é a força de Israel nação mente nem se arrepende, porquanto não é um homem para que se arrependa. Samuel falando para Saul, a quem ungia como rei. No livro de II Samuel 8 – II Sam 18.13 Ainda que cometesse mentira a risco da minha vida, nem por isso coisa nenhuma se esconderia ao rei; e tu mesmo te oporias. No livro de I Reis 9 – I Rei 3.22 Então disse a outra mulher. Não, mas o vivo é meu filho, e teu filho o morto. Porém esta disse: não, por certo, morto é teu filho, e meu filho o vivo. Assim falaram perante o rei. Duas mulheres, prostitutas, que tinham dado à luz a cada uma das duas crianças em disputa, uma delas inadivertidamente dormindo sem querer sufocou o filho e o matou, então se levantou e trocou o seu filho morto pelo da outra, e tentou enganá-la. Então levaram a causa para que o rei Salomão decidisse quem era a mãe de fato do filho vivo. 10 – I Rei 13.18 E ele lhe disse: Também eu sou profeta com tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água (porém mentiu-lhe). Desobedeceu às recomendações de Deus para o encontro onde não deveria comer pão e beber da água, por isso foi castigado sendo morto por um leão e o seu corpo ficando insepulto, como Deus o advertira. 11 – I Rei 22.22 E disse ele: Eu sairei, e serei um espírito de mentira na boca de todos os seus profetas. E disse: tu o induzirás, e ainda prevalecerás; e sai e faze assim. A mentira aparece numa visão de Jeosafá rei de judá, onde com a aprovação do Senhor, os profetas mentem para induzir os inimigos do povo de Deus e a favorecer a derrota dos seus inimigos perante Jeosafá. 12 – I Rei 22.23 Agora, pois, eis que o Senhor pôs o espírito de mentira na boca de todos estes teus profetas, e o Senhor falou o mal contra ti. No livro de II Reis 13 – II Rei 9.12 Mas eles disseram: É mentira; agora faze-nos saber. E disse: Assim e assim me falou, a saber. Assim diz o Senhor: Ungi-te rei sobre Israel. A mentira aqui é usada como um argumento em uma discussão entre jeú e os seus servos, tentando convencê-los de que este estava em companhia confiável enviado do Senhor. No livro de II Crônicas 14 – II Cro 18.21 E ele disse: Eu sairei, e serei um espírito de mentira na boca de todos os seus profetas. E disse o Senhor: Tu o persuadirás, e ainda prevalecerás; sai, e faze-o assim. Idem 15 – II Cro 18.22 Agora, pois, eis que o Senhor pôs um espírito de mentira na boca destes teus profetas; e o Senhor falou o mal a teu respeito. Idem No livro de Neemias 16 – Nee 6.8 Porém eu mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; mas tu, do teu coração, o inventas. Profetas continuam a mentir a Neemias. Aqui fica claro que na situação de conflito, de guerras, de disputas a mentira é um instrumento de defesa, de proteção, de estratégia e de dissimulação. A mentira em si mesma não é pecado, ela pode ser circunstancialmente parte de uma ação coordenada para levar a cabo empreendimentos de toda ordem. No livro de Jó 17 – Jó 11.3 Às tuas mentiras se hão de calar os homens? E zombarás tu em que ninguém te envergonhe? Zofar repreende Jó para que não conte vantagens e se envaideça do que não é nem daquilo que ele não fez. 18 – Jó 13.4 Vós, porém, sois inventores de mentiras, e vós todos médicos que não valem nada. Jó se defende das acusações de seus amigos, chamando-os de enganadores, incompetentes, inescrupulosos e falsos. 19 – Jó 13.7 Por ventura por Deus falareis perversidade e por ele falareis mentiras? Mais uma vez Jó adverte sobre a responsabilidade de ser um profeta de Deus. 20 – Jó 13.11 Porventura não vos espantará a sua alteza, e não cairá sobre vós o seu terror? Ainda Jó debate e defende a sua justa luta e retidão perante as acusações. 21 – Jó 15.31 Não confie, pois, na vaidade, enganando-se a si mesmo, porque a vaidade será a sua recompensa. As coisas supérfluas e as vaidades são apenas aparências das coisas efêmeras, passageiras e descartáveis. 22 – Jó 27.3 Que, enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus nas minhas narinas. Jó sustenta a sua sinceridade, a sua integridade, sua inteireza de fé e de propósitos. 23 – Jó 27.4 Não falarão os meus lábios a iniquidade, nem a minha língua pronunciará engano. idem 24 – Jó 31.5 Se andei com falsidade, e se o meu pé se apressou para o engano. A vaidade é uma forma de mentira social. No livro dos Salmos 25 – Sal 4.2 Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira? (Selá) Davi canta o salmo em clamor contra a infâmia e a difamação dos inimigos; 26 – Sal 5.6 Destruirás aqueles que falam a mentira; o Senhor aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento. Pede Davi que destrua aqueles que o difama. 27 – Sal 7.14 Eis que ele está com dores de perversidade; concebeu trabalhos, e produziu mentiras. Fala da perversidade da mentira dos seus perseguidores. 28 – Sal 10.7 A sua boca está cheia de imprecações, de enganos e de astúcia; debaixo da sua língua há malícia e maldade. 29 – Sal 24.4 Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a benção do Senhor e a justiça do Deus de sua salvação. 30 – Sal 31-13 Pois ouvi a murmuração de muitos, temor havia ao redor; enquanto juntamente consultavam contra mim, intentaram tirar-me a vida. 31 – Sal 34-13 Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano. Conselhos e admoestações do profeta. 32 – Sal 40.4 Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira. Bem aventuranças são compensações leves. 33 – Sal 52.3 Tu amas mais o mal do que o bem, e a mentira mais do que o falar a retidão. (Selá.) A ruína do caráter leva à mentira. E vice versa. 34 – Sal 58.3 Alienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, falando mentiras. Andam errados os que mentem. 35 – Sal 59-12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios, fiquem presos na soberba, e pelas maldições e pelas mentiras que falam. Os soberbos mentem. 36 – Sal 62.3 Até quando maquinareis o mal contra um homem? Sereis mortos todos vós, sereis como uma parede encurvada e uma sebe prestes a cair. Exortação para os que confiam em Deus. 37 – Sal 62.4 Eles somente consultaram como o hão de derrubar da sua excelência; deleitam-se em mentiras; com a boca bendizem, mas nas suas entranhas maldizem. (Selá). Exortação aos que confiam em Deus. 38 – Sal 62.9 Certamente que os homens de classe baixa são vaidade, e os homens de ordem elevada são mentira; pesados em balanças, eles juntos são mais leves do que a vaidade. A mentira das aparências de soberbas. 39 – Sal 63.11 Cairão à espada; serão uma ração para as raposas. Calar os que falam a mentira. 40 – Sal 69.4 Aqueles que me odeiam sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça; aqueles que procuram destruir-me, sendo injustamente meus inimigos, são poderosos; então restituí o que não furtei. Os homens maus que perseguem o Profeta Davi. 41 – Sal 101.7 O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firma perante os meus olhos. Davi se aborrece com os mentirosos. 42 – Sal 109.2 Pois a boca do ímpio e a boca do enganador estão abertas contra mim. Têm falado contra mim com uma língua mentirosa. Davi pede a maldição contra os que falam contra ele, e os que mentem para o ferir. 43 – Sal 109.20 Seja este o galardão dos meus contrários, da parte do Senhor, e dos que falam mal contra a minha alma. 44 – Sal 119.29 Desvia de mim o caminho da falsidade, e concede-me piedosamente a tua lei. 45 – Sal 119.69 Os soberbos forjaram mentiras contra mim; mas eu com todo o meu coração guardarei os teus preceitos. Davi reclama dos seus perseguidores e dos invejosos. 46 – Sal 119.78 Confundam-se os soberbos, pois me trataram duma maneira perversa, sem causa; mas eu meditarei nos teus preceitos. Os mentirosos tentam confundir e prejudicar o salmista Davi. 47 – Sal 119.86 Todos os teus mandamentos são verdade. Com mentiras me perseguem; ajuda-me. A mentira persegue o Salmista e ele pede a Deus para livrá-lo dos seus perseguidores que tentam desacreditá-lo, afoga-lo em mentiras. 48 – Sal 119-128 Por isso estimo todos os teus preceitos acerca de tudo, como retos, e odeio a toda falsa vereda. Foge o profeta salmista do caminho torto. 49 – Sal 119.163 Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei. Abominação para Davi, a falsidade e mentira vã. 50 – Sal 144.8 Cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de falsidade. Os estranhos à sua amizade buscam confundi-lo com a mentira. 51 – Sal 144.11 Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de iniquidade. No livro dos Provérbios 52 – Pro 6.12 O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida. 53 – Pro 6.17 Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; Das perversidades a mentira é que mais aborrece o Senhor. 54 – Pro 6.19 A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos. O falso testemunho é um dos mandamentos. 55 – Pro 12.5 Os pensamentos dos justos são retos, mas os conselhos dos ímpios, engano. Palavras dos ímpios são como armadilhas. 56 – Pro 12.17 O que diz a verdade manifesta a justiça, mas a falsa testemunha diz engano. 57 – Pro 12.19 O lábio da verdade permanece para sempre, mas a língua da falsidade, dura por um só momento. 58 – Pro 13.5 O justo odeia a palavra de mentira, mas o ímpio faz vergonha e se confunde. A mentira aborrece o justo. 59 – Pro 14.5 A verdadeira testemunha não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras. 60 – Pro 14.25 A testemunha verdadeira livra as almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador. 61 – Pro 19.5 A falsa testemunha não ficará impune e o que respira mentiras não escapará. 62 – Pro 19.9 A falsa testemunha não ficará impune; e o que profere mentiras perecerá. 63 – Pro 20.17 Suave é ao homem o pão da mentira, mas depois a sua boca se encherá de cascalho. 64 – Pro 21.6 Trabalhar com a língua falsa para ajuntar tesouros é vaidade que conduz aqueles que buscam a morte. 65 – Pro 24.1 Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. 66 – Pro 25.18 Martelo, espada e flecha aguda é o homem que profere falso testemunho contra os eu próximo. 67 – Pro 26.18 Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades. 68 – Pro 29.12 O governador que dá atenção às palavras mentirosas, achará que todos os seus servos são ímpios. 69 – Pro 30.8 Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantêm-me do pão da minha porção de costume. No livro de Isaías 70 – Isa 9.5 (O ancião e o homem de respeito é (sic) a cabeça; e o profeta que ensina a falsidade é a cauda). 71 – Isa 16.6 Ouvimos da soberba de Moabe, que é soberbíssimo; da sua altivez, da sua soberba, e do seu furor; porém, as suas mentiras não serão firmes. 72 – Isa 28.15 Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte, e com o inferno fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque pusemos a mentira por nosso refúgio, e debaixo da falsidade nos escondemos. Este seria o castigo para Efraim e de Judá por causa de suas impenitências ao Senhor. 73 – Isa 28.17 E regrarei o juízo pela linha, e a justiça pelo prumo, e a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas cobrirão o esconderijo. 74 – Isa 30.10 Que dizem aos videntes: Não vejais; e aos profetas: Não profetizeis para nós o que é reto; dizei-nos coisas aprazíveis, e tendes para nós aprazíveis enganos. 75 – Isa 30.12 Por isso, assim diz o Santo de Israel: porquanto rejeitais estas palavras, e confiais na opressão e perversidade, e sobre isso vos estribais. 76 – Isa 32.5 Ao vil nunca mais se chamará liberal; e do avarento nunca mais se dirá que é generoso. 77 – Isa 32.6 Porque o vil fala obscenidade, e o seu coração pratica a iniquidade, para usar hipocrisia, e para proferir mentiras contra o Senhor, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de bebida. 78 – Isa 32.7 Também todas as armas do avarento são más; ele maquina invenções malignas, para destruir os mansos com palavras falsas, mesmo quando o pobre chega a falar retamente. Se pode mentir para enganar, ou por não saber a verdade, por erro, ou por falta, ou por falha, ou por pensar estar falando a verdade sem sê-la. 79 – Isa 44.20 Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita? A mentira como má notícia ou como palavra desagradável. Nem sempre mentiras são desvios da verdade, podem ser apenas gentilezas falsas, ou hipocrisias sociais. 80 – Isa 44-25 Que desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos; que faço tornar atrás os sábios, e converto em loucura o conhecimento deles; 81 – Isa 53.9 E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. 82 – Isa 54.17 Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor. 83 – Isa 58.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente. Então o Senhor o abençoará fartamente. 84 – Isa 59.3 Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, e os vossos dedos de iniquidade; os vossos lábios falam falsidade, a vossa língua pronuncia perversidade. A mão do Senhor fica encolhida e o seu ouvido fica surdo. 85 - Isa 59.4 Ninguém há que clame pela justiça, nem ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam na vaidade, e andam falando mentiras; concebem o trabalho, e produzem a iniquidade. Pessoas mentem para se parecerem corretas, mentem para se defenderem de acusações injustas, mentem para parecerem mais justas, mentem para obterem vantagens indevidas, mentem para se livrarem de castigos, mentem para parecerem melhores do que são, mentem para esconderem as suas mazelas, mentem para esconderem suas deficiências. 86 – Isa 59.13 Como o prevaricar, e mentir contra o Senhor, e o desviarmo-nos do nosso Deus, o falar de opressão e rebelião, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade. No livro de Jeremias 87 – Jer 5.31 Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; as que fareis ao fim disto? 88 – Jer 6.13 Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dáà avareza; e desde o profeta até ao sacerdote, cada um usa de falsidade. 89 – Jer 7.27 Dir-lhes-às, pois, todas estas palavras, mas não te darão ouvidos; chama-los-ás, mas não te responderão. 90 – Jer 8.8 Como, pois, dizeis: Nós somos sábios, e a lei do Senhor está conosco? Eis que em vão tem trabalhado a falsa pena dos escribas. 91 – Jer 8-10 Portanto darei suas mulheres a outros, e os seus campos a novos possuidores; porque desde o menor até o maior, cada um deles se dáà avareza; desde o profeta até ao sacerdote, cada um deles usa de falsidade A falsidade é uma espécie de mentira não literal, não falada, não revelada, não verbal e não escrita, é uma mentira muita vez encenada, mimetizada, representada, mas é mentira também. 92 – Jer 9.3 E encurvaram a língua como se fosse o seu arco, para mentora; fortalecem-se na terra, mas não para verdade; porque avançam de malícia em malícia, e a mim não me conhecem, diz o Senhor. O engano e o erro não são da categoria da verdade, por isso mentiras também. Mentiras dolosas, e mentiras culposas, são mentiras inconscientemente praticadas, ou mentiras inconsequentemente praticadas. 93 – Jer 9.5 E zombará cada um do seu próximo, então falam a verdade; ensinam a sua língua a falar mentira, andam-se cansando em proceder perversamente. 94 – Jer 9.6 A tua habitação está no meio do engano; pelo engano recusam conhecer-me, diz o Senhor. 95 – Jer 9.7 Portanto assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que eu os fundirei e os provarei; pois, de que outra maneira procederia com a filha do meu povo? 96 – Jer 9.8 Uma flecha mortífera é a língua deles; fala engano; com sua boca fala cada um de paz com seu próximo, mas no seu coração arma-lhes ciladas. 97 – Jer 10.2 Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis dos sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. 98 – Jer 10.14 Todo o homem é embrutecido no seu conhecimento; envergonha-se todo o fundidor da sua imagem de escultura; porque sua imagem fundida é mentira, e nelas não há espírito. A cópia é uma mentira, porque a cópia não é o original, só o original é a verdadeira coisa. O que não pode ser verdadeiro é falso, é mentiroso como a bijuteria que simula a joia verdadeira, enganando propositalmente e dolosamente a consciência coletiva na intenção, no efeito e a falsa imagem projetada de falsa luxúria. 99 – Jer 13.25 Esta será a tua sorte, a porção que te será medida por mim, diz o Senhor; pois te esquecestes de mim, e confiaste em mentiras. Ao acreditar em algo que pensas ser verdade acreditas na mentira, sem o saber, do mesmo modo que respondes errado pensando saber a resposta mentes sem saber estardes mentindo. Como se vê a mentira é muito mais comum e complexa como poderia parecer à primeira vista. 100 – Jer 14.14 E disse-me o Senhor: Os profetas profetizam falsamente no meu nome; nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam. 101 Jer 16.19 Ó Senhor, fortaleza minha, e força minha, e refúgio meu no dia da angústia; a ti virão os gentios desde os fins da terra, e dirão: Nossos pais herdaram só mentiras, e vaidade, em que não havia proveito. Sonhos não realizados, promessas não cumpridas, são mentiras. Desejos não concretizados, planos fracassados, esforços não efetivados são irreais e irrealizados e então são mentiras como as fábulas, as ficções, as lendas, as histórias infantis, os super-heróis, os contos lendários e heroicos, as lendas e os mitos são tudo mentira. Mentimos no Natal, sabemos que a data do nascimento de Jesus é incerta, mentimos na Páscoa com os ovos de chocolate, de um coelho que não é ovíparo, mentimos com as histórias da Branca de Neve e os Sete Anões que contamos aos nossos filhos, os romances ficcionais, as parábolas da Bíblia, quando brincamos de aviãozinho com a colherinha de sopa para o bebê engolir a sopa, mentimos a vida inteira quando juramos amor único e eterno no casamento, juramos por qualquer coisa para obtermos a confiança e recompensa. 102 – Jer 20.6 E tu, Pasur, e todos os moradores da tua casa ireis para o cativeiro; e virás a Babilônia, e ali morrerás, e ali serás sepultado, tu, e todos os teus amigos, aos quais profetizaste falsamente. 103 – Jer 23.14 Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma e Gomora. 104 – Jer 23.25 Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. 105 – Jer 23.26 Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração? 106 – Jer 23.30 Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo. 107 – Jer 23.32 Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor. 108 – Jer 23.34 e 29.21 E, quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo, que disser: Peso do Senhor, eu castigarei o tal homem e a sua casa. 109 – Jer 27.10 Porque mentiras vos profetizam, para vos mandarem para longe da vossa terra, e para que eu vos expulse dela, e pereçais. 110 – Jer 27.12 E falei com Zedequias, rei de Judá, conforme todas estas palavras, dizendo: Colocai os vossos pescoços no jugo do rei da Babilônia, e servi-o, a ele e ao seu povo, e vivereis. 111- Jer 27.14 E não deis ouvidos às palavras dos profetas, que vos falam, dizendo: Não servireis ao rei de Babilônia; porque vos profetizam mentiras. 112 – Jer 27.15 Porque não os enviei, diz o Senhor, e profetizam falsamente em meu nome; para que eu vos lance fora, e pereçais, vós e os profetas que vos profetizam. 113 – Jer 27.16 Também falei aos sacerdotes, e a todo este povo, dizendo: Assim diz o SENHOR: Não deis ouvido às palavras dos vossos profetas, que vos profetizam, dizendo: Eis que os utensílios da casa do Senhor cedo voltarão de Babilônia, porque vos profetizam mentiras. 114 – Jer 28.15 E disse o profeta Jeremias ao profeta Hananias. Ouve agora, Hananias: Não te enviou o Senhor, mas tu fizeste que o povo confiasse em mentiras. 115 – Jer 29.8 Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos, nem deis ouvidos aos vossos sonhos, que sonhais. 116 – Jer 29.9 Porque eles vos profetizam falsamente em meu nome; não os enviei, diz o senhor. 117 – Jer 29.21e 23.34 Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel, acerca de Acab, filho de Colaías, e de Zedequias, filho de Maaséias, que vos profetizam falsamente em meu nome: Eis que os entregarei na mão de Nabucodonozor, rei de Babilônia, e ele os ferirá diante dos vossos olhos. 118 – Jer 29.23 Porquanto fizeram loucuras em Israel, e cometeram adultério com as mulheres dos seus vizinhos, e anunciaram falsamente, em meu nome uma palavra, que não lhes mandei, e eu o sei e sou testemunha disso, diz o senhor. 119 – Jer 29.31 Manda todos os do cativeiro, dizendo: Assim diz o Senhor acerca de Semaías, o neelamita: Porquanto Semaías vos profetizou, e eu não o enviei, e vos fez confiar em mentiras. 120 – Jer 29.32 Portanto assim diz o Senhor: Eis que castigarei s Semaías, o neelamita, e a sua descendência; ele não terá ninguém que habite entre este povo, e não verá o bem que hei de fazer ao meu povo, diz o Senhor, porque falou em rebeldia contra o Senhor. 121 – Jer 40.16 Mas disse Gedalias, filho de Aicão, a Joanã, filho de Careá: Não faças tal coisa; porque falas falsamente contra Ismael. 122 – Jer 43.2 Então falaram Azarias, filho de Hosaías, e Joanã, filho de Careá, e todos os homens soberbos, dizendo a Jeremias: Tu dizes mentiras; o Senhor nosso Deus não te enviou a dizer: Não entreis no Egito, para li não habitar. 123 – Eu conheço, diz o Senhor, a sua indignação, mas isso nada é; as suas mentiras nada farão. 124 – Jer 51.17 Embrutecido é todo o homem, no seu conhecimento; envergonha-se todo o artífice da imagem de escultura; porque a sua imagem de fundição é mentira, e nelas não há espírito. 125 – Jer 51.18 Vaidade são, obra de enganos; no tempo da visitação perecerão No livro de Lamentações de Jeremias 126 – Lam 2.14 Os teus profetas viram para ti, vaidade e loucura, e não manifestaram a tua maldade, para impedirem o teu cativeiro; mas viram para ti cargas vãs e motivos de expulsão. No livro de Ezequiel 127 – Eze 13.6 Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra. 128 – Eze 13.8 Portanto assim diz o Senhor Deus: Como tendes falado vaidade, e visto a mentira, portanto eis que eu sou contra vós, diz o Senhor Deus. 129 – Eze 13.9 E a minha mão será contra os profetas que vêm vaidade e que adivinham mentira; não estarão na congregação do meu povo, nem nos registros da casa de Israel se escreverão na terra de Israel; e sabereis que eu sou o Senhor Deus. 130 – Eze 13.19 E vós me profanastes entre o meu povo, por punhados de cevada, e por pedaços de pão, para matardes as almas que não haviam de morrer, e para guardardes em vida as almas que não haviam de viver, mentindo assim ao meu povo que escuta mentira? 131 – Eze 13.22 Visto que entristeceste o coração do justo com falsidade, não o havendo eu entristecido; e fortaleceste as mãos do ímpio, para que não se desviasse do seu mau caminho, para conservá-lo em vida. 132 – Eze 14.9 E se o profeta for enganado, e falar alguma coisa, eu, o Senhor, terei enganado esse profeta; e estenderei a minha mão contra ele, e destruí-lo-ei do meio do meu povo Israel. 133 – Eze 21.28 E tu, ó filho do homem, profetiza, e dize: Assim diz o Senhor Deus acerca dos filhos de Amom, e acerca do seu opróbrio; dize pois: A espada, a espada está desembainhada, polida para a matança, para consumir, por estar reluzente; 134 – Eze 21.29 Entretanto te profetizam a vaidade, te adivinham mentira, para te porem no pescoço dos ímpios, daqueles que estão mortos, cujo dia veio no tempo da iniquidade final. 135 – Eze 22.28 E os seus profetas têm feito para eles cobertura com argamassa não temperada, profetizando vaidade, adivinhando-lhes mentira, dizendo: Assim diz o Senhor Deus; sem que o Senhor tivesse falado. 136 – Eze 24.12 Ela com mentiras se cansou; e não saiu dela a sua muita escuma; ao fogo irá a sua escuma. No livro de Daniel 137 – Dan 2.9 De modo que, se não me fizerdes saber o sonho, uma só sentença será vossa; pois vós preparastes palavras mentirosa e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude o tempo; portanto dizei-me o sonho, para que eu entenda que me podeis dar a sua interpretação. 138 – Dan 11.27 Também estes dois reis terão o coração atento para fazerem o mal, e a uma mesma mesa falarão mentira; mas isso não prosperará, porque ainda verá o fim no tempo determinado. No livro de Oséias 139 – Ose 4.2 Só permanecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar e o adulterar; fazem violência, um ato sanguinário segue imediatamente a outro. 140 – Ose 7.3 Com a sua malícia alegram ao rei, e com as suas mentiras aos príncipes. 141 –Ose 7.13 Aí deles, porque fugiram de mim; destruição sobre eles, porque se rebelaram contra mim; eu os remi, mas disseram mentiras contra mim. 142 – Ose 10.13 Lavrastes a impiedade, segastes a iniquidade, e comestes o fruto da mentira; porque confiaste no teu caminho, na multidão dos teus poderosos. 143 – Ose 11.12 Efraim me cercou com mentira, e a casa de Israel com engano; mas Judá ainda domina com Deus, e com os santos está fiel. 144 – Ose 12.1 Efraim se apascenta de vento, e segue o vento leste; todo o dia se multiplica a mentira e a destruição; e fazem aliança com a Assíria, e o azeite se leve ao Egito. No livro de Amós 145 – Amo 2.4 Assim diz o Senhor: Por três transgressões de Judá, e por quatro, não retirarei o castigo, porque rejeitaram a lei do Senhor, e não guardaram os seus estatutos, antes se deixaram enganar por suas próprias mentiras, após as quais andaram seus pais. No livro de Miquéias 146 – Miq 2.11 Se houver alguém que, andando com espírito de falsidade, mentir, dizendo: Eu te profetizarei sobre o vinho e a bebida forte; será esse tal o profeta deste povo. 147 – Miq 6.12 Porque os seus ricos estão cheios de violência, e os seus habitantes falam mentiras e a sua língua é enganosa na sua boca. No livro de Naum 148 – Nau 3.1 Ai da cidade ensanguentada! Ela está toda cheia de mentiras e de rapina; não se aparta dela o roubo. No livro de Habacuque 149 – Hab 2.3 Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apresa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. 150 – Hab 2.18 Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artíficie ? Ela é a imagem de fundição que ensina mentira, para que quem a formou confie na sua oba, fazendo ídolos mudos. 151 – Hab 2.19 Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode isso ensinar? Eis que está coberta de ouro e de prata, mas dentro dela não há espírito algum. No livro de Sofonias 152 – Sof 3.4 Os seus profetas são levianos, homens aleivosos; os seus sacerdotes profanaram o santuário, e fizeram violência à lei. 153 – Sof 3.13 O remanescente de Israel não cometerá iniquidade, nem proferirá mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa; mas serão apascentados, e deitar-se-ão, e não haverá quem os espante. No livro de Zacarias 154 – Zac 10.2 Porque os ídolos têm falado vaidade, e os adivinhos têm visto mentira, e contam sonhos falsos; com vaidade consolam, por isso seguem o seu caminho como ovelhas; estão aflitos, porque não há pastor. 155 – Zac 13.2 E acontecerá naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, que tirarei da terra os nomes dos ídolos, e deles não haverá mais memória; e também farei sair da terra os profetas e o espírito da impureza. 156 – Zac 13.3 E acontecerá que, quando alguém ainda profetizar, seu pai e sua mãe, que o geraram, lhe dirão: Não viverás, porque falaste mentira em nome do Senhor; e seu pai e sua mãe, que o geraram, o transpassarão quando o profetizar. No livro de evangelho de Matheus 157 – Mat 15.16 Jesus, porém, disse: Até vós mesmos estais ainda sem entender. 158 – Mat 19.18 Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho. 159 – Mat 28.15 E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje. No livro de evangelho de Marcos Mar 8.29-30 E ele lhes disse: Mas vós quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo E admoestou-os, para que a ninguém dissessem aquilo dele. No livro de evangelho de Lucas 160 – Luc 18.19 Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus. No livro de evangelho de João 161 – Joa 8.44 Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. É o único trecho onde na Bíblia se diz que o Diabo é o rei da mentira. É quem mais se vale da mentira, continuamente, pois a mentira é o meio mais fácil de induzir alguém a agir pensando estar fazendo o que é certo, inocentemente. No livro de Romanos 162 – Rom 1.24 Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; 163 – Rom 1.25 Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Fala Paulo da decadência dos gentios, que enveredam pela concupiscência da carne e invertem a natureza da vida sexual, praticando atos abomináveis em busca da luxúria e do homossexualismo. 