quarta-feira, 17 de maio de 2017

REVISTA IGREJA BÍBLICA FENOMENOLÓGICA DO EVANGELHO QUÂNTICO

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Revista da Igreja Bíblica Fenomenológica Quântica Número XXV Evangelho bíblico fenomenologico Agora mesmo · Liberalismo ou libertarismo Os oprimidos nos impuseram uma dieta de dor e sofrimento, temperada com complexo de culpa pela não felicidade dos oprimidos. Nas vésperas e durante as festas de Natal cresce o número de suicídios. No dia dos namorados muita depressão daqueles que estão esperando por uma pessoa amada no seu leito de afeto. NO dia dos pais os filhos sem pai ficam deprimidos e com baixa na autoestima. No dia das mães os filhos sem mãe ficam como que abandonados jogados no mundo matriarcal sem a sua matriarca. Assim, os momentos mais felizes vão produzindo em certa parcela, camada, classe social, fração da sociedade, grupo identitário de gênero, categoria social e sociológica diversas reações de separação, exclusão, humilhação, dor e depressão. A culpa é apenas da felicidade do outro. A felicidade de alguns somente pode ser verdadeira se não for a causa da dor de outrem, segundo a ideologia politicamente correta, segundo a ideologia do libertarismo. O libertarismo, ao contrário do liberalismo promove a igualdade, mas aquela igualdade que não liga para a felicidade de cada indivíduo, apenas se promove à custa da felicidade social, coletiva, coletivizada. Como se fosse possível a felicidade geral. Seria o fim da inveja, da cobiça e da prisão de consciência. Inveja não é desejar o que o outro tem, inveja é desejar que o outro não tenha algo que não podemos ter para nós mesmos. A inveja é destrutiva. O ciúme é a inveja do sentir do outro em relação a nós. O ciúme não é exclusividade em relação ao sentimento do outro, ciúme é desejar que o outro não tenha sentimentos por outras e outros. Não importa o quanto nos ame, não pode amar mais ninguém, também. O ciúme e a inveja não são nada belos. Assim, os oprimidos tentam nos impor a sua dieta de dor e depressão tentando nos jogar também no fundo de suas frustrações por total incapacidade de entender e aceitarem a felicidade de outrem. A ideologia libertária fornece as justificativas para convolar o sofrimento de todos em detrimento do sofrimento de alguns. Melhor viver do que sonhar. Assim os libertários do politicamente correto querem a eliminação do dia de Natal, do dia das mães, do dia dos pais, do dia dos namorados, do dia das crianças assim acaba o sofrimento dos estigmatizados pela fatalidade da vida. Melhor sofrer do que ver o outro feliz. Viva o sofrimento, felicidade causa mas sofrimento nos outros do que a sua própria infelicidade.   Número XXIV Evangelho bíblico fenomenologico Agora mesmo · Pastores que agitam a alma da gente. Se você é daqueles que adoram os pastores que agitam a alma da gente, deixa te dizer uma coisa: a euforia passa como um gole de coca-cola. Este é o apelo principal da cocaína. Enquanto dura o efeito fulminante da euforia, enquanto os neurônios estão sendo queimados em alta velocidade, sua memória toda vem à tona, você é quase capaz de lembrar do seu próprio parto. As coisas que a droga faz com você justificam a fama de serem loucamente espalhadas pelo mundo e vendidas sem nenhuma propaganda, sem publicidade de massa, sem precisar patrocinar os esportes nem gastar com caríssimos atores gravando comerciais chamativos. A droga se vende assim que o cliente experimenta a enorme euforia do consumo. Sempre volta até não poder mais viver sem ela. Pena que quando passa o efeito estimulante, dionisíaco, você volta para o seu mundinho norminho, morninho, cheio de problemas e coisas modorrentas e cansativas. Mas este é o mundinho real; Tudo na propaganda diz que você tem que viver feliz para sempre, com alegria e prazer, caso contrário, é depressão e dificuldades. Deixa te dizer uma coisa: os ricos se suicidam mais do que os pobres, porque a alma humana não está preparada para a saciedade, para viver um momento em que todos os seus instintos estejam satisfeitos e aplacados, logo cai no tédio. Se você tem problemas, agradeça, mas se eles forem muitos é motivo e motivação para perseguir a minoração do sufoco, mas nunca pense que você é infeliz ou azarado. Quem vive pulando de um momento de êxtase para o outro é viciado em emoções está a um passo das drogas, portanto tenha cuidado se você gosta e precisa de um pastor que te levante que te faça voar: religião pode ser uma droga viciante, e pode te matar se ficar dependente dos pastores que te fazem voar. Impulsionar publicação   Número XXIII Evangelho bíblico fenomenologico Agora mesmo · Igreja sem templos. Esta deve ser a alternativa para evitar a exploração de alternativos pseudo evangélicos, que estão enriquecendo com dízimos e ofertas justamente dos mais crédulos. O dízimo eram os alimentos para distribuição entre os famintos e carentes, in natura, nada de dinheiro nem parcela do salário. A casa do Senhor não deveria recolher dízimos,é melhor derrubar os templos e catedrais se for para o enriquecimento material. Não precisamos de templos de pedra na era da internet onde podemos nos reunir no templo virtual nas ondas da net. Aqui trocamos ideias, entoamos hinos, assistimos a vídeos gospel e a conjuntos e cantores gospel de graça, sem pagar nada e com a consciência de que estamos cumprindo com os mandamentos. Nos dez mandamentos não se inclui o dízimo. As adições bíblicas se destacam pela ausência de retrorreferências fidedignas. Prefiro erra por conta das minhas interpretações restritivas do que errar pelas possíveis interpretações extensivas e abusivas, derivativas e concessivas.   Número XXII Templos religiosos estão fechando em toda a Europa, exceto os Muçulmanos, ao contrário da África negra. Deve haver razão para isso. Muitas. Se as igrejas não mudarem os seus rituais envelopados e mudar a sua interpretação de Deus as doutrinas baseadas em rituais e tradições sem sentido então o fim das religiões estará muito próximo. Não são os templos que evidenciam a religiosidade muito menos a espiritualidade da civilização. Templo e igreja são coisas distintas. Igreja é um grupo de pessoas que compartilham um conjunto de crenças comuns mais ou menos orientadas segundo uma doutrina única. O templo é um edifício consagrado para reunir a igreja dentro das suas paredes e teto. A Bíblia teve uma trajetória um tanto deambulante, passando como uma obra aberta e inacabada durante mais ou menos 4500 anos, saindo da tradição oral, para a precariedade dos escritos em pergaminhos e tablitas, papiros, cópias e reproduções para sobreviver até ser compilada por último concílio papal em Nicéia por ordem de um imperador, Constantino, que desejava usar a religião dos hebreus como elo coator da civilização do Império Sacro Católico Romano do Oriente. Atualmente, a religião em geral optou por duas vertentes doutrinárias distintas e ambas estão falhando na manutenção dos fiéis. A primeira vertente a secular resolveu absorver os costumes da sua época, fazendo poucas distinções entre o que é sagrado e o profano, é a igreja que quer ser e parecer popular e acessível. A outra vertente é justamente o oposto, traduzido pelo Islamismo, petencostismo e outros ramos e seitas que se segregaram da sociedade moderna, fazendo a sua distinção muito clara do que é religioso e do que é profano. Acredito que o caminho a seguir deve ser uma síntese de ambas as vertentes, a começar com a flexibilização do templo. Com a moderna rede de computadores a Internet as pessoas podem frequentar o templo virtual, com isso elimina-se a acusação de favorecimento monetário e financeiro, eliminam-se a necessidade das doações e dos dízimos, pela eliminação da necessidade de manutenção do templo físico, nesta nova versão do templo virtual. Os rituais precisam ser revistos, segundo a interpretação não menos extensiva mas não tanto inclusiva em excesso, assim, a ideia da dízimo presente no Velho Testamento era apenas para alimentos, não dinheiro, a doutrina poderia ser adaptada entre as leituras do Velho e do Novo testamentos quanto as visões muito doutrinariamente duvidosas sobre o céu e o inferno inexistentes no Velho Testamento, a revisão dos levíticos, que deveriam ser preservados apenas como a memória dos temos passados, totalmente sem sentido era a ciência antiga. Sem estas atualizações a religião vai continuar nesta trajetória, e mesmo na África logo que a situação de miséria sendo debelada o desespero findado a situação de conforto da nova classe média africana no futuro irá refazer a mesma trajetória da civilização europeia afluente economicamente e ateísta e materialista. A história se repete se não aprendermos nada com ela.   Número XXI -- Acreditar em Deus é uma opção lógica. Segundo Galileu Galilei analisou a) Deus não existe, portanto não faz diferença acreditar nele ou não acreditar nele; b) Deus existe, portanto você está perdido, e depois da morte vai ser tarde demais para perceber e reparar este erro provável; c) Deus não existe, portanto, não é uma boa escolha não acreditar nisso porque se você acredita nada perde se ele não existir, mas se existir você perde tudo. Acreditar em DEUS é o ponto de sela das estratégias dominantes segundos a teoria dos jogos na solução por John Nash.   Número XX Evangelho bíblico fenomenologico 4 de maio às 12:56 · Mano já leu A República de Platão? Mano, já leu o Príncipe de Maquavel? Se você ler qualquer destes ou outros clássicos como o Salatiel interpreta a Bíblia sagrada estes livros estariam queimados há muito tempo. É preciso estar pronto intelectualmente para transcender a época da linha de tempo e fazer as devidas vênias considerando a época em que foram escritos para poder reinterpretá-los teleologicamente, e doutrinariamente... Senão vai pensar que Maquiavel e Platão escreveram um monte de estultícies levianas e irracionais, mas não é assim que pensam os estudiosos contemporâneos que sabem ler a fundo abaixo da superfície aparente dos textos.... Imagine-se vivendo há 4000 anos, com medo dos trovões, das chuvas e ventos, achando que algum Deus desconhecido está simplesmente irado com você, então para acalmar o tsunami você sacrifica a vida do seu filho virgem para acalmar o tsunami... Era este o estágio da humanidade quando surgiram os filósofos.. A religião judaica depois de Abraão, não aquela religião de Levíticos, aboliu a idolatria e o medo dos deuses místicos e imaginários em prol de uma única divindade, talvez tivessem copiado de Akneton do deus rá, mas de qualquer forma começou a humanidade perder o medo da natureza, graças a isto temos a ciência, a filosofia e o ateísmo, e até mesmo as religiões modernas, por isso que o judaísmo aboliu as imagens e a idolatria. Infelizmente algumas religiões ainda abusam dos milagres, da mentira, da idolatria. mas isso é assunto para outra conversa.   Número XIX Roberto Da Silva Rocha · há 2 segundos Roberto Da Silva Rocha · 7 de maio de 2017 Diz o Levítico que o servo de DEUS deve apedrejar ao casal adúltero até a morte, no mesmo levítico fala que o macho varão não deve cortar o pé do cabelo arredondado, no mesmo levítico diz também que homens aleijados, com face deformada, olhos descaídos, com membros amputados não podem oferecer sacrifícios e oferendas no altar de Jeová. Se você leu tudo o que escrevi até este ponto, deve ter lido a Bíblia toda, e sabe que a Bíblia contem textos sagrados, muitos, porém contém enxertos que foram introduzidos por pessoas interessadas em: a) preservar os momentos históricos como textos de significado construtivo da linha do tempo da humanidade; b) mostrar como o texto e os costumes mudam e evoluem de acordo com cada fase da humanidade; c) preservar o livre arbítrio do ser humano e separar o que é doutrina, o que é religião, o que é costume e o que é pratica religiosa da fé. A bíblia composta que temos hoje sofreu intervenção humana, nem todas santas, nem todas livres de deturpações e adulterações porque foi resultado do Concílio de Nicéia a mando do Imperador Constantino que fez uso político da religião para seus fins pessoais de imperialismo do sacro império Romano do Oriente. Só isso deveria bastar para nos acautelarmos quando os bispos reunidos ali determinaram a escolha dos 73 livros que hoje compõe a bíblia católica apostólica Romana que é a matriz das demais bíblias luterana, a Rei George e outras derivações protestantes. A primeira bíblia tinha apenas cinco livros, em memória de Moisés, o Pentatêuco ou Torah, depois acrescida de livros dos profetas e escritores virou a Talmud e depois com mais acréscimos a Tanakh. Com a adição dos evangelhos no chamado Novo Testamento juntou-se este conjunto de Velho e Novo testamentos. A Bíblia em si não é um livro considerado sagrado, porém contém textos sagrados, da mesma forma que a igreja não é o templo consagrado, a igreja é um corpo de pessoas membros que é sagrado em cada corpo dos membros, que pode eventualmente consagrar uma edificação chamada templo e consagrá-lo aos cultos, se assim for. As vênias aos trechos e livros bíblicos devem ser feitas com cuidado de se avaliar a contextualidade, o plano de Deus em cada fase dos livros e das épocas e reinterpretá-los de acordo com a inspiração divina. Não fazer isso vai realçar as intransponíveis contradições em uma coleção que foi formada sem uma coordenação dos textos, admito que esta coleção está aí para ser estudada e comparada em suas diversas vertentes justamente para analisarmos não apenas os conteúdos, mas também quem e quando escreveu e foram escritos. Sem este cuidado cuidar para que os textos seja entendidos ipsis literis é uma violação da inteligência, uma violação da sacralidade e uma forma de interferência que nenhum dos autores dos livros da bíblia desejaria ter haja vista que os quatro evangelhos tiveram a liberdade para descreverem cada um a seu modo tudo que viram, com adições e supressões, a sua livre interpretação e inspiração justamente para nos alertar que já naquela época não se importariam com a diversidade da livre interpretação e registros dos fatos testemunhados pelos autores discípulos e apóstolos in loco. Se cada um dos evangelhistas deram a sua visão pessoal porque não nós não o faríamos?   