164 – Rom 3.7 Mas, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para glória sua, por que sou eu ainda julgado também como pecador? Em Romanos 3.23 “Porque todos pecaram e destituídos estão da graça de Deus”. O texto é autoexplicativo. Não o é pela mentira, mas pela intenção e pelos resultados, onde os fins ou os meios também se alinham, quando diz que linhas tortas também escrevem o direito. É a busca da justificativa ontológica do relativismo da mentira. No livro de Efésios 165 – Efe 4.25 Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. No livro de II Tessalonicences 166 – II Tes 2.9 A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira. 167 – II Tes 2.11 E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Deus nos últimos dias vai confundir os que não creram na verdade com as suas próprias mentiras, no fim dos tempos. No livro de I Timóteo 168 – I Tim 4.2 Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; No livro de I Pedro 169 – I Ped 3.10 Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem. No livro de II Pedro 170 – II Ped 2.3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. No livro de I João 171 – I Joa 2.21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. 172 – I Joa 2.27 E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis. 173 – I Joa 4.1 Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. No livro de Apocalipse 174 – Apo 14.5 E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus. 175 – Apo 21.8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. 176 – Apo 21.27 E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. 177 – Apo 22.15 Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Neste diálogo da fala do anjo com João, o anjo fala da guarda dos mandamentos, então diz que será réu do fogo do inferno aquele que vive da mentira, pois tem dito que ama a mentira e convive com ela. Conclusões A mentira deve ser julgada de acordo com as consequências que ela produz. De acordo com a Bíblia, a mentira, para ser considerada um pecado, tem que ser dolosa e tem que ser intencionalmente planejada para produzir o mal. A mentira do mal visa produzir vantagens egoístas quando aplicada e intentada visando o prejuízo ou o engano de outrem. A mentira para ser pecado tem que ser contingente, dolosa, intencional, carregada de más intenções e dirigida ao fim de tornar pior ou maléficos os seus efeitos, resultados, vantagens indevidas e efeitos pecaminosos e perniciosos. .   Os OVNIs e ETs na Bíblia A autenticidade da coleção de livros de contos religiosos e étnicos principalmente da civilização hebreia, A Bíblia Sagrada, é colocada em tese a todo instante. Desde que o primeiro livro de Moisés, O Gênesis, fora escrito, durante os 40 anos de travessia do deserto do Sinai, ouvindo, reescrevendo e autenticando os contos dos velhos anciãos das tribos de Israel e Judá de mais de nove mil anos das tradições dos patriarcas do povo judeu e israelense em travessia do deserto em direção à Canaã, fugindo do velho Egito. Em primeiro lugar, poucos sabiam ler e escrever, a literatura era original e única em pergaminhos, com limitado número de cópias de exemplares completamente originais dos escritos sagrados. Moisés foi não apenas escolhido pelo destino: foi um privilegiado, pois era um em cem mil pessoas naquela época que podia ler e escrever. Assim, durante a tradição histórica da cronologia hebraica desde Adão e Eva até Moisés se passaram pelo menos nove mil anos até que toda a História narrada em Gênesis pudesse ser pela primeira vez escrita por Moisés. Em que pese a tradição oral contada de geração em geração sobre o Gênesis tenha chegado até Moisés depois de 9,5 mil anos de ausência de qualquer registro gráfico das histórias de Adão e do Jardim do Éden na literatura hebraica esta foi a primeira documentada. Muitas imprecisões, mitos, lendas, bizarrices fizeram parte dos contos que Moisés escoimou antes de compilar as histórias para registrá-las em seu livro de Gênesis. Traduzindo os contos étnicos mesclados e amalgamados dos costumes hebreus, com esta simbiose dos contos e tradições assírias, egípcias, e de todos os povos com os quais o povo hebreu entrou em contato, para fundirem todas as tradições, costumes, regras, leis e comportamento social. Quase nada em uma ou qualquer cultura é original, portanto, as tradições levíticas estão eivadas de costumes pagãos que foram recepcionados de outras culturas e assimilados pela cultura hebraica, fato facilmente comprovado pela rica história antiga como por exemplo as profecias e fatos repetidos e recorrentes sobre o messias, o dilúvio, a criação do sol, da lua, da terra, do universo. Todos eles falam de viajantes estranhos vindos do céu, sob uma profusão de descrições de ETs e de OVNIs em todas as literaturas do mundo antigo. O que mais intriga é que os viajantes nunca deixaram vestígios de suas visitas, exceto lembranças e testemunhos, nenhum escombro, carcaça, sucata de naves, ossos, cadáveres de ETs, entulhos, nenhuma pista ou prova material de suas passagens pela Terra. O debate poderia começar pela explicação da definição de céu, de onde vem os anjos e onde fica a morada de Deus e dos anjos. O céu onírico é de uma cor azulada cuja ilusão de cor e forma abobadada se virtualiza pelo efeito da luz solar na atmosfera terrestre. O céu não é um lugar geográfico. Assim, todo o espaço extraterrestre e todo o espaço sideral é representado pelo céu descrito nas escrituras sagradas. Eliminada esta dificuldade semântica, fica estabelecido que todo ente ou toda entidade vinda dos céus será tratada aqui como entidade extraterrestre, ET. Não há o que se questionar contrariamente a isso. Assim, a Bíblia traz algumas descrições de ETs e de OVNIs. Em Êxodo 13.21-22 diz: 21- O Senhor ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite; 22- Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite. Civilizações humanas que tiveram outros contatos com cepas de ET ficaram gravemente impactados, como os índios sul americanos, Astecas, Mayas, Incas, civilizações egípcias, assírias, chineses, japoneses, mongóis, mas, com o povo hebreu foi diferente o contato com os ETs. Uma abordagem diferente e cuidadosa de contatos dos humanos pertencentes ao povo hebreu com os ETs foi preparada para que o contato não fosse traumático, os hebreus foram instruídos, preparados e prevenidos pelos profetas antes e durante os contatos para que não resultasse em pânico e o pior, em idolatria, para que não se transformassem em mais um dos deuses de suas mitologias, um a mais, e para que os feiticeiros e os sacerdotes ou reis não se utilizassem dessa presença e dessa companhia e falsa intimidade com as divindades para aumentarem ou para transferir para si prestígio e poderes místicos, mágicos e religiosos que significavam também uma garantia de linhagem divina pseudo hereditária para os ramos de famílias de reis, rainhas, faraós e imperadores vitalícios. Em todas as culturas antigas vemos desenhos, imagens símbolos dos deuses que assim representaram a presença dos ET entre os humanos. Entre os hebreus a idolatria e a apercepção pela apropriação das imagens dos ETs foi preventa. Toda a linguagem bíblica fora preparada não apenas para ser entendida pelo humano da época da era da linguagem oral e das tradições orais onde o analfabetismo era a regra, mas, e principalmente deixou espaços amplos para ser decifrada e interpretada à luz das culturas do futuro, como a nossa e de outras daqui há mil anos. Culturas não de pessoas tolas que não saibam diferenciar uma baleia de um OSNI submarino, como em Jonas 1.17; 2.1 onde se diz “Deparou o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe.”“Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor seu Deus, e disse..” Seria grotesco esperar que pessoas que não sabiam o que era eletrônica, mecânica, submersíveis, motores pudessem ler nessas passagens algo que não poderia existir em sua tecnologia senão três mil a dez mil anos no futuro, mas cabe a nós restabelecermos que se tratava de uma nave OSNI submergível, do espaço extraterrestre. Obviamente. Muitas realidades da Bíblia ainda não fazem parte de nosso cotidiano, como deslocamento espaço temporais, abdução, tele cinese, telepatia, auto clonagem, portais dimensionais ainda estamos tentando entender os fenômenos miraculosos de Zé Arigó, João de Deus de Abadiânia, Chico Xavier e outros místicos porque somos materialistas, metafísicos e empíricos. É um verdadeiro milagre que os livros de Moisés tenham chegados até nós. Pergaminhos eram feitos de materiais resistentes mas mesmo assim duraram muito mais do que era esperado deles. Moisés foi um dos privilegiados pois teve uma educação especial; fora poupado da miséria e da ignorância criado como príncipe por uma das princesas do faraó, encontrado em uma cesta de vime untada boiando no rio Nilo recolhida pela princesa. Nossa maior missão é agora traduzir a linguagem de nove mil anos para entender os eventos ocorridos no passado tentando compreender do mesmo modo assim como um índio da tribo dos Tikunas sem contato prévio com qualquer civilização descreveria um blindado Leophard do exército brasileiro em movimento e atirando pelos canhões! Assim, atônitos diante de um ET com trajes espaciais descendo de um OVNI nunca visto assim descreve a nave, em Ezequiel 1.15-19: 15 – Vi os seres viventes; eis que havia uma roda na terra, ao lado de cada um deles. 16 – O aspecto das rodas e a sua estrutura eram brilhantes como berilo; tinham as quatro a mesma aparência, cujo aspecto e estrutura eram como se tivessem uma roda dentro da outra. 17 – Andando elas, podiam ir em quatro direções; e não se viravam quando iam. 18 – As suas cambotas eram altas, e metiam medo; e, nas quatro rodas, as mesmas eram cheias de olhos ao redor. 19 – Andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; elevando-se eles, também elas se elevavam. É a descrição pictórica de um disco voador, pois este OVNI possui os elementos geométricos já conhecidos das descrições dos avistamentos modernos das naves com formato circular, com protuberâncias em número de quatro, flutuando suavemente perto de seus tripulantes. Os ET foram descritos como em Apocalipse 1.12-16 Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como a alva lã, como neve; os olhos, como a chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz como a voz de muitas águas. Tinha nas mãos sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. Seu rosto brilhava como o sol na sua força. Então vimos a descrição de um astronauta em seu traje com seu tubo de respiração na altura da boca (espadas saindo da boca), as suas botas de proteção térmica de aspecto metalizado (pés semelhantes ao bronze polido), o sistema de propulsão com tubos de jatos (sete candeeiros de ouro), olhos estranhos eram óculos de proteção sob o capacete, as rodas dentro das outras parece uma caixa de câmbio ou conjunto de engrenagens externas, tudo estranho e sem sentido para a tecnologia de dois mil anos atrás. Os Avistamentos de ETs e os avistamentos de OVNIs Os ET’s e os contatos empáticos Relatos de encontros com extraterrenos constituem-se dos mais enigmáticos fenômenos relatados em todas as instâncias comportamentais mais includentes em todas as culturas em todos os tempos, mas que ganhou enorme relevância e freqüência após as primeiras explosões atômicas conforme as estatísticas oficiosas e narrações jornalísticas. Sem medo de manipulação pessoal observa-se que em todas as profissões e entre membros de todas as religiões e práticas científicas podem-se atestar com veemência relatos fidedignos destes contatos em todos os graus e até mesmo testemunhos de abduções e pequenas cirurgias efetuadas por seres ditos extraterrestres. Teorias foram propostas desde aquelas no campo psicológico, passando por hipóteses de histeria coletiva até mesmo explicações sobre seres da terra mesmo nos visitando do futuro. Tantas são as explicações tentando decifrar e compartilhar experiências extraterrestres que tenham se passado geralmente em completa solidão, no caso da maioria delas, ou de avistamentos misteriosos de sinais luminosos, eletromagnéticos e distúrbios inexplicáveis no campo gravitacional ou atmosférico, geralmente acompanhado de efeitos luminosos e pirotecnias coloridas e nada discretos. Geralmente quando alguma celebridade ou alguma autoridade se vê envolvida nestes testemunhos de avistamentos ou de contatos com algum fenômeno que sugira ou inclua algum fato ou ato envolvendo supostamente extraterrestres então os passos seguintes são os desmentidos ou as explicações justificadas da confusão causada por algum fenômeno meteorológico ou algum aerólito terrestre como balões ou aviões meteorológicos de grande altitude. É sempre melhor preservar a integridade emocional, intelectual e também a reputação de pessoas públicas do que envolvê-las em coisas deste tipo, cujos fatos a ciência oficialmente se posiciona de modo totalmente cético e com uma indiferença meticulosamente marcial com respeito aos UFO’s ou OVNI’s. Por que então não fica alguma prova cabal ou vestígio material deste avistamentos, contatos, visitas e intervenções dos tais ditos extraterrestres ou de suas naves misteriosas, poderosas, maravilhosas? Questões que induzem às respostas mais esperadas 1 – Por que os ET’s não deixam rastros ou vestígios materiais e destroços de suas estadas na terra? 2 – Por que os ET’s não abduzem humanos ou animais ou não interferiram de modo direto e conspícuo na História da humanidade? 3 – Por que os OVNI’s ou UFO’s desenvolvem manobras radicais em velocidades estonteantes e inacreditáveis sem se desintegrarem e incendiarem-se na atmosfera? 4 – Como os supostos ET’s aparecem e desaparecem repentinamente? 5 – Por que os ET’s não estabelecem contatos de 2º e de 1º graus? 6 – Por que os OVNI’s ou UFO’s não ardem na atmosfera quando transitam em altíssimas velocidades de translação, muitas vezes em trajetórias em ziguezague traçando retas quebradas e poligonais com vértices pontudos? Todas estas perguntas poderiam caber em uma única resposta. Os ET’s presentemente estão aqui na Terra, pelo menos não do modo das viagens a que estamos acostumados e como entendemos como viagens. Fisicamente. Não. Certamente no passado aqui se representaram. Os ET’s possivelmente presentemente realizam viagens astrais, na linguagem espírita, ou budista tibetana, ou na linguagem da Parapsicologia, seriam viagens ectoplasmáticas, ou projeções do ectoplasma materializando-se e desmaterializando-se em sua projeção astral em cantos, lugares e momentos diferentes na Terra. Poderiam os ETs serem bio-robôs progamados para fazerem expedições exploratórias. Uma vez estabelecidas precisamente as coordenadas para a sua projeção, no tempo e no espaço, então a viagem astral é planejada e executada, deslocando o ectoplasma visível a qualquer lugar do universo, e por não se tratar de matéria ou de energia o ectoplasma não se submete aos parâmetros espaço-temporais e às leis da física quântica relativística ou das leis da mecânica newtoniana. O ectoplasma pode deslocar-se instantaneamente por todo o universo como o faz o pensamento, em manobras como somente as sombras podem executar. Este encontro de dois mundos, o material e o ectoplasmático, o encontro dos dois estados ou dos dois sistemas, o material e o ectoplasmático, produzem suas interferências no mundo material tal qual as relatadas pelos testemunhos dos avistamentos dados pelos relatos de contatos com os extraterrestres e os OVNI’s ou UFO’s. O ectoplasma não é e nem pertence a nenhum dos estados físicos da matéria conhecidos a saber o estado sólido, líquido, gasoso e plasma coloidal, pois o ectoplasma não é constituído de matéria ou energia. Precisaríamos entender de que forma o fenômeno da visibilidade ocasional do ectoplasma projetado na atmosfera se efetiva e em quais circunstâncias este encontro dos mundos pode se dar. As Leis dos ETs OVNIs Podemos inferir com ampla chance de acertarmos sobre o comportamento arredio dos ETs e dos OVNIs alguns princípios que nos parecem leis fundamentais destes viajantes. 01 – O princípio da não interferência. 02 – O princípio da discrição 03 – O princípio da invisibilidade 04 – O princípio da amnésia total 05 – O princípio da eliminação dos rastros 06 – O princípio da preservação da vida humana 07 – O princípio da ocultação da tecnologia OVNI 08 – O princípio do silêncio 09 – O princípio de não matar os humanos 10 – O princípio de não ferir um humano 11 – O princípio de não tocar num humano 12 – O princípio de não copular com humanos 13 – O princípio de não estabelecer comunicação com humanos 14 – O princípio de não ser avistado por qualquer humano 15 - O princípio de não ser auxiliado por qualquer meio humano 16 – O princípio de evitar que a terra seja autodestruída pelos humanos 17 – O princípio da não pirataria de objeto e seres terrestres 18 – O princípio da não alteração da terra 19 – O princípio da retirada diante de ataques hostis terrestres 20 – O princípio da não provocação aos terrestres 21 – O princípio da não servidão e da não escravidão dos seres humanos 22 – O princípio de não usar humanos como cobaias em experimentos dolosos 23 – O princípio de não usar humanos como cobaias em experimentos degradantes Como podemos constatar a parte mais difícil para sustentar a prova da existência de ETs e dos OVNIs é a quase total falta de avistamentos testemunhos, a quase total ausência de testemunhos de pessoas com credibilidade, sempre que alguém testemunha contatos de quarto grau, ou de terceiro grau é prontamente desmentida ou ridicularizada. Não parece normal que tanta importância seja dada contra tais testemunhos e tanto esforço para isolar e desmoralizar estes contatos com ETs e OVNIs ao mesmo tempo em que os jornais do mundo todo aceitam passivamente as colunas de horóscopos, cartomantes, quiromantes e outros tipos de comportamentos completamente à parte da ciência e das academias científicas de prestígio mundial. Tolera-se estas práticas exotéricas, mas com os OVNIs e com os ETs parte-se para a histeria coletiva vinda dos principais pensadores e cientistas, das mídias importantes, ficando as notícias de avistamentos e contatos com ETs e com OVNIs restritas aos tabloides, ou pior, para aquelas pessoas pouco críveis na sociedade. Existem exceções, o México e o Peru aceitam muito naturalmente este tipo de testemunho sobre os ETs e OVNIs, a Federação Russa também aceita com naturalidade, outros países como a Grã Bretanha é democraticamente dividida entre os crédulos e não, já os EUA é o paradigma e o paladino da luta da dissimulação sobre a impossível e improvável falta de interesse oficial sobre a investigação oculta dos órgãos oficiais sobre ETs e OVNIs, muitos mistérios nunca devidamente explicados sobre áreas e zonas secretas militares como a famosa Área 51, por exemplo. Acidentes navais e aeronáuticos inexplicáveis em áreas específicas como o famoso e misterioso Triângulo das Bermudas, Buracos negros nos oceanos misteriosamente fatais à navegação, tudo isso soma-se à ausência de estudos científicos e a ausência de expedições oficiais para explicar ou demonstrar algum interesse público pífio para acalmar, aplacar e aclarar estes fenômenos. Durante décadas os físicos e engenheiros navais duvidaram dos relatos de marinheiros sobre monstros marinhos como polvos, lulas e caranguejos gigantes com vinte até trinta metros de comprimento. Relatos de marinheiros sobre ondas de trinta metros de altura eram tidos como lendas, até que medições feitas com satélites geodésicos comprovaram a existência de tais onda gigantes no oceano, e quanto aos monstros marinhos alguns vieram dar às praias já mortos vindos de suas moradas dos fundos dos oceanos. Ao longo da História muitos monumentos misteriosos esperam pela explicação sobre a engenhosidade das suas arquiteturas e dos significados e ainda dos segredos para a construção de monumentais obras como as grandes pirâmides, muares da Ilha de Páscoa e sobre os conhecimentos das civilizações antigas, seus conhecimentos muito avançados em astronomia, estes fatos apenas aumentam as especulações sobre a existência de outros contatos contínuos dos ETs em épocas remotas na terra. Não nos parece crível nem lógico que entre 200 bilhões de galáxias já descobertas, justamente na nossa galáxia, a Via de Leite, com suas 200 bilhões de estrelas, muitas delas com o diâmetro do tamanho da órbita do planeta Neptuno (Canis Major), somente e apenas a terra tenha sido escolhida para abrigar tanta vida mesmo sabendo-se que precariamente, e não casualmente, pois que se não fosse a camada de ozônio, se não fosse a fina camada atmosférica e a camada da termosfera com o seu cinturão magnético a temperatura da terra durante o dia atingiria rapidamente os 170 graus célsius positivos, e à noite cairia rapidamente aos 90 graus célsius negativos. A vida na terra é um grande milagre por si só! Sabemos pelos relatos bíblicos que tivemos três momentos distintos da interação da terra com os visitantes dos céus. O Velho Testamento nos apresenta a presença constante do Espírito de Deus desde as Histórias e contos do Jardim do Éden, da Arca de Noé quando o espírito de Deus passeava sobre a terra continuamente. Ainda no Novo Testamento depois do nascimento de Jesus Cristo Deus em espírito se afasta da terra para que Jesus pessoalmente encarnado fizesse crer aos humanos a sua natureza extraterrestre e humana ao mesmo tempo. Até mesmo os seus doze alunos escolhidos com todo o zelo no vestibular mais difícil da História humana foram reprovados na prova de fé. Depois dos trinta e quatromilagres de Jesus testemunhados por eles mesmos, assim o desprezaram, o povo que foi escolhido por Deus para ser o paradigma na terra, o povo seu judeu de Israel também o decepcionou. Depois da crucificação e da morte ressurreta de Jesus nunca mais milagres e interferências contínuas e diretas foram mais parte de nossa vivência terrestre, somente os seus representantes podem administrar milagres, não mais Jesus ou o Espírito de Deus se manifesta como nos tempos bíblicos. Acabada a Era da Dispensação o homem se vê abandonado à sua sorte por causa do pecado das suas escolhas espirituais. A alma é a parte da essência eterna de cada ser humano desde o seu nascimento, a alma é eterna e pessoal, individual e única. O espírito não faz parte do corpo e não pertence exclusivamente ao ser humano, o espírito é livre para habitar ou não um corpo, podendo passar de um corpo para outro ou para objetos e outros seres viventes. A Bíblia explica a expulsão de espíritos maus de cães, porcos, e de objetos amaldiçoados, e finalmente, completando a distinção sobre as entidades do mundo espiritual, o Espírito Santo é a parte de Deus que move e que governa a matéria do universo. Então as leis da Física, Matemática, Química, Biológica são a expressão do espírito do universo criado pela ação do Espírito Santo, estas leis que compõe o cerne das coisas todas são atemporais e ubíquas, estão em toda a parte ao mesmo tempo, como o quer a física quântica da partículas, das ondas e do complexo espaço temporal. Feitas estas distinções e estas estipulações fica evidente que estamos transitando entre dois mundos o material e o espiritual, um deles é eterno e incriado, e o outro é limitado e contingente das leis do universo que são leis eternas dadas pelo mundo dos espíritos. O mundo espiritual não se comunica materialmente e deterministicamente com o mundo material, não há comunicação material entre eles, assim o mundo espiritual não interfere no material e vice versa; existem leis estabelecidas pelo Espírito Santo para que estes milagres de interferências excepcionalmente possam acontecer. Visões, milagres, premonições, aparições, são dádivas e concessões de Deus em momentos especiais que devem ser colhidas como bênçãos de Deus ou apenas frutos de sua vontade insondável e de seu juízo inquestionável e irrepreensível. Não nos cabe fazermos juízos de Deus em seus perfeitos e insondáveis desígnios, a vontade de Deus é soberana e perfeita, seja ela boa ou má aos nossos olhos e segundo nosso entendimento. Os visitantes ETs e seus vetores os OVNIs podem ser tanto anjos divinos ou podem ser os anjos malditos, ambos estão proibidos por Deus de violarem as leis dos ETs e OVNIs mencionadas anteriormente, portanto, a inviolabilidade do mundo material pelos ETs fica preservada até que uma nova etapa do Apocalipse seja cumprida. Estão assim preservadas as inviolabilidades humanas para que o princípio estabelecido desde a criação do universo seja preservado que é o princípio mais importante e o mais grave de todos que é o princípio do livre arbítrio da alma e do espírito das coisas. Não haverá choque de tecnologia nem a submissão pela servidão e pela escravidão aos ETs da raça humana. Assim Deus determina que seja. Desde as histórias bíblicas que se percebe que todos os contatos de primeiro grau entre o homem e os anjos, e com Deus e com Jesus, se dá por meios e intermédio de meios materiais. Pelos menos nos tempos bíblicos algimas vezes eram ectoplasmas, sombras falantes, magias, aparições virtuais, os suportes foram substitutos de materiais concretos. Vozes fantasmas, fantasmas ocultos, assim, Deus se revelou a Adão e a Eva no Jardim do Éden, Deus falava com Moisés, Deus falava com José, Deus falava com Abraão ás vezes sim às vezes não de modo direto e preciso. Porque Deus produzia um meio conveniente e aceito sem ressalvas desde sempre pelo seu interlocutor humano. Apocalipse 4.1-9 Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra de jaspe e de sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono e era semelhante à esmeralda. E ao redor do trono e era semelhante à esmeralda. E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes bancas; e tinham sobre a cabeças coroas de ouro. E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são sete espíritos de Deus. E havia diante do trono como um mar de vidro, semelhante ao cristal, e, no meio do trono e ao redor do trono, quatro animais cheio de olhos por diante e detrás. E o primeiro animal era semelhante a um leão; e o segundo animal semelhante a um bezerro; e tinha o terceiro animal o rosto como o de homem; e o quarto animal era semelhante a uma águia voando. E os quatro animais tinham, cada um, respectivamente, seis asas e, ao redor e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansavam nem de dia nem de noite dizendo: santo, santo, santo é o senhor Deus, todo poderoso, que era, e que é, e que há de vir. E quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono. Na tradução da linguagem simbólica para a interpretação moderna seria mais ou menos isso: a) Animais => seriam dispositivos em módulos de sistemas eletrônicos integrados de som e vídeo, com grandes telas, amplificadores, luzes e autofalantes; b) Asas => são antenas dos sistemas de comunicação sem fios wireless; c) Olhos => são câmaras de imagens ora são luzes nos projetores internos e externos; d) Mar de vidro => são imensas telas de imagens interativas toutch screen. e) Som de trombetas => são sons de explosões, porque não existiam explosivos naquela época. f) Trono => são poltronas tipo aeronave. g) relâmpagos que saíam do trono, trovões e vozes => trovões eram as luzes que saíam da tela de comando toutch screen da poltrona de comando, os trovões eram os sons de retorno do toque da tela de digitação de controle da poltrona em seu painel adjacente e vozes eram o áudio dos controles do console das poltronas. h) O animal leão => parece um monitor de vídeo com um suporte apoiado sobre o conjunto em forma de caixa apoiado no chão em quatro pés, assim parece um animal para um observador exótico. i) som de trombetas => são sons de explosões, porque não se conhecíamos explosivos e os seus estampidos. Veja a descrição de um drone de ataque como em Apocalipse 10.7-10: E ao aspecto dos gafanhotos ser semelhante ao de cavalo aparelhados para guerra; e sobre a sua cabeça havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e o seu rosto era como o rosto de um homem. E tinham cabelos como cabelos de mulher, e os seus dentes eram como de leão. E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído de suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham cauda semelhante à dos escorpiões e aguilhões na cauda; e o seu poder era para danificar o homem por cinco meses. Gafanhotos => pequenos drones com propulsão vertical com hélices; Cavalos aparelhados => drones com suportes do tipo cabide de armamentos suspensos como nos caças e aeronaves de combate para transportar foguetes, bombas, mísseis e pods de equipamento de localização de alvos e rastreamento. Na cabeça haviam antenas, sensores optoeletrônicos, radar de busca, e cúpulas de blindagem ou de efeito aerodinâmico. A cauda tinha os montantes das empenagens de controles aerodinâmicos como lemes e estabilizadores aerodinâmicos. Estes profetas tiveram visões espetaculares sobre o futuro embora não compreendessem as imagens nem o significado daquilo que observavam. Em Apocalipse cap.12 o profeta João descreve a guerra entre a China e a União Européia, sabemos que a bandeira da UE possui exatamente doze estrelas dispostas em fundo azul em círculo, e que a China é também conhecida como o grande dragão vermelho de sete cabeças. Uma guerra assim seria um ataque de foguetes com ogivas nucleares múltiplas vindas do céu. Apoc.12.1-4 E viu-se um grande sinal do céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça. E estava grávida e com dores de parto e gritava com ânsias de dar a luz. E viu-se outro sinal do céu, e eis que era um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres sobre as cabeças, sete diademas. E a sua cauda sevou após si a terça parte das estrelas do céu e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. Mais claro impossível do homem contemporâneo entender. Descreve mais adiante veículos blindados anfíbios, barulhentos helicópteros blindados de ataque disparando suas salvas de foguetes de saturação de artilharia ar-terra. Apo.13.1,2,11 E eu pus-me sobre a areia do mar e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e, sobre os chifres, dez diademas, e, sobre as cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés, como de urso, e a sua boca, como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes a de um cordeiro; e falava como um dragão. Vemos o barulho dos veículos blindados de guerra que ele os chama de bestas, genericamente, as estrelas cadentes são bombas atômicas lançadas das ogivas dos mísseis balísticos intercontinentais, a besta que sai do mar cheia de chifres é um submarino com suas antenas e periscópio o qual libera um blindado anfíbio de desembarque nas areias da praia.   