Número XVIII Evangelho bíblico fenomenologico 8 de maio às 09:19 · A morte é um fato. Não é uma possibilidade. É uma certeza, o seu momento é uma probabilidade. Por isso a expressão risco de vida é a correta, já que a morte não é um risco. Portanto, a morte não é um castigo, é uma certeza absoluta. Ponto de vista. Apenas. Culturas diferentes encaram o momento da morte diferentemente, umas choram seus mortos, outras choram a saudade, outras choram o momento precoce da partida e outras culturas comemoram a grande jornada pra o além. Alguns culpam o acaso, a sorte ou o azar, mas, para mim o inesperado é uma prerrogativa divina, tão inesperada quanto a morte é a vida, o sucesso, a aprovação em concurso, a megassena premiada, o bom casamento, a doença, tudo que depende do acaso é do capricho de DEUS, ele quem gosta de brincar com criaturinhas insignificantes nesta rocha azul insignificante diante do multiverso gigantesco.   Número XVII Evangelho bíblico fenomenologico 8 de maio às 12:11 · Ler a bíblia e entendê-la não é para amadores, talvez, seja simples para os manipuladores, não para os intelectuais e pessoas de boa vontade, com um mínimo de conhecimento de hermenêutica e de metodologia científica. Quem conhece a história da ciência sabe que no começo a ciência andou por caminhos nada exitosos e muito hilários, aquelas estórias de aiperon, onde o universo era plano sustentado por elefantes, e que as estrelas eram buracos na abóboda, que os elementos eram: a água, terra, fogo e o ar, hilário e ninguém zomba da ciência. Arquimedes, Pitágoras e outros matemáticos mandaram matar Parmênides porque este descobriu que não existe um número inteiro racional para a raiz de dois, portanto, a matemática era imperfeita, hoje aceitamos que a raiz quadrada da hipotenusa de um triângulo retângulo não pode ser determinada, que o número pi é indeterminado, que a potência zero de qualquer número é um por definição não podendo ser demonstrada, sabemos que o zero é uma quantidade que não existe e somente foi aceito pelos europeus em 1500, tendo sido inventado na Índia quinhentos anos antes por religioso chamado Brahmagupta, mas os Maias antes da chegada de Colombo o conheciam há 400 anos, portanto, a mesma ciência de Dalton que acreditava que os elétrons orbitavam os núcleos atômicos sabe que é um modelo impossível porque viola a conservação de energia a entropia, e a mecânica quântica foi inventada para dar conta dos buracos da nossa epistemologia da física newtoniana onde o espaço tempo são determinados, mas os paradoxos quânticos são uma aberração ao cidadão comum, quando diz que quando um elétron muda o seu estado lá no fundo do universo distante quando o outro elétron interage com ele instantaneamente mudando o seu estado de número quântico, também a mecânica quântica diz que tudo acontece ao mesmo tempo e que somente podemos verificar isto no momento em que o estado se define apenas para o observador, porque nada existe de concreto e de matéria no universo vazio tudo é apenas uma função de onda conforme Schrodinger e Dohr. É muito fácil zombar da bíblia em nome da Ciência quando não se conhece a ciência e nem a bíblia. Bom lembrar que os egípcios há 3000 anos não tinham uma representação para um número maior do que um milhão, por que os matemáticos não acreditavam que pudesse existir alguma coisa no universo maior que isso. Nada excedia um milhão. O átomo foi descoberto há 2500 anos por Demócrito mas foi ignorado pela ciência por mais de 2400 para ser redescoberto na Renascença, espero que a humanidade não leve tanto tempo para descobrir que Deus existe, e é um extraterrestre, nem que para isso tenha que rasgar a Bíblia porque a bíblia não é mais importante do que Deus. Cuidado, a ciência é mito mais misteriosa e contraditória do que a mais simples das religiões.   Número XVI Fenomenologia da compreensão e da cognição Ao contrário do que Habermas e Arendt diziam e afirmaram, a capacidade de pensar não se liga à palavra nem depende das palavras, antes, a habilidade linguística é um grau de sofisticação que está além da capacidade comum da maioria das pessoas. Para pensar através da linguagem é preciso desenvolver um domínio fino da linguagem, do vocabulário, de conceitos articulados e intelectivos, que fogem ao domínio gramatical de quem não tem experiência e vivência superdesenvolvida com as técnicas de modelagem da metodologia científica e da linguagem científica. Nós não pensamos por meio da linguagem e nem de palavras, mas precisamos da linguagem não apenas para expressar os nossos pensamentos, mas também no contexto de justificação no processo de comunicação com nosso meio social intelectual. Portanto, a capacidade de comunicação faz parte da camada de comunicação, e não da camada da percepção, da cognição e da inteligência. Uma vez decididos a comunicar ao mundo exterior e a nós mesmos o nosso saber (consciente, superego), o nosso sentir, o nosso perceber e compreender o mundo, trava-se de começo uma batalha interna para se traduzir na linguagem humana aquilo que faz parte ainda do nosso pensamento sem ser ainda ter sido materializado em linguagem tudo aquilo que apenas fazia parte dos nossos conjuntos de percepções sensoriais e sensitivas neurônicas, esta transdução verbal vai depender da nossa capacidade verbal de transformar em textos conexos e inteligíveis aquilo que era um conjunto de apercepções e concepções cerebrais. Então, no processo de exteriorizar através de palavras as ideias e apercepções concebidas no cérebro, precisamos organizar concretamente, materialmente as ideias, descrevendo as sensações subordinado a um certo esquema organizado, ordenado, estruturado e inteligível segundo regras externas ao cérebro inconsciente (ego) que fazem parte da nossa semântica, gramática, limitados ao nosso vocabulário restrito que é bem menor do que o vocabulário do vernáculo corrente. Pensar com palavras é uma experiência não humana, o nosso cérebro trabalha com outro algoritmo que está baseado na nossa fisiologia neurônica, e não na nossa habilidade verbal. As palavras fora de contextos, as frases fora de contextos não passam informações. Então está na hora de brigarmos com as nossas habilidades comunicativas para escrevermos, para descrevermos e para vocalizarmos pensamentos. Quem escreve textos sabe que a habilidade para se fazer comunicação escrita nada tem a ver com a capacidade de desenvolver uma solução mentalmente, ou oralmente pois são habilidades distintas. Há pessoas que dominam a capacidade oral para exprimirem seus pensamentos, mas não conseguem fazer o mesmo na capacidade escrita. O oposto também ocorre, pessoas que se expressam melhor escrevendo do que oralmente. Esta é maior prova de que escrever, falar e pensar são habilidades distintas, e mais, pensar não depende de vocabulário, pensar é um fato fenomenológico distinto de comunicar-se para fora de si mesmo, pensar não implica em dominar qualquer linguagem humana ou cultural. Pensar é um ato autônomo, mesmo sem domínio de qualquer linguagem, pois a habilidade de pensar se resolve por si mesma. A linguagem faz parte do nosso pacto social tácito, assim como certas práticas sociais a linguagem nos obriga a ser utilizada entre pessoas que compartilham da mesma nacionalidade, da mesma comunidade, como uma regra oculta que não deve ser quebrada, pois é uma norma social de adesão voluntária (compulsória) daquelas tais regras invisíveis do mesmo tipo daquelas que dizem que, por exemplo, não se deve peidar em um elevador fechado, mesmo que estando sozinhos nele, que não devemos transar com nossos parentes, que não devemos deixar de nos vacinarmos colocando em risco a comunidade, que não devemos avançar na mulher dos outros, que não devemos cuspir na comida do restaurante mesmo que o cliente não veja, que não devemos misturar água no leite, assim, certos crimes, certos delitos secretos e outros tantos ocultos, e tantos outros compromissos sociais apenas fazem parte do nosso código social insculpido no nosso pacto social fundador da sociedade civilizada. Quando alguém mistura outra língua estrangeira à nossa língua em nosso território entre os próprios patrícios está fraudando as pessoas que partilham desta comunidade social, no mínimo, quando menos estará enganando, portanto, para que uma nova língua seja praticada, para que mudanças sejam introduzidas na língua deve haver um novo pacto social, porque a língua se torna um patrimônio social, e não um elemento isolado e exclusivo de uma parte da sociedade como estratégia de distinção de status social, é pela língua que o código social de comunicação permite que todos tenham acesso às mensagens que fluem no meio social compartilhado. A língua se torna um patrimônio coletivo, então não pode ser adulterado, não pode ser sequestrado por um grupo social, e não pode ser ferramenta de exclusão social, a língua deve ser tal que seja sempre um elo de coesão social, por isso que faz parte do pacto social coletivo. Não existe língua individual, isto se chama código secreto. Para a comunicação ser efetiva deve haver um codificador e um decodificador nas duas extremidades terminais da comunicação, porque a comunicação se aperfeiçoa quando a codificação da mensagem permite que o receptor decodifique de acordo com as mesmas regras como ela foi codificada. Portanto a linguagem é uma criação coletiva, ela precisa ser aceita e precisa ser compartilhada socialmente, não existe linguagem secreta nem linguagem pessoal, linguagem que não pode ser decodificada chama-se código secreto. Portanto, as regras da linguagem chamada metalinguagem fazem parte dela da linguagem social, portanto, não existe linguagem pessoal para si próprio, a linguagem existe apenas quando compartilhada com pessoas no território e no tempo contíguo. O teste da linguagem exige que ela elimine as ambiguidades no seu vocabulário, na verdade, os sinônimos são aproximações permitidas para exprimir os mesmos signos linguísticos de acordo com o desejo de expressar as diversidades de acepções e condicionantes particulares e discrepantes do significado tronco dada pelas palavras, então, a partir de ideias assemelhadas as distinções particulares, peculiares e as nuanças das possibilidades de variações em torno das semelhanças e verossimilhanças permitem adaptar o sentido de acordo com a sutileza da comunicação a expressar as emoções por meio das variações sutis permitidas pela sinonímia. As opções linguísticas dadas pelos sinônimos permitem variar a sensibilidade da expressão para abarcar os sentimentos, a gravidade, a leveza, a sutileza, a importância, a origem e a autoridade de quem se expressa por meio das variantes de palavras escolhidas cuidadosamente pelo interlocutor. A fenomenologia começou com uma pergunta feita por Aristocles, conhecido pela alcunha de Platão, quando ele inquiriu como exigia o método dialético, o que era a linguagem natural, a partir desta pergunta ele então fez o famoso experimento conhecido como o mito da caverna. Nesta experiência colocam-se pessoas em uma caverna, aquelas que nunca viram a realidade de fora de uma caverna, desde os seus nascimentos, então no dia do teste de percepção são projetadas sombras nas paredes da caverna daquilo que acontece fora da caverna, e se pede que descrevam o que elas, as pessoas veem. A conclusão do sábio sobre a percepção das pessoas nos levam ao caminho da fenomenologia, ou seja, demonstra que o mundo somente pode ser conhecido através do reconhecimento ou seja, apenas entendemos aquilo sobre o qual tivemos uma informação prévia da realidade. Isto chama-se anamnese. É como se abríssemos para uma pessoa comum, como no mito da caverna, a tampa de cobertura de uma turbina propulsora de uma aeronave e perguntássemos para pessoa que nunca viu uma turbina que nos descrevesse cada elemento ali mostrado e a sua função. Fica claro que a percepção da realidade é apenas o reconhecimento de uma realidade anterior, nós apenas reaprendemos sobre o mundo, e reconstruímos a realidade por analogia e verossimilhança. A realidade se apresenta para cada pessoa de acordo com a sua capacidade de reinterpreta-la, este processo chama-se fenomenológico, ou seja, a realidade é um fenômeno pessoal totalmente diverso e incomunicável, de modo que o mesmo tom de azul apresentado a cada pessoa jamais poderá ser comparado com a percepção de outra pessoa sobre a sua capacidade de perceber o tom de azul, a nossa visão do mundo depende da nossa vontade de perceber a realidade. A dialética complementa este sentido da percepção e da apercepção da realidade, quando a regra áurea da dialética diz que a compreensão da realidade significa uma subsunção daquilo que nos é exposto com a representação mental pessoal daquilo de acordo com a nossa versão reprogramada e reconstruída inevitável; então formamos uma síntese daquilo que nos é exposto com aquilo que achamos que seja ou que deveria ser, a realidade sempre é recriada de acordo com as nossas idiossincrasias. Ninguém lê o mesmo texto da mesma forma, ninguém percebe a realidade da mesma forma, ninguém vê o mundo da mesma forma, todos nós temos a nossa própria versão particular e pessoal da realidade concreta, então o mundo e a sua realidade são recriações nossas, pessoais e intransferíveis, incomunicáveis. A cognição humana da realidade depende da nossa apercepção e cognição. O olho humano pode ser facilmente enganado com aquilo que chamamos de ilusão de ótica, estes fatos apenas ilustram uma de nossas armadilhas para a percepção daquilo que parece real. A imagem formada no fundo da retina é invertida e de cabeça para baixo, assim funciona a câmara escura, então o cérebro a recompõe de acordo com a lógica mental com aquilo que mais se aproxima da razão. Então, o cérebro reconstrói a imagem na chamada pareidolia para parecer com algo a que podemos reconhecer, e nem sempre representa o mesmo objeto real. Quando vemos algo que não conhecíamos, recorre o cérebro ao seu acervo e recoloca no lugar da imagem desconhecida algo que ele conhece e mais parecido e mais semelhante com o desconhecido. Como vemos imagens em nuvens, em vidros embaçados, em papel amassado, em borra de café, na água, enfim muita confusão e muito misticismo nasceram dessa confusão entre a percepção e a ilusão causada pela sugestão inculcada pelo cérebro. A jlanea ad scaa do hmmoe tesá fchadea A frase não é perfeita, mas com esforço o cérebro é capaz de decifrar. O cérebro não deixa lacunas vazias. Quando lemos um texto ou quando ouvimos palavras estranhas e inaudíveis o cérebro recompõe a informação preenchendo as lacunas. Este é o perigo da armadilha colocada pela nossa percepção, e isto chama-se apercepção. O cérebro não aprende nada de novo, tudo que é submetido à nossa percepção passa pela nossa capacidade de reconhecimento, segundo a anamnese, segundo a fenomenologia. Portanto, tudo que o cérebro faz é sempre reconstruir e reformar, recompor a realidade a partir de uma informação anterior, a partir de conhecimento prévio, é a ideia de pedagogia de Piaget. A combinação de Piaget com a pedagogia de Vigostsky nos dá uma noção da concepção de consciência dada pela Fenomenologia. O construtivismo piagetiano combinado com a capacidade de fazer analogia descrita por Vigostsky em suas precondições sobre o aprendizado infantil e apreensão da realidade pelas crianças. Assim como os animais mesmo os inferiores já nascem com instintos, algumas espécies e alguns membros da espécie nascem com capacidade de aprendizado, os serem humanos nascem com capacidades cognitivas, nascem com instintos e nascem com enorme capacidade de aprendizado, e não é mais surpresa que os humanos nascem com uma quantidade surpreendente de informações e de habilidades inatas, ou, transferidas geneticamente. Ou pré-disposições genéticas para estas habilidades, assunto um tanto controverso entre os evolucionistas e lamarkianos. O mundo é uma representação da nossa vontade. “O mundo como vontade e representação é um título de obra de um grande fenomenologista chamado Schopenhauer. Porque o mundo que conhecemos é o único mundo possível dado que o mundo somente existe pela nossa vontade, a diferença entre estar vivo ou morto, entre existir e saber-se existir é apenas a representação e a vontade de acreditar na realidade. Pela fé acreditamos em tudo que vemos, ouvimos, cheiramos, tateamos, comemos, bebemos, lemos, tudo que existe no universo foi recriado em nossa memória através da anamnese, tudo que é novo e estranho vai cair no âmbito do reconhecimento através da analogia, que é a visão imediata da realidade provisória. A nossa caixinha de recordações tanto é maior quanto mais informações colocamos nela, e a este acervo chamamos apreensão, aprendizado, conhecimento e representação. O mundo é uma representação pessoal da realidade que nunca saberemos dela de modo absoluto e real. A realidade é uma virtualidade pessoal, idiossincrática e, portanto, eidético, assim, a explicação religiosa não pode exprimir-se em buscar a sua justificação racional em sua própria essência bibliográfica, seria uma auto-justificação teleológica, uma causação circular cumulativa, por conseguinte, redundante e irrefutável. As justificativas religiosas precisarão buscar suas fontes de confirmação fora dos cânones sagrados se quiser sobreviver no mundo da Ciência, no mundo filosófico, no mundo secular, já que está garantida de maiores controvérsias guardadas as proporções do mundo não-religioso. Isto não isenta de modo algum que grandes controvérsias estejam abafadas dentre os teóricos religiosos que não se socorrem de outros meios do que a própria escritura sagrada, e Martin Lutero é o maior exemplo de todos.   Evangelho bíblico fenomenologico foi mencionado em uma publicação. 28 de abril de 2017 13:20 Número XV A realidade é uma virtualidade pessoal, idiossincrática e, portanto, eidética, assim, a explicação religiosa não pode exprimir-se em buscar a sua justificação racional em sua própria essência autobibliográfica, seria uma auto-justificação teleológica, uma causação circular cumulativa, por conseguinte, redundante e irrefutável. As justificativas religiosas precisarão buscar suas fontes de confirmação fora dos cânones sagrados se quiser sobreviver no mundo da Ciência, no mundo filosófico, no mundo secular, já que está garantida de maiores controvérsias, guardadas as proporções do mundo não-religioso. Isto não isenta de modo algum que grandes controvérsias estejam abafadas dentre os teóricos religiosos que não se socorrem de outros meios do que a própria escritura sagrada, e Martin Lutero é o maior exemplo de todos.   Evangelho bíblico fenomenologico foi mencionado em uma publicação. 25 de abril de 2017 20:41 Número XIV A Bíblia e a Ciência Se você for falar da Bíblia Sagrada para pessoas que acreditam haver uma distinção entre cientistas e religiosos, há que fazer alguns reparos da biografia de muitos dos mais valiosos e importantes homens da ciência da Física e da Biologia, estes dois ramos principais ligados às teorias de ponta do conhecimento da origem do universo e das espécies terrestres, (terrestres uma vez que nenhuma outra foi encontrada fora da terra) que é o único lugar que possui vida de qualquer espécie. No entretanto, a Bíblia é um livro que começou a ser escrito quando ainda não existia a escrita, foi conduzido até os dias de hoje primeiramente pela oralidade, depois pelos pergaminhos e tablitas de barro, não é o único livro sagrado e nem o mais antigo, mas é o mais popular, por isso será a referência principal entre os estudiosos da religião. A minha palavra vai hoje para aqueles que se valem da Bíblia para confrontarem a Ciência, nestas duas: a Física e a Biologia. A interpretação das escrituras sagradas depende muito mais daquilo que não está escrito ali do que o que está nas suas entrelinhas, pois a Bíblia foi escrita de modo transverso para ser decifrada à medida em que a compreensão da humanidade fosse progredindo em direção à Ciência e ao conhecimento humano. Então chegados ao momento presente se faz necessário reinterpretá-la de acordo com a nossa capacidade cognitiva não apenas diante da ciência moderna mas diante e adiante da ciência moderna. A ciência ainda tateia modestamente, timidamente e temerosamente em algumas áreas com medo ainda de se arriscar entre sub áreas de conhecimento ainda mal problematizados, são justamente aquelas áreas que a Filosofia ousou adentrar com as suas especulações virtuais. Estamos nos aproximando através da Física Mecânica Quântica de alguns fenômenos que a Bíblia mostrou e que eram consideradas fantasias pelas leituras mais antigas e menos ousadas. A Bíblia está cheia de referências aos fenômenos de emaranhados quânticos e de universos paralelos e de realidades virtuais somente agora vistos como fenômenos que podem entrar oficialmente no âmbito da Ciência séria através da porta da Mecânica Quântica. Está na hora dos cientistas perderem o medo de discutirem em público sobre os portais dimensionais espaço-temporais isto sem dúvida vai ajudar muito a compreensão das origens dos mitos e das lendas antigas dos egípcios, as pirâmides espalhadas pelo mundo, vai explicar uma parte das visões de OVNIs pela mundo, vai ajudar a explicar a origem extraterrestre do casal Eva e Adão, do elo perdido, das transformações na terra, do desaparecimento dos dinossauros, os Triângulo das Bermudas, das histórias de Jonas e o submarino (OSNI) visto como uma baleia, das ascensões de Jesus, Elias, Enoque, Moisés, da travessia do Mar Vermelho em seco, enfim o portal dimensional espaço-temporal é o novo degrau que a Mecânica Quântica nos oferece para desvendar todos os mistérios da Bíblia.   Evangelho bíblico fenomenologico foi mencionado em uma publicação. 24 de abril de 2017 12:44 Número XIII Se você conversar com rabino ele não vai entender o que é o inferno ou o diabo, porque simplesmente não existem estas entidades no Torá, nem no Talmud, nem na Tanakh, nem por extensão no Velho Testamento. Porque o diabo e o inferno e o céu foram introduzidos no Novo Testamento? Eu não vou responder isso, embora eu tenha as minhas convicções, mas, entendo que a Bíblia que conhecemos é uma coleção de livros construída sob as mãos de bispos católicos e sob um imperador que queria tornar obrigatória a religião cristã, seu nome Constantino, seu reino o Império Romano do Oriente, e a cidade Niceia, o lugar Turkia o ano 325 d.C., de 25 de maio a 19 junho. Quando os homens se reúnem em nome de Deus para selecionarem os 73 livros considerados sagrados que compuseram para sempre as sagradas escrituras da Bíblia católica apostólica romana, eu apenas rezo, oro, para que eles nunca tivessem em momento algum pensamentos não cristãos, porque se alguém introduziu ou retirou alguma coisa que consideraram inconveniente eles são culpados pela eternidade pelas pessoas que leem a Bíblia e foram induzidas a aceitarem tudo aquilo como a obra sagrada e incorruptível vontade de Deus. Que recaia sobre eles toda a responsabilidade pelos males que acaso fizeram, e por via indireta, os reformistas Rei King James da Inglaterra e o alemão protestante Martin Lutero, por que nestas alturas já o enorme estrago pode ter sido feito de modo dolorosamente irreparável, e eu apenas tenho o meu senso crítico e conhecimento histórico parco para me defender de uma possível fraude. Que Deus tenha piedade de alguma eventual fraude cometida pelos que assim possam ter cometido contra a humanidade e a favor dos adversários e dos inimigos da religião. Amém. Evangelho bíblico fenomenologico   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. Número XII Tanto Jó como o Filho pródigo são duas lições contraditórias e complexas de se entender e analisar... Ambos trazem lições complicadas e de leituras opostas, dependendo do lado que se quer ver... Para quem acha que o filho pródigo foi um abençoado porque se arrependeu, isto me lembra os testemunhos de ex-viciados, ex-prostitutas, ex-assassinos... Nunca me empolguei com estas estórias de redenção... Ninguém se torna melhor porque conheceu o fundo do poço. Eu nasci em um lar cristão, não me converti (conversão é mudar, transformar) porque nunca fui pecador, nunca fui incrédulo, nunca conheci outro mundo que não fosse o mundo santo, e não sinto falta de nunca ter fumado maconha, não sinto inveja de alguém porque matou alguém, ou cheirou cocaína, nem tenho desejo de ser mau ou experimentar o mau para depois ser redimido por Jesus, portanto, aceito e perdoo o ex-pecador mas não vou ficar glamurisando e valorizando este tipo de gente. Editar 17 DE ABRIL   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 17 de abril de 2017 12:48 Número XI O Senhor faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo. A parte mais complexa do evangelho presente no novo testamento diz respeito à uma das retificações concernentes à doutrina de Jesus e a sua promessa pós ressurreição de Cristo. Poucos ou quase nenhum dos doutrinadores cristãos aceitam a fala de Jesus revelada a São Tomé que duvidara que Jesus tivesse vencido a morte, mas este teve mesmo assim o privilégio de assistir a última intervenção de Jesus desencarnado. Foi o último milagre de Cristo. Todo milagre feito após este encontro é pura manifestação do poder do homem de fé. A era dos milagres terminou com a crucificação de Cristo. Os milagres depois disso são obras humanas em nome da fé em Jesus, adjudicadas pelo Espírito Santo de Deus aos ungidos. Deus não obedece nem atende aos pedidos e nem às súplicas humanas. Deus faz ou deixa de fazer independentemente das nossas vontades. Nada podemos fazer para sermos abençoados. Quem viveu na era dos milagres do velho testamento teve a chance. Mas a maioria infelizmente desdenhou e ignorou os apóstolos e até mesmo a presença pessoal de Jesus. Portanto, não há motivos para Deus desperdiçar as suas graças de novo, pois os humanos se recusam a crer e uma outra chance de milagres somente se dará no dia do juízo final. Portanto, as orações, preces, promessas e qualquer sacrifício para obter uma graça de Deus é totalmente ineficaz, pois Deus não mais interfere na humanidade desde que a missão de Jesus na Terra se encerrou na cruz. Todo cristão deve ter em mente que nada pode modificar, influir, alterar ou mover a vontade de Deus.   