O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO SEGUNDO A TEORIA DE EVERETT DOS UNIVERSOS PARALELOS O Apocalipse de São João segundo a teoria de Everett dos Universos paralelos, numa reinterpretação do Prof. Roberto da Silva Rocha A linguagem da Física quântica é toda cheia de simbolismos e metáforas que parecem indecifráveis ou mágicas para os que temem se aproximar dela. Mas, os que o fizeram tentar penetrá-la sem preconceitos e sem medo logo entenderam que a Física quântica está mais para a Filosofia do que para a Matemática! O seu entendimento requer intuição e fé nos conceitos puros e apodíticos (premissa necessária) como requer a capacidade de abstração sobre e além do que os olhos poderiam enxergar e os sentidos poderiam experimentar. Assim, de modo semelhante, a linguagem do Apocalipse de São João requer também uma tradução do que seria a representação metafórica dos símbolos que codificaram as profecias e todos os mistérios dos anjos e dos céus. O APOCALIPSE É preciso um guia e muita inspiração espiritual para decifrá-lo e interpretá-lo segundo a nossa tecnologia atual uma vez que os fatos ali narrados se passarão num futuro onde certamente uma nova tecnologia estivesse em uso de acordo com as profecias, deste modo tornando para nós não seria um conto do passado, mas, um conto do futuro ambientado com a linguagem do passado. Isto requer uma transdução tecnológica. É o que pretendo fazer. O UNIVERSO PARALELO DE EVERETT A mecânica quânticaé a teoria física que obtém sucesso no estudo dos sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos. A Mecânica Quântica é um ramo fundamental da física com vasta aplicação. A teoria quântica fornece descrições precisas para muitos fenômenos previamente inexplicados tais como a radiação de corpo negro e as órbitas estáveis do elétron. Apesar de na maioria dos casos a Mecânica Quântica ser relevante para descrever sistemas microscópicos, os seus efeitos específicos não são somente perceptíveis em tal escala. Por exemplo, a explicação de fenômenos macroscópicos como a super fluidez e a supercondutividade sóé possível se considerarmos que o comportamento microscópico da matéria é quântico. A quantidade característica da teoria, que determina quando ela é necessária para a descrição de um fenômeno, é a chamada constante de Planck, que tem dimensão de momento angular ou, equivalentemente, de ação. A mecânica quântica é a base teórica e experimental de vários campos da Física e da Química, incluindo a física da matéria condensada, física do estado sólido, física atômica, física molecular, química computacional, química quântica, física de partículas, e física nuclear. Os alicerces da mecânica quântica foram estabelecidos durante a primeira metade do século XX por Albert Einstein, Werner Heisenberg, Max Planck, Louis de Broglie, Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Max Born, John von Neumann, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Richard Feynman e outros. Alguns aspectos fundamentais da contribuição desses autores ainda são alvo de investigação. Na mecânica quântica, o paradoxo EPR ou Paradoxo de Einstein-Podolsky-Rosené um experimento mental que questiona a natureza da previsão oriunda da teoria quântica de que o resultado de uma medição realizada em uma parte do sistema quântico pode ter um efeito instantâneo no resultado de uma medição realizada em outra parte, independentemente da distância que separa as duas partes. A primeira vista isto vai de encontro aos princípios da relatividade especial, que estabelece que a informação não pode ser transmitida mais rapidamente que a velocidade da luz[Nota 1][1]. O EPR surgiu em meio a um contexto histórico onde buscava-se, em vista das predições da mecânica quântica, a compreensão da realidade adjacente a uma partícula descrita por um estado emaranhado. O estado emaranhado O estado emaranhado é uma condição quântica que diz que um evento só ocorre quando o observador está olhando para ele. Então uma das alternativas para o ato ou estado é escolhida aleatoriamente e as outras alternativas ou eventos não acontecem, naquele olhar, mas podem acontecer em outro contexto de observação. É apenas uma das alternativas de evento; é a combinação de todos os possíveis estados do sistema (por exemplo, as possíveis posições de uma partícula subatômica). É como se jogasse um dado contendo seis faces e em cada face um número e enquanto voce não abrisse os olhos todos os seis números estivessem na face superior do dado simultaneamente, emaranhados. Mas, quando você abre o olho apenas uma face aparece, embora probabilisticamente qualquer uma das seis faces pudesse ser a que está para o lado de cima do dado. Havia três correntes quanto à questão: a realista, que dava existência real à partícula mesmo quando esta encontra-se descrita pelo estado emaranhado - imediatamente antes da realização de uma medida e do colapso da função de onda, portanto [Nota 2]; a ortodoxa, que afirmava não havia uma realidade adjacente ao estado emaranhado, estando a partícula simultaneamente em todos os estados do emaranhamento até o ato da medida - da redução da função de onda - que obrigava a partícula a "decidir-se" por um estado específico [Nota 3], e a agnóstica, que recusava-se a apresentar uma resposta ao impasse [Nota 4] . "EPR" vem das iniciais de Albert Einstein, Boris Podolsky, e Nathan Rosen, os três defensores do ponto de vista realista que apresentaram este experimento mental em um trabalho em 1935 no intuito de demonstrar que a mecânica quântica não é uma teoria física completa, faltando à função de onda que descreve o estado emaranhado o que eles chamaram de "variáveis ocultas" - com as quais seria possível restaurar-se a explicação estritamente realista que defendiam. É algumas vezes denominado como paradoxo EPRB devido a David Bohm, que converteu o experimento mental inicial em algo próximo a um experimento viável. O EPR é um paradoxo no seguinte sentido: tomando-se a mecânica quântica e a ela adicionando-se uma condição aparentemente razoável - tal como "localidade", "realismo" ou "inteireza" - presentes em outras teorias como a clássica ou relativística, obtém-se uma contradição. Porém, a mecânica quântica por si só não apresenta nenhuma inconsistência interna, tão pouco deixa indícios de como estas poderiam sugerir; também não contradiz a teoria relativística ou mesmo a mecânica clássica; e mais, implica esta última no limite macroscópico - quando tem-se agregados de numerosas partículas. Como um resultado de desenvolvimentos teóricos e experimentais seguintes ao trabalho original da EPR - a destacar o Teorema de Bell e os resultados experimentais oriundos da investigação deste - demonstrou-se que se a visão realista estivesse correta ela implicaria não apenas a mecânica quântica como uma teoria incompleta mas sim como um teoria completamente incorreta, e por outro lado, se a mecânica quântica estivesse correta, então nenhuma variável oculta seria capaz de salvar a teoria da não-localidade que Einstein considerava tão absurda. Com a posição agnóstica inviabilizada, restava decidir-se pela posição realista ou ortodoxa. Em vistas dos resultados experimentais oriundos, entre outros, de investigações quanto à desigualdade de Bell, a maioria dos físicos atuais concorda que o paradoxo EPR é decidido a favor de que tanto a mecânica quântica quanto a essência da natureza em si estão além dos limites da Física Clássica e da Relatividade Restrita; e não a favor de que teoria quântica seja uma teoria incompleta, falha ou mesmo incompatível com a descrição da natureza em sua essência mais profunda. Os dados experimentais até o momento decidem a favor da compreensão ortodoxa do estado emaranhado (a chamada interpretação de Copenhagen), portanto. Razoável esforço da comunidade de físicos tem sido despendido desde então no intuito de elaborar-se uma teoria quanto-relativística que possibilite uma descrição mais acurada da natureza do que a fornecida pelas duas teorias quando em suas formas independentes. Descrição do paradoxo O paradoxo EPR apóia-se nos postulados da relatividade e em um fenômeno predito pela mecânica quântica e conhecido como entrelaçamento quântico, que mostra que medições realizadas em partes separadas de um sistema quântico influenciam-se mutuamente. Este efeito é atualmente conhecido como "comportamento não local" (ou, coloquialmente, como "estranheza quântica"). De forma a ilustrar isto, considere a seguinte versão simplificada do experimento mental EPR devido a Bohm. A Interpretação de Copenhague(português brasileiro) ou Interpretação de Copenhaga(português europeu)é a interpretação mais comum da Mecânica Quântica e foi desenvolvida por Niels Bohr e Werner Heisenberg que trabalhavam juntos em Copenhague em 1927. Pode ser condensada em três teses: As previsões probabilísticas feitas pela mecânica quântica são irredutíveis no sentido em que não são um mero reflexo da falta de conhecimento de hipotéticas variáveis escondidas. No lançamento de dados, usamos probabilidades para prever o resultado porque não possuímos informação suficiente apesar de acreditarmos que o processo é determinístico. As probabilidades são utilizadas para completar o nosso conhecimento. A interpretação de Copenhague defende que em Mecânica Quântica, os resultados são indeterminísticos. A Físicaé a ciência dos resultados de processos de medida. Não faz sentido especular para além daquilo que pode ser medido. A interpretação de Copenhague considera sem sentido perguntas como "onde estava a partícula antes de a sua posição ter sido medida?". O ato de observar provoca o "colapso da função de onda", o que significa que, embora antes da medição o estado do sistema permitisse muitas possibilidades, apenas uma delas foi escolhida aleatoriamente pelo processo de medição, e a função de onda modifica-se instantaneamente para refletir essa escolha. A complexidade da mecânica quântica (tese 1) foi atacada pela experiência (imaginária) de Einstein-Podolsky-Rosen, que pretendia mostrar que têm que existir variáveis escondidas para evitar "efeitos não locais e instantâneos à distância". A desigualdade de Bell sobre os resultados de uma tal experiência foi derivada do pressuposto de que existem variáveis escondidas e não existem "efeitos não-locais". Em 1982, Aspect levou a cabo a experiência e descobriu que a desigualdade de Bell era violada, rejeitando interpretações que postulavam variáveis escondidas e efeitos locais. Esta experiência foi alvo de várias críticas e novas experiências realizadas por Weihs e Rowe confirmaram os resultados de Aspect. Muitos físicos e filósofos notáveis têm criticado a Interpretação de Copenhague, com base quer no fato de não ser determinista quer no fato de propor que a realidade é criada por um processo de observação não físico. As frases de Einstein "Deus não joga aos dados" e "Pensas mesmo que a Lua não está lá quando não estás a olhar para ela?" ilustram a posição dos críticos. A experiência do Gato de Schroedinger foi proposta para mostrar que a Interpretação de Copenhague é absurda. A alternativa principal à Interpretação de Copenhague é a Interpretação de Everett dos mundos paralelos. Gato de Schrödinger O Gato de Schrödinger: Um gato, junto com um frasco contendo veneno, é posto em uma caixa lacrada protegida contra incoerência quântica induzida pelo ambiente. Se um contador Geiger detectar radiação então o frasco é quebrado, liberando o veneno que mata o gato. A mecânica quântica sugere que depois de um tempo o gato estásimultaneamente vivo e morto. Mas, quando olha-se dentro da caixa, apenas se vê o gato ou vivo ou morto, não uma mistura de vivo e morto. Mecânica quântica O Gato de Schrödingeré um experimento mental, frequentemente descrito como um paradoxo, desenvolvido pelo físico austríaco Erwin Schrödinger em 1935. Isso ilustra o que ele observou como o problema da interpretação de Copenhague da mecânica quântica sendo aplicado a objetos do dia-a-dia, no exemplo de um gato que pode estar vivo ou morto, dependendo de um evento aleatório precedente. No curso desse experimento, ele criou o termo Verschränkung (entrelaçamento). Origem e motivação O experimento mental de Schrödinger foi proposto como discussão do artigo EPR, nomeado devido aos seus autores: Albert Einstein, Podolsky, Rosen em 1935.[1] O paradoxo EPR esclareceu a estranha natureza das superposições quânticas. Amplamente exposto, a superposição quântica é a combinação de todos os possíveis estados do sistema (por exemplo, as possíveis posições de uma partícula subatômica). A interpretação de Copenhague implica que a superposição apenas sofre colapso em um estado definido no exato momento da medição quântica. Schrödinger e Einstein trocaram cartas sobre o artigo EPR de Einstein, durante o qual Einstein indicou que a superposição quântica de um barrilinstável de pólvora irá, após um tempo, conter ambos componentes explodidos e não-explodidos. Para melhor ilustrar o paradigma incompleto da mecânica quântica, Schrödinger aplicou a teoria da mecânica quântica em uma entidade viva que podia ou não estar consciente. No experimento mental original de Schrödinger ele descreveu como um poderia, em princípio, transformar a superposição dentro de um átomo para uma superposição em grande escala de um gato morto e vivo por relacionar gato e átomo com a ajuda de um "mecanismo diabólico". Ele propôs um cenário com um gato em uma caixa lacrada, onde a vida ou morte do gato é dependente do estado de uma partícula subatômica. De acordo com Schrödinger, a interpretação de Copenhague implica que o gato permanece vivo e morto até que a caixa seja aberta. Schrödinger não desejava promover a ideia de gatos vivos-e-mortos como uma séria possibilidade; o experimento mental serve para ilustrar a bizarrice da mecânica quântica e da matemática necessária para descrever os estados quânticos. Entendida como uma crítica da interpretação de Copenhague– a teoria prevalecente em 1935 – o experimento mental do gato de Schrödinger permanece um tópico padrão para todas as interpretações da mecânica quântica; a maneira como cada interpretação lida com o gato de Schrödinger é frequentemente usada como meio de ilustrar e comparar características particulares de cada interpretação, seus pontos fortes e fracos. O experimento mental Schrödinger escreveu: Qualquer um pode mesmo montar casos bem ridículos. Um gatoé trancado dentro de uma câmara de aço, juntamente com o dispositivo seguinte (que devemos preservar da interferência direta do gato): num tubo contador Geiger há uma pequena porção de substância radioativa, tão pequena que talvez, no decurso de uma hora, um dos seus átomos decaia, mas também, com igual probabilidade, talvez nenhum decaia; se isso acontecer, o tubo contador liberta uma descarga e através de um relé solta um martelo que estilhaça um pequeno frasco com ácido cianídrico. Se deixarmos todo este sistema isolado durante uma hora, então diremos que o gato ainda vive, se entretanto nenhum átomo decaiu. A função-Ψ do sistema como um todo iria expressar isto contendo em si mesma o gato vivo e o gato morto (desculpem-me a expressão) misturados ou dispostos em partes iguais. É típico destes casos que uma indeterminação originalmente confinada ao domínio atômico venha a transformar-se numa indeterminação macroscópica, a qual pode então ser resolvida pela observação direta. Isso os previne de tão ingenuamente aceitarmos como válido um "modelo impreciso" para representar a realidade. Em si mesma esta pode não incorporar nada de obscuro ou contraditório. Há uma diferença entre uma fotografia tremida ou desfocada e um instantâneo de nuvens e bancos de nevoeiro. —[2] O texto acima é a tradução de dois parágrafos do artigo original bem mais extenso, o qual aparece na revista alemãNaturwissenschaften ("Ciências Naturais") em 1935.[3] A famosa experiência mental de Schrödinger coloca a questão: quando o sistema quântico para de ser uma mistura de estados e se torna ou um ou o outro? (Mais tecnicamente, quando o atual estado quântico para de ser uma combinação linear de estados, cada um dos quais se parece com estados clássicos diferentes, e em vez disso começar a ter apenas uma clássica descrição?) Se o gato sobreviver, isso lembra que ele está apenas vivo. Mas as explicações das experiências EPR que são consistentes com a mecânica quântica microscópica padrão requer que objetos macroscópicos, como gatos e cadernos, não podem ter sempre apenas uma descrição clássica. O propósito da experiência mental é para ilustrar esse aparente paradoxo: nossa intuição diz que nenhum observador pode estar em uma mistura de estados, mesmo que eles sejam gatos, por exemplo, eles não podem estar em tal mistura. É necessário que os gatos sejam observadores, ou sua existência em um estado clássico simples e bem definido exige outro observador externo? Cada alternativa pareceu absurda para Albert Einstein, que estava impressionado pela habilidade do experimento mental para esclarecer esses problemas; em uma carta à Schrödinger datada de 1950 ele escreveu: Vocêé o único físico contemporâneo, além de Laue, que vê o que ninguém consegue sobre a assunção da realidade – se pelo menos alguém estiver sendo honesto. A maioria deles simplesmente não vê o tipo de jogo arriscado que eles estão jogando com a realidade – a realidade é algo independente do que já for a experimentalmente visto. A interpretação deles é, entretanto, refutada mais elegantemente pelo seu sistema de átomo radioativo + amplificador + carga de pólvora + gato em uma caixa, no qual a função-psi do sistema contém ambos gato vivo e explodido em pedaços. Ninguém realmente duvida que a presença ou ausência do gato é algo independente do ato de observação. —[4] Note que nenhuma carga de pólvoraé mencionada no esquema de Schrödinger, que usa um contador Geiger como amplificador e cianeto no lugar de pólvora; a pólvora foi apenas mencionada na sugestão original de Einstein para Schrödinger 15 anos antes. Interpretação de Copenhague Na interpretação de Copenhague na mecânica quântica, um sistema para a superposição de estados se torna um ou outro quando uma observação acontece. Essa experiência torna aparente o fato de que a natureza da medição, ou observação, não é bem definida nessa interpretação. Alguns interpretam a experiência, enquanto a caixa estiver fechada, como um sistema onde simultaneamente existe uma superposição de estados "núcleo decaído/gato morto" e "núcleo não-decaído/gato vivo", e apenas quando a caixa é aberta e uma observação é feita é que, então, a função de onda colapsa em um dos dois estados. Mais intuitivamente, alguns pensam que a "observação" é feita quando a partícula do núcleo atinge o detector. Essa linha de pensamento pode ser desenvolvida pelas teoria de colapso objetiva. Por outro lado, a interpretação de muitos mundos nega que esse colapso sequer ocorra. Steven Weinberg disse: Toda essa história familiar é verdade, mas ela deixa uma ironia. A versão de Bohr da mecânica quântica estava profundamente cheia de falhas, mas não pela razão que Einstein pensa. A interpretação de Copenhague descreve o que acontece quando um observador realize uma medição, mas o observador e o ato de medição são ambos tratados classicamente. Isso é totalmente errado: Físicos e seus aparatos devem ser comandados pelas mesmas regras da mecânica quântica que comandam todo o universo. Mas essas regras são expressas em termos de uma função de onda (ou, mais precisamente, um vetor de estado) que evolui de um jeito perfeitamente determinístico. Então de onde as regras probabilísticas da interpretação de Copenhague vêm? Um progresso considerável tem sido feito nos últimos anos em direção a resolução do problema, o qual eu não irei entrar em detalhes aqui. É suficiente que se diga que nem Böhr nem Einstein se concentraram no problema verdadeiro da mecânica quântica. As regras de Copenhague claramente funcionam, mas elas tem que ser aceitas. Mas isso deixa a tarefa de explicá-las aplicando a equação determinística para a evolução da função de onda, a Equação de Schrödinger, tanto para o observador quanto para os aparatos. —[5] A interpretação de muitos mundos de Everett & Histórias consistentes Na interpretação de muitos mundos da mecânica quântica, a qual não isola a observação como um processo especial, ambos estados vivo e morto do gato persistem, mas são incoerentes entre si. Nos outros mundos, quando a caixa é aberta, a parte do universo contendo o observador e o gato são separados em dois universos distintos, um contendo um observador olhando para um gato morto, outro contendo um observador vendo a caixa com o gato vivo. Como os estados vivo e morto do gato são incoerentes, não têm comunicação efetiva ou interação entre eles. Quando um observador abre a caixa, ele se entrelaça com o gato, então, as opiniões dos observadores do gato sobre ele estar vivo ou morto são formadas e cada um deles não tem interação com o outro. O mesmo mecanismo de incoerência quânticaé também importante para a interpretação em termos das Histórias consistentes. Apenas "gato morto" ou "gato vivo" pode ser parte de uma história consistente nessa interpretação. Roger Penrose criticou isso: Eu desejo tornar isso claro, que o que está sendo debatido está longe de resolver o paradoxo do gato. Até agora não há nada no formalismo da mecânica quântica que necessita que um estado de consciência não possa envolver a percepção simultânea de um gato morto-vivo. —[6] Embora a visão mais aceita (sem necessariamente endossar os Vários-Mundos) é que a incoerência é o mecanismo que proíbe tal percepção simultânea.[7][8] Uma variante da experiência do Gato de Schrödinger conhecida como máquina de suicídio quântico foi proposta pelo cosmologista Max Tegmark. Ele examinou a experiência do Gato de Schrödinger da perspectiva do gato, e argumentou que essa teoria pode ser distinta entre a interpretação de Copenhague e a de muitos mundos. Interpretação conjunta A interpretação conjunta afirma que superposições não são nada mais do que subconjuntos de um grande conjunto estatístico. Sendo esse o caso, o vetor estado não se aplicaria individualmente ao experimento do gato, mas apenas às estatísticas de muitos experimentos semelhantes. Os proponentes dessa interpretação afirmam que isso faz o paradoxo do Gato de Schrödinger um problema trivial não resolvido. Indo por esta interpretação, ela descarta a idéia que um simples sistema físico tem uma descrição matemática que corresponde a isso de qualquer jeito. Teorias de colapso objetivas De acordo com as teorias de colapso objetivo, superposições são destruídas espontaneamente (independente de observação externa) quando algum princípio físico objetivo (de tempo, massa, temperatura, irreversibilidade etc) é alcançado. Assim, espera-se que o gato tenha sido estabelecido em um estado definido muito tempo antes da caixa ser aberto. Isso poderia vagamente ser dito como "o gato se observa", ou "o ambiente observa o gato". Teorias do colapso objetivo requerem uma modificação da mecânica quântica padrão, para permitir superposições de serem destruídas pelo processo de evolução no tempo. Em teoria, como cada estado é determinado pelo estado imediatamente anterior, e este pelo anterior, ad infinitum, a pré-determinação para cada estado teria sido determinada instantaneamente pelo "princípio" inicial do Big Bang. Assim o estado do gato vivo ou morto não é determinada pelo observador, ele já foi pré-determinado pelos momentos iniciais do universo e pelos estados subsequentes que sucessivamente levaram ao estado referenciado no experimento mental. Minha Teoria sobre o TEMPO (Roberto da Silva Rocha) - Com as vênias de: Schrödinger, Dirac, Einstein, Heisenberg, Mach, Planck, Bohr, e de Laue. Minha nova interpretação para o paradoxo EPR acabou gerando uma nova concepção teórica, um constructo hipotético sobre o fenômeno da temporalidade. Parece-me que esta nova explicação para o fenômeno do tempo poderia contemplar este paradoxo EPR e nos leva à tentação de explicar muito mais do que parece ser possível na Física Quântica. Hipótese: A hipótese que pretendo examinar pode ser declarada nos seguintes termos: Corolário nº 1 A equação do tempo T = 1/F, onde T é o período de onda e F é a freqüência fundamental da onda. Consequencia do Corolário nº 1 é que: O tempo é inversamente proporcional à magnitude escalar da Frequência Corolário nº 2 A velocidade da Luz em uma freqüência típica do espectro eletromagnético visível estabelece um operador para as operações de transformações aplicadas sobre outros fenômenos quânticos de maneira que o T, período, aproxima-se de zero de tal forma que pode ser considerado o limite temporal superior, acima do qual o tempo começaria a ser negativo (regressivo). Corolário nº 3 Cada sistema possui o seu próprio período, vale dizer, o seu próprio tempo. Consequência do corolário nº 3: Um supersistema constituído de subsistemas menores teria várias operações de tempo, vale dizer, superposições temporais entrelaçadas e independentes. Corolário n º 4 1. O pico e o vale da forma de onda senoidal representam os estados de energia pura; 2. Entre o pico e o vale a matéria se transduz da energia e vice-versa; 3. Assim, existem dois estados da frequência: a) matéria; b) Energia. 