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 12 de abril de 2017 23:23 Número X Isaac Newton Um daqueles grandes físicos que a humanidade teima em não esquecer, justamente de uma das ciências juntamente com a Matemática que está associada à ideia de que o conhecimento afasta o ser humano da ignorância quanto às coisas do universo, e leva sempre à verdade, consequentemente, afasta o ser humano da religião. Porque os professores de Física sempre que falam da obra de Isaac Newton nunca mencionam um segredo sobre a sua vida e que era muito bem conhecido dos seus contemporâneos? O que escondem sobre o grande físico que descobriu a lei da gravitação universal com a lenda da maçã caindo sobre a sua cabeça que lhes tivesse inspirado o pensamento analógico de que a lua estaria caindo sobre a terra, daí a ideia de órbita, força gravitacional, aceleração gravitacional? Quer saber qual o segredo que nunca te falaram sobre Isaac Newton embora o próprio Isaac Newton nunca escondesse de ninguém? Vou te contar, mas você nunca vai acreditar em mim, por ser incompatível com a concepção atual de ciência que se separa da religião, da ciência ser o anátema da religião e do mundo místico. Escondem de você que Isaac Newton era astrólogo. Não disse astrônomo, disse astrólogo, daqueles que estudam o horóscopo, ele estava interessado nos astros para fazer mapas astrais. O mesmo se pode dizer dos químicos cuja meta era transformar os elementos e matérias químicas para obterem ouro a partir de outros materiais, e isto era chamado alquimia, proibido pela Igreja como heresia. Gente tonta pode fazer coisas inteligentes, assim com gente inteligente pode fazer coisas tolas. Aproveitaram da proeminência de Newton não apenas para esconder este fato de sua vida, como também, covardemente, atribuíram a Isaac Newton conceitos que ele jamais proferiu. Assim estabeleceram uma divisão artificial e inexistente entre a Física Newtoniana e a Física Quântica e entre a Física clássica newtoniana e a Física relativística, a partir de conceitos nunca declarados por Isaac Newton sobre o espaço absoluto e sobre tempo absoluto. Newton jamais falou em conceitos absolutos. Foi uma falsa dicotomia para fazer Newton parecer um tolo, coisa de Einstein. Editar   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 11 de abril de 2017 20:29 Número IX Ao criticar o criacionismo, o maior físico vivo da era contemporânea, Hawkins, disse que o universo surgiu espontaneamente de uma grande explosão chamada depois de Big Bang. Mas, ele não te contou dois segredos, talvez três, o terceiro é por minha conta, e não foi por esquecimento, foi para manter a sua palavra no discurso ateísta. Vamos lá. O primeiro segredo que Hawkins não contou para você embora ele saiba disso é que a teoria do Big Bang foi criada por um padre católico chamado George Lemaitre. Sim, foi um religioso e não um ateu quem criou esta teoria. Outro segredo que ele não te conta, o mesmo sábio Hawkins, é uma característica matemática do processo que permitiu ao Big Bang, pelo menos um deles, pois podem ter existidos muitos big bangs que foram fracassados, ou que criaram outros multiversos, mas no caso do nosso, o sucesso da formação da matéria e das estrelas e dos astros e energias dependeu da taxa de adesão das partículas primordiais nos segundos iniciais da grande explosão. Explicando: cálculos precisos indicam que se esta explosão fosse fraca um pouco mais as partículas fundamentais teriam se agrupado de novo atraídas pela gravidade impedindo a expansão e a formação de estrelas e objetos cósmicos concretos, convergindo e colapsando tudo de novo como um buraco negro. Por simetria, se a explosão fosse um pouquinho só mais forte demais a matéria e as energias teriam se espalhado não permitindo a formação do universo. E sabe de quanto é esta taxa de explosão para mais ou para menos? Seria de uma parte em um quintilhão, ou seja, 1 probabilidade em 10 seguido de mais 14 zeros. A terceira coisa diz respeito às leis do universo representada pelas leis e princípios químicos, físicos e matemáticos. A Teoria explica a origem da matéria, mas não explica o nascimento e a origem destas leis. Quem e ou como elas surgiram.   Número VIII Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 9 de abril de 2017 21:01 Contando a História da humanidade de trás para adiante. Antes da civilização e da invenção da religião, e da Filosofia com a sua disciplina central, a chamada ética a Nicômano, o ser humano vivia no estado da natureza, diga-se, da natureza pura humana, aquela que deixaria os animais selvagens envergonhados. Então o homem criou a religião, a moral e a ética para refrear os crimes e delitos não escritos, para tornar a convivência humana digna. Antes de saber o que era o sexo que procriava, o homem das cavernas enfiava o pênis em qualquer traseiro, o que valia era a brincadeira que aliviava a agonia da dor causada pela abstinência sexual. Quando passou a associar cientificamente ou cognitivamente o sexo com a reprodução, - deve ser porque algum japonês apareceu na aldeia e começou a nascerem bebês com aqueles zoinhos, - então o macho começou a achar que ele era pai, que as pessoas não tinham única e exclusivamente a genitora mãe. Acabava a sociedade matriarcal, nascia a família e nascia a fidelidade entre homem e mulher, nascia o heterossexualismo, acabou a promiscuidade, com o começo da vida de casal. Então, a mulher, para cativar o seu macho, inventou a beleza, assim poderia afastar as rivais que não obedeciam ao protocolo social. Nasceu a moral, a ética a civilização. As roupas que cobrem o corpo delas, a cortesia, a delicadeza, o romantismo, a etiqueta social. Mas, vieram os militantes dos direitos humanos e do politicamente correto, no século vinte um, eles percebem que tudo isto não passavam de regras para lhes tirarem a liberdade total, aquela que te oprime, inventada pela sociedade opressora machista, racista, androfóbica, misândrica, carnívora, capitalista, egoísta, nacionalista, então vai queimar todos os soutiens, livros, rasgar a roupa, fazer a dança do funk da vagina em riste, e assim todos perdem a noção da trajetória da evolução humana civilizatória até que um dia se veem na guerra social de todos contra todos, os homens contra mulheres, raça contra raça, veganos contra carnívoros e onívoros, sushimem contra churrasqueiros. Editar   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 8 de abril de 2017 20:11 Número VII Dois argumentos: 1 - As pessoas não religiosas, são extremamente materialistas, amorais e extremamente egoístas. 2 - Tudo que você puder fazer para manter a sua vida em estreito planejamento sempre vai cair no âmbito do acaso em mais de 60 % das consequências da suas decisões. E não pode evitar o acaso. Nasci em lar protestante. Me afastei e fui tornar-me ateu como o Salatiel, com todo o conhecimento da Bíblia. Foi justamente um e dois que me trouxeram de volta para a Bíblia. Como pode acontecer coisas inexplicáveis na vida da gente e a gente atribuir ao acaso, sorte ou azar? Tinha duas opções: de explicação para a complexidade da questão existencial a) sorte ou azar; b) Deus. Viajando para o RJ no carnaval em 1995 com meus filhos e a mãe deles, como sempre, tive uma intuição no meio da estrada, e como tinha o hábito de segui-las entrei no primeiro hotel e mesmo sem sono às 23:30hs fomos descansar, depois de jantar, num dos quartos do hotel do Sesc. Quando acordei para prosseguir a viagem, no outro dia pelas 9:00hs da manhã, andei 500 metros na rodovia e não pude prosseguir na viagem, e fui saber porque os carros não prosseguiam. Fui informado que um caminhão bateu de frente com um automóvel fatalizando todos no automóvel. Perguntei o horário do acidente: o guarda rodoviário informou que os testemunhas disseram: 23:30hs. Fiquei surpreso pela coincidência pois foi justamente no mesmo horário que desviei da estrada. Lembra! 23:30hs JUSTAMENTE quando deveria eu estar cruzando a ponte onde os dois veículos colidiram de frente. A mãe dos meus filhos compreendeu na hora o acontecido, a minha premonição, e ficou paralisada. Não deveria. Ela também tentou evitar a morte da família vizinha a ela um ano antes, no fim de ano, quando tentou prevenir para que ela não viajasse para o Nordeste pois teria sonhado com a morte em trânsito na rodovia da sua vizinha, mas ela desdenhou do aviso pois não tinha nenhuma prova nem motivo para suspender a viagem fatal. Tenho outras estórias para contar sobre estes eventos de sorte mas que sempre desconfiei que Deus estava me dando avisos. Uns eu acatei e outros não, com as consequências devidas. Nesta mesma viagem, antes de entrar para o hotel onde pernoitamos, fui desviado da estrada outra vez, mas foi o motor do carro que havia fundido, logo que pegamos a estrada de volta, andei pouco mais de cinco quilômetros depois de abastecer o carro. Com isso ficamos mais uma semana em Itaboraí esperando pelo conserto do automóvel. Foi a primeira chance de escapar de um possível desastre fatal que jamais se confirmou. Para mim, a sorte não existe, tudo depende dos caprichos de Deus. Difícil entender? Então leia o livro de Jó e vai entender como Deus é absoluto, pode ser muito perverso, mau, sádico, mas pode ser bom e justo, não cabe a nós a formiguinhas do universo julgar ou tentar enquadrar Deus na nossa capacidade de entendimento e muito menos nos nossos padrões morais ou cognitivos. Obedecer e aceitar humildemente, só.   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 8 de abril de 2017 12:19 Número VI A eterna busca do desbloqueio do gozo e do prazer é infinita e irresoluta em suas possibilidades, e a sensação de completude e de saciedade nunca podem ser alcançadas, daí o vazio existencial e espiritual, por quê nada poderá desbloquear o gozo e o prazer originais e essenciais de Adão e Eva perdidos no paraíso anterior ao Pecado Original. Somente o mundo espiritual pode devolver o gozo e prazer eterno pois foi de lá que se originaram. Contatos Roberto da Silva Rocha E-mail igrejapecadooriginal@gmail.com E-mail igrejapecadooriginalquantico@gmal.com (61) 991943210 contribuições cc BBrasil ag 5197-7 cc 257333-4 SWIFT CODE BRASBRRJ http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2017/03/igreja-biblica-pecado-original-do.html   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 8 de abril de 2017 00:12 Número V Tanto os fanáticos como os leigos não conseguem interpretar a Bíblia. Para interpretar precisa saber o que é interpretação. Um bacharel em Direito sabe que é crucial saber fazer a interpretação e a subsunção do texto legal ao caso concreto, mesmo assim nas três instâncias judiciais existe a chance de se mudar a interpretação nas cortes. Voltando à interpretação, eu espero ajudá-lo a não passar vexame quanto a sua capacidade de interpretar textos, apenas saindo da contextualização e ingressando na semântica. 1) Interpretação sistêmica; 2) Interpretação ideológica; 3) Interpretação literal; (a sua) 4) Interpretação semântica; 5) Interpretação consuetudinária; 6) Interpretação doutrinária; 7) Interpretação teológica; 8) Interpretação histórica; 9) Interpretação teleológica; 10) Interpretação gramatical. 11) Interpretação lógica (aristotélica, cartesiana, dialética) 12) Interpretação antropológica; 13) Interpretação hermenêutica; 14 Interpretação sociológica.   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 6 de abril de 2017 12:40 Número IV Assisti ao seu filme-vídeo e pretendo abater os seus argumentos longos com um paradoxo simples. Deus não entrou em contradição cognitiva, não vou usar argumentos bíblicos seria uma auto argumentação ou uma causação circular cumulativa, ou uma tautologia. Meu argumento é o seguinte: para que Deus criaria uma criatura, mais uma, porque os animais não possuem livre arbítrio ilimitado, são condicionados pelo seu instinto e pelas suas limitações intelectuais? Assim como criou à sua imagem e semelhança estabeleceu um princípio desde o início, que faria a sua imagem conforme a sua semelhança, não um autômato de controle remoto, o homem é tão poderoso quanto Deus quanto ao seu livre arbítrio. Ele sabe que o homem vai errar mas não o impede, e aposta em um acaso dado ao livre arbítrio que não interfere na vontade; uma auto limitação auto imposta a si mesmo. Se fosse o contrário, seria o cosmo totalmente previsível, nem as plantas são totalmente previsíveis. Sobre causa e Efeito Kant dizia: "O espírito científico humano constrói a experiência, graças aos juízos a priori dados pelas categorias analíticas de pensamento formais". Galileu dizia: "As leis do universo são inteligíveis", em seu "Discurso do Método", foi o pai das leis e do método científico chamado lógico. Hume dizia: "Mostra-se que a indução tinha muito mais de ilusão psicológica do que de raciocínio lógico". Somos levados a crer que a água sempre se dilata ao ser aquecida, de 8º para 12º de 12º para 20º, e assim por diante, mas, de 0º para 4º a água se contrai. Biologia: A Biologia faz fracassar todo o princípio científico epistemológico e ontológico do conceito apriorístico da causalidade e do determinismo científico. Bertalanffy desenvolveu a Teoria dos Sistemas Gerais para abarcar a concepção diversa de causalidade, construindo o conceito das causas múltiplas concomitantes para que se obtenha um efeito ou fato na natureza animal ou vegetal, tal a complexidade da Biologia para associar