4. O tempo também é quantizado; 5. O tempo é fracionado (quantizado) entre os estados de energia (pico e vale) da onda senoidal; 6. O tempo é nulo dos estados de energia pura (no pico e no vale da forma de onda senoidal); 7. O fóton surge com testemunha da passagem do estado de energia do pico para o vale e do vale para o pico na onda senoidal; 8. A menor fração de tempo conhecida e verificável (quanta) é a transição do fóton para a energia e da energia para o fóton; Conclusões: O caso do gato de Schrödinger Ao observar a roda do automóvel em movimento de rotação, um observador estacionário em relação ao pneu não conseguiria ler o que está escrito na banda de rodagem externa. Com o auxílio de uma câmara de fotografia de alta velocidade do obturador ele poderia parar o tempo do pneu e ler o que está ali escrito, dependendo da velocidade do obturador da máquina fotográfica, sem borrão. Quando um observador abre a caixa, o seu tempo se entrelaça com tempo do gato, então, as opiniões dos observadores do gato sobre ele estar vivo ou morto são formadas e cada um dos observadores não tem interação com o outro observador por que os relógios dos dois observadores ainda não foram sincronizados. O mesmo mecanismo de incoerência quântica é também importante para a interpretação em termos das Histórias consistentes. São histórias com contagens de tempo diferentes entre si, até que os tempos se entrelacem. Apenas "gato morto" ou "gato vivo" pode ser parte de uma história consistente nessa interpretação de sincronismo, por que os eventos estão separados pelo tempo, e o observador apenas consegue um sincronismo: com o tempo do gato vivo ou com o tempo do gato morto. Tem-se uma fonte emissora de pares de elétrons, com um elétron enviado para o destino A, onde existe uma observadora chamada Alice, e outro enviado para o destino B, onde existe um observador chamado Bob. De acordo com a mecânica quântica, podemos arranjar nossa fonte de forma tal que cada par de elétrons emitido ocupe um estado quântico conhecido como spin singlet. Daí já podem distinguir-se algumas situações quânticas de funções de onda, e na perspectiva temporal cada spin, cada translação representa na função de onda, um determinado relógio, dado pelo período de cada elétron, dado pela relação entre a frequência e o período, (t = 1/f)), logo teremos de sincronizar em algum momento da observação os tempos dos elétrons respectivos e autônomos, pois que ainda não interagiram com a observação. No momento da observação se dará o colapso temporal, então, da sincronização será verificado o estado dos spins de cada um. Isto pode ser visto como uma superposição quântica de dois estados; sejam eles I e II. No estado I, o elétron A tem spin apontado para cima ao longo do eixo z (+z) e o elétron B tem seu spin apontando para baixo ao longo do mesmo eixo (-z), dado pela disposição temporal de seus respectivos relógios. No estado II, o elétron A tem spin -z e o elétron B, +z. Portanto, é impossível associar qualquer um dos elétrons em um spin singlet, com um estado definido de spin. Os elétrons estão, portanto, no chamado entrelaçamento, dado pela sincronização temporal causada pelo efeito da observação. Alice mede neste momento o spin no eixo z. Ela pode obter duas possíveis respostas: +z ou -z. Suponha que ela obteve +z. De acordo com a mecânica quântica, o estado quântico do sistema colapsou temporalmente para o estado I. (Diferentes interpretações da mecânica quântica têm diferentes formas de dizer isto, mas o resultado básico é o mesmo). O estado quântico determina a probabilidade das respostas de qualquer medição realizada no sistema. Neste caso, se Bob a seguir medir o spin no eixo z, ele obterá -z com 100% de certeza. Similarmente, se Alice obtiver -z, Bob terá +z. Não há, certamente, nada de especial quanto à escolha do eixo z. Por exemplo, suponha que Alice e Bob agora decidam medir o spin no eixo x. De acordo com a mecânica quântica, o estado do spin singlet deve estar expresso igualmente bem como uma superposição dos estados temporais de spin orientados na direção x. Chamemos tais estados temporais de Ia e IIa. No estado de sincronismo temporal de Ia, o elétron de Alice tem o spin +x e o de Bob, -x. No estado temporal de IIa, o elétron de Alice tem spin -x e o de Bob, +x. Portanto, se Alice mede +x, o sistema colapsa temporalmente para Ia e Bob obterá -x. Por outro lado, se Alice medir -x, o sistema colapsa temporalmente para IIa e Bob obterá +x. Em mecânica quântica, o spin x e o spin z são "observáveis incompatíveis sem considera o sincronismo temporal com o observador temporal", que significa que há um principio da incerteza de Heisenberg operando entre eles: um estado quântico não pode possuir um valor definido para ambas as variáveis sincronicamente. Suponha que Alice meça o spin z e obtenha +z, com o estado quântico colapsando temporalmente para o estado I. Agora, ao invés de medir o spin z também, suponha que Bob meça o spin x. De acordo com a mecânica quântica, quando o sistema está no estado temporal I, a medição do spin x de Bob terá uma probabilidade de 50% de produzir +x e 50% de -x. Além disso, é fundamentalmente impossível predizer qual resultado será obtido até o momento que Bob realize a medição. Incidentalmente, embora tenhamos usado o spin como exemplo, muitos tipos de quantidades físicas — que a mecânica quântica denomina como "observáveis" — podem ser usados para produzir entrelaçamento temporal quântico. A observação de qualquer estado está relacionada com a velocidade angular, vale dizer, da freqüência do observador em relação à freqüência do estado que está sendo observado, daíàs várias possíveis interpretações divergentes de estados diferentes para o Gato de Schrödinger. O tempo não é o mesmo no universo. Cada partícula tem o seu próprio tempo, assim como os corpos extensos de quaisquer dimensões no cosmo. O tempo é uma propriedade particular e única para cada coordenada do universo. Depende apenas da equação T=1/F. Quanto mais lenta a partícula, maior o seu tempo, consequentemente, quanto mais rápido (maior a sua frequência) a partícula se move mais lento é o seu tempo, vale dizer, menor é o seu período. A perspectiva de observação de quem se move à velocidade da luz, ou seja, em frequência elevada, é a de que nada se move no universo. Uma explosão de uma bomba química parece a um observador em repouso como um evento instantâneo, mas, se o mesmo estivesse se movimentando à quase a mesma velocidade da luz poderia ver cada fase da explosão com se fosse uma parede de tijolos sendo erguida pacientemente por um habilidoso pedreiro, peça-a-peça. No limiar da velocidade da luz todos os eventos anteriores e posteriores parecem indiscerníveis ao observador assim postado. Esta é a causa do emaranhamento quântico. Explicando o paradoxo de Bell, John Bell que mostrou que as predições da mecânica quântica no experimento mental de EPR são sempre ligeiramente diferentes das predições de uma grande parte das teorias de variáveis ocultas, falando ele, Bell, que a mecânica quântica prediz uma correlação estatística ligeiramente mais forte entre os resultados obtidos em diferentes eixos do que o obtido pelas teorias de variáveis ocultas. Estas diferenças, expressas através de relações de desigualdades conhecidas como "desigualdades de Bell", são em princípio detectáveis experimentalmente. Para uma análise mais detalhada deste estudo, veja teorema de Bell. Uma explicação para este paradoxo de Bell é que os astrofísicos, Físicos, Filósofos, cometeram um grande equívoco: fizeram a presunção, e suposição de que o universo funciona como um gigantesco GPS, onde os eventos cósmicos pudessem ser sincronizados a um grande cronômetro. Antes do Big-bang, não existia matéria, nem matéria escura, por conseguinte, antes do grande bang não existia o tempo, nem as leis da Física, nem da Biologia, nem Matemática, somente existia uma grande concentração de uma determinada forma de energia numa singularidade. Depois do big bang surgiu o tempo, mas, não um tempo sincronizado, como trabalha a Física, a Astrofísica. O tempo é fragmentado e customizado por cada partícula do universo. Cada qual tem o seu próprio relógio, a cadenciar o seu ciclo de vida. Depois da publicação do trabalho de Bell, inúmeros experimentos foram idealizados para testar as desigualdades de Bell. (Como mencionado acima, estes experimentos geralmente baseiam-se na medição da polarização de fótons). Todos os experimentos feitos até hoje encontraram comportamento similar às predições obtidas da mecânica quântica padrão. Baseados no tempo sincronizado do universo. Sabemos que todos os experimentos são referenciados ao tempo do observador, daí ao experimento mental do gato de Schrödinger onde o evento somente se define para o observador, diga-se, para o momento da verificação, dentro de um contexto de descoberta, dentro do contexto de verificação e dentro de um contexto de explicação e de justificação do experimento. Este desemaranhamento dos tempos escolhe o evento aleatoriamente e o sincroniza com o tempo da observação, instantaneamente. Porém, este campo ainda não estava completamente definido. Antes de qualquer coisa, o teorema de Bell não se aplica a todas as possíveis teorias "realistas". Foi possível agora construir uma teoria que escapa de suas implicações e que são, portanto, distinguíveis da mecânica quântica; porém, estas teorias são geralmente não-locais — não parecem violar a casualidade e as regras da relatividade especial. Depois da formulação da teoria do tempo assíncrono no universo, as variáveis ocultas que exploram brechas nos experimentos atuais, tais como brechas nas hipóteses feitas para a interpretação dos dados experimentais, ficam assim explicadas e justificadas num contexto de justificação lógico e formal. Todavia, ninguém ainda tinha antes da teoria da assincronicidade conseguido formular uma teoria realista localmente que pudesse reproduzir todos os resultados da mecânica quântica. As grandes dificuldades nestas experiências mentais do gato de Schrödinger e as estruturas mentais de Bell nos remetem às duas questões: a) A assincronia temporal do universo; b) A atemporalidade de partículas viajando à velocidade da luz; 2) Consequências: a) O tempo congela-se no nosso âmbito de verificabilidade de eventos nas proximidades da velocidade da luz; b) A determinação de eventos ocorridos no universo, como até mesmo a determinação da idade do universo torna-se temerário, uma vez que estamos referenciados à temporalidade do âmbito da percepção humana do tempo, isto é, no nosso cronômetro particular. c) Os eventos da criação do universo pouco antes, durante e pouco depois do big-bang se deram atemporalmente, isto é: o tempo estava congelado durante estes estágios, como ocorre com os estágios dos ciclos das partículas atômicas e subatômicas. d) A determinação seqüencial dos eventos no microcosmo das partículas requer outro olhar para a situação do desentrelaçamento temporal humano dos eventos observáveis. Na interpretação de muitos mundos da mecânica quântica, de Everett, a qual não isola a observação como um processo especial temporal, ambos estados vivo e morto do gato persistem, mas são incoerentes entre si, se vistos como sincronizados entre si. Agora poderemos rever estes conceitos de mundos separados pelo tempo, mas, um tempo de sincronismo entre o evento que cai no âmbito do tempo do observador do evento A, e o mesmo raciocínio é válido para a alternativa do evento B sincronizado com o tempo do observador (gato morto, A, ou gato vivo, B). Nos outros mundos, de Everett, quando a caixa é aberta, a parte do universo contendo o observador e o gato são separados em dois universos distintos, um contendo um observador olhando para um gato morto, outro contendo um observador vendo a caixa com o gato vivo. Isto somente só seria explicado para tempos ou relógios separados. Como os estados vivo e morto do gato são incoerentes, quando sincronizados temporalmente, não têm comunicação efetiva ou interação entre eles. Quando um observador abre a caixa, ele entrelaça o seu cronômetro com o cronômetro do gato, então, as opiniões dos observadores do gato sobre ele estar vivo ou morto são formadas e cada um dos estados do gato não tem interação um com o outro. O mesmo mecanismo de incoerência quântica é também importante para a interpretação em termos das Histórias consistentes. Apenas "gato morto" ou "gato vivo" pode ser parte de uma história consistente nessa interpretação temporal. Outra conclusão destes conceitos é a de que se explicaria o por quê do trabalho que mantém as partículas sempre em movimento sem desperdiçar energia, (W= e.t, “W” trabalho, “e” energia, “t” tempo) é que o tempo quase congelado (quase-nulo) impede que esta energia seja consumida, pois sendo W quase = 0, não viola os princípios da mecânica clássica da termodinâmica. Está superado mais um impasse-mistério do universo o qual seria a misteriosa fonte de energia do átomo e de suas partículas nunca decaírem. PS.: Tudo o que cai no âmbito da consciência ou da nossa cognição não passa de fenômenos subjetivos não submetidos à epochê de Husserl. Este estado de coisas superpostas tem muito a ver com a Fenomenologia. Tudo que é observado é modificado pela consciência de quem observa e éúnico, subjetivo enquanto fenômeno, é como se fosse uma visão particular do evento.   REINTERPRETANDO O APOCALIPSE Dicionário do Apocalipse Castiçais de ouro Anjo (visitante extraterrestre) Sete (número limite exponencial) Igrejas (Corporações, entidades) Morte (passagem para o mundo imaterial, entrada para o universo paralelo) Espírito (Forma energia que transita nos estados quânticos) Trombeta (Alto–falantes e caixas de som) Arrebatamento (Viagem via teletransporte ou içamento – levitação - anti-gravitacional) Tribos (Nações e Estados nacionais) Estrelas (luzes) Línguas de Fogo (Facho de luz ou raios artificiais) Espada de dois fios (antenas ou tubos) Transporte individual de levitação NIcolaítas são pregadores leigos sem doutrina alguma Balaão foi um profeta idólatra tentado pelo dinheiro Pés de latão reluzentes parecem uma espécie cinturão-voador a jato Satanás é provavelmente a mais simbólica das sinédoques da Bíblia representando a encarnação das coisas ruins, da ideologia da supremacia vantagem egoísta por sobre a honra e a honestidade Animais cheios de olhos eram as câmeras de vídeo Vinte e quatro é uma representação simbólica de uma pluralidade de poltronas não literalmente nem cardinalmente falando, apenas um número grande e plural de poltronas Livro escrito por dentro e por fora sugere uma imagem holográfica suspensa no ar trazendo mensagens criptográficas que precisavam das chaves-senhas de acesso Os quatro animais representam quatro máquinas robôs de tamanhos diferentes: a maior chamou de leão, a intermediária em tamanho chamou de bezerro, a menor chamou de humanóide e a voadora chamou de águia Cavalos: branco, vermelho, preto, amarelo são motos-aéreas, tecnologia que ainda não existe Doze mil de cada uma das doze tribos de Israel não são cardinais são ordem de grandezas apenas para argumentar até por que as doze tribos não existem mais nem o povo de Israel histórico e ético não existe em seu estado de pureza racial O fogo do céu queimando o mar são as explosões nucleares A estrela que cai do céu são cometas e asteróides gigantes que impactam a Terra Gafanhotos que atormentam como escorpiões depois das explosões são as queimaduras radiativas da explosão nuclear que atormenta os sobreviventes O tirano se chamará Abadom em hebreu ou Apoliom em grego Cavalos com caudas de três cabeças parecem uma espécie de nave trirreator na cauda que dispara raios da morte e bombas Cana que solta fogo parece uma arma de raio mortal Assim este dicionário deve servir de guia para a interpretação do apocalipse a partir da tecnologia de dois mil anos atrás tendo em vista a nossa tecnologia atual e tentando projetar a visão da tecnologia do futuro quando se darão estas profecias, certamente uma tecnologia mais avançada do que a que dispomos quando da interpretação atualizada deste apocalipse. A teoria dos universos paralelos de Everett onde os eventos podem seguir alternativas reais em mundos diferentes nos universos paralelos à realidade abre-nos uma perspectiva real de entendimento da vida eterna. Eventos num universo paralelo são possibilidades e não probabilidades de escolha de eventos alternativos que continuam a existir mesmo que no mundo real estes eventos tenham sido descartados, rejeitados, preteridos, mal sucedidos. Cada decisão não realizada segue o seu caminho particular no universo paralelo com todas as suas conseqüências particulares e determinísticas ocupando o seu lugar em outro mundo. A existência da alma humana está relacionada à existência dos universos paralelos. Estes universos nunca se comunicam exceto com a morte física. A partir deste momento da morte física a alma vai perambulando nos universos paralelos percorrendo de volta os eventos vividos durante a fase anterior à morte corporal em eventos atemporais e intemporais dentro das possibilidades dos eventos vividos e as estes relacionados fortemente. A existência do paraíso é do próprio inferno estão ligados às alternativas colocadas pelas vivências durante a vida física, por que são as únicas referências para a alma, ou par esta energia inteligente pós-morte. Quando se morre, fica-se prisioneiro das vivências passadas e em suas variações e alternativas, como no filme “De volta para o futuro”, eternamente preso ao cenário vivido, bom ou mau, ou a ambos. As alternativas dos universos paralelos de cada indivíduo são desmembradas em fatos e atos vividos no passado que determinam as possibilidades criadas e oferecidas durante a existência física de cada pessoa durante a sua vida. Se as pessoas em vida criaram alternativas boas e agradáveis durante a sua existência, passarão a eternidade percorrendo a estes desmembramentos em todas as suas possibilidades; ao contrário, se as pessoas vivenciaram situações desagradáveis os seus desdobramentos serão a sua eterna variação de desmembramentos de sua existência nos universos paralelos. Presas para sempre nestes eventos. O Apocalipse segundo São João A eternidade seria um emaranhado quântico porque a alma é imaterial e vive em um estado atemporal, como objeto lançado à velocidade da luz, onde sabemos os eventos atemporais relacionados se congelam, devendo o objeto neste estado de velocidade da luz estar fisicamente e temporalmente isolado do mundo em redor. Linguagem simbólica No entendimento simbólico dizem basicamente que se referem às perseguições que os cristãos sofreram dos romanos e sofreriam ao longo da história. Segundo este entendimento, João utilizava simbologia para detalhar o sofrimento que estavam passando, e utilizava esse meio para falar com outros cristãos e dificultar assim o entendimento por parte de seus opressores.[7] [editar]Linguagem profética Na profética, segundo uma teologia comum das igrejas protestantes, João teria recebido visões através de Jesus Cristo por meio de um anjo, que mostrou-lhe o que aconteceria durante o período da presente dispensação (até o fim do mundo). De entre estes acontecimentos está o mais famoso que é o Juízo Final, que seria o resultado (eterno) do acatamento ou não dos apelos do Novo Testamento que são: Voltar-se para Deus. Arrependimento dos pecados. Aceitação de Jesus Cristo como Messias. Batismo nas águas. Dividindo então a humanidade entre os santos (aqueles que aceitaram) e os pecadores que se negaram a ouvir os apelos e mudar de atitude. Segundo a visão profética, o "Juízo Final" trará o céu eterno para os santos e o inferno eterno para os pecadores. Ainda segundo o entendimento profético do livro, temos a seguinte linha escatológica: Carta às igrejas. Princípio das dores (pequenas catástrofes). Abertura dos selos (Cavaleiros do Apocalipse, clamor dos mártires, grande terremoto e abalos celestes). Governo do Anticristo por 7 anos, (Sinal da Besta, Paz, Guerras). Anjos derramam taças sobre a Terra, que significa a ira de Deus em 7 etapas, (Fome, Pestes, Terremotos, Maremotos, etc.). Volta de Jesus Cristo e da igreja a Terra. Governo Milenar de Jesus Cristo. Juízo Final Novo céu e nova terra O sinal ou marca da bestaé alvo de diversas interpretações. Existem aqueles que dizem que o sinal será literalmente posto na mão direita ou na testa, e acusam o Verichip de ser esse sinal. Outros preferem uma visão mais simbólica e interpretam que o sinal da besta na mão direita ou na testa significaria respectivamente atitudes e pensamentos segundo as intenções da besta, e contrários a Deus. Um exemplo de tal interpretação tem os adventistas, que crêem que se pode identificar o sinal da Besta identificando qual o sinal contrário, isto é, o "sinal de Deus", que eles crêem ser a observância do sábado. Neste caso, para eles, a marca da besta seria a observância do domingo, reconhecido como dia do Senhor tanto por católicos como por protestantes. Porém correntes atuais ponderam que o sinal da Besta nada mais é que algo compreensível, que quem recebê-lo saberá exatamente o que está fazendo, pois a expressão "é número de homem" remete a algo comum, notório para todos, pois até mesmo pessoas iletradas reconhecem números com facilidade, ao contrário da corrente que há alguns anos acusava o código de barras e agora o Verichip. Existe também a possibilidade de ser um número bem no centro da testa escrito 666 (seiscentos e sessenta e seis).[8] O Apocalipse de João Prólogo 1 1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe confiou para que mostrasse aos seus servos as coisas que devem acontecer em breve. Jesus a comunicou, através do seu anjo, ao seu servo João. 2 Este dá testemunho de que tudo quanto viu é palavra de Deus e testemunho de Jesus Cristo. 3 Feliz aquele que lê e aqueles que escutam as palavras da profecia e põem em prática o que nela está escrito. Pois o tempo está próximo. Introdução às visões 4 João, às sete igrejas que estão na Ásia: A vós, graça e paz, da parte daquele ‘que é, que era e que vem’; da parte dos sete espíritos que estão diante do trono de Deus; 5 e da parte de Jesus Cristo, a testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos, o soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, que por seu sangue nos libertou dos nossos pecados 6 e que fez de nós um reino de sacerdotes para seu Deus e Pai, a ele a glória e o poder, pelos séculos dos séculos. Amém. 7 Vede! Ele vem com as nuvens, e todo olho o verá– como também aqueles que o traspassaram. Todas as tribos da terra baterão no peito por causa dele. Sim. Amém! 8 “Eu sou o Alfa e o Ômega”, diz o Senhor Deus, “aquele que é, que era e que vem, o Todo-poderoso”. Visão inaugural das sete cartas 9 Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, e também no Reino e na constância em Jesus, encontrava-me na ilha de Patmos, por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus. 10 No dia do Senhor, entrei \em êxtase, no Espírito, e ouvi atrás de mim uma voz forte, como de trombeta, 11 a qual dizia: “O que vês, escreve-o num livro e envia-o às sete igrejas, a Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia”. 12 Então voltei-me para 2 ver a voz que me falava e, ao voltar-me, vi sete candelabros de ouro. 13 No meio dos candelabros havia alguém semelhante a um filho de homem, vestido com uma túnica comprida e com uma faixa de ouro em volta do peito. 14 Sua cabeça e seus cabelos eram brancos como lã alvejada, igual à neve, e seus olhos eram como chama de fogo. 15 Seus pés pareciam de bronze incandescente no crisol, e sua voz era como o fragor de águas torrenciais. 16 Na mão direita, tinha sete estrelas, de sua boca saía uma espada afiada, de dois gumes, e seu rosto era como o sol no seu brilho mais forte. 17 Ao vê-lo, caí como morto a seus pés, mas ele pôs sobre mim sua mão direita e disse: “Não tenhas medo. Eu sou o Primeiro e o Último, 18 aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre. Eu tenho a chave da Morte e da Morada dos mortos. 19 Escreve pois o que viste, aquilo que está acontecendo e o que vai acontecer depois. 20 Este é o significado secreto das sete estrelas que viste na minha mão direita, e dos sete candelabros de ouro: as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros são as sete igrejas. Éfeso 2 1 “Ao anjo da igreja que está em Éfeso, escreve: ‘Assim fala aquele que segura na mão direita as sete estrelas, aquele que está andando no meio dos sete candelabros de ouro: 2 Conheço a tua conduta, o teu esforço e a tua constância. Sei que não suportas os maus. Puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e descobriste que são mentirosos. 3 És perseverante. Sofreste por causa do meu nome e não desanimaste. 4 Mas tenho contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. 5 Lembra-te de onde caíste! Converte-te e volta à tua prática inicial. Se, pelo contrário, não te converteres, virei e removerei o teu candelabro do seu lugar. 6 Mas em teu favor tens isto: detestas a prática dos nicolaítas, a qual também eu detesto. 7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei como prêmio comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus’. Esmirna 8 “Ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: ‘Assim fala o Primeiro e o Último, aquele 3 que esteve morto, mas voltou à vida: 9 – Conheço tua tribulação e tua pobreza. Contudo, és rico. Conheço também a blasfêmia da parte dos que se dizem judeus, mas na realidade não são judeus, e sim, uma sinagoga de Satanás. 10 Não tenhas medo dos sofrimentos que vais passar. O diabo lançará alguns dentre vós na prisão. Assim sereis colocados à prova. Tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel atéà morte, e eu te darei a coroa da vida. 11 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor não será atingido pela segunda morte’. Pérgamo 12 “Ao anjo da igreja que está em Pérgamo, escreve: ‘Assim fala o que tem a espada afiada,de dois gumes: 13 – Conheço o lugar onde moras: é onde está o trono de Satanás. Mas tu conservas o meu nome e não renegaste a fidelidade para comigo, nem mesmo nos dias em que Antipas, minha testemunha fiel, foi morto entre vós, aí onde mora Satanás. 14 Contudo,tenho algumas coisas contra ti: tens no teu meio adeptos da doutrina de Balaão. Este ensinou Balac a fazer Israel tropeçar, isto é, prostituir-se e comer carne sacrificada aos ídolos. 15 Do mesmo modo, tu admites também adeptos da doutrina dos nicolaítas. 16 Converte-te, portanto. Senão, virei a ti depressa e lhes farei guerra com a espada que sai de minha boca. 17 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei o maná escondido e lhe darei uma pedrinha branca, na qual estará escrito um nome novo, que ninguém conhece, a não ser quem a recebe’. Tiatira 18 “Ao anjo da igreja que está em Tiatira, escreve: ‘Assim fala o Filho de Deus, aquele que tem os olhos como chama de fogo e os pés como bronze: 19 – Eu conheço a tua conduta, teu amor e tua fidelidade, teu serviço e tua perseverança, e as tuas obras recentes, mais numerosas ainda que as do início. 20 Mas tenho contra ti que toleras essa mulher, Jezabel, que se diz profetisa, mas ensina e seduz os meus servos a se prostituírem e a comerem carne sacrificada aos ídolos. 21 Eu lhe dei prazo para se converter, mas ela não quer converter-se de sua prostituição. 22 Vou prostrá-la de cama, e lançar numa grande tribulação os que se prostituem com ela, se não se converterem de sua conduta. 23 Farei morrer os seus filhos, e então, todas as igrejas vão saber que eu sou aquele que sonda os sentimentos e os corações, e que vou retribuir a cada um de vós conforme sua conduta. 24 A vós, porém, os outros em Tiatira, que 4 não seguis essa doutrina e não quisestes conhecer as ‘profundezas’ de Satanás – como dizem –, não vos imponho outra obrigação. 25 Mas segurai bem o que tendes, até que eu venha. 26 E ao vencedor, ao que guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações; 27 e ele as governará com cetro de ferro, e elas se quebrarão como vasos de argila. 28 Pois assim como recebi do meu Pai este poder, darei ao vencedor a estrela da manhã! 29 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.’ Sardes 3 1 “Ao anjo da igreja que está em Sardes, escreve: ‘Assim fala aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas: – Conheço a tua conduta. Tens fama de estar vivo, mas estás morto. 2 Vigia! Reaviva o que te resta, e que estava para morrer! Pois não acho perfeitas aos olhos do meu Deus as tuas obras. 3 Lembra-te daquilo que tens aprendido e ouvido. Observa-o! Converte-te! Se não estiveres vigilante, virei como um ladrão, sem que tu saibas em que hora vou te surpreender! 4 Todavia, aí em Sardes existem algumas pessoas que não mancharam suas vestes. Estas vão andar comigo, 5 O vencedor vestirá vestes brancas, e não apagarei o seu nome do livro da vida, mas o apresentarei diante de meu Pai e de seus anjos.6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas’. Filadélfia 7 “Ao anjo da igreja que está em Filadélfia, escreve: ‘Assim fala o Santo, o Verdadeiro, que tem a chave de Davi, aquele que abre e ninguém fecha, e que fecha e ninguém abre: 8 – Conheço a tua conduta. Vê, eu abri à tua frente uma porta e ninguém a poderá fechar. Pois tua força é pequena, mas guardaste a minha palavra e não renegaste o meu nome. 9 Olha! Eu te entrego uma parte da sinagoga de Satanás, daqueles que se dizem judeus e na realidade não o são, mas são mentirosos. Vou fazer com que venham prostrar-se diante de teus pés, e reconhecerão, então, que eu te amo. 10 Já que guardaste a minha ordem de perseverar, também eu te guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o universo, para pôr à prova os habitantes da terra. 11 Eu venho logo! Guarda bem o que recebeste, para que ninguém roube a tua coroa. 12 Do vencedor farei uma coluna no Santuário do meu Deus, e daí não sairá. Nela gravarei o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova 5 Jerusalém, que desce do céu, de junto do meu Deus. E gravarei nela também o meu novo nome. 13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas’. Laodicéia 14 “Ao anjo da igreja que está em Laodicéia, escreve: ‘Assim fala o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: 15 Conheço a tua conduta. Não és frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! 16 Mas, porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca. 17 Tu dizes: ‘Sou rico e abastado e não careço de nada’, em vez de reconhecer que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu! 18 Dou-te um conselho: compra de mim ouro purificado no fogo, para ficares rico, e vestes brancas, para vestires e não aparecer a tua nudez vergonhosa; e compra também um colírio para curar os teus olhos, para que enxergues. 19 Eu repreendo e educo os que eu amo. Esforça-te, pois, e converte-te. 20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo. 21 Ao vencedor farei sentar-se comigo no meu trono, como também eu venci e estou sentado com meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas’.” A liturgia celeste 4 1 Depois disso, vi uma porta aberta no céu, e a voz que antes eu tinha ouvido falar-me como trombeta, disse: “Sobe até aqui, para que eu te mostre as coisas que devem acontecer depois destas”. 2 Imediatamente, fui movido pelo Espírito. Havia no céu um trono e, no trono, alguém sentado. 3 Aquele que estava sentado tinha o aspecto de uma pedra de jaspe e cornalina; um arco-íris envolvia o trono com reflexos de esmeralda. 4 Ao redor do trono havia outros vinte e quatro tronos; neles estavam sentados vinte e quatro anciãos, todos eles vestidos de branco e com coroas de ouro na cabeça. 5 Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus. 6 Na frente do trono havia como que um mar de vidro cristalino. No centro, em redor do trono, havia quatro Seres vivos, cheios de olhos pela frente e por detrás. 7 O primeiro Ser vivo era semelhante a um leão; o segundo era semelhante a um touro; o terceiro tinha rosto de homem; o quarto era semelhante a uma águia em pleno vôo. 8 Cada um dos quatro Seres vivos tinha 6 seis asas, cobertas de olhos ao redor e por dentro. Dia e noite, sem parar, proclamavam: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus Todo-poderoso, aquele ‘que é, que era e que vem’!” 9 Os seres vivos davam glória, honra e ação de graças ao que estava sentado no trono e que vive para sempre. 10 E cada vez que os Seres vivos faziam isto, os vinte e quatro anciãos se prostravam diante daquele que estava sentado no trono, para adorar o que vive para todo o sempre. Depunham suas coroas diante do trono de Deus e diziam: 11 “Tu és digno, Senhor, nosso Deus, de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas. Por tua vontade é que elas existem e foram criadas”. O Cordeiro e o livro selado 5 1 Vi, depois, na mão direita daquele que estava sentado no trono, um livro, um rolo escrito por dentro e por fora, lacrado com sete selos. 2 Vi então um anjo forte, que proclamava em alta voz: “Quem é digno de romper os selos e abrir o livro?” 3 Ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra era digno de abrir ou de olhar o livro. 4 Eu chorava muito, porque ninguém fora considerado digno de abrir ou de olhar o livro. 5 Um dos anciãos me disse: “Não chores! Vê, o leão da tribo de Judá, o rebento de Davi, saiu vencedor. Ele pode romper os selos e abrir o livro”. 6 Então, vi um Cordeiro. Estava no centro do trono e dos quatro Seres vivos, no meio dos Anciãos. Estava de pé, como que imolado. O Cordeiro tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra. 7 Então o Cordeiro veio receber o livro, da mão direita daquele que está sentado no trono. 8 Quando ele recebeu o livro, os quatro Seres vivos e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Todos tinham harpas e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. 9 E entoaram um cântico novo: “Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado, e com teu sangue adquiriste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação. 10 Deles fizeste para o nosso Deus um reino de sacerdotes. E eles reinarão sobre a terra”. 11 Eu vi – eu ouvi a voz de numerosos anjos, que rodeavam o trono, os Seres vivos e os Anciãos. Eram milhares de milhares, milhões de milhões, 12 e proclamavam em alta voz:“O Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor”. 13 E todas as criaturas que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que aí se encontra, eu as ouvi dizer: “Ao que está sentado no trono e ao 7 Cordeiro, o louvor e a honra, a glória e o poder para sempre”. 14 Os quatro Seres vivos respondiam: “Amém”. E os Anciãos se prostraram e adoraram. Os quatro primeiros selos 6 1 Eu vi quando o Cordeiro abriu o primeiro dos sete selos, e ouvi o primeiro dos quatro Seres vivos dizer com voz de trovão: “Vem!” 2 Vi então um cavalo branco. Seu cavaleiro tinha um arco, e deram-lhe uma coroa. Saiu, vitorioso e para vencer ainda mais. 3 Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo Ser vivo dizer: “Vem!” 4 E apareceu um outro cavalo, vermelho, e ao seu cavaleiro foi dado o poder de tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros. E foi-lhe dada uma grande espada. 5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro Ser vivo dizer: “Vem!” Vi então um cavalo preto, e o seu cavaleiro tinha na mão uma balança. 6 E ouvi uma voz no meio dos quatro Seres vivos: “Um quilo de trigo por um dia de trabalho! Três quilos de cevada por um dia de trabalho! Não prejudiques o azeite e o vinho”. 7 Quando abriu o quarto selo, ouvi o quarto Ser vivo dizer: “Vem!” 8 Vi então um cavalo esverdeado, e o seu cavaleiro era chamado “a Morte”, e a Morada dos mortos o acompanhava. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para que matasse pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras da terra. O quinto selo 9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar aqueles que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que tinham dado. 10 Gritaram com voz forte: “Senhor santo e verdadeiro, até quando tardarás em fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da terra?” 11 Então, cada um deles recebeu uma veste branca e foi-lhes dito que esperassem mais um pouco de tempo, até se completar o número dos seus companheiros e irmãos, que iriam ser mortos como eles. O sexto selo 12 E quando o Cordeiro abriu o sexto selo, vi acontecer um grande terremoto, e o sol ficou preto como roupa de luto e a lua tornou-se toda cor de sangue. 13 As estrelas do céu caíram 8 sobre a terra, como a figueira deixa cair seus frutos verdes, quando bate um vento forte, 14 e o céu foi-se recolhendo como um pergaminho que se enrola. Todas as montanhas e ilhas foram arrancadas de seus lugares. 15 Os reis da terra, os magnatas e os chefes militares, os ricos, os poderosos e todos, escravos e livres, esconderam-se nas cavernas e nas rochas das montanhas, 16 dizendo aos montes e aos rochedos: “Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro, 17 pois chegou o grande dia de sua ira. Quem poderá manter-se de pé?” Os eleitos 7 1 Depois, vi quatro anjos postados nos quatro cantos da terra. Eles seguravam os quatro ventos da terra, para que o vento não pudesse soprar na terra, nem no mar, nem nas árvores. 2 Vi ainda outro anjo, que subia do lado onde nasce o sol. Ele trazia consigo o selo do Deus vivo e gritou, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido o poder de danificar a terra e o mar. Ele exclamou: 3 “Não façais mal à terra, nem ao mar, nem às arvores, até que tenhamos marcado a fronte dos servos do nosso Deus”. 4 Ouvi então o número dos que tinham sido marcados: eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: 5 da tribo de Judá, doze mil; da tribo de Rubem, doze mil; da tribo de Gad, doze mil; 6 da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Neftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; 7 da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; 8 da tribo de Zabulon, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil. 9 Depois disso, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, gente de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; vestiam túnicas brancas e traziam palmas na mão. 10 Todos proclamavam com voz forte: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. 11 E todos os anjos que estavam de pé, em volta do trono e dos Anciãos e dos quatro Seres vivos, prostravam-se, com o rosto por terra,diante do trono. E adoravam a Deus, 12 dizendo: “Amém. O louvor, a glória e a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém”. Os mártires 9 13 Então, um dos Anciãos falou comigo, perguntando: “Estes, que estão vestidos com túnicas brancas, quem são e de onde vieram?” 14 Eu respondi: “Tu é que sabes, meu senhor”. Ele então me disse: “Estes são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e branquearam as suas vestes no sangue do Cordeiro. 15 Por isso, estão diante do trono de Deus e lhe prestam culto, dia e noite, no seu santuário. E aquele que está sentado no trono os abrigará na sua tenda. 16 Nunca mais terão fome, nem sede. Nem os molestará o sol, nem algum calor ardente. 17 Porque o Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduziráàs fontes da água vivificante. E Deus enxugará toda lágrima de seus olhos.” O sétimo selo... 8 1 Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, fez-se no céu um silêncio de meia hora... 2 Vi então os sete Anjos que estão diante de Deus. Eles receberam sete trombetas. 3 E veio um outro anjo que se colocou perto do altar, com um turíbulo de ouro. Ele recebeu uma grande quantidade de incenso, para oferecê-lo com as orações de todos os santos, no altar de ouro que está diante do trono. 4 E da mão do anjo subia até Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos. 5 Então, o anjo pegou no turíbulo e encheu-o com o fogo do altar e atirou o turíbulo sobre a terra. Houve trovões, clamores, relâmpagos e terremoto. As quatro primeiras trombetas 6 Os sete anjos com as sete trombetas prepararam-se para tocar. 7 O primeiro anjo tocou, e caíram sobre a terra granizo e fogo misturados com sangue. A terça parte da terra foi queimada, a terça parte das árvores foi queimada, e toda a erva verde foi queimada. 8 O segundo anjo tocou, e algo como uma grande montanha ardendo em chamas foi lançado no mar. A terça parte do mar transformou-se em sangue. 9 A terça parte das criaturas, que viviam no mar, morreu. A terça parte dos navios naufragou. 10 O terceiro anjo tocou, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha; caiu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas. 11 O nome da estrela é‘Amargor’. A terça parte das águas tornou-se amargor e muitas pessoas morreram devido às águas, porque se tinham tornado amargas. 12 O quarto anjo tocou, e foi atingida a terça parte do sol e a terça parte da lua, e a terça parte das 10 estrelas, de modo que escureceu a terça parte deles, e o dia perdeu um terço de sua claridade, e a noite igualmente. 13 Eu vi – ouvi uma águia, que voava no ápice do céu, proclamando em alta voz: “Ai! Ai! Ai dos habitantes da terra, por causa dos próximos toques de trombeta, dos três anjos que devem ainda tocar”. A quinta trombeta: o primeiro “ai” 9 1 E o quinto anjo tocou. Vi então uma estrela que tinha caído do céu sobre a terra, e foi-lhe dada a chave do poço do Abismo. 2 Ela abriu o poço do Abismo, e do poço do Abismo saiu fumaça, como a fumaça de uma grande fornalha, e o sol e o ar se escureceram, por causa da fumaça que saía do poço. 3 Da fumaça espalharam-se gafanhotos sobre a terra e receberam poder igual ao dos escorpiões da terra. 4 Foi-lhes dito que não danificassem a vegetação da terra, nem as ervas nem as árvores, mas somente as pessoas que não levassem na fronte a marca do selo de Deus. 5 Não lhes foi permitido matá-las, mas sim atormentá-las durante cinco meses. E a dor que causavam era semelhante à dor da picada do escorpião quando morde alguém. 6 Naqueles dias, as pessoas vão procurar a morte e não a encontrarão. Vão desejar morrer, mas a morte fugirá delas! 7 Os gafanhotos tinham a aparência de cavalos preparados para a guerra. Levavam na cabeça coroas que pareciam de ouro e as caras deles pareciam rostos humanos. 8 Tinham cabelo semelhante ao cabelo das mulheres e os seus dentes eram como os dos leões. 9 Tinham couraças como couraças de ferro, e o barulho de suas asas parecia o barulho de uma multidão de carros e cavalos correndo para o combate. 10 Tinham caudas como os escorpiões, com ferrões. E na sua cauda estava o poder de atormentar as pessoas durante cinco meses. 11 Tinham por rei o Anjo do Abismo, que em hebraico se chama “Abadon” e em grego “Apolíon”. 12 Passou o primeiro “ai”. Mas depois vêm ainda outros dois “ais”. A sexta trombeta: o segundo “ai” 13 O sexto anjo tocou, e eu ouvi uma única voz, vinda dos quatro cantos do altar de ouro que está diante de Deus. 14 A voz dizia ao sexto anjo, aquele que segurava a trombeta: “Solta os quatro anjos que se encontram algemados no grande rio, o Eufrates”. 15 E foram soltos os quatro anjos, que estavam com a hora, o dia, o mês e o ano marcados para matar a terça parte 11 da humanidade. 16 O número das tropas de cavalaria era de vinte mil vezes dez mil. Eu ouvi bem o seu número. 17 E na minha visão, vi os cavalos e os cavaleiros do seguinte modo: tinham couraças de fogo, jacinto e enxofre. As cabeças dos cavalos pareciam cabeças de leões, e de suas bocas saía fogo, fumaça e enxofre. 18 A terça parte da humanidade morreu por causa destas três pragas: o fogo, a fumaça e o enxofre que saíam das bocas dos cavalos. 19 Pois o poder desses cavalos estava na boca e na cauda. Suas caudas pareciam serpentes com cabeças, e com estas causavam dano. 20 As demais pessoas, as que não morreram devido a estas pragas, mesmo assim não se converteram das obras de suas mãos. Não deixaram de adorar os demônios, os ídolos de ouro e de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem caminhar. 21 Também não se converteram de seus homicídios, nem de suas magias, nem de sua prostituição, nem de seus roubos. O anjo e o livrinho 10 1 Eu vi ainda outro anjo poderoso descer do céu, vestido com uma nuvem. Sobre sua cabeça estava o arco-íris. Seu rosto era como o sol. Suas pernas pareciam colunas de fogo. 2 Tinha na mão um livrinho aberto. Colocou o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra, 3 e gritou com voz forte, como um leão que ruge. Quando gritou, os sete trovões fizeram ouvir suas vozes. 4 E quando os sete trovões acabaram de falar, preparei-me para escrever. Mas ouvi uma voz do céu que me dizia: “Guarda sob sigilo o que os sete trovões falaram; não o ponhas por escrito.” 5 E o anjo que eu vi, de pé sobre o mar e a terra, levantou a mão direita ao céu 6 e jurou, por aquele que vive para todo o sempre e criou o céu e tudo o que nele existe, a terra e tudo o que nela existe, o mar e tudo o que nele existe: “Não haverá mais tempo! 7 Nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele tocar a trombeta, vai-se realizar o plano secreto de Deus, que ele anunciou aos seus servos, os profetas.” 8 Aquela mesma voz do céu, que eu já tinha ouvido, tornou a falar comigo: “Vai. Pega o livrinho aberto da mão do anjo que está de pé sobre o mar e a terra.” 9 Eu fui até o anjo e pedi que me entregasse o livrinho. Ele me falou: “Pega e devora. Será amargo no estômago, mas na tua boca será doce como mel”. 10 Peguei da mão do anjo o livrinho e o devorei. Na boca era doce como mel, mas quando o engoli, meu estômago tornou-se amargo. 11 Então me foi dito: “Deves profetizar ainda contra muitos povos e nações, línguas e reis”. 12 A medição do templo e os dois profetas 11 1 Foi-me dado um caniço, semelhante a uma vara de agrimensor, e disseram-me: “Levanta-te e tira as medidas do Santuário de Deus, do altar e dos que nele estão em adoração. 2 Deixa fora o pátio externo do Santuário; não tires as suas medidas, pois foi entregue às nações pagãs, e estas vão calcar aos pés a Cidade Santa durante quarenta e dois meses. 3 Mas eu darei às minhas duas testemunhas mil duzentos e sessenta dias para profetizarem, trajando vestes de penitência. 4 Essas duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão diante do Senhor da terra. 5Se alguém quiser prejudicá-las, de sua boca sair á um fogo que devorará seus inimigos. Sim, se alguém quiser fazer-lhes mal, é assim que vai morrer. 6 Elas têm o poder de fechar o céu, de modo que não caia chuva alguma enquanto durar a sua missão profética. Elas têm também o poder de transformar as águas em sangue. E sempre que quiserem, podem ferir a terra com todo tipo de praga. 7 Quando elas terminarem o seu testemunho, a fera que sobe do Abismo vai combater contra elas, as vencerá e as matará. 8 E os cadáveres das duas testemunhas vão ficar expostos na praça da grande cidade, que se chama, simbolicamente, Sodoma e Egito, e na qual foi crucificado também o Senhor delas. 9 Gente de todos os povos, raças, línguas e nações, verá seus cadáveres durante três dias e meio, e não se permitirá que os corpos sejam sepultados. 10 Os habitantes da terra festejarão sua morte, darão parabéns uns aos outros e trocarão presentes, pois esses dois profetas estavam atormentando os habitantes da terra”. 11 Depois dos três dias e meio, um sopro de vida veio de Deus, penetrou nos dois e eles ficaram de pé. Um grande medo caiu sobre todos os que olhavam para eles. 12 Ouviram então uma voz forte vinda do céu e chamando os dois: “Subi para cá!” Eles subiram ao céu, na nuvem, à vista dos seus inimigos. 13 Na mesma hora aconteceu um grande terremoto, e a décima parte da cidade desmoronou. Sete mil pessoas morreram, e os que sobraram ficaram cheios de medo e deram glória ao Deus do céu. 14Assim passou o segundo “ai”. Eis que o terceiro “ai” chega depressa. Anúncio da sétima trombeta (o terceiro “ai”) 15 O sétimo anjo tocou a trombeta. Vozes bem fortes começaram a exclamar no céu: “O reinado sobre o mundo pertence agora ao nosso Senhor e ao seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre”. 16 E os vinte e quatro Anciãos, que estão sentados em seus tronos diante de Deus, 13 prostraram-se com o rosto em terra e adoraram a Deus, 17 dizendo: “Nós te damos graças, Senhor Deus, Todo-poderoso, aquele ‘que é e que era’, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar. 18 As nações tinham-se enfurecido, mas chegou a tua ira, e o tempo de julgar os mortos e de dar a recompensa aos teus servos, os profetas, os santos, e os que temem o teu nome, pequenos e grandes; chegou o tempo de destruir os que destroem a terra”. 19 Abriu-se o Santuário de Deus que está no céu e apareceu no Santuário a arca da sua Aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e uma grande tempestade de granizo. A mulher e o dragão 12 1 Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas. 2 Estava grávida e gritava em dores de parto, atormentada para dar à luz. 3 Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, avermelhado como fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete diademas. 4 Com a cauda, varreu a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que ela o desse à luz. 5 E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 6 A mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar, para que aí fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. A queda do dragão 7 Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão lutou, juntamente com os seus anjos, 8 mas foi derrotado; e eles perderam seu lugar no céu. 9 Assim foi expulso o grande Dragão, a antiga Serpente, que é chamado Diabo e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Ele foi expulso para a terra, e os seus anjos foram expulsos com ele. 10 Ouvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo. Porque foi expulso o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite perante nosso Deus. 11 Eles venceram o Dragão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu próprio testemunho, pois não se apegaram à vida: até deixaram-se matar. 12 Por isso, alegra-te, ó céu, e todos os que 14 nele habitais. Mas ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu para o meio de vós e está cheio de grande furor; pois sabe que lhe resta pouco tempo”. A luta do dragão contra a mulher 13 Quando viu que tinha sido expulso para a terra, o Dragão começou a perseguir a Mulher que tinha dado à luz o menino. 14 Mas a Mulher recebeu as duas asas da grande águia e voou para o deserto, para o lugar onde é alimentada, por um tempo, dois tempos e meio tempo, bem longe da Serpente. 15 A Serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da Mulher, a fim de a submergir. 16 A terra, porém, veio em socorro da Mulher: abriu a boca e engoliu o rio que o Dragão tinha vomitado. 17 Cheio de raiva por causa da Mulher, o Dragão começou a combater o resto dos filhos dela, os que observam os mandamentos de Deus e guardam o testemunho de Jesus. 18 E parou à beira do mar. A (primeira) Fera 13 1 Vi então uma fera que subia do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças. Em cima dos chifres havia dez diademas e sobre as cabeças, um nome blasfemo. 2 A fera que eu vi parecia uma pantera. Seus pés eram como os de um urso, sua boca como a boca de um leão. Então o Dragão entregou à Fera sua força e seu trono, juntamente com grande poder. 3 Uma das suas cabeças parecia mortalmente ferida, mas essa ferida mortal foi curada. E toda a terra, maravilhada, seguiu a Fera. 4 Adoraram o Dragão, porque tinha entregue o poder à Fera. E adoraram a Fera, dizendo: “Quem é igual à Fera? Quem pode lutar contra ela?” 5 A Fera recebeu uma boca para proferir arrogância e blasfêmias. Recebeu também poder para agir durante quarenta e dois meses. 6 Então abriu a boca em blasfêmias contra Deus, blasfemando contra o seu nome e a sua Morada e contra os que moram no céu. 7 Foi-lhe permitido combater contra os santos e vencê-los, e recebeu poder sobre toda tribo, povo, língua e nação. 8 Então adoraram a Fera todos os habitantes da terra cujo nome não está escrito, desde a fundação do mundo, no livro da vida do Cordeiro imolado. 9 Se alguém tem ouvidos, ouça: 10 Se alguém está destinado à prisão, à prisão irá. Se alguém deve morrer pela espada, pela espada tem de morrer. Aqui está a constância e a fidelidade dos santos. A (segunda) Fera 11 Eu vi ainda outra fera sair da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como 15 um dragão. 12 Ela exerce todo o poder da primeira fera, a serviço desta. Ela faz com que a terra e seus habitantes adorem a primeira Fera, cuja ferida mortal tinha sido curada. 13 Ela realiza grandes milagres, até mesmo o de fazer descer fogo do céu sobre a terra à vista de todos. 14 Por causa do poder de fazer esses milagres, sempre a serviço da primeira Fera, ela consegue seduzir os habitantes da terra, dizendo-lhes que devem fazer uma estátua da Fera, que tinha sido ferida à espada, mas ficou com vida. 15 Foi-lhe permitido animar a estátua da Fera, de modo que a estátua falasse, e fosse morto quem não a adorasse. 16 Ela faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam uma marca na mão direita ou na fronte. 17 E ninguém pode comprar ou vender, se não tiver a marca que é o nome da Fera, aliás, o número do seu nome. 18 Aqui está a inteligência: quem for inteligente decifre o número da Fera, pois o número representa uma pessoa. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. O Cordeiro e seu séqüito 14 1 Depois disso, eu vi: o Cordeiro estava de pé sobre o monte Sião, e com ele, os cento e quarenta e quatro mil que tinham o nome dele e o nome do seu Pai inscrito em suas frontes. 2 Ouvi uma voz que vinha do céu; parecia o fragor de águas torrenciais e o estrondo de um forte trovão. A voz que ouvi era como o som de músicos tocando harpa. 3 Estavam diante do trono, diante dos quatro Seres vivos e dos Anciãos, e cantavam um cântico novo. Era um cântico que ninguém podia aprender; só os cento e quarenta e quatro mil que foram resgatados da terra. 4 Estes são os que não se contaminaram com a prostituição, pois são virgens. Eles seguem o Cordeiro aonde quer que vá. Foram resgatados do meio da humanidade, como primeira oferta a Deus e ao Cordeiro. 5 Na sua boca nunca foi encontrada mentira. São íntegros! Anúncio do juízo 6 Vi então outro anjo, que voava no ápice do céu, com uma mensagem a anunciar aos habitantes da terra, a toda nação, tribo, língua e povo – um evangelho eterno. 7 O anjo clamava em alta voz: “Temei a Deus e dai-lhe glória, porque chegou a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes das águas”. 8 Um segundo anjo o seguia, dizendo: “Caiu, caiu Babilônia, a grande, aquela que embriagou todas 16 as nações com o vinho do furor da sua prostituição”. 9 E um terceiro anjo os acompanhava, clamando em alta voz: “Se alguém adora a Fera e sua estátua e recebe sua marca na fronte ou na mão, 10esse vai beber também o vinho do furor de Deus, servido sem mistura na taça da sua ira. Será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento subirá para sempre, e, dia e noite, não terão descanso aqueles que adoram a Fera e sua estátua, e quem quer que leve a marca com o seu nome”. 12 Aqui está a constância dos santos, daqueles que observam os mandamentos de Deus e a fidelidade a Jesus. 13 Ouvi, então, uma voz vinda do céu, que dizia: “Escreve: Ditosos os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que eles descansem de suas fadigas, pois suas obras os acompanham.” A colheita 14 E eu vi: era uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem alguém que parecia um “filho de homem”. Tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, nas mãos, uma foice afiada. 15 Entretanto saiu do Santuário um outro anjo, gritando em alta voz para aquele que estava sentado na nuvem: “Mete tua foice e ceifa. Chegou a hora da colheita. A seara da terra está madura!” 16 E aquele que estava sentado sobre a nuvem deu com a foice na terra, e a terra foi ceifada. 17 Então saiu do Santuário que está no céu mais um anjo. Também ele tinha uma foice afiada. 18 E saiu, de junto do altar, outro anjo ainda, aquele que tem poder sobre o fogo. Ele gritou em alta voz para aquele que segurava a foice afiada: “Mete a tua foice afiada e colhe os cachos da vinha da terra, porque as uvas já estão maduras.” 19 E o anjo deu com a foice afiada na terra, e colheu os frutos da vinha da terra, despejando-os no grande lagar do furor de Deus. 20 E o lagar foi pisado, fora da cidade, e dele saiu sangue, que subiu atéà altura do freio dos cavalos, numa extensão de trezentos quilômetros. Anúncio das pragas do Fim 15 1 Depois, vi no céu outro sinal, grande e admirável: sete anjos, com as sete últimas pragas, com as quais o furor de Deus ia-se consumar. 2 Vi também como que um mar de vidro misturado com fogo. Todos aqueles que saíram vitoriosos do confronto com a Fera, com a sua 17 estátua e com o número do seu nome, estavam de pé sobre o mar de vidro, tendo nas mãos harpas de Deus. 3 Entoavam o cântico de Moisés, o servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, e cantavam: “Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! 4 Quem não temeria, Senhor, e não glorificaria o teu nome? Só tu és santo! Todas as nações virão prostrar-se diante de Ti, porque tuas justas decisões se tornaram manifestas”. 5 Depois disto, vi abrir-se o Santuário, a Tenda do Testemunho, que está no céu. 6 Saíram do Santuário os sete anjos com as sete pragas. Estavam vestidos de linho puro e brilhante, cingidos à altura do peito com faixas de ouro. 7 Um dos quatro Seres vivos entregou aos sete anjos sete taças de ouro, cheias do furor de Deus, que vive para todo o sempre. 8 E o Santuário encheu-se de fumaça, por causa da glória e do poder de Deus, e ninguém podia entrar no Santuário, enquanto não estivessem consumadas as sete pragas dos sete anjos. O despejo das sete taças 16 1 Depois, ouvi uma voz forte que saía do Santuário, dizendo aos sete anjos: “Ide, despejai sobre a terra as sete taças do furor de Deus”. 2 Saiu o primeiro anjo e despejou a sua taça na terra, e causou úlceras malignas e repugnantes nas pessoas que traziam a marca da fera e adoravam a sua estátua. 3 O segundo anjo despejou a sua taça no mar, e o mar transformou-se em sangue, como o de um morto, e todos os seres vivos do mar morreram. 4 O terceiro anjo despejou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e a água transformou-se em sangue. 5 Então, ouvi o anjo das águas dizer: “Justo és tu, Senhor, aquele ‘que é e que era’, o Santo, por teres julgado deste modo. 6 Pois essa gente derramou o sangue de santos e profetas, e tu lhes deste sangue a beber! É o que eles merecem!” 7 Ouvi então o altar falar: “Sim, Senhor, Deus Todo-poderoso, teus julgamentos são verdadeiros e justos”. 8 O quarto anjo despejou a sua taça no sol, e ao sol foi concedido queimar os seres humanos com seu fogo. 9 Eles ficaram gravemente queimados e blasfemaram contra o nome de Deus, que tem o poder sobre essas pragas. Mas não se converteram para dar-lhe glória. 10 O quinto anjo despejou a sua taça sobre o trono da Fera, e o reino dela cobriu-se de trevas. As pessoas mordiam a língua de dor 11 e blasfemaram contra o Deus do céu, por causa de suas dores e úlceras, mas não se converteram de sua conduta. 12 O sexto anjo despejou a sua taça sobre o grande rio Eufrates. A água do rio secou, de modo que ficou livre o caminho para a invasão dos reis do Oriente. 13 18 Então vi da boca do Dragão, da boca da Fera e da boca do falso profeta, saírem três espíritos impuros, semelhantes a sapos. 14 São espíritos demoníacos, que realizam sinais. Eles se dirigem aos reis de toda a terra, para os reunir para a guerra do grande dia do Deus todopoderoso. 15 (“Eis que venho como um ladrão. Feliz aquele que vigia e conserva suas vestes, para não andar nu e para que não se enxergue a sua vergonha.”) 16 Então os reis foram reunidos no lugar que, em hebraico, se chama Harmagedon. 17 O sétimo anjo despejou a sua taça no ar e uma voz forte saiu do templo, de junto do trono, e dizia: “Está feito!” 18 Houve então relâmpagos, vozes, trovões e um forte terremoto. Desde que o ser humano surgiu na terra nunca aconteceu terremoto assim tão violento.19 A Grande Cidade partiu-se em três e as cidades das nações desmoronaram-se. E Babilônia, a grande, foi lembrada diante de Deus, para que lhe fosse dada a taça com o vinho do furor da sua ira. 20 Todas as ilhas fugiram e as montanhas desapareceram. 