causa e efeito diretamente e de modo lógico e concreto. Feitas estas introduções, podemos abalar agora o pilar central de todo o arcabouço epistemológico da racionalidade científica em suas técnicas de pesquisa e métodos investigativos, refutando o conceito estabelecido como o princípio da causalidade, no binômio causa-efeito, nesta ordem, afirmando aqui que o efeito precede a causa, na verdade o efeito determina e rege a causa, e não o inverso como está estabelecido no senso científico e no senso comum da intuição humana. As causas são regidas pelos seus efeitos. Isto mesmo. Os efeitos são fatos. As causas não são fatos. As causas são justificativas do / no contexto cognitivo humano apenas para racionalizarem-se no fato. Segundo Galileu, fossem os vegetais guiados por leis seriam máquinas determinísticas, cujo comportamento poderia ser previsto e totalmente previsível. É exatamente este conceito que exclui a Medicina do rol das ciências no sentido cartesiano e positivista de ciência de fato. Então, se as causas não explicam os fatos, os efeitos, o que os explica, então? É preciso abandonar a priori a ideia de que os efeitos seguem as causas, e que todo efeito tem uma causa que pode ser determinada. As causas são um contexto de explicação humano, antropocêntrico. Os fatos são do domínio da natureza. Ao perceber um desvio inesperado na órbita, perfeitamente previsível do planeta Urano, o astrofísico Le Verrier foi levado a supor da existência de um corpo celeste oculto e desconhecido, o qual estaria alterando a rota geométrica kepleriana de Urano. A descoberta do novo planeta confirmou a causa do desvio de Urano, era o novo membro dos planetas solares que acabava de ser descoberto, e recebeu o nome de Netuno. Ao perceber um desvio inesperado na órbita perfeitamente e matematicamente previsível do planeta Mercúrio, o mesmo astrofísico Le Verrier previu a existência de um suposto planeta oculto e desconhecido que batizou com o nome provisório de Vulcano. Mas, ao invés de encontrar o nunca localizado novo planeta Vulcano, coube ao Físico Einstein explicar o desvio da órbita do planeta Mercúrio criando o princípio da Física relativística de deformação espaço-temporal causada pela enorme massa gravitacional do Sol cujo efeito nas proximidades mais íntimas de vizinhança de Mercúrio com o Sol, que contrariando a mecânica celeste newtoniana, abalara os alicerces da mecânica e cinética da Física clássica, inaugurando a Física Relativística Eisnteniana. O mesmo físico Isaac Newton propõe em seu Princípia a teoria corpuscular da luz, baseada na mecânica clássica. Young e Fresnel constataram o fenômeno da interferência dos feixes quando cruzados, de partículas de luz. Foi necessário abandonar o princípio da causalidade de Newton para o caso dos feixes de luz, então, Huyghens propôs a nova teoria ondulatória para a luz como explicação para o efeito de dois feixes de luz se cruzarem e ao invés de produzirem um aumento da luminosidade, produzirem também áreas de luz e de sombras, o que somente se explicaria pela teoria e pelo efeito das ondas causando interferências umas nas outras de modo destrutivo. Mais tarde, somaram-se às teorias ondulatórias e corpusculares à teoria quântica da luz, trazida por Max Plank, onde descobre que os fótons de luz saltam de modo descontínuo quando a excitação do elétron os faz saltarem de um orbital para outro orbital emitindo o fóton de luz, em pacotes bem definidos de energia, chamados que quantum. Daí, o nome quântica para esta nova Física. Assim a luz possui três teorias concomitantes para efeitos e causas distintas e diversas: 1 - Corpuscular 2 - Ondulatória 3 - Quântica A função da Matemática A Matemática é uma ciência metafísica, justamente porque a Matemática em si é um conjunto de semânticas, de símbolos, de gramática própria para descrever a si mesma, a Matemática. A Matemática tenta traduzir o mundo e a natureza do universo e julgar a beleza do mundo dentro do labirinto incompleto e limitado ao sistema de três variáveis independentes em um sistema de equações do segundo grau e as suas inúmeras limitações do cálculo algébrico. Corolários: 1 - São os efeitos que explicam as causas; e não o contrário. 2 - Sabemos das doenças, mas não controlamos as causas das doenças. 3 - Sabemos do universo, mas não sabemos da origem, da origem dele. 4 - Sabemos do assassinato de John Kennedy, mas não do culpado. O efeito rege a causa, a recíproca não é verdadeira. Os efeitos condicionam, determinam, contingenciam e regem as causas. Os efeitos são fatos, causas não são fatos.   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 29 de março de 2017 22:56 Número III Naquela época não existam hospitais, não existiam médicos apenas pessoas com o dom de curar e alguns conhecimentos de manipulação das bioervas medicinais, mais parecidos com curandeiros que se chamavam médicos, na verdade pessoas com o dom da cura eram famosas e sua fama corria o mundo, então, era a era dos milagres, tanto que sempre podemos admitir que os milagres de cura não eram a exclusividade dos seguidores de Jesus nem exclusivamente do Moisés ou Abraão. Hoje certamente os teólogos sabem que o diabo também faz milagres, pode curar e operar coisas milagrosas, como pode ser atestado no Velho e no Novo Testamento. Basear o ministério apenas nos milagres nunca foi a missão de Jesus, nos livros sagrados constam pouco mais de trinta milagres feitos por Jesus, daqueles narrados ali como importantes, alguns deles Jesus pediu que o curado nada dissesse a ninguém sobre a sua cura, mas hoje o que vemos é o oposto: a cura sendo mostrada como milagre, mas o milagre que esperamos é a transformação da alma. No mundo escuro da antiguidade, quando o homem vivia sem o apoio da ciência e sem medicina a única forma possível de se vencer a doença e as vicissitudes eram os milagres que de tão comuns não tinham nada de excepcional, em um mundo mergulhado em milagres e deuses pagãos. Somente no Egito haviam mais de três mil deuses, na índia mais de seis mil deuses segundo o livro sagrado Mahabarata, portanto, na verdade viviam a era dos milagres por absoluta falta de conhecimento de tratamentos médicos e terápico científico. Hoje isto sim são milagres de cura que se fazem nos cultos, mas não na era antiga onde tudo era encantado, a chuva, o vento, os trovões, os eclipses, os terremotos, a vida, a morte tudo dependia da sorte dos deuses enfurecidos. A saída para isso foi a ciência que tudo esclareceu, ou quase tudo, enquanto isso Moisés pregava que não terei outros deuses diante de Jeová, era muito difícil aceitar a existência de um deus único que desse conta dos outros centenas de milhares de deuses.... Foi esse o milagre de Abraão e Moisés, retirar o povo da idolatria e da crença nos milagres..   Evangelho bíblico fenomenologico comentou na própria publicação. 24 de março de 2017 12:45 Número II Assim, com a hipótese do Big Bum, especula-se que o nosso universo conhecido fosse todo contido na galáxia da Via de Leite, Via Láctea, até que o astrofísico Hubble descobriu que existem mais galáxias do que estrelas na nossa via de leite, então a ponta do conhecimento dirige-se para a especulação de que o nosso universo de galáxias não é o único, possível, existem outros universos, e multiversos, nosso big bum, ou, big bang vamos combinar não se parece em nada com a geometria de uma explosão conhecida cujos desenhos são em forma de cogumelos, peras, esferas, nunca de um disco plano como são os desenhos do nosso e de outros sistemas estelares, o solar por exemplo, e a disposição em um plano elíptico das órbitas dos planetas solares, seriam precisas muitas elocubrações metafísicas, diferenciais e integrais para distorcer uma explosão como o big bang para que uma explosão em 3D fosse polarizada para uma explosão em dois planos em duas dimensões, haja cálculos geométricos ... não acredito na grande explosão, até porque apenas na nossa galáxia uma tal explosão teria uma duração de cem mil anos luz, apenas para produzir os seus efeitos gravitacionais em toda a sua extensão, então de explosão teríamos apenas uma onda muito lenta de expansão e contração em pontos de acumulação discretos chamados galáxias e em menores proporções as estrelas e menores ainda nos pequenos planetas e luas, agora, fica faltando a questão da vida, como o DNA se construiu antes mesmo do primeiro ser vivo a ser formado para que a arquitetura genotípica fosse adequada à arquitetura fenotípica, tudo por obra da burrice do acaso, segundo Darwin que nem sabia do DNA, obra do DNA que precisa dos construtores os RNA, e de material tijolo para as organelas celulares básicas como núcleo, carioteca e membrana celular, é muita tarefa burra para o mero acaso fortuito da evolução por eliminação e seleção pelo meio ambiente para adequação pós factu, porque Darwin eliminou em sua teoria qualquer possibilidade de intencionalidade da natureza, vale dizer, acreditou na burrice e total falta de inteligência fora de suas concepções de um mero jogo de dados ao acaso, deveria chamar-se cassino da natureza, e não evolucionismo.   Evangelho bíblico fenomenologico atualizou o próprio status. 4 de abril de 2017 23:41 Número I As mensagens da Bíblia Sagrada são singelas. Fora a Bíblia escrita para ser entendida e compreendida a seu tempo, um tempo sem tecnologia, sem medicina, sem alfabetizados, e sem livros impressos. Antes de Moisés as mensagens, as leis, as Histórias eram passadas em papiros avulsos, os quais eram conservados através da renovação das cópias sobre as cópias mais velhas dos papiros. A linguagem acompanha seu próprio tempo. Vos me cê se transforma em você, a linguagem de cem anos atrás exigia mesócleses, não se aceitava iniciar-se uma frase por pronome átono. Falar dos céus significava falar das luzes nos céus: umas fixas e outras móveis, in casu, os dois grandes reis dos céus eram o sol e a lua. A matéria era distribuída entre: água (representando o estado físico líquido); terra (representando o estado sólido); fogo (representando o plasma); e o ar (representando o estado gasoso). Assim esperava-se representar o aiperon “arché” do universo. Não se cogitava de outras terras (planetas) nem de outros sóis. O céu era um lugar na abóboda onde se prolongava ar e onde se prendiam as estrelas fixas. A lógica era um campo de cognição dividida entre o aristotelismo e a dialética, monistas e mobilistas dividiam os debates e as preferências epistemológicas e ontológicas. A vida era muito simples. O mundo era um lugar encantado e cheio de magia que fazia chover, fazia trovejar, fazia as plantas e os animais crescerem, trazia doenças e curas sem nenhuma interferência humana. Então para evitar o azar e as maldições tinham os deuses para nos governarem e nos protegerem com a sua tirania da vontade egoísta. Assim, hoje sabemos muito mais do que os velhos tempos de Moisés, sabemos do DNA, sabemos do universo, do multiverso, das galáxias, do big bang, sabemos que o universo surgiu de repente, do nada, mas, é chegada a hora de interpretarmos a Bíblia Sagrada a partir da Mecânica Quântica e da Filosofia Fenomenológica

domingo, 7 de maio de 2017

CF /88 do Brasil: garantias sociais ou individuais? A raiz de todos os males do Brasil

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político A raiz de todos os males do Brasil Segundo os contratualistas: Rousseau, Locke e Hobbes, Montesquieu, Hamilton, outros liberais modernos e contemporâneos O princípio fundador da sociedade humana civilizada, e mais, o princípio fundador do Estado de Direito foi o contrato social, baseado em um único princípio universal que fundou a sociedade de maior sucesso, superou a escravidão, o feudalismo e a monarquia absolutista que foi o mundo liberal democrático com a tripartição dos poderes em pelo menos três. Foi tudo isso possível com a coletividade humana quando decidiu tacitamente abandonar e adjudicar ao governo a sua liberdade e a sua autonomia. Abrimos mão do direito fundamental da nossa autoproteção e da nossa razão individual em função da proteção da sociedade e da razão coletiva. Não existiriam mais direitos e garantias individuais, tudo que existe são direitos e garantias sociais a despeito ou por causa dos direitos e garantias individuais das quais abrimos mão para constituirmos a sociedade. A sociedade brasileira introjeta e externa justamente o contrário destes princípios fundadores da sociedade liberal democrática realçando os direitos e garantias individuais a despeito dos direitos e garantias coletivas. Estamos no Brasil na fase pré contratual da fundação de uma sociedade civilizada. Assim o cidadão estaciona o seu carro onde bem entender desde que atenda as suas demandas e direitos individuais, em fila dupla, na saída / entrada de garagens, leva a vovó para o banco para ser atendido na fila preferencial, enfim, ninguém está atento ao coletivo, e está na CF um capítulo apenas para um rol imenso destas garantias dos direitos individuais, a verdadeira galeria do dissenso. Na Suíça vemos o inverso onde nenhum direito coletivo se submete ao direito ou garantia individual,está subentendido na constituição dos EUA que os direitos coletivos vem a frente de qualquer garantia individual, como deve ser. Ninguém pergunta onde estão os deveres de cidadania, mas ao Estado brasileiro deve, de modo universal, a garantia de todos os direitos dos cidadãos brasileiros, e isto não é motivo de crítica, na verdade é a causa de todos os males do Brasil.

sábado, 6 de maio de 2017

A Bíblia é um livro sagrado?

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Diz o Levítico que: o servo de DEUS deve apedrejar ao casal adúltero até a morte; no mesmo levítico fala que: o macho varão não deve cortar o pé do cabelo arredondado; no mesmo levítico diz também que: homens aleijados, com face deformada, olhos descaídos, com membros amputados não podem oferecer sacrifícios e oferendas no altar de Jeová. Se você leu tudo o que escrevi até este ponto, deve ter lido a Bíblia toda, e sabe que a Bíblia contem textos sagrados, muitos, porém contém enxertos que foram introduzidos por pessoas interessadas em: a) preservar os momentos históricos como textos de significados construtivos da linha do tempo da humanidade; b) mostrar como o texto e os costumes mudam e evoluem de acordo com cada fase da humanidade; c) preservar o livre arbítrio do ser humano e separar o que é doutrina, o que é religião, o que é costume e o que é pratica religiosa da fé. A bíblia composta que temos hoje sofreu intervenção humana, nem todas santas, nem todas livres de deturpações e adulterações porque foi resultado do Concílio de Nicéia a mando do Imperador Constantino que fez uso político da religião para seus fins pessoais de imperialismo do sacro império Romano do Oriente. Só isso deveria bastar para nos acautelarmos quando os bispos reunidos ali determinaram a escolha dos 73 livros que hoje compõe a bíblia católica apostólica Romana que é a matriz das demais bíblias luterana, a do Rei George e outras derivações protestantes. A primeira bíblia tinha apenas cinco livros, em memória de Moisés, o Pentatêuco ou Torah; depois foi acrescida de livros dos profetas e escritores virou a Talmud, e, depois, com mais acréscimos, a Tanakh. Com a adição dos evangelhos no chamado Novo Testamento, juntou-se este conjunto de Velho e Novo testamentos. A Bíblia em si não é um livro considerado sagrado, porém contém textos sagrados, da mesma forma que a igreja não é o templo consagrado, a igreja é um corpo de pessoas membros que é sagrado em cada corpo dos membros, que pode eventualmente consagrar uma edificação chamada templo e consagrá-la aos cultos, se assim for. As vênias aos trechos e livros bíblicos devem ser feitas com cuidado de se avaliar a contextualidade, o plano de Deus em cada fase dos livros e das épocas e reinterpretá-los de acordo com a inspiração divina. Não fazer isso vai realçar as intransponíveis contradições em uma coleção que foi formada sem uma coordenação dos textos, admito que esta coleção está aí para ser estudada e comparada em suas diversas vertentes justamente para analisarmos não apenas os conteúdos, mas também quem e quando o escreveu e foram escritos. Sem este cuidado, sem cuidar para que os textos seja entendidos ipsis literis é uma violação da inteligência, uma violação da sacralidade e uma forma de interferência que nenhum dos autores dos livros da bíblia desejariam ter, haja vista que os quatro evangelhos tiveram a liberdade para descreverem cada um a seu modo tudo o que viram, com adições e supressões, à sua livre interpretação e inspiração justamente para nos alertar que já naquela época não se importariam com a diversidade da livre interpretação e registros dos fatos testemunhados pelos autores discípulos e apóstolos in loco. Se cada um dos evangelhistas deram a sua visão pessoal porque não nós não o faríamos?

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Fenomenologia e Religião

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Revista da Igreja Bíblica Fenomenológica Quântica Fenomenologia da compreensão e da cognição Ao contrário do que Habermas e Arendt diziam e afirmaram, a capacidade de pensar não se liga à palavra nem depende das palavras, antes, a habilidade linguística é um grau de sofisticação que está além da capacidade comum da maioria das pessoas. Para pensar através da linguagem é preciso desenvolver um domínio fino da linguagem, do vocabulário, de conceitos articulados e intelectivos, que fogem ao domínio gramatical de quem não tem experiência e vivência superdesenvolvida com as técnicas de modelagem da metodologia científica e da linguagem científica. Nós não pensamos por meio da linguagem e nem de palavras, mas precisamos da linguagem não apenas para expressar os nossos pensamentos, mas também no contexto de justificação no processo de comunicação com nosso meio social intelectual. Portanto, a capacidade de comunicação faz parte da camada de comunicação, e não da camada da percepção, de cognição e de inteligência. Uma vez decididos a comunicar ao mundo exterior e a nós mesmos o nosso saber (consciente, superego), o nosso sentir, o nosso perceber e compreender o mundo, trava-se de começo uma batalha interna para se traduzir na linguagem humana aquilo que faz parte ainda do nosso pensamento sem ainda ter sido materializado em linguagem tudo aquilo que apenas fazia parte dos nossos conjuntos de percepções sensoriais e sensitivas neurônicas, esta transdução verbal vai depender da nossa capacidade verbal de transformar em textos conexos e inteligíveis aquilo que era um conjunto de apercepções e concepções cerebrais. Então, no processo de exteriorizar através de palavras as ideias e apercepções concebidas no cérebro, precisamos organizar concretamente, materialmente as ideias, descrevendo as sensações subordinado a um certo esquema organizado, ordenado, estruturado e inteligível segundo regras externas ao cérebro inconsciente (ego) que fazem parte da nossa semântica, da nossa gramática, limitados ao nosso vocabulário restrito que é bem menor do que o vocabulário do vernáculo corrente. Pensar com palavras é uma experiência não humana, o nosso cérebro trabalha com outro algoritmo que está baseado na nossa fisiologia neurônica, e não na nossa habilidade verbal. As palavras fora de contextos, as frases fora de contextos não passam informações. Então está na hora de nos empenharmos em nossas habilidades comunicativas para escrevermos, para descrevermos e para vocalizarmos pensamentos. Quem escreve textos sabe que a habilidade para se fazer comunicação escrita nada tem a ver com a capacidade de desenvolver uma solução mentalmente, ou oralmente pois são habilidades distintas. Há pessoas que dominam a capacidade oral para exprimirem seus pensamentos, mas não conseguem fazer o mesmo na capacidade escrita. O oposto também ocorre, pessoas que se expressam melhor escrevendo do que oralmente. Esta é maior prova de que escrever, falar e pensar são habilidades distintas, e mais, pensar não depende de vocabulário, pensar é um fato fenomenológico distinto de comunicar-se para fora de si mesmo, pensar não implica em dominar qualquer linguagem humana ou cultural. Pensar é um ato autônomo, mesmo sem domínio de qualquer linguagem, pois a habilidade de pensar se resolve por si mesma. A linguagem faz parte do nosso pacto social tácito, assim como certas práticas sociais a linguagem nos obriga a ser utilizada entre pessoas que compartilham da mesma nacionalidade, da mesma comunidade, como uma regra oculta que não deve ser quebrada, pois é uma norma social de adesão voluntária (compulsória) daquelas tais regras invisíveis do mesmo tipo daquelas que dizem que, por exemplo, não se deve peidar em um elevador fechado, mesmo que estando sozinhos nele, que não devemos transar com nossos parentes, que não devemos deixar de nos vacinarmos colocando em risco a comunidade, que não devemos avançar na mulher dos outros, que não devemos cuspir na comida do restaurante mesmo que o cliente não veja, que não devemos misturar água no leite, assim, certos crimes, certos delitos secretos e outros tantos ocultos, e tantos outros compromissos sociais apenas fazem parte do nosso código social insculpido no nosso pacto social fundador da sociedade civilizada. Quando alguém mistura outra língua estrangeira à nossa língua em nosso território entre os próprios patrícios está fraudando as pessoas que partilham desta comunidade social, no mínimo, quando menos estará enganando, portanto, para que uma nova língua seja praticada, para que mudanças sejam introduzidas na língua deve haver um novo pacto social, porque a língua se torna um patrimônio social, e não um elemento isolado e exclusivo de uma parte da sociedade como estratégia de distinção de status social, é pela língua que o código social de comunicação permite que todos tenham acesso às mensagens que fluem no meio social compartilhado. A língua se torna um patrimônio coletivo, então não pode ser adulterado, não pode ser sequestrado por um grupo social, e não pode ser ferramenta de exclusão social, a língua deve ser tal que seja sempre um elo de coesão social, por isso que faz parte do pacto social coletivo. Não existe língua individual, isto se chama código secreto. Para a comunicação ser efetiva deve haver um codificador e um decodificador nas duas extremidades terminais da comunicação, porque a comunicação se aperfeiçoa quando a codificação da mensagem permite que o receptor decodifique de acordo com as mesmas regras como ela foi codificada. Portanto a linguagem é uma criação coletiva, ela precisa ser aceita e precisa ser compartilhada socialmente, não existe linguagem secreta nem linguagem pessoal, linguagem que não pode ser decodificada chama-se código secreto. Portanto, as regras da linguagem chamada metalinguagem fazem parte dela, da linguagem social, portanto, não existe linguagem pessoal para si próprio, a linguagem existe apenas quando compartilhada com pessoas no território e no tempo contíguo. Podemos aprender outras línguas sem precisar refazermos todo o nosso conhecimento e habilidades, a língua é apenas a camada de comunicação de pensamentos do Front End cerebral, para usar a linguagem da telemática. O teste da linguagem exige que ela elimine as ambiguidades no seu vocabulário, na verdade, os sinônimos são aproximações permitidas para exprimir os mesmos signos linguísticos de acordo com o desejo de expressar as diversidades de acepções e condicionantes particulares e discrepantes do significado tronco dada pelas palavras, então, a partir de ideias assemelhadas as distinções particulares, peculiares e as nuanças das possibilidades de variações em torno das semelhanças e verossimilhanças permitem adaptar o sentido de acordo com a sutileza da comunicação a expressar as emoções por meio das variações sutis permitidas pela sinonímia. As opções linguísticas dadas pelos sinônimos permitem variar a sensibilidade da expressão para abarcar os sentimentos, a gravidade, a leveza, a sutileza, a importância, a origem e a autoridade de quem se expressa por meio das variantes de palavras escolhidas cuidadosamente pelo interlocutor. A fenomenologia começou com uma pergunta feita por Aristocles, conhecido pela alcunha de Platão, quando ele inquiriu, como exigia o método dialético: o que era a linguagem natural? A partir desta pergunta ele então fez o famoso experimento conhecido como o mito da caverna. Nesta experiência colocam-se pessoas em uma caverna, aquelas que nunca viram a realidade de fora de uma caverna antes, desde os seus nascimentos, então no dia do teste de percepção são projetadas sombras nas paredes da caverna daquilo que acontece fora da caverna, e se pede que descrevam o que elas, as pessoas, veem. A conclusão do sábio sobre a percepção das pessoas nos levam ao caminho da fenomenologia, ou seja, demonstra que o mundo somente pode ser conhecido através do reconhecimento ou seja, apenas entendemos aquilo sobre o qual tivemos uma informação prévia da realidade. Isto chama-se anamnese. É como se abríssemos para uma pessoa comum, como no mito da caverna, a tampa de cobertura de uma turbina propulsora de uma aeronave e perguntássemos para pessoa que nunca viu uma turbina que nos descrevesse cada elemento ali mostrado e a sua função. Fica claro que a percepção da realidade é apenas o reconhecimento de uma realidade anterior, nós apenas reaprendemos sobre o mundo, e reconstruímos a realidade por analogia e verossimilhança. A realidade se apresenta para cada pessoa de acordo com a sua capacidade de reinterpreta-la, este processo chama-se fenomenológico, ou seja, a realidade é um fenômeno pessoal totalmente diverso e incomunicável, de modo que o mesmo tom de azul apresentado a cada pessoa jamais poderá ser comparado com a percepção de outra pessoa sobre a sua capacidade de perceber o tom de azul, a nossa visão do mundo depende da nossa vontade de perceber a realidade. A dialética complementa este sentido da percepção e da apercepção da realidade, quando a regra áurea da dialética diz que a compreensão da realidade significa uma subsunção daquilo que nos é exposto com a representação mental pessoal daquilo de acordo com a nossa versão reprogramada e reconstruída inevitável; então formamos uma síntese daquilo que nos é exposto com aquilo que achamos que seja ou que deveria ser, a realidade sempre é recriada de acordo com as nossas idiossincrasias. Ninguém lê o mesmo texto da mesma forma, ninguém percebe a realidade da mesma forma, ninguém vê o mundo da mesma forma, todos nós temos a nossa própria versão particular e pessoal da realidade concreta, então o mundo e a sua realidade são recriações nossas, pessoais e intransferíveis, incomunicáveis. A cognição