21 Do céu caiu granizo terrível, como pedras de trinta quilos, e as pessoas blasfemaram contra Deus por causa do granizo, pois o flagelo foi extremamente devastador. A prostituta Babilônia 17 1 Então, um dos sete anjos das sete taças convidou-me: “Vem! Vou mostrar-te a condenação da grande prostituta, que está sentada à beira de águas abundantes. 2 Os reis da terra prostituíram-se com ela e os habitantes da terra embriagaram-se com o vinho da sua prostituição”. 3 E o anjo me levou em espírito ao deserto, e eu vi uma mulher montada numa fera de cor escarlate, cheia de nomes blasfemos. A fera tinha sete cabeças e dez chifres. 4 A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, e toda enfeitada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão um cálice de ouro cheio de abominações, as imundícies da sua prostituição. 5 Na fronte da mulher estava escrito um nome enigmático: “Babilônia, a grande, a mãe das prostitutas e das abominações da terra”. 6 E reparei que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus. A visão desta mulher deixou-me profundamente admirado. 7 Disse-me então o anjo: “Por que estás admirado? Eu vou te explicar o segredo da mulher e da fera com sete cabeças e dez chifres, que a carrega. 8 A fera que viste existia, mas não existe mais. Ela está para subir do abismo, mas caminha para a perdição. E aqueles habitantes da terra cujos nomes não foram, desde a 19 criação do mundo, inscritos no livro da vida, eles vão se surpreender ao verem que a fera existia, não existe mais e tornará a existir. 9 Aqui está a inteligência perspicaz: as sete cabeças são sete montanhas sobre as quais a mulher está sentada. Mas são também sete reis. 10 Cinco deles já caíram, o sexto está aí, o sétimo ainda não veio. E quando vier, deve durar pouco tempo. 11A fera que existia e não existe mais é o próprio oitavo rei, mas é também um dos sete e está indo para a perdição. 12 E os dez chifres, que viste, são dez reis que ainda não receberam reinado, mas receberão por uma hora o poder de reinar juntamente com a fera. 13 Estes reis estão de comum acordo para dar sua força e poder à fera. 14 Eles vão combater contra o Cordeiro, mas o Cordeiro, Senhor dos Senhores e Rei dos reis, os vencerá, e também serão vencedores os que com ele são chamados, eleitos, fiéis. 15 O anjo disse-me ainda: “As águas que viste, onde está sentada a prostituta, são povos e multidões, nações e línguas. 16 E os dez chifres, que viste, como também a fera, vão odiar a prostituta e a deixarão desolada e nua, comerão as suas carnes e a queimarão com fogo. 17 Pois Deus os incitou a executarem o plano dele, entregando de comum acordo à fera o poder real que eles têm, até que se cumpram as palavras de Deus. 18 E a mulher que viste é a grande cidade, que exerce a realeza sobre os reis da terra”. Anúncio da queda de Babilônia 18 1 Depois de tudo isso, vi outro anjo descendo do céu. Tinha grande poder, e a terra ficou toda iluminada com a sua glória. 2 Ele gritou com voz poderosa: “Caiu! Caiu Babilônia, a grande! Tornou-se morada de demônios, abrigo de todos os espíritos maus, abrigo de aves impuras e nojentas. 3 Pois ela embriagou todas as nações com o vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra, e os comerciantes da terra se enriqueceram com seu luxo desenfreado”. 4 Ouvi outra voz do céu, que dizia: “Saí dela, ó meu povo! Não sejais cúmplices dos seus pecados, nem atingidos por suas pragas. 5 Seus pecados se amontoaram até o céu e Deus se lembrou das suas iniqüidades. 6 Pagai-lhe com a mesma moeda, restituílhe em dobro o que ela fez. Na taça que ela serviu, servi o dobro para ela. 7 O quanto ela se enchia de glória e de luxo, devolvei-lhe agora em dor e luto. Pois dizia para si mesma: ‘Estou num trono como rainha, não sou viúva, nunca conhecerei luto’. 8 Por isso, num só dia, as pragas a surpreenderão: morte, luto e fome. Ela será devorada pelo fogo, pois o Senhor Deus, que a julgou, é forte. 9 Os reis da terra, que se prostituíram com ela, aqueles que participavam 20 do seu luxo, ao enxergarem a fumaça do incêndio vão chorar e bater no peito. 10 Vão ficar longe dela, com medo dos seus tormentos, e dirão: ‘Ai! Ai, ó Grande Cidade! Babilônia, cidade poderosa, uma hora bastou para o teu julgamento!’ 11 Os comerciantes de toda a terra também hão de chorar e por causa dela ficarão de luto, porque ninguém mais vai comprar as suas mercadorias: 12 carregamentos de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas, linho e púrpura, seda e escarlate, madeiras perfumadas de todo tipo, objetos de marfim e de madeira preciosa, de bronze, de ferro e de mármore, 13 canela, temperos, perfumes, mirra e incenso, vinho e azeite, flor de farinha e trigo, bois e ovelhas, cavalos e carros, escravos, vidas humanas. 14 Os frutos que almejavas afastaram-se de ti. A opulência e o esplendor terminaram para ti, e nunca mais alguém há de encontrá-los. 15 Os comerciantes desses produtos, que se enriqueceram às custas dela, vão ficar longe, com medo dos seus tormentos e, chorando e vestindo luto, 16 dirão: ‘Ai! Ai, ó Grande Cidade, vestida com linho fino, púrpura e escarlate, enfeitada com ouro e pedras preciosas e pérolas, 17 uma hora bastou para destruir toda essa riqueza’. E todos os pilotos e navegantes, marinheiros e quantos trabalham no mar, ficaram longe 18 e, ao ver a fumaça do incêndio, gritaram: ‘Que cidade é igual à Grande Cidade?’ 19 E deitaram cinza na cabeça, choraram, ficaram de luto e gritavam: ‘Ai! Ai, ó Grande Cidade! Com tua grandeza se enriqueceram todos os armadores. Bastou uma hora para ficares arruinada. 20 E tu, ó Céu, alegra-te por causa dela, e também vós, santos, apóstolos e profetas, pois Deus julgou a vossa causa contra ela’”. 21 Nisto, um anjo forte levantou uma pedra do tamanho de uma grande mó e atirou-a ao mar, dizendo: “Com a mesma força será atirada Babilônia, a Grande Cidade, e nunca mais será encontrada. 22 E o som de harpistas e músicos, de flautistas e tocadores de trombeta, em ti nunca mais se ouvirá; e nenhum artista de arte alguma em ti jamais se encontrará; e a cantilena do moinho em ti nunca mais se ouvirá; 23 e a luz da lâmpada em ti nunca mais brilhará; e a voz do noivo e da noiva em ti nunca mais se ouvirá, porque os teus comerciantes eram os grandes da terra, e com tua magia enfeitiçaste todas as nações. 24 E nela foi encontrado o sangue dos profetas e dos santos e de todos os que foram imolados sobre a terra”. O júbilo no céu 19 1 Depois disso, ouvi como que o forte vozerio de uma grande multidão que aclamava, no céu: 21 “Aleluia! A salvação, a glória e o poder pertencem ao nosso Deus, 2 porque seus julgamentos são verdadeiros e justos. Sim, Deus julgou a grande prostituta que corrompeu a terra com sua prostituição, e vingou nela o sangue dos seus servos”. 3 E continuaram: “Aleluia! A fumaça dela ficará subindo por toda a eternidade!” 4 E os vinte e quatro Anciãos e os quatro Seres vivos se prostraram diante de Deus, que está sentado no trono, e disseram: “Amém. Aleluia!” 5 Então, uma voz saiu do trono, convidando: “Louvai o nosso Deus, todos os seus servos e todos os que o temeis, pequenos e grandes”. 6 Eu ouvi ainda como que a voz de uma grande multidão, como que o fragor de águas torrenciais e o estrondo de fortes trovões. A multidão aclamava: “Aleluia! O Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso passou a reinar. 7 Fiquemos alegres e contentes, e demos glória a Deus, porque chegou o tempo das núpcias do Cordeiro. Sua esposa já se preparou. 8 Foi lhe dado vestir-se com linho brilhante e puro”. (O linho significa as obras justas dos santos.) 9 E o anjo me disse: “Escreve: Felizes os convidados para o banquete das núpcias do Cordeiro”. Disse ainda: “Estas são as verdadeiras palavras de Deus”. 10 Eu prostrei-me diante dele para adorá-lo, mas ele me disse: “Não faças isso! Eu sou um servo como tu e como os teus irmãos que guardam o testemunho de Jesus. A Deus é que deves adorar”. (O testemunho de Jesus é o espírito da profecia.) 11 Vi então o céu aberto, e apareceu um cavalo branco. Aquele que o montava chama-se ‘fiel’ e ‘verdadeiro’: ele julga e combate com justiça. 12 Seus olhos são como chama de fogo. Sobre sua cabeça há muitos diademas. Ele traz um nome que ninguém conhece, a não ser ele mesmo. 13 Está vestido com um manto embebido de sangue. Ele é chamado pelo nome de “Palavra de Deus”. 14 Os exércitos do céu o acompanham, montados em cavalos brancos, com roupas de linho branco e puro. 15 Da sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações. Ele as governará com cetro de ferro. Ele é quem pisa o lagar do vinho que é a furiosa cólera de Deus Todopoderoso. 16 No manto e na sua coxa, traz escrito um nome: “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”. 17 Vi então um anjo, em pé, no sol. Gritou em alta voz a todos os pássaros que voam pela abóbada celeste: “Vinde! Reuni-vos para o grande banquete de Deus, 18 para comer carnes de reis e de capitães, carnes de poderosos, carnes de cavalos e cavaleiros, carnes de todos, livres e escravos, pequenos e grandes”. 19 Vi então a Fera reunida com os reis da terra e seus exércitos, para combater contra o Cavaleiro e seu exército. 20 A Fera, porém, foi aprisionada, junto com o falso profeta, que realizava milagres a seu serviço, seduzindo todos os que haviam recebido a marca da fera e adorado a sua estátua. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo com enxofre ardente. 21 E os demais foram mortos pela espada que saía da boca do Cavaleiro, e todas as aves se fartaram com as suas carnes. 22 O reinado de mil anos 20 1 Depois disso, vi um anjo descer do céu. Tinha nas mãos a chave do Abismo e uma grande corrente. 2 Ele agarrou o Dragão, a antiga Serpente, que é o Diabo, Satanás.Acorrentou-o por mil anos 3 e lançou-o dentro do Abismo. Depois, trancou e lacrou o Abismo, para que o Dragão não seduzisse mais as nações, até que terminassem os mil anos. Depois dos mil anos, o Dragão deve ser solto, mas por pouco tempo. 4 Vi então tronos, e os seus ocupantes sentaram-se e receberam o poder de julgar. Vi também aqueles que foram decapitados por causa do Testemunho de Jesus e da Palavra de Deus e os que não tinham adorado a fera, nem a sua estátua, nem tinham recebido na fronte ou na mão a marca da fera. Eles voltaram a viver, para reinarem com Cristo durante mil anos. 5 (Os outros mortos não voltaram a viver enquanto não terminaram os mil anos.) Tal é a primeira ressurreição. 6 Ditoso e santo quem participa da primeira ressurreição! A segunda morte não tem poder sobre eles. Eles serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele durante mil anos. 7 E quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão. 8 Ele sairá para seduzir as nações dos quatro cantos da terra, de Gog e Magog, a fim de reuni-las para o combate. O número delas é como a areia do mar. 9 Espalharam-se por toda a terra, cercaram o acampamento dos santos e a cidade amada. Mas do céu desceu fogo e devorou-as. 10 O Diabo, que tinha seduzido a todas elas, foi atirado no lago de fogo e enxofre, onde já se achavam a Fera e o falso profeta. Lá eles serão atormentados noite e dia, por toda a eternidade. 11 Vi ainda um grande trono branco e quem nele estava sentado. O céu e a terra fugiram da sua presença e não se achou mais o lugar deles.12 Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono. Foram abertos livros, e mais um outro livro ainda: o livro da vida. Então foram julgados os mortos, de acordo com sua conduta, conforme está escrito nos livros. 13 O mar devolveu os mortos que nele se encontravam. A Morte e a Morada dos mortos entregaram de volta os seus mortos. E cada um foi julgado conforme sua conduta. 14 A Morte e a Morada dos mortos foram então atirados ao lago de fogo. Esta é a segunda morte: o lago de fogo. 15 Quem não tinha o seu nome escrito no livro da vida, foi também atirado no lago de fogo. A morada de Deus junto dos homens 23 21 1 Vi então um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, vestida como noiva enfeitada para o seu esposo. 3 Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus-com-os-homens. Ele vai morar junto deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus-com-eles será seu Deus. 4 Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram”. 5 Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. Depois, ele me disse: “Escreve, pois estas palavras são dignas de fé e verdadeiras”. 6 E disse-me ainda: “Está feito! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, eu darei, de graça, da fonte da água vivificante. 7 Estas coisas serão a herança do vencedor, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”. 8 Quanto aos covardes, infiéis, corruptos, assassinos, devassos, feiticeiros, idólatras e todos os mentirosos, o lugar deles é o lago ardente de fogo e enxofre, ou seja, a segunda morte”. A nova Jerusalém 9 Depois veio até mim um dos sete anjos das sete taças cheias com as últimas pragas. Ele falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10 Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11 brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12 Estava cercada por uma muralha grande e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13 Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14 A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. 15 Aquele que estava falando comigo usava uma vara de ouro para medir a cidade, as portas e a muralha. 16 A cidade é quadrangular, com o comprimento igual à largura. O anjo mediu a cidade com a vara: doze mil estádios. O comprimento, a largura e a altura são iguais. 17 O anjo mediu a muralha: cento e quarenta e quatro côvados de altura, em medidas humanas, usadas pelo anjo. 18 A muralha é feita de jaspe. A cidade é de ouro purificado, parecendo cristal puro. 19 Os alicerces da muralha da cidade são ornamentados com todo o tipo de pedras preciosas. O primeiro alicerce é de jaspe, o segundo de safira, o 24 terceiro de calcedônia, o quarto de esmeralda, 20 o quinto de sardônica, o sexto de cornalina, o sétimo de crisólito, o oitavo de berilo, o nono de topázio, o décimo de crisópraso, o décimo primeiro de jacinto e o décimo segundo de ametista. 21 As doze portas são doze pérolas; cada porta é feita de uma única pérola. A praça da cidade é de ouro purificado, como vidro transparente. 22 Não vi nenhum santuário na cidade, pois o seu Santuário é o próprio Senhor, o Deus Todo-poderoso, e o Cordeiro. 23 A cidade não precisa de sol nem de lua que a iluminem, pois a glória de Deus é a sua luz e a sua lâmpada é o Cordeiro. 24 As nações caminharão à sua luz e os reis da terra levarão a ela a sua glória. 25 Suas portas não precisam de ser fechadas cada dia, pois já não haverá noite; 26 e a ela serão levadas a glória e a riqueza das nações. 27 Nunca mais entrará nela o que é impuro, nem alguém que pratique a abominação e a mentira. Entrarão nela somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. 22 1 Ele mostrou-me um rio de água vivificante, o qual brilhava como cristal. O rio brotava do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da praça e em ambas as margens do rio cresce a árvore da vida, frutificando doze vezes por ano, produzindo cada mês o seu fruto, e suas folhas servem para curar as nações. 3 Já não haverá maldição alguma. Na cidade estará o trono de Deus e do Cordeiro e seus servos poderão prestar-lhe culto. 4 Verão a sua face e o seu nome estará sobre suas frontes. 5 Não haverá mais noite: não se precisará mais da luz da lâmpada, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus vai brilhar sobre eles e eles reinarão por toda a eternidade. A vinda de Cristo 6 Então ele me disse: “Estas palavras são dignas de fé e verdadeiras, pois o Senhor, o Deus que inspira os profetas, enviou o seu Anjo, para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve. 7 Eis que eu venho em breve. Feliz aquele que observa as palavras da profecia deste livro”. Epílogo 25 8 Eu, João, sou quem viu e ouviu estas coisas.E tendo-as ouvido e visto, prostrei-me para adorar o anjo que a mim as tinha mostrado. 9 Mas ele me falou: “Não faças isso! Eu sou servo como tu e como teus irmãos, os profetas e aqueles que guardam as palavras deste livro.É a Deus que deves adorar”. 10 E Jesus disse-me: “Não deixes sob sigilo as palavras da profecia deste livro, pois o tempo marcado está próximo. 11 O malfeitor continue fazendo o mal, o sujo continue a sujar-se; e que o justo continue praticando a justiça e o santo santifique-se ainda mais. 12 Eis que venho em breve, trazendo comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo as suas obras. 13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim. 14 Felizes os que lavam suas vestes, pois assim poderão dispor da árvore da vida e entrar na cidade pelas portas. 15 Mas ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os libertinos, os assassinos e os idólatras,e todos os que amam a mentira e a praticam. 16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos dar este testemunho sobre as igrejas. Eu sou o rebento e a raiz de Davi. Eu sou a brilhante estrela da manhã”. 17 O Espírito e a Esposa dizem: “Vem”! Aquele que ouve também diga: “Vem”! Quem tem sede, venha, e quem quiser, receba de raça a água vivificante. 18 Para todo o que ouve as palavras da profecia deste livro vai aqui o meu testemunho: se alguém lhe acrescentar qualquer coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão aqui descritas. 19 E se alguém retirar algo das palavras do livro desta profecia, Deus lhe retirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que se encontram descritas neste livro. 20 Aquele que dá testemunho destas coisas diz: “Sim, eu venho em breve”. Amém! Vem, Senhor Jesus! Saudação final 21 A graça do Senhor Jesus esteja com todos.Amém   Milagres de Jesus “No final, saberão dizer melhor quem é Jesus e convidar outros a fazer a mesma experiência (cf. Marcos 16, 9-15). Antes disso, pouco adianta falar, pelo contrário, pode alimentar concepções de um Jesus messias, político e guerreiro, ou mágico e curandeiro, com risco de esvaziar ou manipular sua causa. “ MILAGRES DE JESUS 01- Transformação de Água em Vinho João 2.1-11 02 - Cura do filho do Oficial João 4.46-54 03 - Cura do paralítico de Betesda João 5.1-9 04 - Primeira Pesca Lucas 5.1-11 05 - Libertação do Endemoninhado Marcos 1.23-28; Lucas 4.31-36 06 - Cura da sogra de Pedro Mateus 8.14,15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38,39 07 - Purificação do leproso Mateus 8.2-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16 08 - Cura do paralítico Mateus 9.2-8; Marcos 2.3-12; Lucas 5.18-26 09 - Cura da mão ressequida Mateus 12.9-13; Marcos 3.1-5; Lucas 6.6-10 10 - Cura do criado do centurião Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10 11 - Ressurreição do filho da viúva de Naim Lucas 7.11-15 12 - Cura de um endemoninhado mudo Mateus 12.22 e Lucas 11.14 13 - Acalma a tempestade Mateus 8.18,23-27; Marcos 4.35-41; Lucas 8.22-25 14 - Cura do endemoninhado geraseno Mateus 8.28-33; Marcos 5.1-14; Lucas 8.26-39 15 - Cura da mulher enferma Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48 16 - Ressurreição da filha de Jairo Mateus 9.18, 23-26; Marcos 5.22-24, 35-43; Lucas 8.41,42,49-56 17 - Cura de dois cegos Mateus 9.27-31 18 - Cura do mudo endemoninhado Mateus 9.32,33 19 - Primeira multiplicação de pães Mateus 14.14-21; Marcos 6.34-44; Lucas 9.12-17; João 6.5-13 20 - Anda sobre as águas Mateus 14.24-33; Marcos 6.45-52; João 6.16-21 21 - Cura da filha da Cananéia Mateus 15.21-28; Marcos 7.24-30 22 - Cura de um surdo e gago Marcos 7.31-37 23 - Segunda multiplicação de pães Mateus 15.32-39; Marcos 8.1-9 24 - Cura do cego de Betsaida Marcos 8.22-26 25 - Cura do jovem possesso Mateus 17.14-18; Marcos 9.14-29; Lucas 9.38-42 26 - Pagamento do Imposto Mateus 17.24-27 27 - Cura de um cego João 9.1-7 28 - Cura de uma mulher enferma Lucas 13.10-17 29 - Cura de um hidrópico (Acumulação anormal de líquido seroso em tecidos ou em cavidade do corpo) Lucas 14.1-6 30 - Ressurreição de Lázaro João 11.17-44 31 - Cura dos leprosos Lucas 17.11-19 32 - Cura do cego Bartimeu Mateus 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43 33 - A figueira é amaldiçoada Mateus 21.18,19; Marcos 11.12-14 34 - Restauração da orelha de Malco Lucas 22.49-51; João 18.10 35 - Segunda grande pesca João 21.1-11 Pr Elias R. de Oliveira POR QUE JESUS PROIBIA A DIVULGAÇÃO DOS MILAGRES? O leitor do Evangelho segundo Marcos fica intrigado com o paradoxo: nos capítulos de 1 a 10, Jesus atende e cura inúmeros sofredores; infunde esperança nos desanimados e medrosos; e vive e anuncia uma maneira nova de encarar a religião. No entanto, proíbe que divulguem o que faz e quem ele é (cf. 1, 44; 5, 43; 7, 24.36; 8, 26; 9, 30). Quando “espíritos impuros” se dão conta de que ele é o Filho de Deus, Jesus proíbe que espalhem a descoberta (cf. 1, 24-25.34; 3, 11-12). Esse “segredo messiânico”é um dos fios condutores de Marcos. Motivos? Primeiro, por questão de segurança. Entre os conterrâneos de Jesus, havia forte clima de revolta contra os romanos, que ocupavam o país com mão de ferro. O agir libertador de Jesus podia reforçar ondas de messianismo político-militar, que seriam reprimidas. Mas então, por que Jesus fazia as curas em público? Por que difundia mensagens tão explosivas? Por solidariedade com essa gente desprotegida; mostrava assim de que lado Deus está, e qual a nova sociedade que ele queria estabelecer a partir dos excluídos – o Reino de Deus. O jeito era combinar coragem com prudência. Mera tática, então? Não. Ao longo da Bíblia, mas de modo eminente na vida de Jesus, Deus usa uma pedagogia que faz crescer: ora se manifesta, ora se esconde. Nem todos tiram proveito dessa pedagogia. O paradoxo “manifestação de Jesus X proibição de manifestar quem ele é”é reforçado por outro: Jesus faz e ensina coisas maravilhosas; mas muitos não conseguem enxergar seu sentido, há uma cegueira de autoridades religiosas, concidadãos, familiares e até de discípulos mais achegados! Essas pessoas não enxergam porque seus interesses são outros; ou, como no caso dos apóstolos, não são suficientemente amadurecidos na linha de Jesus (cf. 9, 9-13). Notável o caso de Pedro: logo depois de fazer uma bela profissão de fé, é repreendido porque não compreende o espírito de Jesus (cf. 8, 29.33). A todos falta um elemento básico para assimilarem o projeto de Jesus e se converterem: experiência não só da bondade e autoridade do Jesus que cura e ensina, mas também da Paixão, morte e ressurreição do Filho de Deus. Por isso, a referência à Paixão atravessa Marcos como pano de fundo, chave de interpretação do mistério da pessoa e missão de Jesus (cf. 9, 30-32). Os capítulos 9 e 10, do Evangelho de Marcos, através de três conceitos, propõem o caminho: anúncio da Paixão, incompreensão, seguir Jesus até o fim. Para os discípulos, foi uma experiência longa, sofrida, marcante. No final, saberão dizer melhor quem é Jesus e convidar outros a fazer a mesma experiência (cf. 16, 9-15). Antes disso, pouco adianta falar, pelo contrário, pode alimentar concepções de um Jesus messias, político e guerreiro, ou mágico e curandeiro, com risco de esvaziar ou manipular sua causa. O itinerário que Marcos aponta dá o que pensar. Só palavras e celebrações bonitas e animadas não bastam. Ir atrás de Jesus por entusiasmo do momento, interesses imediatos ou curiosidade pode ser um primeiro passo, mas é pouco. Talvez nossa vida, com suas alegrias e decepções, se for o caso até ao fracasso da cruz, já seja seguimento de Jesus; mas é na família e na comunidade de fé que aprendemos a enxergar o sentido do que nos acontece, e a estarmos abertos à experiência (gratuita!) da ressurreição. Aí, as peças do enigma da vida e da história vão se juntando. Esse roteiro de vida cristã encaminha respostas pessoais a várias perguntas, hoje de especial relevância: Que significa ser cristão? Em que consiste a espiritualidade cristã? Qual o papel, em tudo isso, da liturgia, da Bíblia, do catecismo, do magistério eclesial? Ao provocar semelhantes questionamentos, misturando fatos ou palavras com interpretação, Marcos torna-se o primeiro catecismo básico da Igreja, insuperável até hoje. É também o primeiro livro de catequética fundamental, o mais profundo e convincente. Wolfgang Gruen, SDB, biblista Fonte: Revista Família Cristã Conclui-se pelo livro de Marcos que os milagres de Jesus não teriam a menor importância, a não ser para convencer alguns incrédulos, que mesmo assim não surtiu os efeitos pedagógicos esperados por Jesus. A natureza humana sempre foi utilitarista, imediatista e estúpida. A morte não é uma probabilidade: é uma certeza. Nunca existiu o tal risco de morte, mas os ocidentais vêm a morte como algo que pode sempre ser adiada, ludibriada, enganada, desviada, nunca a encaramos a não ser como uma fatalidade, é algo triste e inesperado, desagradável e tido até como um julgamento da nossa integridade moral e cívica. Deus não é milagreiro; nem sempre justo. Deus faz o que quer, como quer e na hora que quiser. Esqueça os milagres. Eles não vão acontecer. Simplesmente porque Jesus ficou convencido que nada quebra o coração duro dos humanos, nem os milagres, nem a sua morte que foi muito mais veemente do que os trinta e cinco milagres que operou em todo o seu ministério bíblico. Jesus fez durante a sua vida muito menos milagres do que o Bispo Macedo faz em um único dia, muito menos milagres do que o Missionário da Igreja Mundial, Doriel, ou R. R. Soares, ou Valdemiro Santiago, em um único dia de milagres. Nem duvido que estes bispos e missionários tenham operado milagres verdadeiros, longe disso. Mas com certeza não fora obra de Deus. Deus não precisa de novos milagres, encerrou essa etapa do evangelho quando da crucificação de Cristo e não autorizou nem pediu que os seus profetas e missionários evangelhizadores promovessem milagres em seu nome e nem em prol da difusão do evangelho. Quem quizer creia, quem não: paciência.. Não peça a Deus nenhum milagre ou ajuda na esperança de ser atendido, Deus não vai te atender simplesmente porque não faz mais parte de sua obra e de seu ministério. Deus dá o dom para que alguns escolhidos efetuem milagres de cura, esse é o dom do espírito santo, inclusive crianças inocentes, pessoas comuns e até pecadores operam milagres independentemente de suas vontades. Faz parte do plano divino lembrar aos homens incrédulos que a sua ciência nada vale diante do poder de Deus. Apenas isso. Deus mostrou e demonstrou o seu profundo arrependimento pela criação do ser humano por esse ser despido que qualquer dignidade por isso mandou o dilúvio e livrou apenas a família de Noé, mais uma vez se arrependeu e destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra, por isso não tente amenizar nem contemporizar este fato. O livre arbítrio do homem faz parte do desejo divino, Deus jamais interferiu na vontade humana e esta é a razão da existência do pecado. A autosuficiência humana e a liberdade total para exercê-la, para o bem ou para o mal. Deus governa a sorte e o acaso, escolhendo independentemente do nosso mérito nos agraciar, nos abandonar ou nos amaldiçoar, e com relação a isso nada poderemos fazer a não ser ficarmos atentos aos pactos que firmou conosco. "e Deus retribuirá todo o bem que fizerdes ao próximo"; "Amai-vos uns aos outros pois este é o segundo mandamento com promessa", amar ao próximo substitui todos os outros mandamentos, segundo Jesus em Marcos 12-31, quem o faz cumpre concomitantemente todos os demais mandamentos. No livro de Marcos cap. 15 verso 34 disse Jesus na cruz: "Eloí, Eloí, lamá Sabactani? Deus meu, Deus meu porque me abandonaste?". Com isso encerrou em seu filho na cruz a era da partillha e da presença direta na terra do santo entre os humanos. É o fim dos milagres. O valor da oração mesmo que seja uma petição é de fazer com que o crente se transforme ele mesmo na mão operadora do milagre, do milagre de acreditar em sua oração, de acreditar em si mesmo, em trazer a união e a comunhão entre os cristãos. Ouvi certa vez o pastor de uma igreja evangélica Maranatha dizendo do testemunho de um livramento operado por Deus quando a sua esposa escapou com todos seus bens, dinheiro e celular, inclusive da morte de um bando que invadiu o ônibus em que viajava com os seus filhos. Todos os passageiros foram abordados com muita violência, levando coronhadas das armas e sendo expropriados de seus bens, exceto a esposa do pastor que nada sofreu, como se uma parede blindada os cegasse para os meliantes. Poucos meses depois soube do assassinato desta mesma esposa do pastor por bandidos que assaltaram outro ônibus em outra ocasião posterior. Milagre ou maldição? Nenhum dos dois. Se soubesse o pastor que Deus nada faz para interferir em nossas vidas teria evitado o vexame no centro de sua congregação. A maior de todas as lições de Jesus foi que nós fôssemos o espelho de Jesus que mesmo podendo não escapou da cruz, morrendo ali como qualquer humano. Enquanto isso milhões de pessoas estão sendo ludibriadas pela embriaguez das palavras de algum milagreiro que em nome de Jesus opera verdadeiros milagres, mal sabendo que os milagres são obras verdadeiras, mas não de Deus, são obras de sua própria fé. Em um multiverso onde o nosso universo contendo mais de 200 bilhões de galáxias é apenas um deles, onde cada galáxia pode conter mais de 100 bilhões de estrelas, onde o nosso Sol parece um ponto perto da estrela Canis Majori - Cão Maior, onde cerca de 3 milhões de espécies conhecidas na terra o ser humano é apenas uma delas, dentre os 7 bilhões de habitantes você acha realmente que é importante e que a sua doença e a sua dificuldade tem alguma imortância? Então seu ego é bem maior do que eu pensava!   