humana da realidade depende da nossa apercepção e cognição. O olho humano pode ser facilmente enganado com aquilo que chamamos de ilusão de ótica, estes fatos apenas ilustram uma de nossas armadilhas para a percepção daquilo que parece real. A imagem formada no fundo da retina é invertida e de cabeça para baixo, assim funciona a câmara escura, então o cérebro a recompõe de acordo com a lógica mental com aquilo que mais se aproxima da razão. Então, o cérebro reconstrói a imagem na chamada pareidolia para parecer com algo a que podemos reconhecer, e nem sempre representa o mesmo objeto real. Quando vemos algo que não conhecíamos, recorre o cérebro ao seu acervo e recoloca no lugar da imagem desconhecida algo que ele conhece e que seja mais parecido e mais semelhante com o desconhecido. Como vemos imagens em nuvens, em vidros embaçados, em papel amassado, em borra de café, na água, enfim muita confusão e muito misticismo nasceram dessa confusão entre a percepção e a ilusão causada pela sugestão inculcada pelo cérebro. Teh bkooc is no teh tblae A jlanea ad scaa do hmmoe tesá fchadea A frase não é perfeita, mas com esforço o cérebro é capaz de decifrar. O cérebro não deixa lacunas vazias. Quando lemos um texto ou quando ouvimos palavras estranhas e inaudíveis o cérebro recompõe a informação preenchendo as lacunas. Este é o perigo da armadilha colocada pela nossa percepção, e isto chama-se apercepção. O cérebro não aprende nada de novo, tudo que é submetido à nossa percepção passa pela nossa capacidade de reconhecimento, segundo a anamnese, segundo a fenomenologia. Portanto, tudo que o cérebro faz é sempre reconstruir e reformar, recompor a realidade a partir de uma informação anterior, a partir de conhecimento prévio, é a ideia de pedagogia de Piaget. A combinação de Piaget com a pedagogia de Vigostsky nos dá uma noção da concepção de consciência dada pela Fenomenologia. O construtivismo piagetiano combinado com a capacidade de fazer analogia descrita por Vigostsky em suas precondições sobre o aprendizado infantil e apreensão da realidade pelas crianças. Assim como os animais mesmo os inferiores já nascem com instintos, algumas espécies e alguns membros da espécie nascem com capacidade de aprendizado, os serem humanos nascem com capacidades cognitivas, nascem com instintos e nascem com enorme capacidade de aprendizado, e não é mais surpresa que os humanos nascem com uma quantidade surpreendente de informações e de habilidades inatas, ou, transferidas geneticamente. Ou pré-disposições genéticas para estas habilidades, assunto um tanto controverso entre os evolucionistas e lamarkianos. O mundo é uma representação da nossa vontade. “O mundo como vontade e representação” é um título de obra de um grande fenomenologista chamado Schopenhauer. Porque o mundo que conhecemos é o único mundo possível dado que o mundo somente existe pela nossa vontade, a diferença entre estar vivo ou morto, entre existir e saber-se existir é apenas a representação e a vontade de acreditar na realidade. Pela fé acreditamos em tudo que vemos, ouvimos, cheiramos, tateamos, comemos, bebemos, lemos, tudo que existe no universo foi recriado em nossa memória através da anamnese, tudo que é novo e estranho vai cair no âmbito do reconhecimento através da analogia, que é a visão imediata da realidade provisória. Aprende-se a degustar o vinho, o caviar, a carne vermelha, o sal, o doce, enfim os gostos são apreendidos. A nossa caixinha de recordações tanto é maior quanto mais informações colocamos nela, e a este acervo chamamos apreensão, aprendizado, conhecimento e representação. O mundo é uma representação pessoal da realidade que nunca saberemos dela de modo absoluto e real. A realidade é uma virtualidade pessoal, idiossincrática e, portanto, eidética, assim, a explicação religiosa não pode exprimir-se em buscar a sua justificação racional em sua própria essência autobibliográfica, seria uma auto-justificação teleológica, uma causação circular cumulativa, por conseguinte, redundante e irrefutável. As justificativas religiosas precisarão buscar suas fontes de confirmação fora dos cânones sagrados se quiser sobreviver no mundo da Ciência, no mundo filosófico, no mundo secular, já que está garantida de maiores controvérsias, guardadas as proporções do mundo não-religioso. Isto não isenta de modo algum que grandes controvérsias estejam abafadas dentre os teóricos religiosos que não se socorrem de outros meios do que a própria escritura sagrada, e Martin Lutero é o maior exemplo de todos.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Cacarejando o Português

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Cacarejando. O Brasil regrediu à Era pré-Vargas. A população dos rincões ultrapassou a população das cidades. O Brasil não somente deixou de ser urbano como os rincões impuseram o seu estilo de vida, diria,anti-civilizado,do latim civitas, de cidade, de cidadão, enfim tudo que não vem da cidade,a civitas derivando a palavra e o conceito de civilização. Sertanejo, Forró, Axé, as musicas dos rincões silenciadas desde a urbanização ressuscitaram com os ídolos do atraso incivilizado, com seus cânticos bifônicos, com acordes pobres em intervalo constante de terças, rimas pobres, vocabulário restrito, erros perpétuos de dissonância gramatical e semântica, falta total de concordância e simplificação radical da regência verbal e dos tempos e declinações, confusão entre o presente do indicativo e da forma infinitiva, passados pela cansativa experiência do gerundismo agora atacam com as incongruências distônicas dos erros crassos da prosopopeia metalinguística da tentativa da novilíngua falida e fracassada do internetês (ninguém usa mais vlw flw lol) e outras asnices, eles chegaram com tudo, os nordestinos e os nascidos no Oeste somam mais de 119 milhões de brasileiros. Finalmente o interior derrotou a civilização brasileira, e tome Faustão, o ídolo dos ineptos. É chique falar errado a própria língua mãe.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Igreja Bíblica Pecado Original do Evangelho Quântico Fenomenológico

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político Manifesto do Evangelho Quântico da Igreja Pecado Original Anexos: A Igreja Pecado Original do Evangelho Quântico nasceu de uma revelação visionária do preposto espiritual revelada do missionário Roberto da Silva Rocha, no ano de 2013 ainda em Brasília, na Cidade de Águas Claras, Brasil, Distrito Federal. Se houve em visões diante da realidade de uma nova forma de se transmitir as mensagens da Bíblia, atualizada com a ciência, e, ao par com a civilização da internet, ateísta, cética, cujo afastamento da religião é evidente nos países europeus, e, ao contrário, na África multidões aos milhões acorrem em busca de milagrosas curas e promessas de prosperidade material e monetária prometida pelos pseudos neopetencostais do oportunismo imediatista. As igrejas bíblicas ditas também cristãs se acostumaram a repetir as fábulas bíblicas sem se atentarem para as novas linguagens e para o progresso no conhecimento científico do DNA e das pesquisas nanofísicas, sem se importarem em repetir a linguagem levítica que já foi por Jesus abandonada há dois mil anos. Ambos os grupos estão equivocados: os protoneopetencostais e os arquipetencostais. A arquilinguagem que está em contradição com a ciência e com a realidade nunca foi parte integrante do plano Divino. Devemos sempre nos preparar com o que existe de mais inteligente e moderno, contemporâneo, se puder, para explicar como o plano de Deus se desenvolveu para a humanidade. Na casa de meu pai há muitas moradas. Somente com o astrofísico Hubble descobrimos que a nossa galáxia a Via de Leite, Via láctea, não contém o total de estrelas de todo o universo. Agora nos se avizinha a concepção de que podem existir muitos universos, - multiversos - além do nosso, e o nosso universo que já é suficientemente grande, com o tamanho aproximado de 14 bilhões de anos luz, é o máximo que podemos perscrutar com a nossa instrumentação matemática e científica teórica. A ciência quântica colocou sérios obstáculos para a Matemática tanto quanto para Física, fazendo retroceder a empáfia e a autossuficiência até então desenvolvida pelos einstenianos. A Bíblia nunca brigou contra a ciência humana, ao contrário, serviu de inspiração para a busca de outros caminhos. " O judaísmo se antecipou em mil anos à Filosofia Grega em abolir e rejeitar o comportamento passivo, perplexo e indiferente guiado pelo Animismo e Fetichismo que atribuía causas às forças da natureza todo o poder, magia e encantamento do universo. ROCHA, disponível em blog http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2017/01/o-judaismo-sempre-foi-moderno.html" O poder de Adonai Elohim dono absoluto das forças do universo reuniu em si todos os poderes do mundo visível e invisível, todas as forças do universo. Não foi difícil substituir as forças de todos os deuses e das divindades diversos. Foi além: o YHWH Elohim superou todos os deuses da natureza e também organizou as leis do universo, segundo princípios unitários, e decidindo a sorte e o acaso aboliu todos os ícones, símbolos, imagens, objetos, gestos, palavras, lugares sacralizados, sagrados e sacros. Cada uma das quais, - a ciência e a Bíblia - , tem o seu próprio domínio da ciência dos fatos, cada qual em sua respectiva esfera de competência cognitiva e espiritual, ontológica e epistemológica. Ao constituir a doutrina do Deus Único de todas as forças do Universo, o Judaísmo simplificou de modo extremamente eficiente e racional, do ponto de vista metodológico, e, epistemológico, toda a necessidade de entendimento das forças vigentes, diversas, que compõem o universo as assim consideradas forças mágicas e encantadas que o politeísmo, o animismo e o fetichismo era capaz de compreender e abarcar. Este foi o Big Bang epistemológico da cognição do universo. Assim, em lugar de se prestarem devoção e atendimento a cada divindade designada para cada dispensação de favores, benesses, castigos, fenômenos e necessidades e de outras demonstrações de forças e das forças do universo encantado, uma única fonte de força deveria e poderia reunir em um só lugar ou em uma única entidade todas as forças, todos os poderes e toda necessidade de explicação e justificativas sobre o universo e sobre a natureza. O egípcio antigo tinha a obrigação de uma vez pelo menos em vida de prestar a sua devoção a cada um dos três mil deuses antes de morrer, na Índia existem de seiscentos a seis mil divindades para cuidarem da terra e da natureza, é muita divindade para se conhecer e adorar sem o risco de cometer-se alguma omissão escusável, fora a possibilidade de se equivocar na solicitação inadequada de uma benesse para a entidade errada. Antes disso, cada fenômeno da natureza estaria sujeito à sua própria divindade correspondente que receberia um nome próprio particular em cada civilização e subcultura particular, desde as forças da natureza mais evidentes, como: a chuva, o sol, a lua, os trovões, a tempestade, o furacão, o vento, os terremotos, o maremoto, o tsunami, as cheias, a seca, a fertilidade da terra, a fertilidade das criaturas vivas, as colheitas, as guerras, as pestes, a morte, a vida, a felicidade, o nascimento e tantas quantas forem as fontes de fatos e eventos, a única certeza era de que a causa por trás de tudo era uma dádiva ou um castigo dos deuses sagrados, da sorte ou do destino implacável com o inútil e indefeso ser humano. Enquanto o mundo material não é capaz e suficiente para dar a completude espiritual e psicológica ao ser humano, sem o mundo espiritual é impossível a coesão social, logo, não é possível o altruísmo, a solidariedade; não existe amor. A eternidade, a imanência da espiritualidade ativaria no ser humano a sensação de transcendência das gerações que é a única forma de unir-se à morte física, para superá-la, algo que vai além do DNA, da cultura, da ciência, da civilização, da nossa História, da língua e do modo de vida. O mundo é um fenômeno subjetivo e único, segundo a Fenomenologia, que só pode ser interpretado, compreendido, sentido de modo pessoal, solipsista, unilateral; a realidade sempre é única. A realidade não pode ser compartilhada com outro ser humano. Tudo é virtual; vivemos no nosso universo subjetivo, presos nessa interação complicada com o outro sujeito e confinados e constrangidos pelo sistema social, segundo Rousseau, na realidade reinventada e reafirmada, fenomenologicamente. Tudo o que existe no universo, primeiramente teve a sua existência na mente humana, na anamnese platônica do Mito da Caverna de Platão (Aristocles). Como se estivéssemos no filme Matrix. Somente tem existência na mente humana: a) A eternidade; b) A fé; c) O amor; d) O sentimento emocional; e) A solidariedade mecânica e orgânica; f) O egoísmo; g) A vontade; h) A felicidade; i) A cultura; j) A civilização; k) A religião; l) O ódio; m) Deus. O homem genérico e sem gênero é um ser fenomenológico portanto criou as ciências para si mesmo como justificativa de interação cognitiva com a realidade sensível e cognoscente, para isto se tornar possível criou antes a lógica e a razão instrumental, prática e teórica, consequentemente. a) A lógica, a razão e as ciências criaram... 1 – o mundo; 2 – o universo; 3 – o Big Bang; 4 – a evolução das espécies; 5 – a humanidade. Dentro desta lógica, o homem criou Deus; a) Deus criou o universo; b) Deus criou a terra; c) Deus criou o homem; d) Deus criou toda a vida; e) Deus criou a eternidade. Então, a transcendentalidade espiritual nos legou os livros sagrados das religiões humanas, que são os nossos caminhos, são obras humanas, por isso cheios de falhas e de contradições, lacunas sistêmicas, mas são os nossos caminhos únicos de volta para o nosso interior espiritual. De todos os livros sagrados o mais lido de todos e o primeiro a ser impresso por Guttenberg veio a ser a Bíblia Sagrada dos hebreus, constituída pelos concílios papais, mas que teve origem na Torah e na Tanakh hebraicas. A Bíblia está dividida em eras bem definidas e contém os diversos planos de Deus para a humanidade, primeiramente para várias fases deste plano, que uma vez exclusivamente distinguiu o povo hebreu a partir de Abraão e Sara, e que rompeu com este povo hebreu com João Batista e com Jesus Cristo no Novo Testamento. Em resumo, a Bíblia Sagrada apresentou o seguinte esquema: 1- Jardim do Éden; a) Criação de uma super raça dos terráqueos humanos, imortais, assexuados como os anjos o são, imagem e semelhança de Deus; b) Criou a Adão, depois, Eva; c) Eva nasceu por cissiparidade de Adão, em reprodução assexuada a indicar como seria a reprodução humana de seres exclusivamente adultos e formados completamente; d) Animais que falavam, na verdade,seres reptilianos como a cobra que falou com Eva; e) Seres sem genitálias; f) Seres imortais. 2- Mudanças genitais depois do pecado de Eva; a) Fim do paraíso na terra; b) Mortalidade como castigo; c) Doenças, cansaço; vulnerabilidade; d) Sexo genital; e) Bloqueio do direito ao gozo e do prazer permanente; 3- Destruição da Humanidade; a) Dilúvio e a arca de Noé; b) Fim de todas as cepas de terráqueos, exceto Noé e seus parentes; c) Recomeço da humanidade a partir de Noé, principalmente. 4- Escolha de uma raça divina a) Abraão e Sara são os novos patriarcas de uma nova raça, povo escolhido de Deus; b) Circuncisão dos machos para relembrarem que Adão antes do pecado não possuía a genitália masculina. 5- Novo Testamento, fim do povo escolhido; a) João Batista anuncia Jesus como o filho do criador do universo; b) Fim da era do povo escolhido, o povo hebreu; c) Nasce Jesus Cristo filho de uma virgem; d) Jesus começa a era dos batistas; e) Jesus nasceu de uma virgem e morre virgem. 6- Criação de novos destinos para as almas dos humanos a) Criação do céu e do inferno como destinos da alma humana; b) Provável criação da alma, a partir da nova concepção de mortalidade e do fim da era do paraíso-II da terra com o fim dos hebreus como povo santificado; c) A alma humana passa a ter quatro opções na eternidade: A1) vida eterna da alma; A2) morte eterna da alma; A3) Paraíso na eternidade, no céu; após o juízo final; A4) Inferno eterno, após o juízo final. Pecado Original Por quê? Por quê o sexo é considerado como pecado e impuro na Bíblia sagrada? 1- Deus não tem genitálias, nem sexo; 2- E Deus concebeu Adão depois Eva à sua imagem conforme a sua semelhança, portanto, sem genitálias, eternos e imortais; 3- Adão gerou a Eva, não por acaso, não por esquecimento, nem por improvisação divina, havia um plano definido e completo, competente, possivelmente haveria outros universos onde Deus organizou este mesmo plano de vidas extraterrestres também; 4- Adão gerou a Eva por cissiparidade a partir de uma costela sua, um ser adulto e completo; 5- Quando pecaram, Adão e Eva imediatamente cobriram as suas respectivas e diferentes genitálias, porque ainda não as havia antes do pecado; 6- Adão e Eva não as perceberam, as genitálias, porque não as utilizavam-na antes do pecado, não tinham excitação genital, não interagiam com as suas genitálias, por que não as haviam lá, as genitálias. Simples. 7- A partir do pecado original as genitálias apareceram, imediatamente em cada um deles, no casal humanoide justamente como um castigo divino pelo pecado original. 8- As genitálias confinam, limitam, e condicionam as zonas erógenas do corpo humano, condicionam o momento, o modo, o lugar, o local e a forma do gozo e do prazer traduzido pelo ato sexual; 9- Onde estaria o prazer e o gozo antes do pecado original? 10- O prazer antes do pecado original antes do surgimento das genitálias era ilimitado e desbloqueado, deslocalizado e não contingente. 11- O desbloqueio do prazer: A partir do pecado original o homem genérico e a mulher precisariam um do outro para desbloquearem o prazer e o gozo; o bloqueio foi imposto como castigo de Deus pelo pecado original para Adão e Eva e todos os seus descendentes humanos. Tentativas para desbloquear o prazer e o gozo foram a partir daí inventadas e tentadas a partir das formas permitidas e não permitidas, canônicas e não canônicas, convencionais e extravagantes pelos humanos, normais e alternativas das mais diversas e diversificadas: a) Canônicas: Sexo heterossexual entre ambos homem e mulher; b) Alternativas; B1- masturbação; B2- Felação; B3- Sodomia; B4- Homossexualismo; B5- Pedofilia; B6- Pederastia; B7- Zoofilia; B8- Necrofilia; B9- Luxúria. O prazer e o gozo foram bloqueados do acesso da humanidade por causa do pecado original de Eva e de Adão. A transferência do gozo para as genitálias foi a primeira consequência do pecado original de Eva. Eva descobriu o sexo: No momento em que Eva comeu do fruto da árvore da ciência do bem e do mal surgiu nela a genitália feminina. Eva, curiosa, queria saber o que aconteceria a Adão caso este comesse também do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Antes de comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, Adão não percebeu a nudez de Eva, in casu, a genitália de Eva, não percebera que Eva estava diferente, apenas percebeu que eram diferentes quando surgiu nele a sua genitália, diversa da genitália de Eva após comer do fruto que Eva lhe oferecera. O que aconteceu? Adão percebeu que a genitália que tinha não era da mesma forma e natureza da genitália de Eva, e Eva então percebeu o enorme efeito e o fato trazido à realidade dos dois. A genitália de Adão era invasiva, incisiva, ofensiva, ativa, conspícua, imponente, ferina, espinhosa, lançada, agressiva, diversa. A genitália de Eva era interna, embutida, discreta, secreta, passiva, receptiva, escondida, reservada, recôndita e diversa. O Desbloqueio do Prazer Com o bloqueio do gozo e do prazer imposto pelo pecado original, eternos, os descendentes de Eva começaram a busca desesperadamente pelos desbloqueios alternativos dos centros de prazer e gozo. O primeiro e evidente esforço foi a busca do sexo genital; Para os seguintes esforços alternativos foram inventando toda a sorte de busca de gozo e de prazer suprimidas pelo pecado original PO; a) Sexo alternativo: sodomia, felação, masturbação, zoofilia, pederastia, necrofilia, pedofilia; b) Alucinógenos, estimulantes, relaxantes, energéticos, fumos, bebidas diversas excitantes; recreativas; c) Busca de riscos e aventuras, lutas, guerras, combates, conquistas, riscos de vida; d) Jogos, esportes, vícios diversos; e) Luxúria, vaidades, joias, riquezas, fausto, gula, gourmet; f) Bebidas alcoólicas, estimulantes biológicos, físicos, visuais, tatuagens, piercing, fama, afluência; g) Danças, estética, as artes, epopeias, fábulas, ficção, esculturas, pinturas, poesias, artes cênicas, arquitetura, moda, vestuário, calçados, música; h) Sensualidade, vigorexia, preocupação com a saúde, ortorexia, alimentos dietéticos e light, comidas exóticas, restrição calórica e de origem de alimentos e bebidas, origem dos alimentos se animal, vegetal ou química; i) Admiração pela inteligência, valorização da erudição, cultural, científica, conhecimento social, poder social, afluência com celebridades das artes, esportivas e política, econômica, fama, poder econômico, religioso e político; j) O romance, amor e paixão idealizados e levados ao estremo limite da razão; k) Sexualidade diversa. A eterna busca do desbloqueio do gozo e do prazer é infinita e irresoluta em suas possibilidades e a sensação de completude e de saciedade nunca podem ser alcançadas daí o vazio existencial e espiritual por quê nada poderá desbloquear o gozo e o prazer originais e essenciais de Adão e Eva no paraíso anterior ao Pecado Original. Somente o mundo espiritual pode devolver o gozo e prazer eterno pois foi de lá que se originaram. Roberto Da Silva Rocha 2 h · A Bíblia e a Ciência Se você for falar da Bíblia Sagrada para pessoas que acreditam haver uma distinção entre cientistas e religiosos, há que fazer alguns reparos da biografia de muitos dos mais valiosos e importantes homens da ciência da Física e da Biologia, estes dois ramos principais ligados às teorias de ponta do conhecimento da origem do universo e das espécies terrestres, (terrestres uma vez que nenhuma outra foi encontrada fora da terra) que é o único lugar que possui vida de qualquer espécie. No entretanto, a Bíblia é um livro que começou a ser escrito quando ainda não existia a escrita, foi conduzido até os dias de hoje primeiramente pela oralidade, depois pelos pergaminhos e tablitas de barro, não é o único livro sagrado e nem o mais antigo, mas é o mais popular, por isso será a referência principal entre os estudiosos da religião. A minha palavra vai hoje para aqueles que se valem da Bíblia para confrontarem a Ciência, nestas duas: a Física e a Biologia. A interpretação das escrituras sagradas depende muito mais daquilo que não está escrito ali do que o que está nas suas entrelinhas, pois a Bíblia foi escrita de modo transverso para ser decifrada a medida em que a compreensão da humanidade fosse progredindo em direção à Ciência e ao conhecimento humano. Então chegados ao momento presente se faz necessário reinterpretá-la de acordo com a nossa capacidade cognitiva não apenas diante da ciência moderna mas diante e adiante da ciência moderna. A ciência ainda tateia modestamente, timidamente e temerosamente em algumas áreas com medo ainda de se arriscar entre sub áreas de conhecimento ainda mal problematizados, são justamente aquelas áreas que a Filosofia ousou adentrar com as suas especulações virtuais. Estamos nos aproximando através da Física Mecânica Quântica de alguns fenômenos que a Bíblia mostrou e que eram consideradas fantasias pelas leituras mais antigas e menos ousadas. A Bíblia está cheia de referências aos fenômenos de emaranhados quânticos e de universos paralelos e de realidades virtuais somente agora vistos como fenômenos que podem entrar oficialmente no âmbito da Ciência séria através da porta da Mecânica Quântica. Está na hora dos cientistas perderem o medo de discutirem em público sobre os portais dimensionais espaço-temporais isto sem dúvida vai ajudar muito a compreensão das origens dos mitos e das lendas antigas dos egípcios, as pirâmides espalhadas pelo mundo, vai explicar uma parte das visões de OVNIs pela mundo, vai ajudar a explicar a origem extraterrestre do casal Eva e Adão, do elo perdido, das transformações na terra, do desaparecimento dos dinossauros, os Triângulo das Bermudas, das histórias de Jonas e o submarino (OSNI) visto como uma baleia, das ascensões de Jesus, Elias, Enoque, Moisés, da travessia do Mar Vermelho em seco, enfim o portal dimensional espaço-temporal é o novo degrau que a Mecânica Quântica nos oferece para desvendar todos os mistérios da Bíblia. Evangelho bíblico fenomenologico #IgrejaBíblicaFenomenológica Contatos Roberto da Silva Rocha E-mail igrejapecadooriginal@gmail.com E-mail igrejapecadooriginalquantico@gmal.com (61) 991943210 contribuições cc BBrasil ag 5197-7 cc 257333-4 SWIFT CODE BRASBRRJ 1 - vídeo do autor https://www.youtube.com/watch?v=xdG2avGi8Es 2 - Judaísmo http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2017/01/o-judaismo-sempre-foi-moderno.html 3 - Igreja pecado original doutrina http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2016/05/igreja-pecado-original.html 4 - Os planos de Deus para a humanidade http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2016/08/os-planos-de-deus-para-humandade-era.html 5 - Religião: uma forma superior de inteligência http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2016/06/religiao-uma-forma-superior-de.html 6 - Big Bang e teoria da evolução das espécies de Darwin http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2015/09/big-bang-e-darwinismo-duas-aberracoes.html 7 - A mentira na Bíblia http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2016/04/a-mentira-nao-e-pecado-segundo-biblia.html 8 - As lições do ervo Jó http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2015/12/as-licoes-que-jo-nao-entendeu.html 9 - Convergência Religiosa http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2015/05/convergencia-religiosa_35.html 10 - Neopetencostismo http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2011/12/roberto-da-silva-rocha-professor.html 11 - vídeo https://www.youtube.com/watch?v=XtUefOkDySQ 12 - vídeo https://www.youtube.com/watch?v=9S5jTu6eqDc 13 - vídeo https://www.youtube.com/watch?v=lo9Iuu17ALA http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2017/04/fenomenologia-e-religiao.html