Sigismund Schlomo Freud[2] (Příbor, 6 de maio de 1856—Londres, 23 de setembro de 1939[3]), mais conhecido como Sigmund Freud, foi um médiconeurologistajudeu-austríaco, fundador da psicanálise.[2] Freud nasceu em Freiburg, na época pertencente ao Império Austríaco; atualmente a localidade é denominada Příbor, na República Tcheca.[3] Freud iniciou seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente.[4] Freud também é conhecido por suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Ele abandonou o uso de hipnose em pacientes com histeria, em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como fontes dos desejos do inconsciente.[5] Suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas ideias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico. Em diversas obras, como "A Interpretação dos Sonhos", "A Psicopatologia da Vida Cotidiana" e "Os Chistes e suas Relações com o Insconsciente", Freud não só desenvolve sua teoria sobre o inconsciente da mente humana, como articula o conteúdo do inconsciente ao ato da fala, especialmente aos atos falhos. [5] Para Freud, a consciência humana subdivide-se em três níveis, Consciente, Pré-Consciente e Inconsciente – o primeiro contém o material perceptível; o segundo o material latente, mas passível de emergir à consciência com certa facilidade; e o terceiro contém o material de difícil acesso, isto é, o conteúdo mais profundo da mente do homem, que está ligado aos instintos primitivos do homem. Os níveis de consciência estão distribuídos entre as três entidades que formam a mente humana, ou seja, o Id, o Ego e o Superego. Segundo Freud, o conteúdo do inconsciente é, muitas vezes, reprimido pelo Ego. Para driblar a repressão, as ideias inconscientes apelam aos mecanismos definidos por Freud em sua obra “A Interpretação dos Sonhos”, como deslocamento e condensação. Estes dois, mais tarde, seriam relacionados por Jacobson à metonímia e metáfora, respectivamente. [6][7] Portanto, as representações de ideias inconscientes manifestam-se nos sonhos como símbolos imagéticos, tanto metafóricos quanto metonímicos. Aplicando o conceito à fala, o inconsciente consegue expelir ideias recalcadas através dos chistes ou atos falhos. Freud propõe que as piadas ou as “trocas de palavras por acidente” nem sempre são inócuas. Antes, são mecanismos da fala que articulam ideias aparentes com ideias reprimidas, são meios pelos quais é possível exprimir os instintos primitivos. Semelhante à análise dos sonhos, a análise da fala seria um caminho psicanálitco para investigar os desejos ocultos do homem e as causas das psicopatologias. [8] “É na palavra e pela palavra que o inconsciente encontra sua articulação essencial.”[9] (Esta é a essência da racionalidade de Habermas. Prefiro pensar que este esquema não funciona bem para as ciências matemáticas. Estas funcionam com manipulação de símbolos, e constructos ontológicos, que precisam ser manuseados com o auxílio da memória externa ao cérebro: a escrita- e as suas regras semânticas-algébricas. Sem a escrita não existiriam as ciências matemáticas-geometria-física-engenharias) Freud inovou em dois campos. Simultaneamente, desenvolveu uma teoria da mente e da conduta humana, e uma técnica terapêutica para ajudar pessoas afetadas psiquicamente. Alguns de seus seguidores afirmam estar influenciados por um, mas não pelo outro campo. Provavelmente a contribuição mais significativa que Freud fez ao pensamento moderno é a de tentar dar ao conceito de inconsciente um status científico (não compartilhado por várias áreas da ciência e da psicologia). Seus conceitos de inconsciente, desejos inconscientes e repressão foram revolucionários; propõem uma mente dividida em camadas ou níveis, dominada em certa medida por vontades primitivas que estão escondidas sob a consciência e que se manifestam nos lapsos e nos sonhos. Seu divã, hoje no Museu Freud em Londres. Em sua obra mais conhecida, A Interpretação dos Sonhos, Freud explica o argumento para postular o novo modelo do inconsciente e desenvolve um método para conseguir o acesso ao mesmo, tomando elementos de suas experiências prévias com as técnicas de hipnose. Como parte de sua teoria, Freud postula também a existência de um pré-consciente, que descreve como a camada entre o consciente e o inconsciente (o termo subconscienteé utilizado popularmente, mas não é parte da terminologia psicanalítica). A repressão em si tem grande importância no conhecimento do inconsciente. De acordo com Freud, as pessoas experimentam repetidamente pensamentos e sentimentos que são tão dolorosos que não podem suportá-los. Tais pensamentos e sentimentos (assim como as recordações associadas a eles) não podem ser expulsos da mente, mas, em troca, são expulsos do consciente para formar parte do inconsciente. Embora ao longo de sua carreira Freud tenha tentado encontrar padrões de repressão entre seus pacientes que derivassem em um modelo geral para a mente, ele observou que pacientes diferentes reprimiam fatos diferentes. Observou ainda que o processo da repressão é em si mesmo um ato não-consciente (isto é, não ocorreria através da intenção dos pensamentos ou sentimentos conscientes). Em outras palavras, o inconsciente era tanto causa como efeito da repressão. Freud passa a atender, na maior parte, jovens senhoras judias que sofriam de um conjunto de sintomas aparentemente neurológicos que compreendiam paralisia, cegueira parcial, alucinações, perda de controle motor e que não podiam ser diagnosticados com exames. O primeiro caso clínico relatado deve-se a Breuer e descreve o tratamento dado a uma paciente (Bertha Pappenheim, chamada de "Anna O." no livro), que demonstrava vários sintomas clássicos de histeria. Freud, que também acreditava que as memórias ocultas ou "reprimidas" nas quais baseavam-se os sintomas de histeria,que elas eram sempre de natureza sexual. Freud, naquele período, dedica-se a anotar e analisar seus próprios sonhos, remetendo-os à sua própria infância e, no processo, determinando as raízes de suas próprias neuroses. Tais anotações tornam-se a fonte para a obra A Interpretação dos Sonhos. Durante o curso desta auto-análise, Freud chega à conclusão de que seus próprios problemas eram devidos a uma atração por sua mãe e a uma hostilidade ao seu pai. É o famoso "complexo de Édipo", que se torna o coração da teoria de Freud sobre a origem da neurose em todos os seus pacientes. A paciente De personalidade sensível, por volta dos vinte anos Bertha sofreu muito com a longa doença terminal do pai que, juntamente com as tensões da infância, foram as responsáveis pelo desencadear de um quadro chamado na época de histeria, e marcado por sintomas como depressão, nervosismo, tendência ao suicídio, paralisia, perturbações visuais, contraturas musculares e outros, e que a deixavam praticamente inválida. Bertha (Anna o.) Pappenheim, que entrou para a história da Psicologia sob o pseudônimo de Anna O., apresentava um impressionante leque de sintomas: alucinações, parestesias (distúrbios da sensibilidade), parafasias (distúrbios da fala – esquecia, por exemplo, determinadas palavras de sua língua materna, o alemão, tendo que recorrer a palavras de outra língua, mormente o inglês, para preencher essas lacunas), estrabismo convergente, diplopia (visão dupla), macropsia (visão aumentada dos objetos), micropsia (visão diminuída dos objetos), paralisias etc.. Mas, dentre todos seus sintomas, um se presta particularmente às nossas atuais investigações: em suas crises, ao tentar sair de seu quarto, fazia¬-o sempre por um mesmo lugar, diferente daquele onde estava a porta. Seu médico, um clínico vienense chamado Joseph Breuer descobriu a razão disso. Bertha (Anna o.) mudara, havia um ano, de residência. Nas palavras do próprio Breuer, a paciente, durante essas crises, “era levada para o ano anterior com tal intensidade que, na nova casa, ela alucinava seu antigo quarto, de forma que, quando desejava se dirigir à porta, batia contra o aquecedor que ficava na mesma relação com a janela que tinha a porta em seu quarto anterior.” Como duas correntes de pensamento, como duas filosofias diferentes, como duas escolas ideológicas, com duas correntes culturais, como duas religiões diferentes, como duas interpretações distintas podem interpretar as transformações sobre um caso tratado como psiquiátrico, por um, ou, como maldição, possessão espiritual, pelo outro ponto de vista, levaram a resultados completamente diferentes, talvez, divergentes, distintos e com implicações irreparáveis para a humanidade. De um lado, o caso de Anna, visto pelo fundador da Psicanálise; de outro lado, o mesmo caso se fosse visto, séculos depois, pelo fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Freud e Edir se deparam com uma realidade abstrata pertence oura ao mundo espiritual, ora ao mundo da psique e ambos o interpretam ao seu modo de percepção particular da realidade. Interessante notar que ambos conseguem os mesmos resultados, hipoteticamente, de uma cura, ou da transformação da vida da paciente Anna, hipoteticamente tratada por Edir, (representada pelas milhares de curas espirituais) que viraram testemunhos de curas diante de milhões de seguidores e telesseguidores de Edir Macedo. Em 1977, juntamente com R. R. Soares, Edir Macedo fundou a igreja que viria a ser a quarta maior corrente religiosa do Brasil: a Igreja Universal do Reino de Deus. Mais tarde, os dois romperam a “sociedade” e R. R. Soares fundou sua própria empresa igreja, a Igreja internacional da Graça de Deus. Conhecida principalmente pela forma extravagante e constrangedora com a qual pede o dízimo de seus seguidores, a IURD possui filiais em mais de cem países, e mais um grande império empresarial. A IURD também foi bastante criticada (principalmente pelos católicos) por causa do episódio do chute na santa. Além disso, seu fundador já esteve envolvido em uma pá de casos de desvio da verba divina nos anos 90. Desde então, Universal passou a cuidar melhor e a ser um pouco mais discreta em relação a suas finanças, mas aparentemente, a coisa começou voltar a feder nos últimos tempos: A Justiça Federal, que pelo visto é mais eficiente que a justiça divina, abriu processo criminal contra Edir Macedo e outros seis diretores da TV Record após denúncia do Ministério Público. Segundo o blog do Noblat, as acusações envolvem “importação fraudulenta de equipamentos, uso de documento público falso, lavagem de dinheiro e corrupção ativa”. Caso não haja nenhuma intervenção divina, Bispo Macedo logo logo vai fazer companhia pro pessoal da Renascer em Cristo. Se pá, eles acabam montando uma nova seita religiosa lá no xilindró, com um nome tão criativamente pomposo quanto o de seus próprios ministérios. A denúncia contra o bispo Edir Macedo e outras nove pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus não é a primeira da história da igreja. Em 1992, Edir Macedo foi preso e ficou 15 dias na cadeia. Em mais de 17 anos, membros da Universal são acusados de desvio de dinheiro, importação ilegal, sonegação fiscal e até discriminação religiosa. Relembre os casos envolvendo a Universal: Doação de fiel - em março de 2009, o STJ condenou a Igreja Universal a restituir doação de R$ 2 mil ao ex-fiel Luciano Rodrigo Spadacio, que vendeu um carro Del Rey. O veículo era a única propriedade que o fiel tinha, no valor de R$ 2,6 mil. Ele foi induzido pela Igreja a "abandonar o egoísmo". Spadacio passou os cheque para o pastor e, dias depois, arrependido, sustou uma das ordens de pagamento, de 600 reais, mas a primeira, de R$ 2 mil, já havia sido compensada. Concessão de emissoras - em dezembro de 2008, reportagem publicada na Folha de S. Paulo apontava que Macedo era o maior detentor de concessões na mídia eletrônica brasileira, com 23 emissoras de TV, entre elas a geradora da Rede Record, e 40 de rádio. A extensão financeira do conglomerado, registrada no paraíso fiscal de Jersey, no Canal da Mancha, serviria para esquentar os dízimos recebidos pela Universal. Falsidade ideológica - em fevereiro de 2008, a Polícia Federal indiciou Macedo por falsidade ideológica e uso de documentos falsos, suspeito de ter fraudado uma procuração de seu ex-sócio Marcelo Nascente Pires para assumir a emissora de TV Vale de Itajaí, repetidora da Record na região. Sonegação fiscal- em outubro de 2007, com base em uma denúncia do ex-deputado estadual Afanasio Jazadji (DEM), a Polícia Federal abriu investigação sobre Macedo pela suposta prática de crimes de falsidade ideológica, contra a fé pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, o líder da Universal teria se apropriado de recursos da igreja para formar patrimônio pessoal em empresas de comunicação. Importação fraudulenta- em fevereiro de 2006, a 4ª Vara da Justiça Federal de São Paulo aceitou denúncia contra Edir Macedo e outros seis diretores da emissora acusados de importação fraudulenta de equipamentos para a TV e uso de documentos falsos. O processo foi iniciado com uma fiscalização feita pela Receita Federal em 1998 em um lote de aparelhos para radiodifusão avaliado em R$ 4,4 milhões. Para a Receita, não havia comprovação de que o material tivesse sido comprado legalmente no Brasil ou no exterior. Sonegação - em julho de 2005, João Batista Ramos, um dos principais dirigentes da Igreja, foi preso em Brasília antes de embarcar para São Paulo com sete malas de dinheiro, num valor total de R$ 10 milhões, e acusado de sonegação fiscal. Discriminação religiosa- em abril de 2003, o bispo Sérgio Santos Correa e os pastores Gilberto Muniz Pereira e Marco Aurélio Trindade, da Igreja Universal, foram denunciados por discriminação religiosa pelo Ministério Público da Bahia, após realizarem ataques ao Candomblé no programa "Ponto de Luz", exibido pela TV Record de Salvador. No programa, uma suposta ex-mãe-de-santo afirmou ter feito um "trabalho" de macumba para matar um desafeto e este, conforme a mulher, teria morrido. Vários praticantes do Candomblé declararam que tiveram terreiros atacados por evangélicos e acusaram a campanha da Igreja Universal de incitar esses atos. Agressão à imagem da santa - Em 12 de outubro de 1997, data em que os católicos celebram Nossa Senhora Aparecida, o então bispo da Igreja Universal Sérgio Von Helde chutou e deu socos em uma imagem da santa, durante os programas Despertar da Fé e Palavra da Vida, da Record. Von Helde foi indiciado na Justiça por ofensa à fé alheia. Estelionato- em 1992, o Ministério Público denunciou Edir Macedo por "delitos de charlatanismo, estelionato e lesão à crendice popular". Ele ficou preso por 15 dias, mas livrou-se das acusações e investiu na expansão da Record. A foto de Macedo na prisão virou capa de sua biografia autorizada "O Bispo: A História Revelada de Edir Macedo", editada em 2007. Edir Macedo é dono de um império econômico-religioso presente em mais de cem países. Freud morreu pobre. A sua ciência, a Psicanálise está presente em todo o mundo. Ambos ficaram na história da humanidade, cada um com o seu próprio método de cura para manifestações psicoespirituais de distúrbios psicosomáticos-espirituais. Quem tema razão? De um lado a Ciência buscando a cura para a manifestação recalcada de punções psicológicas que se transformaram em patologias que prostraram o paciente. De outro lado, o mesmo mal agora visto como inferência de espíritos baixos, maléficos que se apoderaram da alma do enfermo espiritual para amaldiçoá-lo, e, para libertá-lo do mal físico, vem a cura através da limpeza e da abdução espiritual do mal. Seria a luta da ignorância contra a sabedoria da Ciência, ou o triunfo da Espiritualidade contra o materialismo? Antes da descoberta, ou invenção da Psicologia quem cuidava dos problemas do espírito e do coração eram a Religião e os poetas. A Psicologia roubou da religião a exclusividade da competência e passou a disputar com a igreja os cuidados para os problemas do coração, da alma e do espírito humanos. Com a reafirmação pela Ciência de que o coração, o espírito e a alma atarantados e sofridos podem adoecer o corpo fisicamente, causando patologias sintomáticas então um grande debate iniciou-se sem acordo até o presente sobre o grau de imbricação entre o estado de espírito, sobre o estado do sentimento e o sofrimento físico que podem causar, sobre as doenças que podem acarretar para o corpo físico. Qual é a jurisdição e a competência de cada um destes institutos, médico ou sacerdote que disputam a preferência do portador da enfermidade quando o sofrimento abala o bem estar e a normalidade da pessoa ou paciente, cliente, fiel, crente, que antes de tudo é alguém que sofre e deseja a ajuda para fugir ao desiderato da maldição ou do acometimento físico-espiritual-sentimental?   Evangélicos Modernos e o Neopentecostismo Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Evangélicos Modernos e o NeoPentecostismo A CF garante a todos os cidadãos a liberdade religiosa, e a todos os credos o Direito : "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias" (artigo 5º, inciso, VI, da CF). “A CF garante a todos os cidadãos através da Instituição do Ministério Público, que, entre várias outras importantes funções, deve zelar pelo respeito aos direitos fundamentais.” Em se tratando do novo papel do Ministério Público, Alexandre de Moraes cita a lição do Ministro Sepúlveda Pertence : “É o patrocínio desinteressado de interesses públicos, ou essa proteção desinteressada, mesmo de interesses privados, mas aos quais se quis dar proteção especial , interesses sociais e individuais indisponíveis, que justificam o papel do Ministério Público. “ 1. Tendo em conta o princípio constitucional da presunção de inocência, insculpido no art. 5º, inc. LVII, da Constituição Federal de 1988, no sentido de que "ninguém será considerado culpado até o trânsito de sentença penal condenatória", a prisão provisória somente é admitida como ultima ratio, quando fique plenamente demonstrada a sua necessidade. 2. Os dispositivos constantes em diversos diplomas legais impedindo a concessão do benefício da liberdade provisória (art. 7º da Lei nº 9.034/95, art. 30 da Lei nº 7.492/86 e art. 3º da Lei nº 9.613/98: devem ser interpretados à luz da CF/88, somente restringindo-se o status libertatis do acusado nos termos do disposto no artigo 312 do CPP, vale dizer, apenas quando presente um dos fundamentos para a prisão preventiva, não consubstanciando as referidas normas legais, per se stante, base suficiente para a custódia. Entendimento recentemente manifestado pelo STF (Rcl 2391 MC/PR, Rel. orig. Min. Marco Aurélio, Rel. p/ o acórdão Min. Joaquim Barbosa, 18.12.2003; RHC 83810/RJ, Rel. Min. Joaquim Barbosa, 18.12.2003; HC 83584, QO/SP, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, 16.12.2003). 3. Em face do caráter de excepcionalidade, o exame dos fundamentos legais para a decretação da prisão preventiva deve ser feito cum grano salis, limitando-se àquelas hipóteses em que haja elementos concretos indicando que o status libertatis do denunciado representa ameaça efetiva à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal, com exclusão, portanto, de presunções e/ou conjecturas. 4. As invocações relativas à gravidade do delito, ao clamor público e à garantia da credibilidade da Justiça não se revelam idôneas para dar suporte à manutenção da custódia cautelar. Precedentes do STF. 5. Destarte, impõe-se a revogação da preventiva, tendo em vista a inexistência dos requisitos autorizadores previstos no artigo 312 do CPP, relevando, ainda, em favor do paciente, a primariedade e o fato de possuir residência fixa. Os autodenominados e os também formalmente denominados pastores que prometem serviços em troca de remuneração enquadrar-se-iam em crime previsto no art. 171 do CPP, incidindo em estelionato. De conformidade com o Código Penal brasileiro o estelionato é capitulado como crime ecônomico (Título II, Capítulo VI, Artigo 171), sendo definido como "obter para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento." Vale a ressalva de que, para que exista o delito de estelionato, faz-se mister a existência dos quatro requisitos citados no artigo acima mencionado: obtenção de vantagem, causando prejuízo a outrem; para tanto, deve ser utilizado um ardil, induzindo alguém a erro. Se faltar um destes quatro elementos, não se completa tal figura delitiva, podendo, entretanto, formar-se algum outro crime. A cada milagre anunciado pelos falsos-pastores, obreiros, falsos-bispos, falsos-missionários, falsos-pregadores do Evangelho deveria o representante do ministério público abrir uma investigação para apurar e confirmar o falso-milagre, seja este falso-milagre de cura de doenças, de enfermidades, de comportamento antissocial, de mudança de status econômico, de falso-enriquecimento, de falsa explosão de prosperidade econômica, das armações para efeito demonstração de falsos-sucessos empresariais, tudo deveria ser rigorosamente e detalhadamente documentado e investigado cientificamente, com o auxílio de todos os peritos em todos os ramos envolvidos, de médicos, economistas, psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, físicos, biólogos, botânicos, químicos, matemáticos, estatísticos. Estes falsos milagreiros são reincidentes e são ameaças permanentes e reincidentes à segurança pública e desqualificam a religião verdadeira. Estes criminosos têm plena consciência de seus atos e provocam o resultado que desejam obter metodicamente, e repetidamente, iludindo os desesperados que são aliciados pelas falsas promessas de solução de suas demandas. Práticas criminosas de exercício irregular não-autorizado das diversas profissões desde a medicina até a psicologia, passando pela psicanálise e psiquiatria. Anunciam falsos resultados: falso-positivo e falso-negativo de curas e de transformações psicossociais e financeiras, arvoram-se em conselheiros e assistentes financeiros e administrativos de patrimônio alheio, incidindo em crimes contra o sistema financeiro. Nenhum médico pode prometer e garantir o resultado positivo do tratamento ao seu paciente, senão comprometer-se a utilizar de seu melhor conhecimento e de meios para provocar as condições de melhor restabelecimento e esperar a natureza fazer a sua parte na terapia. Ao contrário, estes estelionatários prometem conceder através dos poderes que se autoproclamam recebedores de parte de entidades superiores e místicas, assim concederem as graças para a saúde física e financeira, quiçá, psicossocial para sanarem problemas que vão desde uma amplíssima gama de casos dos casamentos desfeitos até desenganos trabalhistas, desemprego, depressão, desilusão, mau-olhado, inveja, e todo o tipo de insucesso pessoal e profissional. Jesus Cristo, em sua pastoral aqui na Terra jamais tratou da cura dos doentes e da prosperidade financeira como objetivo primeiro ou segundo de seu ministério, ao contrário disso, realizou até mesmo alguns milagres, não muitos pois não foi esta a sua missão nem o objetivo do evangelho que pregava senão a busca da salvação das almas, não dos negócios ou do prazer terreno, ao contrários desta seitas neopentescostais, fugia Jesus do espetáculo com a sua aparência humilde, pouco midiática, discreto e amigo, não foi um astro pop nem celebridade midiática-pastoral, arrogando poderes de cura e de onipotência diariamente e prometendo milagres. Fez o contrário em sua discrição e sabedoria discreta, de quem sabe tudo. O termo grego ataraxía, introduzido por Demócrito (c. 460-370 a.C.), significa tranquilidade da alma, ausência de perturbação. É um conceito fundamental da filosofia epicurista e dos céticos, e pode traduzir-se como imperturbabilidade, ausência de inquietação ou serenidade do espírito. Ataraxia é a disposição do espírito que busca o equilíbrio emocional mediante a diminuição da intensidade das paixões e dos desejos e o fortalecimento das almas face às adversidades. A ataraxia caracteriza-se pela tranquilidade sem perturbação, pela paz interior, pelo equilíbrio e moderação na escolha dos prazeres sensíveis e espirituais. A ataraxia está muito próxima da apatia proposta pelos estóicos, na medida em que ambas caracterizam estados anímicos que contribuem para o alcance da felicidade através da disciplina da vontade para moderar os desejos e para aprender a aceitar os males voluntariamente. Ambas promovem a liberdade face às paixões, aos desejos, às coações, às circunstâncias e, mesmo, ao destino. Distingue-se da apatia pela forma como promove a felicidade. Enquanto esta procura eliminar as paixões e desejos, a ataraxia tenta criar forças anímicas para enfrentar a dor e as adversidades. A ataraxia implica saber aceitar as situações e conviver com elas, ponderando o sentido e a utilidade dos prazeres e do que possivelmente magoa. A ataraxia surge, muitas vezes, complementada pela aponia, que se traduz por ausência de dor, ausência de esforço como sofrimento. Segundo Epicuro, a felicidade alcança-se com a ataraxia, que proporciona um prazer estável, e deve ser acompanhada pela aponia, ou seja, pela ausência de dor física. Esta praga ocidental dionisíaca introduzida pelo objetivo da busca da felicidade através do caminho do menor esforço possível, também chamada pelos utilitaristas de racionalidade individual, tem lançado as pessoas desesperadamente em busca de atalhos para esta alegria efêmera, que pode vir desde um gole de uma gelada cerveja, até o sexo inconseqüente, e, no estado mais agudo, ao uso de crack e outras drogas mais sociais. As pessoas elegeram, em nome destes princípios, que somente estarão realizadas quando alcançarem a tal felicidade. Essa busca por algo que nem sequer sabem se realmente o desejam, quando encontrá-lo, não fazem perguntas para si mesmo se é isto que é importante para as suas vidas. Em primeiro lugar deveriam perguntar para que serviria a felicidade. Depois, a segunda e óbvia pergunta seria: se a felicidade seria em si mesmo um fim para o seu projeto de vida. A terceira pergunta seria então: o que seria de suas vidas depois de alcançar a felicidade. Respondendo a estas perguntas os filósofos gregos criaram pelo menos cinco variantes de escolas de pensamento filosófico para justificarem cada uma destas possibilidades. A questão moral (costumes), que é a Ética secular da praxis social, foi derivada da tentativa de substituição àépoca dos filósofos gregos desde 550 a. C., dos preceitos determinativos do comportamento social e pessoal dados pela religião e pela tradição: tais preceitos doutrinários e dogmáticos. Quando se tentou substituí-los (a religião e a tradição) pela racionalidade filosófica, dando-se aos preceitos éticos as justificativas lógicas e principiológicas para o comportamento considerado reto, socialmente aceitável, baseados na razão instrumental. Eliminar-se-iam o medo da punição eterna, da punição de consciência, o medo da reprovação social baseada nos costumes tradicionais intraduzíveis, místicos e míticos, pelas variantes racionalistas principais: a) Ataraxia; b)Epicurismo; c) Ceticismo; d)Justiça; e) Estoicismo. a) Ataraxia: é a busca da completa serenidade interior, pelo abandono total das perturbações produzidas pelo desejo, através do abandono total de todo desejo; é o desejo não realizado, não concretizado, que leva à frustração. E o principal de todos os desejos é o desejo de felicidade. A frustração levada às últimas consequências conduz à violência ou à apatia, tornando o indivíduo antissocial. b) Epicurismo: ou hedonismo, seria a busca utilitarista da felicidade através do prazer, fazendo-se um balanço desta busca da felicidade através da economia e escolha racional entre o parazer e o dever, entre o sacrifício e o prazer, fugir da dor e do sacrifício desnecessário e improducente, minimizando as expectativas de sofrimento e maximizando as expectativas de prazer e de vantagens através do cálculo egoísta entre o dever e o prazer, entre o custo e o benefício. c) Ceticismo: seria a busca racional da verdade absoluta pelo abandono de todas as idéias e noções préconcebidas e apriorísticas; buscar a verdade livre de quaisquer condições preexistentes, epoché, imutáveis ou indiscutíveis, insofismáveis. Tudo pode e deve ser questionado, examinado, verificado, investigado, posto à prova, nada pode ser desprezado ou excluído da censura e da dúvida. Duvidar de conceitos e das verdades eternas e das afirmações insofismáveis. Tudo pode ser questionado, verificado, discutido e modificado. Tudo deve ser testado, demonstrado e atestado. Somente pode ser verdadeiro aquilo que sobreviver ao fato concreto. No limite, chega-se ao niilismo Nietzcheriano: nada énada, nada é tudo, e tudo é nada, não existem propósitos nas ações e intenções humanas. d) Justiça: a noção de justiça, representada pela balança, indica que os nossos atos não podem exceder nem ficarem aquém da medida certa e exata, nos momentos e lugares certos: sem excessos nem falhas, ou faltas. Sendo justos estaremos sempre mantendo o equilíbrio da balança; nem bondade, nem maldade; nem doar nem receber; nem retirar nem entregar nada que não seja direito. Cumprir os deveres na estrita medida do necessário. e) Estoicismo: é aquela corrente filosófica que ficou conhecida por defender a importância do sacrifício pelo futuro, deixar de gastar hoje para usufruir depois, pois nada se consegue de útil sem sacrifício, sem o esforço devido. O sacrifício de agora, a poupança, a previdência, a prevenção, abstinência é que podem prover e determinar o amanhã. A vida sem coragem para fazer renúncias, para abrir mão do imediatismo dionisíaco e das fantasias e dos sonhos acaba em arrependimento e frustração; o planejamento, a obstinação, a frugalidade, a simplicidade e a abnegação são os únicos caminhos para o sucesso. Como se vê, não é fácil entender-se a questão do desejo humano. A questão é mais antiga ainda quando se considerar que Ataraxia e o Estoicismo foram contribuições epistêmicas legadas pelos orientais, chineses, indianos, trazidas à cultura helênica antes da era dos filósofos, pelos grandes aventureiros que saíram pelo Oriente em busca de novos conhecimentos. Estes conhecimentos datavam de mais de dois milênios anteriores à cultura helênica. O imediatismo e a ignorância audaciosos levam pessoas simplórias intelectualmente a submeterem-se aos enganadores pseudos-petencostes, que sem preparo moral submetem pessoas que sem respostas para as suas angústias e premidas pelo desespero entregam-se ao que lhes parece ser a única solução imediata, e a última saída em muitos casos se esgotados os recursos da medicina e do sistema jurídico estatal. A ausência de solução não implica necessariamente em qualquer solução. É preciso ter a humildade para entender e aceitar esta fatalidade. Diante da morte e da precariedade muitas pessoas aceitam resignadas o seu destino. Outras justificam atos criminosos em nome do desespero da ausência de alternativas. O Estado deveria valorizar mais as pessoas que procuram fugir a estas alternativas, e o que vemos é o contrário: o perdão do crime famélico, o perdão dos menores delinqüentes, em lugar de valorizar aqueles que nas mesmas condições preferiram as privações ao cometimento de atos antissociais. A liberdade é uma prerrogativa dos irracionais, dos animais e da natureza. O maior privilégio da razão e do ser humano dotado dela é poder se autoconter, sublimar os seus impulsos animais e intrínsecos e se autodominar. Isto é a verdadeira liberdade: a liberdade de não fazer o que lhe é facultado, mas, não lhe convém. O autocontrole explicita o lado racional e social dos grupos humanos diferenciando-nos dos animais que apenas seguem aos seus instintos, sem autocensura. Sofrer faz parte da existência humana, nossos sentidos nos despertam o prazer e a dor pelos mesmos mecanismos. Fugir de um deles em detrimento do outro somente nos remete ao primarismo infantil por que ambos os aspectos fazem parte do nosso sistema fisiológico. Alguma coisa do nosso primitivo instinto reptiliano continua latente apesar da evolução darwiniana, e teima em não evoluir, este instinto aguça a nossa sexualidade, a nossa gula e o nosso medo da morte. Os sentidos da educação, da socialização, da religião, da ética, da moral, e da razão falhariam se a raça humana não conseguir domar os instintos mais primitivos quais sejam: o sexo, a gula, a morte e o medo. Sem isso não seremos humanos. Apenas animais em evolução.   Bíblia Sagrada Linha do Tempo Ordem: Velho Testamento Novo Testamento Hoje 0001 Velho Testamento Deus passeia pela terra e conversa diretamente com o ser humano e com seus profetas Novo Testamento Jesus vagueia pela terra e conversa diretamente com os seres humanos e com os seus apóstolos Hoje Deus não fala com o ser humano diretamente, não se utilizam de profetas nem de apóstolos, exceto excepcionalmente isso pode se dar de modo simulado e velado 0002 Velho Testamento Profetas falam em nome de Deus e Deus fala diretamente com o homem Novo Testamento Apóstolos falam com Jesus pessoalmente Hoje Jesus não fala com o homem diretamente 0003 Velho Testamento Deus estabelece a ordem no universo – Big bang Novo Testamento Jesus controla e manipula as leis naturais – milagres de Jesus para mostrar a sua origem não humana Hoje As leis naturais são manipuladas pelos parapsicólogos, milagreiros e iluminados para o homem saber ou lembrar que Deus controla todas as leis naturais e pode subjugá-las a seu bel prazer e vontade absoluta 0004 Velho Testamento A Bíblia acolhe os costumes dos povos antigos, como a poligamia, o dízimo, os sacrifícios no altar, os códigos morais e sociais levíticos Novo Testamento Novas leis e costumes são mandamentados mudando os costumes da era dos profetas Hoje Os valores sociais e morais não são aplicados e nem podem ser aplicados diretamente da cultura antiga dos povos bíblicos 0005 Velho Testamento Deus destrói a raça humana e se arrepende da criação do homem Novo Testamento Jesus é rejeitado e condenado à morte como fraude é crucificado Hoje Deus não interfere nem Jesus nos atos humanos diretamente 0006 Velho Testamento O homem ganha livre arbítrio, por isso ele pode pecar sem a ação de interferência divina Novo Testamento Homem mantém a sua autonomia em relação a Jesus e a Deus Hoje A autonomia do homem permanece até o dia do juízo final do apocalipse 0007 Velho Testamento Deus usa de seus poderes para interferir diretamente nos atos humanos Novo Testamento Jesus usa de seus poderes pra fazer milagres Hoje O homem opera milagres guiados e outorgados por Deus, porém Deus interfere de modo invisível e discreto nos atos humanos 0008 Velho Testamento Deus escolhe um povo para ser o seu povo santo: o povo judeu (israelita, hebreu) das tribos de Judá e Israel Novo Testamento Jesus é rejeitado pelo povo santo Hoje O povo santo não existe mais dado que foi amaldiçoado por Deus 0009 Velho Testamento O Velho testamento mostra os planos de Deus de como a Terra e os humanos deveriam ser Novo Testamento O Novo Testamento demonstra como a Terra e os humanos podem fazer para retificarem seu comportamento em direção ao projeto original do Velho Testamento, com inovações e retificações nas ordenanças, mandamentos e leis divinas e espirituais Hoje Novamente o ser humano cada vez mais se afunda em sua idolatria, depois da ida de Jesus para a sua morada no Cosmos. Muitas religiões, muitas seitas, teocracias no ocidente e no oriente, comunismo, ateísmo, positivismo ateísta, ateísmo cientifico, radicalismos religiosos, magias e espiritualização animistas e fetichistas, culto à natureza, culto à ciência, culto à cultura, culto ao dinheiro, culto ao erotismo, culto to hedonismo. 0010 Velho Testamento Moisés escreve o Pentateuco a partir das tradições orais do povo hebreu, da contribuição das culturas egípcias, sumerianas, assíria, Síria e demais povos que tinham mitos e costumes parecidos com os narrados pela Bíblia, como vários contos do messias que salvaria o povo, sobre dilúvios, jardim do Éden, assim os profetas e o povo analfabeto trouxe de tempos imemoriais as histórias narradas por Moisés desde a criação do mundo até as profecias, passando pelas histórias de seus antepassados, daí a necessidade de interpretação e adequação contingente à sua época de narrativa imprecisa e figurativa, bastante metafórica e simbólica para o povo entender e como o povo contava aquelas histórias, e para a posteridade entender com as devidas vênias e reinterpretações. Novo Testamento O Novo Testamento já eliminou quase todos os costumes e leis levíticas com relação ao casamento poligâmico, com relação à família, com relação à mulher, muitos dos mandamentos e das leis da religião foram trazidas do mundo pagão, como o dízimo, os sacrifícios rituais, a proibição de tocar na mulher menstruada, a proibição de certos alimentos, os dias de trabalho e de descanso, enfim, é preciso um delicado trabalho de triagem para separar o que foi incorporado das tradições não hebraicas, pré-levíticas, levíticas e até das tradições pagãs, dos costumes arraigados daquela época e daquelas culturas, quase indiscerníveis dos costumes hebraicos. Hoje Nos dias de hoje os costumes antigos, alguns aberrantes, chamaram a atenção dos evangelistas, doutrinadores, teólogos de tal modo que uma leva de reinterpretações e novas extrações deram oportunidade a que centenas de seitas fossem criadas, umas rejeitando os aforismos e historicismos radicais, outras recuperando visceralmente os costumes reais daquela época, ou daqueles tempos, outras relendo e revendo os costumes e regras. Onde estaria o ponto de equilíbrio? É preciso saber que a Bíblia teve três tempos: 1 – Tempo muito antigo onde não existia a escrita, os tempos adônicos (Adão); 2 – Tempos da tradição oral onde não existia a escrita; 3 – Tempos depois de Jesus, onde começa a Idade Antiga dos grandes Impérios modernos e a Idade Média; Estamos agora nos tempos contemporâneos, onde aquela Bíblia que foi escrita no passado com a linguagem do passado para os povos do passado entenderem-na e para que os povos do futuro pudessem interpretá-la na perspectiva de releitura do futuro tendo em vista estas concepções das contingências de ter que atravessar toda a linha do tempo para chegar até nós nesta linguagem, vindo dos contos orais, depois, da pré-linguagem, e depois das primeiras literaturas e avanços da Filosofia, ter o desafio de ser desvendada pelo homem da ciência contemporânea. Este é o nosso desafio. A Bíblia e os seus autores A coleção que conhecemos hoje pelo nome de Bíblia Sagrada foi formada por um processo de seleção dos livros e de textos sagrados em concílios papais durante a reestrutração da igreja cristã de então que era a igreja Católica Apostólica Romana. Assim, é de se perguntar quais livros igualmente sagrados foram descartados? A outra pergunta, evidente, é se todos os escolhidos para comporem a Bíblia são todos livros sagrados? Contingências da linha do tempo também não podem ser desconsideradas. Até a Renascença o acesso aos livros (pergaminhos) era extremamente restrito aos intelectuais, e majoritariamente os religiosos eram os guardiões de toda da literatura. Na Grécia dos filósofos onde se inventou a escola pública, apenas dez por cento da população de cidadãos sabia ler e escrever! Para escrever e ler apenas uns poucos eruditos e privilegiados entre intelectuais, altos funcionários públicos e sacerdotes tinham o privilégio de saberem ler e de escrever. Nem faraós, nem imperadores, nem reis, nem nobres tinham o privilégio e o interesse na prática do aprendizado daquela coisa incômoda de aprenderem a ler. Escrever então era uma atividade penosa: tinha que preparar o pergaminho, a tinta, desenhar e esperar secar a tinta, e depois conservá-los para a posteridade em alguma biblioteca importante e depois sobreviver ao tempo, às guerras, aos ladrões de antiguidades, às pilhagens. Foi um milagre que alguns apóstolos, profetas e discípulos tenham sido alfabetizados e tenha tido muito tempo e paciência para escreverem os livros e os textos sagrados. Tais textos, muito custosos, e caros teriam aos preços de hoje centenas de milhares de dólares americanos, ainda assim poucas pessoas poderiam acessá-los e manipulá-los, porque não era comum pessoas terem alfabetização. Assim, a maior parte do povo ouvia a leitura atenta das escrituras sagradas pelos sacerdotes e as repassavam oralmente para o restante do povo. Assim da forma oral chegaram até Moisés as histórias do Jardim do Éden, de Caim e Abel, da Arca de Noé, e todas as tradições e leis dos povos levíticos, dos costumes religiosos, sacrifícios, ordenamentos morais, éticos e junto com isso a simbiose cultural inevitável quando culturas diferentes interagem a despeito de serem muito diferentes, a despeito de serem costumes e comportamentos do povo escravo ou do povo dominador, pois não existe hierarquia entre culturas, costumes e práticas sociais. Como não existiam gráficas, nem imprensa os livros não eram copiados, eram exemplares únicos, e isso precisa ser grifado! Como foi possível chegarem estas obras primas até nós! A hipótese documentária ainda tem muitos seguidores nos círculos acadêmicos, mas já não pode ser chamada de uma posição consensual. Teorias alternativas sobre origens do Pentateuco sustentam que a Torá e a narrativa da arca foram o produto de uma lenta acumulação de blocos de material ao longo do tempo, ou o resultado de extensas edições e adições a um texto original, mas há um acordo geral de que existem duas vertentes distintas na narrativa da arca história, que, independentemente de serem entendidas como documentos distintos, ou como uma seqüência de camadas editoriais ou acréscimos autorais, continuam a ser chamadas de jeovaístas e sacerdotais. Uma boa parte da atenção acadêmica foi dada ao significado teológico da história da arca para os antigos autores. O respeitado estudioso evangélicoGordon Wenham fez notar a presença de uma elaborada palístrofe dentro da história: a narrativa tem duas metades, cada uma espelhando a outra, com a frase "E Deus lembrou-se de Noé" em seu centro: isso, de acordo com Wenham, identifica o seu núcleo teológico. Martin Norte identificou a arca história como o elemento central de uma unidade narrativa que ele chamou de história primal: esta retoma Genesis 1-11 e conta a história da criação da mundo, o surgimento do pecado, a decisão de Deus de destruir a sua primeira criação e começar de novo com Noé. O resto da história primal narra o novo crescimento do pecado depois de Noé, que culminou com a Torre de Babel. As percepções de Wenham e Noht são largamente aceitas entre os estudiosos contemporâneos como a presença de uma forte vertente dos mitos mesopotâmicos em Gênesis 1.11 (a história da criação, a Torre de Babel e muitos elementos individuais dentro dessas histórias). Os sacerdotes exilados do Templo de Jerusalém, confrontados com histórias sobre deuses babilônicos que criam e controlam o mundo (incluindo Atrahasis, as inundações e o mito da arca babilônica), reescreveram os mitos dos seus conquistadores para dar primazia a Javé e efetivamente negar o poder de babilônicos e das suas divindades. Tal como a arca deles, os navios de Atrahasis e Noé são modelados nos templos de suas respectivas culturas: as quatro faces de Atrahasis, as sete camadas do zigurate mesopotâmico, os sete céus da crença babilônica, os três pavimentos retangulares do Templo de Salomão e os três céus da crença hebraica. Visto em Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9 Imagine aqueles seres estranhos descendo de naves dos céus, sem asas, sem cavalos, sem fazerem ruídos, sem rodas que pudessem tocar ao solo. Assim cada cultura reinterpretou o seu contato com os seres divinos vindos dos céus do modo como se adequou o seu poder cognitivo, conforme o alcance de sua capacidade de compreensão pode reinterpretar, - conforme os preceitos fundamentais dos constructos básicos da fenomenologia - , segundo os quais a realidade de cada indivíduo éúnica dada a sua biblioteca de constructos teóricos e de sua ordem pessoal e subjetiva de seu elenco de categorias analíticas ontológicas e epstemlógicas que lhes possibilita ver a sua própria realidade, ou perceber a realidade só para si. Assim, uma cultura tribal misturava ao sol, à lua, aos trovões, ao vento, às montanhas aquelas novas divindades que os visitava, assim novas máscaras tinham que ser anexadas, novos sacrifícios humanos e animais tinham que ser oferecidos para agradar e trazer de volta os poderes destas desconhecidas e insaciáveis poderosas divindades. Os povos indoeuropeus traziam a sua versão tribal de modo mais antropomórfico, mais intelectualizado, assim posteriormente estas mesmas divindades eram trazidas sob o crivo intelectualizado, e devidamente civilizado e domesticado, e então o pavor foi substituído pela racionalidade instrumental, o medo virou uma relação jurídica, uma a mais, faz-se um contrato com a divindade que passa a ter certas obrigações com a sua criatura inferior, agora os deuses mais domesticados perdem a aura de terror e parecem muito condescendentes, já não exigem sacrifícios humanos, jejum, sacrifícios de virgens, é um deus burocrático, com seu séqüito de tribunal pronto a perdoar e a relevar as nossas falhas e faltas. O Deus foi humanizado e banalizado, até desprezado pela civilização. Deixou de ser divinizado e inatingível, o incognoscível virou cotidiano e banal. Nosso contrato permite certas displicências e muita parcimônia, perdemos o medo de Deus. O nosso contrato continua outorgado apenas que agora as cláusulas abusivas foram introduzidas pelos clientes do contrato de adesão unilateral. Não comereis da árvore porque sereis como Deus. A Ciência e o conhecimento abriram os olhos de Adão e de Eva, assim aos poucos o nativo autóctone tosco, que tremia de medo da natureza pensou poder dominá-la e através do conhecimento domou o seu medo, passou a compreender as forças dos vulcões, dos tsunamis, dos trovões, dos mares, das enchentes, dos rios e o seu medo transformou-se em admiração, a admiração naturalizou os fenômenos naturais, familiarização aplacou o medo e a natureza começou a ser domada, modificada, colocada a serviço do homem, represamos os rios, rasgamos o vento a velocidades supersônicas, mergulhamos fundo nos oceanos, retiramos energia do vapor, do petróleo, fazemos máquinas poderosas capazes de rasgar o chão, poder de derrubar montanhas, depois de pisarmos na lua, fizemos a fusão e a fissão do átomo, agora não precisamos das máscaras cerimoniais que provocam medo e pavor, os nossos outrora temíveis pajés, os sagrados outrora poderosos feiticeiros não nos assustam nem nos impressionam. Quanto poder poderia ter o feiticeiro da tribo, quanto medo poderia nos fazer as suas palavras mágicas, as mascaram medonhas, seus transes sugando as forças transcendentais para curar, nos punir, nos aterrorizar, sugar nossas almas, tudo derrotado pela ciência do bem e do mal quando abrimos os olhos. Em lugar dos feitiços e das crenças mágicas e secretas, temos a ciência que nos comanda e determina as nossas ações racionais. A ciência agora é a nossa magia, a ciência é tudo. Os novos feiticeiros são os nossos cientistas. A cada descoberto da ciência corremos a ouvir atentamente o oráculo dos novos deuses que não podem ser questionados e desmentidos pelos homens comuns. Eles tem a última palavra sobre a verdade do universo. Não ousamos desafiar à ciência. No mundo racional os templos e as catedrais sagradas são as universidades, somente através das universidades estamos autorizados a falarmos sobre a última verdade sobre qualquer assunto.   Convergência Religiosa 1 - Você certamente nunca por ter ouvido falar em convergência religiosa. 2 - Convergência religiosa e uma sociedade sem fins lucrativos de caráter transreligioso. 3 - Não se trata de um novo movimento ecumênico. 4 - O movimento ecumênico visa a pacificação e o intercâmbio entre as religiões. 5 - A convergência religiosa estuda as origens das religiões porque acredita que todas as religiões tiveram uma origem única extraterrestre por isso buscam o mesmo objetivo. 6 - Porque Convergência Religiosa? 7 - Porque cada uma das religiões traz informações parciais e contingentes, datadas em harmonia com a época do público para qual se dirige e dentro da cultura na qual foi revelada. 8 - O objetivo de cada religião e informar a história do criador da raça humana e da criação do universo. 9 - As respostas para estas e para outras perguntas estão fragmentadas em cada uma das religiões e esta estratégia faz parte dessa pratica para moldar e modelar o comportamento humano. 10 - Cada religião ficou com um lado da verdade com um fragmento de toda a história do universo da verdade, a Convergência Religiosa e o elo perdido que vai unir estes fragmentos sem descartar absolutamente nenhuma destas contribuições de cada uma delas 11 - Todas as religiões tiveram um papel histórico contingente porem fragmentado porque pragmático e pratico juntando história, preceitos, dogmas, doutrinas, leis, normas e comportamentos. 12 - Nenhuma religião mentiu mas a cada uma delas, parte da verdade fora revelada. 13 - Cada uma das religiões traz a sua contribuição porque traz uma parte da história e está inserida nesta escala da sua posição na linha do tempo, quanto mais antiga a religião mais simbólica e menos se parece com o conhecimento moderno, mais animista e mais fetichista sem nenhum sentido pejorativo. 14 - Antes da imprensa ter sido criada por Gutenberg a Bíblia ou qualquer outro escrito eram copiados artesanalmente manualmente. 15 - Um exemplar manuscrito da Bíblia assim copiado em manuscrito poderia custar a preço de hoje cerca de cem mil dólares americanos. Era portanto um livro inacessível. 16 - Antes da invenção das escolas públicas pelos gregos há 2500 anos o acesso à leitura era privilegio de sacerdotes, escribas e servidores administrativos e de alguns membros da nobreza. 17 - Mesmo na Grécia dos filósofos apenas 10% da população era considerada de cidadãos com plenos direitos políticos, porque o conceito de cidadania excluía os estrangeiros, o metecos, as mulheres, os escravos e os pobres. 18 - Assim, desde as primeiras religiões procuraram os nossos colonizadores do nosso planeta Terra nos prover das primeiras regras de condutas morais ou éticas assim que as primeiras civilizações começaram a ter a sua definição e espaço na história na Terra. 19 - A Terra foi colonizada pelos Extraterrenos coisa que Darwin nunca cogitou nem entendeu, gerando uma confusão enorme sobre a questão do elo perdido. 20 - Desde as primeiras fases da nossa civilização quando os primeiros grupos humanos deixavam a fase de pré civilização começava ali a educação e a formação das primeiras instituições humanas sociais: a) família b) tribo c) nações d) território e) propriedade privada f) Estado g) religião h) ética 21 - Os nossos colonizadores trouxeram para terra todos os tipos de biotipos, materiais genéticos em estado de suspensão, congelados, genes, embriões há milhões de anos, fizeram pelo menos duas limpezas genéticas uma delas bem documentadas que foi a extinção dos dinossauros a outra registrada pela Bíblia que foi o grande diluvio. Glaciações foram processos naturais de faxina genética como os terremotos e vulcanismos. 22 - Então os nossos colonizadores se apresentaram fisicamente ou através de prepostos e encarnações nos profetas, missionários, pajés, pais de santos, sacerdotes, visionários, encarnações como Jesus de Nazaré, Maomé, Buda, e outros não citados aqui como Kardec. 23 - A princípio os nossos colonizadores se apresentaram fisicamente, em outras ocasiões se apresentaram através de prepostos encarnados ou reencarnados. Era a era dos milagres, das curas milagrosas, dos eventos mágicos dos efeitos parapsicológicos. 24 - Fora a fase do choque parapsicológicos na humanidade. 25 - Mas o ser humano foi se acostumando aos milagres e o sobrenatural se naturalizou, então, ao invés de aprenderem os conceitos passaram a idolatra-los. 26 - O ser humano se tornou um idolatra crônico. Era preciso encerrar este ciclo de idolatria crônica. 27 - As religiões tinham falhado. Nasceu uma nova tentativa de mostrar outras verdades diferentemente do que tinha sido até então. 28 - Nascia na Grécia a era dos filósofos. Deveria ser a era da ciência antirreligiosa. 29 - Aparentemente a Filosofia Grega recém criada desafiava aos deuses, aos mitos e as tradições. Não era bem assim. Fora a primeira tentativa ocidental para por fim aos desvios da idolatria. 30 - Enquanto isso lá no extremo Oriente na China de Lao Tse e do Confúcio, séculos antes dos gregos fazerem a sua reforma-faxina antireligiosa os ETs estabeleciam o princípio da ordem secular que marcou profundamente o comportamento disciplinado e uniforme dos chineses. 31 - Mas em nossa idolatria crônica idolatramos a própria idolatria! 32 - Idolatramos até a ciência! Idolatramos aos profetas, os rituais, a vida, a morte, a História, as tradições, os mitos, os símbolos, a natureza, os profetas, os sacerdotes, os santos, os livros sagrados, a liturgia religiosa, os cultos, os cerimoniais, as imagens e os deuses. 33 - Não há limites a idolatria. Idolatramos a riqueza, a pobreza, as instituições, a liberdade, a democracia, a nação, o time de futebol, a etnia, o idioma, a celebridade, a moeda, a Era, o moderno, as armas, o vício, a violência. 34 - Regredimos ao fetichismo e ao animismo com os ecologistas. O ser humano viciou-se na idolatria. 35 - Fomos colonizados pelos ETs que espalharam por aqui genes, trouxeram para ca a terra embriões, mudas, material genético, amostras de DNA, aqui mandaram muitas gerações de ETs e Deus maior nos mandou ETs que impediram que em muitas ocasiões a terra fosse destruída por causa das repetidas violações as normas éticas aqui deixadas pelos nossos colonizadores. 36 - Chegada a hora de refletirmos no que dizem os livros sagrados dos Upanichads, os Wedas, os Brhamanes, o Alcorão, a Bíblia, a Tora, os livros dos espíritos, os textos e costumes umbandistas, candomblés e de todas as religiões. 37 - Os ETs usaram do medo humano para nos enquadrarem nas normas éticas e morais mas a era dos deuses onde se gozava da intimidade dos ET como descobriu Erick Von Daniken em sua obra "Eram os deuses os astronautas" não foi suficiente. 38 - Mas os humanos criaram outras simulações de deuses falsos para misturarem aos representantes dos cosmos. 39 - Então os ETs apelaram para os instintos mais fortes dos seres humanos: os seus instintos sexuais. Veio o Yoga, o Kama Sutra, para levar e elevar o espirito através dos sentidos proporcionando a harmonia e o reencontro da alma com o corpo. Fracassaram porque transformamos o sexo em commodity. 40 - Então o homem primitivo foi buscar no hedonismo o laxante espiritual para o seu vazio existencial. Desdenhando do Deus e de seus anjos e profetas, aposentou a filosofia e depois de idolatrar a ciência criou a para-ciência que são quase religiões voltadas para crenças em novos estilos alternativos de vivência. 41 - O ateísmo moderno e antireligioso, anticientífico e antifilosófico, quase antissocial e também androfóbicos. 42 - Quando trouxeram o cristianismo para a terra juntando a escolástica do helenismo com base nos costumes e nas fortes tradições levíticas e depois revisadas estas tradições nos evangelhos dos profetas contemporâneos dos apóstolos de Cristo definitivamente a idolatria dos evangelhos nos legou 998 anos de regime teocrático feudal. 43 - O igreja se torna o centro do mundo ocidental, as ordens eclesiásticas idolatradas e institucionalizadas chegou a ser chamada idade das trevas. Este estado teocrático chegou a possuir mais de um terço das terras feudais. Possuía 100% dos corações e das almas. Era o ente mais rico e poderoso da Idade Média. 44 - Tal poder absolutista e absoluto somente retrocedeu com a ascenção da burguesia. Então veio a reforma de Lutero e a contrarreforma protestante com Lutero e Calvin. A Renascença restabeleceu a religião sem a idolatria, mas novamente e lentamente a nova idolatria fora renascer nas novas seitas renovadas. 45 - A ciência positivista reposiciona o lugar da religião em nova tentativa de separar a religião do Estado, como tentara Maquiavel no sec XVI. Então o ceticismo organizado cientifico se transforma não somente em nova religião da ciência como também cria a idolatria ao empiricismo Comteano e Hegeliano. 46 - As teologias da pobreza inspiradas em Marx, as teologias da libertação inspiradas no movimento pentecostal renovacionista, e a teologia da prosperidade inspirada no Calvinismo. 47 - Chegamos ao momento atual da era da anomia do ateísmo e anticientificismo. A era do politicamente correto, dos alternativos e do grito das minorias e excluídos tudo porque perguntas nunca foram respondidas pelas religiões ate agora. 48 - E chegada a hora de respondermos as perguntas sempre evitadas pelos que seguem as religiões: a) Existem seres extraterrestres? b) Como os livros sagrados explicam os dinossauros? c) Como explicar a origem das espécies vivas? d) Como explicar os fenômenos parapsicológicos? e) Como explicar a mediunidade, encarnação e reencarnação? f) Deus existe? Quem é Deus? Assim encerro esta fala com a minha homenagem e gratidão a todas as religiões e a todos os líderes religiosos do mundo.